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Feminismo Online, por Camila Sanches Zorlini

FEMINISMO ONLINE - estudo de caso nas redes sociais digitais Instagram e Google Trends

por Camila Sanches Zorlini[1]

Resumo

Nesse texto procuro entrelaçar as referências bibliográficas às quais fui apresentada no curso de Opinião Pública da FESPSP a um olhar de pesquisadora voltado para as mensagens e imagens da rede social Instagram, usando como base algumas fotografias e depoimentos colhidos em maio de 2017, por meio de hashtags que contemplam o tema Feminismo no Brasil, bem como dados encontrados pela ferramenta gratuita Google Trends, colhidos entre maio de 2014 a maio de 2017. O tema está em voga e me interessa tanto como tema de agenda pública, como de maneira intrínseca.

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Documento Word, como o usado contra Dilma, é manipulável por programa gratuito

Em poucos minutos, um arquivo Word criado na tarde de 15 de fevereiro de 2017 pode ser alterado para parecer que foi escrito em 19 de fevereiro de 2016

Jornal GGN - A ata do registro em cartório de uma conta de Gmail que é atribuída à Dilma Rousseff pela delatora Mônica Moura, esposa do marqueteiro João Santana, circula nas redes sociais nos últimos dias com inúmeros questionamentos sobre sua veracidade. Mas não é a única prova que, a princípio, é considerada frágil e está anexada à delação.

Mônica disse à Lava Jato que só salvou uma única mensagem que teria sido escrita por Dilma, mas em formato Word, após deletar o rascunho do Gmail. Na papelada da delação, consta que esse arquivo foi criado em 19/02/2016, às 19h40.

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Marco Civil da Internet não permite limitar uso de dados da banda larga, por Renato Falchet

Por Renato Falchet Guaracho

Marco Civil da Internet não permite limitar uso de dados da banda larga

No Conjur

No último dia 13, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, declarou que pretende permitir, ainda neste ano, que operadoras de internet banda larga no Brasil coloquem limites no uso de dados dos assinantes. Como esperado, a declaração trouxe enorme repercussão nas redes e gerou bastante reclamação e protesto.

Inicialmente, é importante indicar que não serão todos os planos que poderão sofrer limitações. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a prestadora de serviços não poderá fazer alteração unilateral nos contratos. Dessa forma, se o contrato que você assinou com sua operadora de internet banda larga é antigo, provavelmente ele não prevê a limitação dos dados e, portanto, não sofrerá com uma eventual mudança.

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Governo Temer recua de internet fixa limitada e Anonymous ataca Kassab

Jornal GGN - Após a repercussão da notícia sobre Gilberto Kassab admitir que o governo vai regular a limitação da banda larga fixa até o segundo semestre de 2017, a Anatal disse à imprensa que o ministro cometeu um "equívoco" e que este tema não está no horizonte do governo Temer a curto nem a médio prazo.

Juarez Quadros, presidente da Anatel, frisou nesta sexta-feira (13) que a medida cautelar que proíbe as operadoras de limitar a quantidade de dados enviados e recebidos pelos usuários continua a valer. 

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Democracia boa é a que nos dá razão, por Romulos

"Grande sacada" da pós-verdade não é convencer, mas sim infundir dúvida no leitor 

 
 
Ou: o (enorme!) desafio de debater hoje em dia
 
Por Romulus & Núcleo Duro
 
Um post de trás para frente: primeiro a conclusão, depois o comentário e só por último a discussão.
 
*
 
A “conclusão” (inconclusiva!)
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Máquinas de vender intolerância e preconceito, por Sandro Ari Andrade

 
Jornal GGN - Ao contrário do que era imaginado, a internet e outros meios de comunicação, ao invés de disseminar informações que podem transformar a sociedade, tem sido palco para propagar discursos de ódio e intolerância.
 
A opinião é de Sandro Andrade de Miranda, que analisa o crescimento dos crimes de ódio sob a ótica dos meios de comunicação. Para ele, os canais de TV acabam tendo papel decisivo no fomento ao preconceito, criando personagens estereotipados, citando exemplos de novelas da Globo, como Meu Pedacinho de Chão, O Rei do Gado e Buggy Uggy. 

