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Gripen

O caça com a bandeira brasileira

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O país dos jatos e o país da Lava Jato, por Mauro Santayana

Enviado por Macuné

Da Rede Brasil Atual

O Brasil dos jatos e o Brasil da Lava Jato

Neste singular momento da vida nacional, o país está dividido, cada vez mais, em dois que parecem não compartilhar a mesma realidade ou o mesmo território
 
Para o Brasil da Lava Jato, do impeachment, da mídia seletiva e conservadora, o que defende a volta da ditadura, a tortura e a quebra do Estado de Direito, este é um país podre, quebrado, mergulhado até o talo na corrupção, política e economicamente inviável até não poder mais. Para o Brasil dos jatos Gripen, cuja transferência de tecnologia a presidenta Dilma Rousseff foi negociar em outubro na Suécia, o Brasil da Força Aérea, da Aeronáutica, do Exército, da engenharia, da indústria bélica, da indústria pesada, da indústria naval, da indústria de energia, do petróleo e do gás, do agronegócio, da mineração, este é o país que, mesmo com todos os seus problemas, depois de anos e anos de abandono e estagnação, pagou a dívida com o FMI; voltou a pavimentar e a duplicar rodovias; retomou obras ferroviárias e hidroviárias; retomou a produção de navios e passou a fabricar plataformas de petróleo, armas, satélites, sistemas eólicos, mergulhando, na última década, em dos maiores programas de desenvolvimento de sua história.
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A indústria de defesa e o caso Gripen

Os testes do Gripen, Rafale e F18

O histórico do programa de caças brasileiros

A defesa nacional e a nova geopolítica mundial

Jornal GGN – A indústria brasileira de defesa passa por uma profunda reformulação. Depois de um período de investimentos nas décadas de 60, 70 e 80, quando o Brasil procurou desenvolver sua própria tecnologia militar, a base industrial de defesa foi esvaziada nos anos 90 e 2000. O fim da Guerra Fria acabou com a dinâmica produtiva e derrubou as exportações ao ponto de desmanchar a cadeia de valor.

Agora, com maior protagonismo internacional, o País ensaia uma retomada. As Forças Armadas, notadamente a Marinha e a Aeronáutica, têm projetos em andamento para absorver tecnologia estrangeira. Note-se o desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear do Prosub e do caça supersônico Gripen NG.

A visão estratégica desses investimentos foi tema de discussão no 59º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Para o doutor Luiz Martins de Melo, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em políticas de inovação no complexo industrial da defesa, a nova abordagem definida pelo Plano Nacional de Defesa e pela Estratégia Nacional de Defesa, aprovados pelo Congresso Nacional em 2005 e 2008, respectivamente, é um marco histórico.

“[É] uma política externa que integra suas ações diplomáticas com suas políticas de defesa e de desenvolvimento econômico. E, ao mesmo tempo, introduz um conceito inovador na história democrática do país, o conceito de entorno estratégico, onde o Brasil se propõe irradiar, de forma preferencial, a sua influência e a sua liderança, incluindo a América do Sul, a África Subsaariana, a Antártida, e a bacia do Atlântico Sul”, elogiou.

Porém, ele enxerga alguns pontos de atenção na organização geopolítica mundial que devem ser desafios para o Brasil. Por exemplo, a transformação da China, do sudeste asiático e da Bacia do Pacífico no “espaço mais dinâmico da economia mundial”, a entrada econômica da China na América Latina e Caribe e a revalorização econômica do Caribe e da América Latina como campo fértil da competição entre Estados Unidos e China.

“Se o Brasil conseguir sustentar suas novas posições, terá que se defrontar com uma regra fundamental do sistema: todo país que se propõe ascender a uma nova posição de liderança regional ou global, em algum momento terá que questionar a hegemonia dos seus valores ideológicos e dos arranjos institucionais impostos previamente pelas potências”, acredita Martins de Melo.

Para ele, está claro que o Brasil precisa descobrir como projetar seu poder e sua liderança sem seguir o figurino tradicional das grandes potências. “Sem reivindicar nenhum tipo de destino manifesto, sem utilizar a violência bélica dos europeus e americanos e sem se propor a conquistar qualquer povo que seja, para converte-lo, civilizá-lo, ou comandar o seu destino”.

