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Guerra

Em guerra com Temer, Globo diz que planos do "queridinho" Meirelles correm risco

Jornal GGN - Em guerra com Michel Temer desde a bombástica delação da JBS, o Grupo Globo deflagrou mais uma rodada de ataques ao presidente, agora usando o "queridinho do mercado" Henrique Meirelles como isca.

No mesmo dia em que portais divulgaram que o DEM e o PSDB fecharam questão sobre a permanência de Temer até o fim do mandato, o jornal O Globo usou quatro colunistas para expôr os conflitos da equipe econômica e sustentar que os problemas políticos de Temer viraram um risco real à economia.

Desde que foi atingido pela Lava Jato, Temer se agarrou fortemente a agenda econômica encampada por Meirelles para se segurar no cargo, se aproveitando do apoio a Meirelles em vários setores, vocalizado na blindagem feita pela grande mídia.

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Em guerra com a Globo, Temer decidiu cobrar as dívidas da emissora

Imagem: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Fritado em rede nacional a reboque das revelações da Lava Jato, o governo Michel Temer decidiu declarar guerra à Rede Globo e estaria usando a máquina pública para vencer algumas batalhas. Segundo a coluna de Leandro Mazzini, em O Dia, nesta segunda (17), a União tem cobrado dívidas da empresa dos Marinho até mesmo com o BNDES.
 
"O presidente Michel Temer enviou o ministro Moreira Franco para conversar com a cúpula da TV Globo há dois meses, numa tentativa de trégua. Mas foi em vão. Temer então declarou guerra. E passou a ordenar a execução de eventuais dívidas da emissora com a União, de impostos e de financiamentos no BNDES. No contra-ataque, a emissora determinou a aproximação de seus principais executivos com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na tentativa de fazê-lo presidente da República. Mesmo que seja por um ano, até a eleição direta."
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STF avalia se atos de guerra não estão imunes à sua jurisdição, por Luiz Felipe Panelli

STF avalia se atos de guerra não estão imunes à sua jurisdição

por Luiz Felipe Panelli

Em meio à convulsão política, o STF decidiu analisar a possibilidade do Poder Judiciário se manifestar a respeito de atos de guerra e suas consequências. Trata-se da Repercussão Geral nº 944, originado a partir de caso em que descendentes de mortos em um ataque perpetrado por submarino alemão a um barco brasileiro em 1943 buscam responsabilizar a Alemanha. Nesse contexto, o STF pode vir a considerar que atos de guerra estrangeiros não estão imunes à jurisdição.

Expliquemos um pouco melhor: existia, na doutrina jurídica, até meados do Século XX, uma distinção forte entre atos administrativos e políticos. Os atos políticos decorriam da autoridade constitucional e eram impassíveis de revisão por parte do Poder Judiciário, ao contrário dos atos administrativos.

O constitucionalismo brasileiro se ateve a tal tradição, impedindo que atos políticos fossem revistos. Aos poucos, esta doutrina passou a ser vista como autoritária; um dos últimos vestígios da sua aplicação se deu nos Atos Institucionais, da ditadura militar, que negavam a possibilidade de revisão judicial (inclusive concessão de habeas-corpus) aos atos da chamada “revolução” (que boa parte dos historiadores hoje chama de “golpe”). A Constituição Federal de 1988 prevê possibilidade irrestrita de revisão judicial desde que haja lesão ou ameaça a direito.

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Síria tornou-se uma "câmara de torturas”, diz Alto comissário da ONU

Cerca de 13,5 milhões de pessoas na Síria precisam receber ajuda humanitária, segundo o Alto Comissariado da ONU para Refugiados

Da Agência Brasil

A “Síria é a pior catástrofe causada pelo ser humano desde a Segunda Guerra Mundial” e virou “um lugar de horror selvagem e de injustiça absoluta”, afirmou nesta terça-feira (14) o alto comissário de Direitos Humanos das Nações Unidas, Zeid Al Hussein. As informações são da ONU News.

O pronunciamento de Al Hussein foi feito durante reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra (Suíça). Segundo ele, o conflito sírio, que completou seis anos este mês, se transformou numa verdadeira “câmara de torturas”.

Zeid disse ainda que os “apelos desesperados feitos pela população de Alepo no ano passado tiveram pouco ou nenhum impacto sobre os líderes mundiais, cuja influência poderia ajudar a pôr um fim ao conflito”.

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Guerra verde amarelo, por Aline Souza Martins e Miriam Debieux Rosa

Debret - Um funcionário do Governo a passeio com sua família (Foto: Reprodução)

do Psicanalistas pela Democracia

 
por Aline Souza Martins e Miriam Debieux Rosa

Quando falamos em guerra, certamente uma sirene começa a tocar em cada um de nós com o aviso de “fuga ou luta”. Essa experiência avassaladoramente violenta faz parte da História de todos os países do mundo e, apesar de não vermos sangue e bombas hoje aqui no Brasil, ela continua a ter efeitos.