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Internet e fortalecimento do radicalismo, por Hélio Schwartsman

"Se você juntar um punhado de indivíduos com opiniões semelhantes e deixá-los conversando por um tempo, o grupo sairá com convicções mais parecidas e mais radicais"
 
 
Jornal GGN - No artigo à seguir, publicado na Folha, Hélio Schwartsman, analisa o fenômeno que vem intrigando o mundo: o fortalecimento de minorias radicais, destacando a recente manifestação de um grupo pró-intervenção militar, que invadiu o plenário da Câmara dos Deputados. 
 
O filósofo pondera que as novas formas de comunicação estão por trás do processo que facilita a difusão e recrutamento de pessoas por ideais que são considerados incoerentes para a maioria. 
 
"Se você juntar um punhado de indivíduos com opiniões semelhantes e deixá-los conversando por um tempo, o grupo sairá com convicções mais parecidas e mais radicais". Acrescentando: "A chamada tirania da maioria pode ser extremamente autoritária e liberticida, mas também serve para reprimir algumas más ideias antes de elas se popularizarem". 
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O futuro da Globo no Rio e como a internet ameaça o domínio das teles

A atual batalha pela audiência vai além das disputas entre emissoras. Embora não esteja ao alcance da totalidade dos brasileiros, a internet é uma ameaça crescente à programação televisiva tradicional. Nos últimos anos, o Brasil produziu webcelebridades que batem programas da Globo em número de seguidores e visualizações únicas. Um youtuber nordestino já deixa o Jornal Nacional para trás, com vídeos com mais de 10 milhões de visualizações cada

Jornal GGN - A Folha de S. Paulo desta quarta (9) publicou uma matéria sobre como a eleição de Marcelo Crivella marca o início de mais uma batalha entre Rede Globo e Record no Rio de Janeiro, revelando dados de audiência das duas emissoras que mostram o potencial da internet - e a consequente iniciativa das empresas de telecomunicações de limitar a banda larga fixa, vendendo para os domicílios o mesmo modelo de consumo disponível hoje para a internet móvel.

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Especialista compara internet a faroeste que serve “tirania econômica”

Dominique Wolton alerta:  "O jornalismo trocou a grandeza da oferta pela tirania da procura" 
 
 
Jornal GGN - Ao analisar o impacto das redes sociais sobre a mídia, o especialista em ciências da comunicação, Dominique Wolton, afirma que a internet necessita de regras e, ainda, que a plataforma atualmente "é um faroeste que só serve a tirania econômica e financeira”. Na entrevista a seguir, concedida ao jornal português Publico, Wolton avalia que "a última coisa de que os jornalistas se podem esquecer é que a informação é algo de valioso e difícil, que deve ser feito por profissionais". Por isso, ao lidar com a internet, o profissional desta área deve tomar cuidado para não se deslumbrar com o volume de mensagens que a plataforma oferece. Aliás, a grande quantidade de informação exige maior trabalho de verificação.
 
Wolton pondera também que, ao contrário do que muitos especialistas sugerem, a revolução tecnológica não tornou mais diversificada e nem reduziu os boatos. "Pertenço a uma tradição democrática favorável ao aumento da informação, e todos nós, investigadores, jornalistas, políticos, achávamos que mais informação era mais verdade: toda a luta pela liberdade de informação, desde o século XVII, foi concebida a partir dessa premissa. Mas ninguém antecipou que o aumento da velocidade e a pressão da concorrência implicavam riscos, e que a informação em directo, que julgávamos mais próxima da verdade, podia afinal errar muito, porque não há tempo para verificar".
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Publiquem hoje, antes que prendam o Lula, por Armando Coelho Neto

Publiquem hoje, antes que prendam o Lula

por Armando Rodrigues Coelho Neto

“Seria sonho? Sonhamos juntos. Comemos juntos sonhos de valsa”, diz meu conterrâneo Alceu Valença. Falar de sonho e doçura é muito importante para começar um texto amargo. Volto um pouco aos tempos em que eu ainda lia a Folha e parei de ler quando da farsa da invasão no Governo Collor. Falo dos tempos nos quais eu ainda assistia TV Globo, até vê-la como corroedora de cérebros. Melhor mesmo foi tentar ajudar fazer cópias do então proibidíssimo documentário “Muito Além do Cidadão Kane”, cuja cena final é cara do Roberto Marinho coberta de baratas.

