Revista GGN

Assine

Geddel

Doleiro que está preso diz que se sentiu ameaçado por ex-ministro de Temer

Foto: Lula Marques
 
 
Jornal GGN - O doleiro Lúcio Funaro admitiu que pagou propina em dinheiro vivo e pessoalmente ao ex-ministro do governo Temer, Geddel Vieira Lima. Segundo informações de O Globo, ele ainda disse que os contatos reiterados de Geddel com sua esposa, Raquel Pitta, foram vistos como uma ameaça e, por isso, ele vinha emitindo sinais de que não faria um acordo de delação com a Lava Jato.
 
“Que o declarante fez várias viagens em seu avião ou em voos fretados, para entregar malas de dinheiro para Geddel Vieira Lima. Que essas entregas eram feitas na sala vip do hangar Aero Star, localizada no aeroporto de Salvador, diretamente nas mãos de Geddel. Que, realmente, em duas viagens que fez, uma para Trancoso e outra para Barra de São Miguel, o declarante fez paradas rápidas em Salvador, para entregar malas ou sacolas de dinheiro para Geddel Vieira Lima”, disse Funaro.
Média: 4 (4 votos)

O conveniente vazamento do vídeo de Geddel

 
Jornal GGN - Foi apenas para expôr Geddel Vieira Lima à humilhação ou o vazamento do vídeo da audiência de custódia teve outro propósito?
 
Preso por obstrução de Justiça, Geddel chorou diante de um juiz da Lava Jato tão logo percebeu que pode ter tomado um xeque-mate.
 
Participam da audiência, na quinta (6), o magistrado Vallisney Oliveira de Souza, a defesa de Geddel e representante do Ministério Público Federal. No mesmo dia, o vídeo foi vazado à imprensa. 
 
O destaque, em muitos portais, foi o choro de Geddel quando Vallisney indeferiu o pedido da defesa para que ele fosse transferido para a prisão domiciliar, com tornozeleira, entrega de passaporte e qualquer outra medida que fosse necessária.
 
Mas o vídeo contém outra informação importante para a Lava Jato.

Leia mais »

Média: 4.2 (5 votos)

Geddel chora ao ser mantido na prisão, após admitir ligação a mulher de Funaro

Jornal GGN - O ex-ministro Geddel Vieira Lima admitiu, em audiência de custódia com o juiz federal Vallisney Oliveira, nesta quinta (6), que conversou por telefone com a esposa de Lúcio Funaro por mais de 10 vezes no último ano, mas negou que a conversa tenha envolvido "chantagem" ou "pressão". Geddel foi preso sob a acusação de obstrução de Justiça. 

Leia mais »

Média: 5 (4 votos)

Geddel foi para a Papuda


Foto: Evaristo Sá/AFP

Geddel Vieira Lima é transferido para presídio da Papuda, no Distrito Federal

Da Agência Brasil

Preso na tarde de ontem (3) na Bahia e levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília no início da madrugada de hoje (4), o ex-ministro Geddel Vieira Lima foi transferido no começo da tarde para o Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal.

Segundo a assessoria da Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, Geddel dividirá a cela com outros nove presos na ala do Centro de Detenção Provisória destinada a detentos com nível superior. Terá direito a duas horas de banho de sol por dia e a receber quatro visitantes às sextas-feiras. Alvo das mesmas investigações que levaram Geddel à prisão, o doleiro Lúcio Bolonha Funaro também está preso na Papuda, mas em outro bloco.

Leia mais »

Média: 5 (7 votos)

Porque a prisão de Geddel apavora o governo Temer, por Bernardo Mello Franco

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Aliados de Michel Temer podem tentar negar o impacto da prisão de Geddel Vieira Lima sobre a denúncia contra o presidente, que já está na Câmara. Mas a verdade é que Geddel está tão envolvido na delação da JBS quanto Rodrigo Rocha Loures.
 
É por isso que a alegria com a liberdade de Loures durou muito pouco para Temer, diz Bernardo Mello Franco em sua coluna na Folha, nesta terça (4). Conhecido como "pavio curto", Geddel na cadeia é como um jacaré recolhido à jaula, afiando os dentes, apontou Franco.
Média: 3.8 (4 votos)

Sinuca de bico, de Renato Aroeira

por Renato Aroeira

Leia mais »

Média: 5 (7 votos)

"Tem que tomar cuidado", disse Temer sobre Joesley falar com Geddel

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O jornal O Globo relevou, nesta quinta (18), mais um trecho da gravação feita por Joesley Batista, sócio da JBS que registrou Michel Temer dando aval à compra de silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Furano. Segundo a reportagem, Temer também comentou sobre a situação do ex-ministro Geddel Vieira Lima.
Média: 5 (4 votos)

Servidor federal que chamou Geddel de golpista vira réu por perjúrio

Jornal GGN - A Justiça Federal tranformou em réu, nesta terça (14), o servidor federal Edmilson Dias Pereira em uma ação por injúria, após ele ter chamado o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) de "golpista" dentro de um avião.

Segundo informações da Folha, a juíza substituta Pollyanna Kelly Alves disse que o termo pode ser entendido como "expressão injuriosa apta a ofender a dignidade ou o decoro", mas negou a parte da acusação de Geddel que alegava calúnia e difamação.

Leia mais »

Média: 1.7 (11 votos)

Esquema da Caixa desemboca em integrantes de governo Temer

 
Jornal GGN - Durante a investigação de um esquema milionário de corrupção na Caixa Econômica Federal, entre 2011 e 2013, mais indícios são levantados contra aliados de Michel Temer e caciques do PMDB. O esquema investigado aponta para o período em que o ex-ministro do atual governo e um dos braços direitos de Temer, Geddel Vieira Lima comandava a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa. 
 