Para Bobbio, filósofo político, historiador, escritor e senador vitalício italiano

a guerra é um processo judicial em que o mal maior [derrota] é infligido não a quem tem mais direito, mas a quem tem mais força, do que se verifica a situação em que não mais a força está a serviço do direito mas o direito acaba por estar a serviço da força. Em síntese: em determinado processo judicial é instituído com o escopo de fazer vencer quem tem razão. Mas o resultado da guerra é justamente o oposto: é dar razão a quem vence (Bobbio – 2003) (qualquer semelhança é mera coincidência)

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“Meu coração está na Síria. Este é um extermínio”

Foto: Saad AboBrahim/Reuters

Do Instituto Humanitas Unisinos 

“Meu coração está na Síria. Este é um extermínio”

O seu grito pela Síria dura há anos. E agora estamos diante do assédio final de Aleppo, com o êxodo de civis sob a mira dos atiradores. Nibras Breigheche ontem estava na praça do Duomo, para denunciar o genocídio do povo sírio. Filha do iman da região do trentino, Aboulkheir Breigheche, Nibras é uma mulher muçulmana de 40 anos, mãe de duas filhas adolescentes, professora de línguas e mediadora intercultural, membro do quadro diretivo da associação islâmica italiana dos imans e guias religiosos.

Nasceu na Itália, onde seus pais chegaram nos anos de 1970.

A entrevista é de Chiara Bert, publicada por Trentino, 18-12-2016. A tradução é de Luisa Rabolini.

Eis a entrevista.

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Exército ensina técnicas de guerra para militares atuarem em cidades

Foto oficial do treinamento
 
Jornal GGN - "A gente nota que atualmente muitos conflitos acontecem dentro de cidades. Precisamos saber agir da melhor maneira, principalmente porque há civis em meio a tudo isso", disse um tenente-coronel, para justificar o treinamento de trinta militares do Exército em situações de guerra e não guerra.
 
Os estagiários foram oficiais e sargentos do Exército dos estados do Tocantins, Goiás, além do Distrito Federal e Triângulo Mineiro. Para mostrar como "agir da melhor maneira", o 36º Batalhão de Infantaria Motorizado, em Uberlândia, ensinou técnicas de combate em recinto confinado, uso de armas e munições "menos que letal", tiros em ambiente urbano.
 
O "estágio", como assim foi chamado, contou até com aulas de uso do VBTP-MR Guarani, que é um tanque de guerra [foto abaixo]. O treinamento foi concluído com a simulação de uma operação em uma favela ocupada por criminosos, divulgou o Exército.
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Obama é o presidente dos EUA com o maior tempo de guerra

Democrata venceu há sete anos prometendo pôr fim à guerra do Iraque
 
 
Jornal GGN - Barack Obama irá deixar a Casa Branca como o presidente dos Estados Unidos com maior tempo de guerra da história do país. O democrata venceu as eleições há sete anos prometendo tirar o país das guerras, atacando diretamente o seu antecessor do Partido Republicano, George W. Bush. E para aumentar a ironia do destino, Obama recebeu, em 2009, o Prêmio Nobel da paz, segundo os organizadores do evento, pelo esforço em levar os Estados Unidos para longe de conflitos.
 
Um ex-funcionário do Departamento de Estado, chamado Derek Chollet, esclarece a questão, ao afirmar na matéria à seguir, do The New York Times, que há uma diferença entre "ser um presidente de guerra e um presidente em guerra”, explicando que "ser um presidente de guerra significa que todos os elementos do poder americano e da política externa do país se subordinam à condução da guerra". Já Obama, completa Chollet, demostra ter o segundo perfil, de um presidente que tem controlado os conflitos de participação direta norte-americana para não "deixar que a guerra passe à frente de outras prioridades".  
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Na Palestina ocupada, menina de dez anos é jornalista

Jornal GGN – Com apenas dez anos, a jovem Janna Jihad não é mais criança. Na Palestina ocupada por Israel ela faz questão de se colocar no centro dos acontecimentos e registrar tudo para que o mundo veja.

A mais nova jornalista da Palestina (e provavelmente do mundo) começou a trabalhar quando um amigo seu, outro da família e um tio foram mortos a tiros pelas Forças de Ocupação Israelenses (IOF). Ela tinha apenas sete anos.

“Depois eu abandonei o medo e a timidez e decidi documentar todas as violações das IOF em qualquer lugar que eu visitasse; então fiz vídeos no celular e os comentos em inglês e em árabe, para mostrar as violações por parte dos israelenses que a mídia internacional não mostra e para dar a possibilidade para todo o mundo de saber mais sobre a atividade israelense nos territórios palestinos”, contou em entrevista para o site Sputinik.