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A tecnologia de defesa e o caso Gripen

Em toda nação industrializada, os dois maiores investimentos em inovação ocorrem nas áreas de saúde e de defesa. Por razões estratégicas, a área de defesa prioriza o controle tecnológico nacional. E essas duas visões marcaram a escolha do sueco Gripen como o avião de combate a ser desenvolvido no país.

A análise da Aeronáutica foi central para a escolha do avião – superando a maior tradição dos FX dos Estados Unidos e da francesa Dassault. E o ponto central para a escolha foi a ampla transferência de tecnologia prevista no acordo.

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Ontem, no 59o Fórum de Debates Brasiliana, o Brigadeiro Paulo Roberto de Barros Chã, Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) apresentou um amplo quadro dos acordos de transferência de tecnologia com a Saab-Scania, fabricante do Gripen.

Para toda compra pública no exterior acima de US$ 5 milhões, a Constituição exige acordos offset, ou seja a contrapartida a ser oferecida pelo vendedor.

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A nova tecnologia do míssil brasileiro A-Darter

Enviado por Alfeu

Tecnologia de sensor cria sistema inovador para guiar míssil

Por Rui Sintra

Da Assessoria de Comunicação do IFSC

A empresa Opto Eletrônica , uma spin-offdo Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, participou do desenvolvimento do novo míssil A-Darter, que foi testado acoplado ao avião de caça Gripen, da Força Aérea da África do Sul, no início deste ano. A fabricação do sistema — ou seeker — de quinta geração, é um projeto binacional entre o Brasil e a África do Sul que, além da Opto Eletrônica, envolve a Força Aérea Brasileira (FAB), as empresas nacionais Mectron, Avibras, e a estatal sul-africana Denel Dynamics.

A maior parte dos mísseis detecta a aeronave — ou alvo — através do calor da turbina, contudo, existem diversas táticas capazes de despistar esses mísseis, como, por exemplo, a liberação de bolas de fogo, chamadas de contramedidas. A fim de impedir esse tipo de situação, a Opto Eletrônica desenvolveu um inovador sistema de guiagem que, ao contrário dos demais modelos fabricados, detecta duas faixas de calor, captando a emissão de gazes da turbina do alvo, o que possibilita, por exemplo, que o míssil não caia nas armadilhas das citadas bolas de fogo, uma vez que essa estratégia não emite os mesmos gazes que saem da turbina do avião.

O professor Jarbas Caiado Neto, professor do IFSC e um dos fundadores da Opto Eletrônica, explica que a tecnologia do sensor também permite que o seeker reconheça uma aeronave por meio de imagem, independente do ângulo em que esse alvo esteja. Além disso, outra vantagem do sensor é a sua capacidade de guiar o míssil em ângulo de até 90 graus — as curvas realizadas pelos mísseis comumente utilizados se limitam a 20 ou 30 graus. O desenvolvimento do A-Darter, segundo o professor, está quase finalizado. Com isso, em breve, o míssil deverá ser produzido e fornecido pelas empresas Mectron e Avibras.

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A importância do Gripen para o desenvolvimento tecnológico

Jornal GGN - As negociações do Brasil com a Suécia estão avançando e a expectativa das autoridades dos dois países é que até o início de dezembro seja assinado o contrato de desenvolvimento conjunto do jato Gripen New Generation. O projeto marca uma nova fase para a indústria nacional de defesa, que busca absorver a tecnologia estrangeira e conquistar mais autonomia.

Três modelos de avião participaram da concorrência do projeto FX-2, que busca modernizar a frota de aeronaves militares supersônicas da Força Aérea Brasileira (FAB): o americano Boeing Super Hornet, o francês Dassault Rafale e o sueco SAAB Gripen NG. Os três foram aprovados nos testes realizados pelos pilotos brasileiros, que simularam as necessidades operacionais da FAB. O Gripen foi escolhido, entre outros motivos, pela possibilidade de desenvolvimento conjunto.

O assunto foi tema no 50º Fórum de Debates Brasilianas.org, que reuniu especialistas para discutir a decisão. Na opinião de Sami Youssef Hassuani, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), o projeto é extraordinário e representa um bom negócio para o Brasil, mas não garante que o País terá independência tecnológica. “O motor não vai ser feito aqui, a bomba de combustível não vai ser feita aqui. É um bom negócio? É. Mas não nos dá independência tecnológica”, disse.

