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Mitos sobre a falta d’água, por Gabriel Kogan

Jornal GGN – O Governo de São Paulo continua a jogar com a população, evitando falar em racionamento e colocando a culpa do problema de abastecimento na falta de chuva. O período de estiagem está sendo mais duro porque não foram tomadas medidas para minimizar seus impactos. Apostou-se tudo na fartura, mas o que veio foi a escassez.

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Desde 2011 Sabesp e Alckmin sabiam do risco de desabastecimento

Jornal GGN - Fim da eleição para governador no estado de São Paulo. Geraldo Alckmin conseguiu se reeleger no primeiro turno e agora terá que encarar de frente o problema maior de sua gestão: a água. A crise já está instalada desde há muito tempo e só não faltou água porque a situação hidrológica era favorável. A Folha agora vai abordando o tema e traz um relatório de 2011 que já apontava déficit na operação da Sabesp. O documento estava feito desde então, e não foi levado em consideração pela própria Sabesp. Leia a matéria.

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SP precisa explicar os erros de sua política de segurança pública, por Jacqueline Sinhoretto

PONTE - Segurança Pública, Justiça e Direitos Humanos


SP precisa explicar os erros de sua política de segurança pública

por Jacqueline Sinhoretto

Jacqueline Sinhoretto é professora do Departamento de Sociologia da UFSCar, líder do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos-GEVAC

Jacqueline Sinhoretto é professora do Departamento de Sociologia da UFSCar, líder do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos-GEVAC – Foto: Arquivo Pessoal

Os números alarmantes da letalidade policial precisam ser melhor estudados por relatórios independentes e por pesquisadores. Mas o mais importante é que eles sejam explicados pela Polícia Militar e pela Secretaria de Segurança Pública, pois eles devem ao público transparência e compromisso. É preciso que o Comando da PM, a SSP e o Governo do Estado de São Paulo expliquem porque aumentaram os confrontos com mortos nas atuações policiais. E expliquem o que está dando errado nas operações policiais para que elas estejam fugindo tanto ao controle e produzindo resultados indesejados com tanta frequência.

Não obstante, as declarações do governador e o próprio discurso da PM indicam que o crescimento do número de mortos está ligado a uma política de segurança que aposta no confronto violento, ao invés de apostar em investigação e inteligência para realizar o controle do crime. Entrevistas concedidas por policiais civis aos pesquisadores da UFSCar têm abordado a sensação de desprestígio que a polícia investigativa sente diante da gestão Alckmin. Alguns usaram a expressão “sucateamento da Polícia Civil”. Eles percebem um privilégio à PM para atuar em procedimentos sigilosos promovidos em parceria com setores do Ministério Público, atuando num modelo de investigação pouco democrático e com objetivos não muito esclarecidos.

A outra face desta política de suposta repressão ao crime a qualquer custo é a morte desenfreada de jovens negros. A justificativa oferecida pelos policiais para estas mortes é o combate ao crime e à agressão sofrida pelos policiais. Mas é muito difícil para nós acreditar que as polícias de São Paulo estejam tão despreparadas para realizar o controle do crime a ponto de realmente estarem trocando tiros a esmo nas ruas. Se estão fazendo isto, estão errando duplamente. O crime organizado é altamente hierarquizado, com estruturas organizacionais e financeiras bastante sofisticadas e não é trocando tiro na rua que se irá controlar suas atividades com eficiência. O outro erro é a violência que esta forma de combate produz para a sociedade como um todo, incluindo jovens com menos 20 anos, incluindo os policiais e suas famílias, que ficam vulneráveis a ações de revide.

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Governo de São Paulo subsidia compra de maquinário

Jornal GGN - O Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Desenvolve SP, elaborou um programa para auxiliar empresas com faturamento anual de R$ 360 mil ou mais a comprar máquinas e equipamentos. Os prazos para pagar podem chegar a 72 meses e as taxas de juros são de 0,37% ao mês.

