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Internacional

Governo brasileiro e ONU repudiam atentado na Finlândia

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Foto: AFP

Por Mariana Branco

Da Agência Brasil

O governo brasileiro e a Organização das Nações Unidas (ONU) manifestaram-se hoje (19) sobre o atentado a faca na cidade finlandesa de Turku, que deixou dois mortos e oito feridos. Em nota, o Itamaraty repudiou o ataque e solidarizou-se com as famílias atingidas e os cidadãos finlandeses. A ONU também expressou repúdio e deu “sinceras condolências” à Finlândia.

Segundo o Itamaraty, uma italiana casada com um brasileiro está entre os feridos e recebe atendimento médico. O governo destacou que a Embaixada do Brasil em Helsinque, capital da Finlândia, está em contato com a família para prestar assistência e acompanhará de perto a situação.

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Defesa de Lula deve denunciar "perseguição" em Curitiba ao mundo

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - A sentença do caso triplex e o modo como o processo foi conduzido pelo juiz Sergio Moro devem ser denunciados ao mundo pela defesa de Lula. É o que defendem os aliados do ex-presidente, segundo informações do Painel da Folha desta terça (25).
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Abertura do Brasil ao mercado internacional é incompatível com táticas adotadas pelo mundo

Abrindo o mercado, Brasil tenta a todo custo entrada na OCDE: como atuam os demais países e como Temer poderá enfraquecer a economia nacional versus a soberania do país
 

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
 
Jornal GGN - Como mais um avanço para tornar o Brasil adepto à economia de livre mercado, Michel Temer pleiteou em junho deste ano a entrada do país na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Documento obtido pela oposição na Câmara dos Deputados revela que se o preço para essa aliança não será barato ao Brasil, o presidente da República vem dando sinais positivos de que submeterá a nação a exigências desproporcionais, sequer assumidas pelos demais 35 países membros. Reformas são sinais claros de que o mandatário atenderá a mudanças estruturais na economia brasileira em nome do mercado livre.
 
Partindo de um mesmo plano, o pedido para o Brasil ser aceito na OCDE foi enviado no dia 3 de junho, como uma das estratégias do governo peemedebista para tornar o país atraente ao investimento estrangeiro, aliada a outras medidas como a aprovação das reformas trabalhista, previdenciária e fiscal. O objetivo de Temer era tornar a relação já bilateral com os países da Organização ainda mais forte. Entretanto, as 35 nações integrantes – com grande parte formada por ricas economias – exigem contrapartidas.
 
"A solicitação brasileira segue-se à bem-sucedida execução do programa de trabalho que resultou do Acordo de Cooperação assinado entre o Brasil e a OCDE em 2015. Insere-se no marco dos esforços do governo brasileiro para consolidar o desenvolvimento sustentável e inclusivo, com a modernização da gestão e aproveitamento da larga experiência em políticas públicas comparadas da Organização", divulgou o porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, no dia 30 de maio deste ano.
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O mundo noticiou o #BrasilEmGreve

Jornal GGN - O #BrasilEmGreve, no dia de paralisações gerais deste 28 de abril, impactou não somente os estados brasileiros, como também a imprensa internacional. Se aqui, jornais tradicionais tentaram omitir ou trazer informações parciais dos acontecimentos desta sexta-feira, o mundo noticiou a #GreveGeral contra as reformas trabalhista e previdenciária do governo Michel Temer:

Os jornais que o GGN apresenta, a seguir, a reprodução de manchetes, foram sugestões do leitor Jackson da Viola:

The New York Times

 

Los Angeles Times:

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Temer quer Brasil celeiro do mundo, diz Requião sobre projeto de entrega de terras

Jornal GGN - "Pasmo, horrorizado, indignado, vejo que a Casa Civil da Presidência da República quer mandar uma Medida Provisória autorizando sem limites, ou com limites absurdos, a venda de terras no Brasil para os estrangeiros", denunciou o senador Roberto Requião (PMDB-PR), em vídeo publicado nas redes sociais.
 