O executivo tem um olhar crítico para o conceito de transferência de tecnologia. “Transferência de tecnologia não existe. Nenhum país transfere tecnologia. O know how é apenas uma transferência técnica. É reproduzir processos e produtos já definidos, sem a capacidade de inovar”, afirmou.

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Contrato para compra dos caças Gripen deve ser fechado em dezembro

Jornal GGN - Autoridades do Brasil e da Suécia reuniram-se para avançar nas negociações dos 36 caças Gripen New generation (NG), da empresa Saab, que irão integrar a Força Aérea Brasileira (FAB). A expectativa é que o contrato seja assinado no mês de dezembro deste ano.

O ministro Celso Amorim recebeu o vice-ministro de Defesa da Suécia, Carl von der Esch, em audiência nesta quarta-feira (03). Amorim disse que o país recebeu positivamente a notícia de que os caças haviam sido escolhidos para o Projeto FX-2. “Em breve, Brasil e Suécia serão mais que grandes amigos. Serão parceiros”, afirmou Amorim.
 
Segundo o brigadeiro José Augusto Crepaldi, chefe da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac), tanto brasileiros como suecos têm atendido o cronograma de negociações com vistas à assinatura do contrato em dezembro próximo.

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Brasilianas.org discute hoje a estratégia nacional de defesa

Hoje, na TV Brasil, das 19h30 às 20h30, o programa Brasilianas.org recebe o Ministro da Defesa Celso Amorim, o diretor titular do Comitê de Defesa da Fiesp, Jairo Cândido, e o conselheiro da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Claudio Moreira. O debate, que será mediado por Luis Nassif, avaliará a importância da indústria da defesa e segurança do Brasil.

A estratégia nacional de defesa está baseada na Constituição Federal, com premissas de buscar sempre que possível soluções pacíficas e o fortalecimento da paz e segurança internacionais. Entretanto, o aumento da relevância social e econômica do Brasil no cenário mundial lhe obrigou a aumentar os investimentos no setor nos últimos anos. Segundo dados do Panorama sobre a indústria da defesa e segurança no Brasil, divulgado em 2013 pelo BNDES, de 2003 até 2012 as despesas com investimentos neste nicho aumentaram 568% em território nacional, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 10,1 bilhões.
 
Para encaminhar suas perguntas que poderão ser selecionadas ao vivo, clique aqui.
 
Os gastos com investimentos referem-se à aquisição de recursos necessários ao aparelhamento das Forças Armadas como aviões, helicópteros, navios, embarcações, carros de combate, instalações de grande porte, armamentos pesados e suas munições. O relatório também destaca a importância do setor bélico para o desenvolvimento de tecnologias de ponta, lembrando que grande parte dos inventos nesta área tem aplicação dual, ou seja, tanto militar como civil, a exemplo da criação da internet, do telefone celular e do GPS.
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Brasilianas.org, na TV Brasil, fala da indústria da defesa

Programa contará com a participação do Ministro Celso Amorim
 
Em nova edição do programa Brasilianas.org, o apresentador Luis Nassif recebe o Ministro da Defesa Celso Amorim e o diretor do Departamento da Indústria da Defesa da Federação das Indústrias de São Paulo (Comdefesa-Fiesp) Jairo Cândido. A proposta do debate é discutir a política tecnológica a partir da compra dos caças Gripen, além de fazer um balanço da estratégia nacional de defesa e do papel dos institutos militares.
 
Além do acordo com a SAAB-Scania para a compra e troca de tecnologia dos caças suecos Gripen, nos últimos anos o governo estabeleceu novas políticas para consolidar o setor, como o Inova Defesa, para o financiamento de pesquisas. 
 
O aumento da importância relativa do Brasil diante do mundo, na última década, conduziram o país a uma posição mais protagonista regionalmente com consequências sobre o papel da Defesa Nacional. Mas esse tipo de industria funciona a partir de uma lógica diferente de outros setores, que respondem ao sistema de oferta e demanda. Um panorama sobre a indústria da defesa, divulgado pelo BNDES em 2013, destaca que as indústrias de defesa e segurança, "ainda que incluam empresas com produtos exclusivos, é assim caracterizado pelo fato de os principais clientes serem as Forças Armadas e de Segurança". Em outras palavras, são as encomendas públicas que impulsionam o setor.  
 