Uma das empresas que tem se beneficiado pelo projeto é a fabricante de impressoras Roland DG Brasil. Segundo o gerente de marketing e novos negócios, Anderson Clayton, as taxas de juros subsidiadas ou amortizadas pelo Governo Estadual ajudaram a empresa a vender e se manter estável.

A companhia garante que o programa ampliou seu faturamento (apesar de não abrir os números).

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Uso do "volume morto" do sistema Cantareira pode prejudicar tratamentos de hemodiálise

A Associação Brasileira de Enfermagem em Nefrologia (Soben) divulgou alerta geral às Unidades de Hemodiálise de São Paulo para que redrobrem a vigilância com a qualidade de água do abastecimento. De acordo com a entidade, o uso do chamado "volume morto" do sistema Cantareira por parte do Governo de São Paulo pode comprometer os tratamentos porque a água possui oxigenação baixa e acmúlo de sedimentos. Confira a nota da entidade na íntegra:

COMUNICADO IMPORTANTE PARA AS CLINICAS DE DIALISE DE SÃO PAULO

Prezados(as) Senhores(as),

O reservatório da Cantareira no Estado de São Paulo está com o volume de água mais baixo da história e para não decretar um sério racionamento de água, devido à escassez de chuva há bastante tempo, o Governador de São Paulo resolveu buscar água do chamado "volume morto", aquela bacia de água que fica abaixo do nível mínimo de captação. Essa água possui oxigenação baixa e não se renova. É onde se acumulam os sedimentos.

Mais produtos químicos terão que ser usados nas ETA e o padrão da água vai mudar. Isso pode comprometer o sistema de tratamento de água para hemodiálise.
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Professores obesos são 25% dos barrados em concurso de São Paulo

Perícia barra docente obeso em concurso

A obesidade mórbida foi responsável pela rejeição de um quarto dos professores aprovados no último concurso do governo do Estado de São Paulo, no fim de 2013, para a educação básica.

De 11.858 docentes aprovados e que passaram pela avaliação de saúde, 155 foram considerados inaptos nas perícias, sendo 39 (25%) deles recusados por obesidade.

Segundo o DPME (Departamento de Perícias Médicas do Estado de São Paulo), órgão da Secretaria de Estado da Gestão Pública que forneceu os dados à Folha, os professores barrados no concurso ainda podem pedir reconsideração da avaliação.

Outras doenças também fazem com que professores aprovados fiquem pelo caminho. Entre elas estão nódulos em cordas vocais, neoplasia maligna (câncer), diabetes grave, hipertensão grave e hipoacusia (diminuição da capacidade auditiva).

A professora de química Ana Carolina Buzzo Marcondelli, 30, de Américo Brasiliense, na região de Ribeirão Preto, foi reprovada por ser obesa e disse que está sendo vítima de preconceito.
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"André Vargas foi eleito vice da Câmara por todos os partidos", disse Padilha

Jornal GGN - O pré-candidato do PT ao governo do Estado de São Paulo e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, respondeu aos seis jornalistas que fizeram parte da bancada do Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (28).

A primeira sequência de perguntas abordava o tema mais quente desta semana, envolvendo o nome do ex-ministro: o vazamento de uma investigação da Polícia Federal, com troca de mensagens entre o deputado André Vargas e o doleiro Alberto Youssef. Padilha frisou a explicação já dada na última sexta-feira, em entrevista coletiva: “mente quem diz que eu indiquei Marcos Cesar Ferreira Moura”, disse.

A bancada do Roda Viva – composta por Fernando Rodrigues, da Folha de S. Paulo; Marcelo Godoy, de O Estado de S. Paulo; Maria Cristina Fernandes, do Valor Econômico; Mário Simas Filho, da revista IstoÉ; Germano Oliveira, do jornal O Globo – pressionou em diversos momentos a relação que o ex-ministro teria com André Vargas.