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O último pediatra de Aleppo

Do Informação Incorrecta

Síria: a estranha história do último pediatra de Aleppo

"Dizem que o governo sírio continua os ataques aéreos em Aleppo. O engraçado é que nós não vemos ou ouvimos qualquer avião".  Marianne R. Bedoun, Aleppo

O último pediatra de Aleppo, como disse Médecins Sans Frontières (MSF), não era? Pois.

A imagem da esquerda foi fornecida pelo Ministério da Defesa da Rússia, alegadamente em Outubro de 2015. À direita a imagem do mesmo prédio tirada em Abril deste ano, após o alegado bombardeio.

Trata-se do alegado hospital Al-Quds, em Aleppo (Síria). E, como é possível observar, os danos na estrutura em Abril são os mesmos já presentes em Outubro. O que é um pouco esquisito, porque após um bombardeio algumas diferenças deveriam ser visíveis. Mas vamos esquecer estas imagens por enquanto e tentamos perceber melhor analisando alguns factos. 

O último pediatra

Segundo a Embaixada dos EUA na Síria (Damasco), em Aleppo há dois hospitais: Al-Kalimah e Al-Razi.

Não há nenhum hospital Al-Quds.

Mas a lista da Embaixada é amplamente incompleta: há pelo menos 6 hospitais públicos e mais de 80 instituições privadas (na maioria ambulatórios, mas não faltam estruturas mais completas, verdadeiros hospitais). É possível observar a lista completa nas páginas de Qenshrin.com, a comunidade cristã de Aleppo.

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Vietnã: Uma guerra e duas gerações de histórias, por Huong Ly

Quando eu tinha 16 meses de idade minha mãe foi para a guerra. Duong Thi Xuan Quy se tornou a primeira correspondente de guerra mulher do Vietnã do Norte, mas ela nunca voltou para casa - o que não é raro em um país onde três milhões de pessoas morreram. Nós ainda estamos em busca de seus restos mortais
 

A arte de buscar histórias que moveu Quy e inspira Huang a seguir os passos da mãe

Por Huong Ly*

Do Portal Vermelho

Minha mãe tinha 27 anos quando decidiu que era hora de se provar como jornalista. Ela procurou a aprovação da família, suplicando a seu pai para assinar os papéis e deixá-la cobrir a Guerra do Vietnã. Ela disse a ele que era a chance de sua vida, uma chance de testemunhar a história acontecendo.

Ela escolheu ir para a região central do Vietnã, que tinha a reputação de ser o campo de batalha mais violento no conflito. Cheia de energia e determinação, ela deixou Hanói e foi a pé pela trilha Ho Chi Minh – uma rede de trilhas pela selva e por montanhas utilizadas pelo Vietnã do Norte para enviar suprimentos e tropas para o sul.

Ela era a única mulher em um grupo de mais de cem escritores, artistas, músicos e fotógrafos, todos a caminho da frente de batalha para cobrir a guerra ou produzir obras inspiradas nos acontecimentos.

Quy cobriu a guerra na região central do Vietnã, campo de batalha mais violenta no conflito
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Fazenda esquece a guerra e propõe pacote fiscal

Em meio à guerra total em torno do impeachment, comandado pelo Ministro da Fazenda Nelson Barbosa, a equipe econômica continua firme atrás do equilíbrio fiscal e de medidas que possam amainar a recessão.

Ontem, Nelson apresentou ao Congresso sua proposta de ajuste fiscal. Consiste de quatro medidas básicas em um mesmo projeto. Foi uma engenharia difícil para casar alívios imediatos com compromissos de reformas estruturais.

Estados e municípios

O carro-chefe - pelo apoio que pode angariar e pelos efeitos mais rápidos sobre a recessão - é o plano de auxílio aos estados e ao Distrito Federal.

O governo abriu a possibilidade de estender o prazo das dívidas com a União em até 20 anos e com o BNDES em até 10 anos, em troca de medidas de reforma e de controle de gastos de médio e longo prazo. Será um desafogo substancial.

Entre as medidas, nenhum acréscimo adicional à folha, condicionar o crescimento das demais despesas à variação da inflação, não conceder nenhuma espécie de renuncia fiscal, não aumentar o quadro de servidores, com exceção de reposição de aposentadoria ou falecimento de servidores nas áreas de educação, saúde e segurança; e reduzir em 10% a despesa mensal dos cargos de livre provimento, em relação a junho de 2014.

No campo das medidas estruturais, foi acordado com as Secretarias de Fazenda dos estados a aprovação de uma Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual.

Também poderão aportar ativos próprios para abater a dívida, condicionados à análises de viabilidade econômico-financeira, em setores estratégicos definidos por ato do Poder Executivo.