Não perca esse debate, na próxima segunda-feira (25/08), em novo horário, das 19h30 às 20h30, na TV Brasil!
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Piloto da FAB testa caça sueco Gripen

Caças Gripen, que serão comprados pelo Brasil, estão em operação na África do Sul desde a Copa de 2010 (Foto: Frans Dely/South African Air Force)

Caças Gripen sobrevoam estádio Soccer City,  em Joanesburgo

Jornal - O major Renato Leal Leite foi o primeiro piloto da Força Aérea Brasileira a pilotar o caça Gripen após o modelo sueco ser anunciado como o novo avião de combate brasileiro, em dezembro do ano passado. O voo de teste aconteceu na base de Makhado, na África do Sul, em junho. O país africano utiliza o caça desde 2010. Leite elogiou o Gripen, que ganhou a concorrência entre o F-18, da norte-americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault. "Tive a sensação de estar em um dos caças mais modernos, talvez o mais moderno, do mundo. A certeza de que foi a melhor escolha para o Brasil, sem dúvida". O contrato será assinado até o fim do ano e prevê transferência de tecnologia para a indústria nacional. Serão adquiridos 36 aviões ao custo de US$ 4,5 bilhões. O governo negocia com a Suécia a cessão de 4 a 6 aviões para a vigilância aérea durante as Olimpíadas de 2016.

Do G1

 
Major é 1º piloto da FAB a voar caça sueco após Dilma anunciar decisão. Governo assina até dezembro compra de 36 Gripen por US$ 4,5 bilhões.
 
Tahiane Stochero
 
Sentado na cabine de comando do novo caça comprado pelo Brasil, o Gripen, da empresa sueca Saab, e que só deve chegar ao Brasil oficialmente em 2018, o major da Aeronáutica Renato Leal Leite mira o alvo. Voando a 6 mil metros de altitude e a 1.000 km/h, ele muda a direção da aeronave, sem saber o que encontrará pela frente.

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Dilma deve se reunir com Saab para acertar detalhes do acordo dos caças

Do Estadão

Dilma se reúne com Saab para detalhar acordo de caças

Jamil Chade
 
A presidente Dilma Rousseff deve se reunir com a Saab nesta quinta-feira em Zurique para começar a detalhar de que forma o Brasil vai adquirir os jatos Gripen da empresa sueca. No final de 2013 e depois de mais dez anos de debates, o governo finalmente optou pelo caça produzido pela Saab. Estavam na concorrência também os aviões da Boeing e da Dassault.
 
Numa primeira fase, 36 aviões serão comprados. Mas a Saab já indicou que poderia fechar um acordo com o Brasil para que justamente parte da produção ocorra em território brasileiro.
 
Outro ponto que ainda precisa ser fechado é a questão do valor exato e da forma de pagamento. A estimativa é de que o pacote saia por cerca de US$ 4,6 bilhões.

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Executivo da Saab entende que escolha foi junção da necessidade com o orçamento

do Estadão

‘Saab fará do Brasil um produtor de caças’, diz executivo de companhia sueca

Lennart Sindahl, presidente da divisão de Aeronáutica da Saab, prevê mais negócios no continente e participação de empresas do País

Jamil Chade, Enviado Especial - O Estado de S.Paulo

Lennart Sindahl, executivo da empresa que vendeu caças para o Brasil - Per Kustvik / Saab AB

Per Kustvik / Saab AB
Lennart Sindahl, executivo da empresa que vendeu caças para o Brasil

 ESTOCOLMO - “Queremos ver a indústria brasileira como parte da cadeia mundial de produção da Saab.” A declaração, que já antevê o papel do País com um produtor de caças de alto desempenho, é do presidente da divisão de Aeronáutica da empresa sueca Saab, Lennart Sindahl – o executivo que comandou com o governo brasileiro a negociação para a venda, avaliada em US$ 4,5 bilhões, de 36 caças Gripen NG para o Brasil. O desfecho do negócio deixou de lado as poderosas Boeing, americana, e Dassault, francesa. No pacote sueco, um elemento decisivo foi o compromisso de ampla transferência da tecnologia das aeronaves de combate para o Brasil. 

Em entrevista exclusiva ao Estado na sede da Saab, em Estocolmo, o número 2 na hierarquia da empresa detalha de que forma se dará essa passagem de conhecimento. Segundo Sindahl, parte das peças produzidas no Brasil pode ser exportada até para a Suécia. No futuro, poderão ser feitos negócios com outros governos a partir da base no Brasil. 

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