Trata-se de um projeto de lei finalizado, pronto para votação no Plenário da Câmara dos Deputados, que libera a compra e o arrendamento de terras por empresas com controle estrangeiro. O único limite estipulado é que os proprietários internacionais não poderão ter mais do que 25% do território de um município.
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Brasil já tem problemas com exportação de carne para Chile, Europa, Coreia do Sul e China

 
Jornal GGN - Após a escandalosa operação Carne Fraca repercutir em toda a imprensa internacional, os produtos brasileiros já encontram dificuldade em entrar em alguns mercados e, em casos, foram suspensos até segunda ordem.
 
Foi o que anunciou o Ministério da Agricultura do Chile, na manhã desta segunda (20). O vizinho de continente decidiu barrar a importação de carne do Brasil, após a Coreia do Sul anunciar que barrou a compra de carne da BRF e aumentou consideravelmente a fiscalização sobre outras empresas.
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Lawfare e a ascensão das tecnocracias jurídicas

Análise dos efeitos políticos da operação Lava Jato no Brasil e no continente. Bruno Lima Rocha é cientista politico e professor de relações internacionais.

Empresas estrangeiras podem ter créditos públicos do Brasil

 
Jornal GGN - Publicado pelo governo Michel Temer no dia 16 de janeiro deste ano no Diário Oficia da União, o decreto nº 8957 amplia as possibilidade de bancos públicos oferecerem garantias a empresas estrangeiras que querem operar no país. A estratégia de atrair investimentos estrangeiros, por outro lado, aposta na privatização e internacionalização da economia com o dinheiro público.
 
Isso porque, entre as medidas, o decreto permite que empresas de capital estrangeiro que atuam em diversas áreas recebam dos fundos e bancos públicos brasileiros os créditos e financiamentos para atuar no Brasil.
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Lava Jato quer se desdobrar para criminalizar Lula em movimentos do BNDES

 
Jornal GGN - A Operação Lava Jato pretende criar uma força-tarefa específica para investigar os desdobramentos envolvendo as operações do BNDES no Brasil e internacionalmente, segundo investigadores. O grupo será instalado no Rio de Janeiro, mas precisará ser organizado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou reportagem do Valor. 
 
Entretanto, apesar das dezenas de procedimentos investigatório que poderão ser apurados pelo grupo, entre eles as investigações envolvendo Eduardo Cunha e nomes da cúpula do PMDB, a intenção é mirar a nova força-tarefa nas transações que podem incriminar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Isso porque os investigadores informaram à reportagem do Valor a investigação que tem como base um suposto envolvimento direto de Lula em supostas vantagens indevidas que ele teria recebido da Odebrecht, entre os anos de 2008 e 2010 e 2011 e 2015.
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O Brasil Atual no "The world factbook" da CIA

As manifestações pelo mundo contra Donald Trump

Manifestantes seguram placas durante a Marcha das Mulheres, em Londres, como parte de um protesto mundial contrário ao novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Da Agência Brasil

Dezenas de milhares de pessoas foram às ruas em todo o mundo em protesto contra o novo presidente americano, Donald Trump, e suas declarações sobre as mulheres, mostrando apoio aos manifestantes dos Estados Unidos. As informações são da AFP.

Em Londres, a maioria dos manifestantes eram mulheres, que saíram em passeata da embaixada dos Estados Unidos até a praça Trafalgar. 

Hannah Bryant, 34 anos, funcionária de um museu, participou da marcha com a filha de 4 anos, e ambas usavam gorros rosas com orelhas, os "pussy hats", também usados por manifestantes dos Estados Unidos.

"Estive ensinando a ela sobre igualdade e preconceitos, quero que veja quanta gente acredita nisso", contou.

O ator Oliver Powell, 31 anos, considera Trump uma "pessoa detestável". "Quero que a maioria dos americanos que não votaram nele saibam que têm apoio em todo o mundo".