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Imagens

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Quem será o primeiro morto dessa guerra

Do O Globo

O primeiro morto

Por Luis Fernando Veríssimo

É preciso reconhecer que a camiseta do Bolsonaro tem razão. Se o que acontece no Brasil hoje significa alguma coisa, é o triunfo da direita no nosso embate político

Calma, gente. Do jeito que vão as coisas e as pessoas, entramos num período de expectativa tétrica: quem será o primeiro cadáver dessa guerra? Na convulsão que toma as ruas, nos enfrentamentos constantes e nos choques de ódios que se repetem, está se gerando o primeiro morto. Não se sabe como ele será. Por enquanto, é apenas uma suposição do que ainda não aconteceu, um fantasma precoce do que ainda não existe. Não se sabe seu gênero, sua idade, sua raça ou o que o matará — mas ele toma forma, e vem vindo. Depois, os dois lados se culparão mutuamente pela sua morte, ele virará símbolo ou mártir, e todos lamentarão a tragédia — o que para ele não fará a menor diferença. Ele será apenas alguém que estava no lugar errado quando o estilhaço, o tiro, o sarrafo, a bala perdida, o soco mortal o atingiu. O primeiro morto pode ter sorte e não morrer. Ele pode estar andando por aí neste momento sem saber como chegou perto de virar defunto e notícia internacional. Até o momento em que escrevo, escapou. Mas, do jeito que vão as coisas e as pessoas, tudo indica que ele está condenado.

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“Preparem-se para a guerra” (global, quiçá nuclear)

“Preparem-se para a guerra” (global, quiçá nuclear)

Publicado no Business Insider

Tradução comentada por Ruben Bauer Naveira

Introdução ao artigo, pelo tradutor: a grande mídia ocidental vem sistematicamente sonegando de seu público qualquer informação ou análise a respeito dos riscos, reais e crescentes, de guerra global, algo que poderá facilmente escalar para uma guerra nuclear devastadora do planeta. O motivo, ainda que injustificável, é entendível: as populações do Ocidente precisam ser mantidas ignorantes quanto ao fato de que os alimentadores desse risco são justamente os governos dos seus países. Não obstante, o risco está se tornando tão evidente que começam a espocar aqui e ali as primeiras matérias a respeito. A STRATFOR é maior dentre as empresas de consultoria dos Estados Unidos voltadas à prospecção e levantamento de tendências (inteligência) da geopolítica mundial, e George Friedman, seu fundador e presidente por vinte anos, veio nessa entrevista divulgar a público (ainda que parcialmente, é óbvio) aquilo que, há muito tempo, empresas como a STRATFOR vêm informando a seus seletos (e poderosos) clientes por meio de seus relatórios reservados, contratados a peso de ouro.

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A atuação de Hillary Clinton nas relações diplomáticas com o Oriente Médio

O presidente estava desconfiado. A secretária de Estado foi persuasiva. Mas a expulsão do coronel Muammar el-Qaddafi deixou a Líbia um estado falido e um refúgio terrorista

O presidente estava desconfiado. A secretária de Estado foi persuasiva. Mas a expulsão do coronel Muammar el-Qaddafi  deixou a Líbia um estado falido e um refúgio terrorista

Do The New York Times

Hillary Clinton, "poder inteligente" e a queda de um ditador

Por Jo Becker e Scott Shane

Traduzido por Luiz de Queiroz do Jornal GGN

No momento que Mahmoud Jibril passou pela alfândega do aeroporto Le Bourget e correu para dentro de Paris, a secretária de estado americana estava esperando há horas. Mas essa não era uma reunião que Hillary Clinton pudesse cancelar. O encontro poderia decidir se os Estados Unidos iriam novamente para a guerra.

Nos espasmos da Primavera Árabe, o coronel Muammar el-Qaddafi estava encarando uma revolta furiosa de cidadãos líbios determinados a encerrar seu quixotesco comando de 42 anos. As forças do ditador estavam se aproximando de Bengasi, o cone da rebelião, e ameaçando causar um banho de sangue. A França e a Grã-Bretanha estavam instando os Estados Unidos a se juntar a eles na campanha militar para deter as tropas do coronel Qaddafi e agora a Liga dos Estados Árabes também estava pedindo alguma ação.

O presidente Obama estava profundamente preocupado com a ideia de começar outra empreitada militar em um país muçulmano. A maioria dos seus conselheiros sêniores recomendava que ele ficasse de fora. Mesmo assim, ele despachou a senhora Clinton para sondar o senhor Jibril, um líder da oposição líbia. Sua reunião tarde da noite em 14 de março de 2011 seria a primeira oportunidade para um alto oficial americano ter uma noção de quem era, exatamente, que o mundo estava pedindo para os Estados Unidos apoiarem.

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