Mensagens capturadas pela Polícia Federal mostram que Geddel e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, buscavam a liberação de R$ 50 milhões para empresas do Grupo Constanino (da viação Gol Linhas Aéreas), a Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários e a Comporte Participações.
 
Nessas mensagens, mais uma figura de Temer aparece: o atual vice-presidente de Governo da Caixa, Roberto Derziê de Sant’Anna, aliado do presidente Michel Temer. O executivo teria sido o responsável por intermediar o esquema que, de acordo com os investigadores, rendeu propinas ao grupo e aos políticos.
Média: 5 (2 votos)

Geddel e Cunha formavam "quadrilha" que cobrava propina, diz MPF

Jornal GGN - O relatório do Ministério Público Federal sobre a operação Cui Bono? indica que o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-ministro Geddel Vieira Lima, ambos do PMDB, formavam uma "quadrilha" que atuavam na Caixa Econômica Federal, obtendo vantagens indevidas de empresários que conseguiam linha de crédito junto ao banco.

Segundo reportagem da Folha desta sexta (13), Geddel é acusado pelo procuradores de ter praticado corrupção passiva enquanto ocupava o cargo de vice-presidente jurídico da Caixa no governo de Dilma. Ele agia de "forma orquestrada" para beneficiar empresas, diz o relatório.

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Ex-ministro de Temer, Geddel é alvo de investigação envolvendo corrupção na Caixa

Jornal GGN - Ex-ministro de Temer em função do escândalo Calero, Geddel Vieira Lima foi alvo da Polícia Federal nesta sexta-feira (13), quando a corporação revistou duas residências do peemebebista, na Bahia, em busca de indícios de fraude na liberação de créditos junto à Caixa Econômica Federal.

A operação Cui Bono? ("A quem beneficia?") foi autorizada pelo juízo da 10ª Vara Federal de Brasília. Antes, o inquérito corria no Supremo Tribunal Federal por envolver pessoas com foro privilegiado por prerrogativa de função.

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Crise política se intensifica e partidos ameaçam sair da base de Temer

 
Jornal GGN - O desgaste das denúncias das delações Odebrecht junto à equipe de governo e ao próprio presidente Michel Temer provocaram um agravamento da crise da gestão peemedebista. As informações são de que partidos da Câmara ameaçam abandonar a base aliada e se posicionar contra propostas de interesse do Planalto.
 
Desde a primeira grave crise ministerial de Temer, com a saída de Geddel Vieira Lima da Secretaria de Governo, a instabilidade do governo só foi segurada, dentro do Congresso, pelos líderes e presidentes das Casas Legislativas.
 
Mas diante da impopularidade das medidas aprovadas, como o projeto de 10 Medidas na Câmara e a PEC 55, do Teto dos Gastos Públicos, no Senado, partidos que se aliaram ao governo para alcançarem status ou cargos de primeiro a terceiro escalão ameaçam abandonar o barco.
Média: 4.4 (7 votos)

Além de Geddel, Padilha já influenciou governo por interesses pessoais

 
Jornal GGN - A crise ministerial que gerou uma das principais instabilidades do governo de Michel Temer partiu com o caso de atuações sobre interesses privados do ex-Secretário de Governo, Geddel Vieira Lima. Entretanto, a postura de Geddel não foi a única ou a primeira de um governo. O atual ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, também já intercedeu a favor de motivos pessoais, em 2012.
 
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, Padilha articulou junto ao então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA) para paralisar um ato administrativo contra empreendimentos eólicos de uma região da qual ele era dono de parte de terras. Lobão atendeu ao pedido de Padilha, liberando a obra.
Média: 5 (2 votos)

Cunha, Geddel e agora Renan culpam Moreira Franco por suas respectivas quedas

Jornal GGN - O jornalista Tales Faria, editor do portal Poder 360, publicou um artigo apontando que, para Renan Calheiros, o ministro Moreira Franco é responsável pela iminência de sua queda, tal qual ocorreu com Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima. Os dois últimos, caciques do PMDB que tiveram de abandonar seus respectivos cargos de prestígio, na Câmara e no governo Temer, também culparam Moreira por esta derrota.

Leia mais »

Média: 3.7 (17 votos)

Renúncia de Temer é a melhor saída para o Brasil, por Jeferson Miola

Renúncia de Temer é a melhor saída para o Brasil

por Jeferson Miola

O estrago da denúncia do ex-ministro Marcelo Calero na "imobiliária Palácio do Planalto" é muito maior do que se poderia supor. O presidente usurpador, reconhecendo a gravidade do momento, promoveu inusitada entrevista num domingo, para se explicar pessoalmente.

A presença dos Presidentes da Câmara e do Senado na entrevista presidencial revela a tibieza de um impostor que perdeu qualquer capacidade de ação, que chegou ao fim.

Temer virou fantoche de um parlamentarismo informal, onde ele é um mero administrador de interesses anti-republicados das maltas partidárias que, em troca, ministram oxigênio para sua sobrevivência arrastada. Como disse FCH, Temer é frágil, "mas é o que se tem".

Apesar da demissão do ex-ministro Geddel, os desdobramentos do escândalo ainda estão longe de terminar. A razão para isso é que os agentes imobiliários do Geddel – Temer, Eliseu Padilha e outras autoridades palacianas –, estão centralmente implicados nos crimes de tráfico de influência, advocacia administrativa e prevaricação.

Leia mais »

Média: 5 (5 votos)