Nenhuma das razões esgotam meu repúdio aos dois veículos golpistas. Voltei no tempo para lembrar que a TV Globo engajou-se para derrotar o então candidato Lula à presidência da República, e Lula realmente perdeu. Meu breve e ex-professor na ECA/USP, Ricardo Kotscho,  escreveu, salvo engano na tal Folha, um belo texto intitulado “Valeu Nego Veio”. Ele estaria se despedindo do jornal, com uma bela crônica sobre o nosso Dom Quixote (Robin Wood?). Kotscho, sem me conhecer, publicou meu extenso comentário.

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Empresa americana lança plano de telefonia móvel com dados ilimitados

Jornal GGN – Enquanto as operadoras de internet brigam no Brasil para limitar a transmissão de dados na banda larga fixa, a empresa norte-americana T-Mobile quer oferecer acesso ilimitado na telefonia móvel. A companhia anunciou na última semana que vai substituir todas as categorias de serviços por um plano único, sem limite mensal de utilização de dados.

“O conceito de pacote de dados ser irrelevante é grande e só vai crescer. Isto agora muda a forma de pensar”, disse o diretor executivo da T-Mobile, John Legere. O novo plano da empresa se chama T-Mobile One, e oferece aos novos clientes um plano de US$ 70 por mês para uma linha, US$ 120 por duas linhas e US$ 140 por três linhas.

A empresa é reconhecida por suas táticas comerciais pouco convencionais. No ano passado, com a proposta de permitir acesso ilimitado ao streaming de vídeo em troca de uma redução na qualidade, a T-Mobile observou uma explosão no volume de vídeo consumido em sua rede.

“O fato de o vídeo ser transmitido em 480p na verdade oferece um retorno para a rede”, disse Neville Ray, diretor de tecnologia da T-Mobile. Ele garante que o programa permitiu recuperar capacidade de rede, que pode ser usada para apoiar os planos de dados ilimitados.

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Anatel divulga ranking de planos de banda larga

Jornal GGN – A Anatel divulgou um ranking de planos de banda larga, mostrando quanto as operadoras cobram por Mbps (megabit por segundo). De acordo com a agência, desde 2010 o valor médio vem caindo. Na época uma conexão de 1 Mbps custava R$ 21,18. Hoje custa R$ 5,98.

A internet mais barata é a da TIM, que cobra R$ 2,04 por Mbps. Em segundo lugar vem a NET, com R$ 2,26 e em terceiro a GVT, com R$ 2,73.

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Bandeira da China na Olimpíada está incorreta

Jornal GGN – As bandeiras da China içadas nas premiações das Olimpíadas Rio 2016 estão incorretas. O erro foi percebido por internautas durante a entrega das medalhas de tiro para as atletas Du Li e Yi Siling.

A versão que foi apresentada no pódio trazia as quatro estrelas menores todas alinhadas, paralelas entre si. Na versão correta elas são ligeiramente inclinadas, acompanhando o semicírculo em que estão posicionadas.

“Sabemos que houve um problema e precisamos corrigi-lo. Conseguimos entrar em contato com a empresa e estamos produzindo um lote correto, que deve ser entregue em breve”, disse o diretor executivo de Comunicações do Comitê Rio 2016, Mário Andrada.

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Twitter de cantor acusado de assédio sexual é um festival de racismo, homofobia e misoginia

Jornal GGN - Nada contra negras, é apenas meu gosto. Nada contra travesti, apenas sinto nojo. Nada contra idosos, mas não cedo lugar para eles no ônibus porque eles coçam o saco enquanto ralamos. Nada contra mulheres, mas se trair, merece apanhar. Nada contra gays, mas não precisa chamar atenção. 

Depois de dizer à Folha que a repórter do G1 que denunciou assédio durante uma entrevista prejudicou sua carreira, o cantor juvenil Biel recebeu uma resposta da internet: foi alvo de um levantamento de tweets que apontam como seu comportamento denota não só machismo, mas misoginia, transfobia, homofobia, racismo, entre outras formas de preconceitos que estão no limite da incitação ao crime.

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Em processos de políticos contra sites, 10% envolvem censura prévia

 
Jornal GGN - Levantamento inédito da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) mostra que 10% dos processos movidos por políticos contra alguma informação na internet também pede a censura prévia, obrigando que o jornal ou empresa filtre o conteúdo evitando publicar termos sobre o político.
 
Em um processo contra o Facebook, em 2014, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) chegou a, além de pedir a censura prévia, com o uso "de filtros para controlar expressões ou palavras aviltantes à imagem e dignidade do representante", pediu um ataque DDOS, para derrubar a página da internet.
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