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Contra corrupção, quebra-se a Odebrecht, mas se protegem as estrangeiras

 
Jornal GGN - A cooperação aceita pelos procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato no Brasil com a Justiça norte-americana, desde o fim de 2014, teve um de seus desfechos no final do último ano. O resultado foi a tutela das autoridades brasileiras para Departamento de Justiça dos Estados Unidos investigar e fiscalizar as empresas nacionais.
 
Desde o início da cooperação internacional, os procuradores anunciavam que o intercâmbio era positivo ao país. Um dos gestos mais simbólicos da extensão dessa aliança na Operação foi a visita do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em fevereiro de 2015, aos Estados Unidos, para fechar um acordo de "entendimento" com o Banco Mundial contra a corrupção.
 
Aquele era o início da abertura dos investigadores brasileiros à fiscalização e controle dos EUA, ainda que infringindo medidas de proteção do Estado contra a soberania nacional.
 
No dia 21 de dezembro de 2016, o Departamento de Justiça norte-americano concluía uma das principais etapas desta colaboração. Anunciava um acordo assinado pela Odebrecht, por intermédio dos procuradores da República brasileiros, para pagar multas aos EUA e Suíça, além do Brasil, pelas práticas ilícitas e de corrupção [leia aqui].
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Odebrecht não suportará bloqueio de países com bilhões de dólares em negócios

 
Jornal GGN - Se seguirem o exemplo do Panamá e do Peru, os bloqueios de todos os países que mantém negócios com a Odebrecht podem levar a companhia brasileira à falência. A Odebrecht ocupou o 13º lugar das empresas que mais conseguiram contratos públicos bilionários no ano de 2015, segundo dados da Engineering News-Record (ENR). Dos Estados Unidos, só ultrapassaram a brasileira duas norte-americanas: as também construtoras Bechtel e Fluor Corp. 
 
Além do peso mundial, o impacto de sanções internacionais afetará em cheio a empreiteira, que possui mais de 70% de sua carteira de lucros com contratos fora do Brasil.
 
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As declarações de Blairo Maggi da Agricultura à ONU

 
Jornal GGN - Em meio à Conferência do Clima da ONU, o representante do Brasil, ministro de Michel Temer, Blairo Maggi, afirmou que a Agricultura não vai cumprir suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, só se alguém pagar por isso.
 
Outra polêmica do ministro foi afirmar que as mortes de ativistas no campo, na luta por terras, são "poblema de relacionamento". Essas e outras afirmações fizeram com que a ONG Engaja Mundo desse de presente ao representante um colar de "pérolas mággicas", em referência às falas de Maggi.
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MPF não pode cooperar com EUA sem passar pela AGU e Senado

A explicação é do subprocurador da República Eugênio Aragão, que detalhou como funciona o sistema de 'Asset Sharing'
 
 
Jornal GGN - Diante do desfecho dos aguardados acordos de delação premiada da Odebrecht com a Operação Lava Jato, a notícia de que a cooperação do Ministério Público Federal junto a autoridades de investigação dos Estados Unidos em processos contra a estatal brasileira Petrobras mostrou-se não só inegável, como também a comprovação de sua continuidade e extensão.
 
O subprocurador da República e ex-ministro da Justiça de Dilma Rousseff, Eugênio Aragão, explicou ao GGN que a origem desse entreguismo do Brasil hoje exposto pela Lava Jato, mas desdobrado na crise política atual, veio de um "voluntarismo" anos atrás dentro do Ministério Público Federal.
 
 
Para Aragão, a função exercida pelos investigadores norte-americanos é natural porque atende a demandas de investidores que se sentiram enganados. "Primeiro que os procedimentos que correm contra empresas brasileiras nos Estados Unidos é contra aquelas que vendem e participam do mercado de valores imobiliários norte-americanos. Então são multas não pela corrupção, mas por terem iludido os investidores americanos".
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