Quando Godoy questionou se em nenhum momento ele teria desconfiado, contundente, Padilha respondeu: “fiz meu papel de ministro da Saúde. Recebi o projeto do vice-presidente da Câmara como eu devo fazer”. “Não foi só o PT que elegeu André Vargas a vice. A oposição também votou nele”, completou, indicando que não desconfiava de um possível envolvimento criminoso do ex-petista.

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Pré-candidato ao governo de SP, Padilha diz que seu futuro está nas mãos de Dilma

Sugerido por BRAGA-BH
 
Do iG
 
São Paulo já foi a locomotiva e pode ser o avião supersônico, diz Padilha
 
Por Brasil Econômico
Edia Lula, Octávio Costa e Sonia Figueiras | 14/10/2013 11:20 - Atualizada às 14/10/2013 11:21
 
O ministro da Saúde e pré-candidato ao governo paulista diz que seu futuro político está nas mãos da presidente Dilma: "É ela quem vai dizer. Se ela disser ‘fica’, eu fico”
 
Escolhido pelo ex-presidente Lula para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes em 2014, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz que está disposto a aceitar o desafio de acabar com a longa hegemonia do PSDB no governo de São Paulo, mas explica que ainda aguarda sinal verde da presidente Dilma Rousseff. "Quem decide sobre o meu futuro é a presidente Dilma. Leia mais »
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Governo de Sao Paulo renova 5,2 mil assinaturas da Veja

Jornal GGN - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin comprou 5.200 assinaturas semestrais da revista Veja, sem licitação, para serem distribuídas nas escolas da rede pública. A decisão foi publicada no DOE (Diário Oficial do Estado), o valor contratado foi de R$ 669.240,00, a ser desembolsado em nome da Fundação para o Desenvolvimento da Educação.

O governo opta pela compra da Veja, sem licitação, mesmo existindo no mercado revistas semanais do mesmo porte, sendo algumas delas mais focadas no conteúdo educativo como Super Interessante, Galileu, entre outras.

Há também casos de reportagens contestadas pelo meio acadêmico e científico, inclusive com os casos de apologia ao consumo e de remédios para emagrecer que haviam sido proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Entretanto, é notório, que o conteúdo editorial da revista é mais sensível às questões relacionadas ao governo do estado e, menos afeita à sua oposição e ao governo federal. Leia mais »

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MP-SP pretende investigar tarifas de transporte em São Paulo

Jornal GGN – O Promotor de Justiça, Mauricio Antônio Ribeiro Lopes, afirmou ao Jornal GGN, que já existe um inquérito civil para apurar como é formado o valor da tarifa dos transportes públicos na cidade de São Paulo.

O titular da Promotoria de Habitação e Urbanismo se recusou a comentar a negativa do governo estadual em negociar a redução da tarifa por um período de 45 dias, mas confirmou que vai continuar com o propósito de discutir e compreender, junto às secretarias de transporte, a composição da tarifa na capital paulista.

Na tarde da última quinta-feira (12) foi acertada uma proposta, junto aos manifestantes, que incluía a suspensão dos protestos em vias públicas por 45 dias. Em contrapartida, as autoridades municipal e estadual deveriam suspender o aumento pelo mesmo período.

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Pré-Sal:Tecnologai com mais precisão

Blog da Petrobras


A Petrobras, em parceria com o governo de São Paulo, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Fundação de Amparo à Tecnologia do Estado de São Paulo (Fapesp), está investindo R$ 38,7 milhões em instalações e equipamentos para garantir medições cada vez mais precisas para o desenvolvimento das reservas do pré-sal.


A Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT-SP) agora contam com laboratórios de Metrologia de Vazão de Óleo e de Ensaios Pesados, instalações que possibilitam uma calibração mais confiável dos instrumentos que medem a vazão de líquidos, além de testes mais exatos de estruturas e equipamentos. Leia mais »