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Sob ameaças de arrolar BNDES em crimes, JBS deve ser alvo de processos do banco


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Em ações que devem desvalorizar a imagem do principal delator de Michel Temer, Joesley Batista é alvo de uma tentativa de ação movida pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), em plenas acusações de que a JBS escondeu crimes praticados pelo banco público federal.
 
Um dos braços de participações do banco, o BNDESPar pedirá por assembleia de acionistas a abertura de um processo por responsabilidade civil contra controladores e ex-administradores da companhia por supostos danos causados "em razão dos atos ilícitos confessados" em delação premiada.
 
A reunião será realizada no dia 1º de setembro, envolvendo os acionistas, incluindo o BDNESPar, que é o maior minoritário da empresa, com 21,3% das participações no banco público. Os alvos da ação seriam, além do dono da JBS, Joesley Batista, também Florisvaldo Caetano de Oliveira e Francisco de Assis e Silva.
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Com fim da era Aécio e Temer, sem saída, revista detalha propinas

Reportagem de Época insere-se no contexto de mudança drástica de editoriais da imprensa em ritmo de sobrevivência e adaptação, com os inegáveis esquemas envolvendo PMDB e PSDB
 
 
Jornal GGN - O primo de Aécio Neves (PSDB-MG), Frederico Pacheco, foi a ponte usada pelo senador para retirar R$ 2 milhões ilícitos acordados com o dono da JBS, Joesley Batista. Em ação similar também foi a entrega de outros R$ 500 mil destinados ao presidente Michel Temer, por meio do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures. A mala preta com rodinhas deste último e a de Fred, como é chamado o empresário e familiar de Aécio, contendo a segunda parcela de R$ 500 mil ao tucano foram registradas por fotografias da Polícia Federal, após as apreensões.
 
Ambas as entregas foram realizadas em ações controladas pelos delegados da PF, com o aval do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Apesar de algumas imagens das mochilas contendo notas de R$ 50 e R$ 100 já terem sido divulgadas, pelos relatórios das investigações e à imprensa, a revista Época publicou novas fotografias, nesta sexta (04).

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Deputado pede que Meirelles seja investigado pelo recebimento "irregular" de R$ 50 milhões

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O líder do PT na Câmara Carlos Zarattini aproveitou o discurso no plenário nesta quarta (2), dia em que a denúncia contra Michel Temer será votada, para cobrar explicações de Henrique Meirelles sobre o recebimento de R$ 217 milhões por sua empresa de consultoria a megaempresas, incluindo a holding da JBS. 
 
Reportagem do BuzzFeed mostrou que Meirelles, poucos meses antes de ser nomeado ministro da Fazenda do governo Temer, recebeu boa parte dos lucros da consultoria em uma conta no exterior. Outros R$ 50 milhões foram pagos quando ele já era titular da Pasta. Isso, na visão de Zarattini, é "irregular".
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Depois de delação, JBS pretende vender R$ 6 bilhões em ativos

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - A JBS, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, anunciou ontem (20) um programa para vender cerca de R$ 6 bilhões em ativos. Este montante não inclui os negócios realizados na Argentina, Uruguai e Paraguai, que chegaram a R$ 1 bilhão.
 
Comunicado da empresa afirma que o programa pretende vender a participação de 19,2% que JBS tem na Vigor Alimentos, assim como as operações da Moy Park e da Five Rivers Cattle Feeding.
 
A Moy Park foi adquirida pela empresa dos irmãos Batista em  junho de 2015 pelo valor de US$ 1,5 bilhão. Antes, a empresa pertencia à Marfrig e tem 13 unidades em diversos países europeus, como Irlanda do Norte, Inglaterra, França e Holanda, focada em alimentos processados. Em seu site, a empresa afirma que fornece 25% do frango consumido na Europa Oriental. 

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Fachin separa inquérito de Temer e entrega Aécio a novo relator

No cuidado de não antecipar julgamento, no despacho, o ministro do STF acabou trazendo argumentos favoráveis às alegações iniciais de Temer e de Aécio contra as investigações
 

Foto: Adriano Machado / Reuters
 
Jornal GGN - O pedido do presidente Michel Temer de separar o julgamento contra si do de Aécio Neves (PSDB-MG) no Supremo Tribunal Federal (STF) foi aceito pelo ministro Edson Fachin. É a primeira vitória de Temer no processo na última instância. O senador tucano também poderá ser favorecido: Fachin determinou a redistribuição para um novo relator das investigações contra ele.
 
Tanto Aécio quanto Temer são investigados por prática de crimes de corrupção, obstrução à Justiça e formação de organização criminosa. A nova frente da Lava Jato teve início com a delação do presidente da JBS, Joesley Batista, com grampos de conversas entre o executivo e os políticos, além do acompanhamento dos investigadores no repasse de propinas.
 
A Procuradoria-Geral da República disse haver flagrante, em ambos os casos, de recebimento de propina e de tentativa de Aécio e Temer interferirem nas investigações. Além disso, contra Temer recai ainda a acusação de aprovar a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e condenado na Lava Jato.
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Ministério Público pede R$ 10,9 bilhões para fazer acordo com J&F

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Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Por meio de nota à imprensa, o Ministério Público Federal informou que a força-tarefa da Operação Greenfield fez uma proposta de R$ 10,994 bilhões para fechar o acordo de leniência com o grupo J&F, que controla a JBS de Joesley Batista. 
 
O valor, segundo a Procuradoria da República no Distrito Federal, é equivalente a 6% do faturamento das empresas da J&F em 2016, e deverão ser pagos em parcelas semestrais ao longo de 13 anos. O grupo afirma que o faturamento de suas companhias foi de R$ 183,244 bilhões no ano passado.
 
A Procuradoria recusou oferta de R$ 8 bilhões da J&F. Esta é a quinta vez que o MP recusa a proposta da holding, que inicialmente havia apresentado os valores de R$ 700 milhões, R$ 1 bilhão, R$ 1,4 bilhões e R$ 4 bilhões.

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Meirelles, da J&F, no golpe dentro do golpe

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Do Blog de Marcelo Auler

Meirelles, da J&F, no golpe dentro do golpe

Equipe de Comunicação do SOS BRASIL SOBERANO*

O “golpe dentro do golpe” é entregar, em uma eleição indireta, a Presidência do país a Henrique Meirelles, representante histórico dos interesses do capital financeiro internacional e ex-executivo da própria J&F, como querem vários grupos empresariais e alguns políticos.
 
Ele parece ter credenciais melhores do que as de Michel Temer para fazer as reformas ultraliberais do projeto derrotado nas urnas – e que motivaram a derrubada da presidenta eleita, Dilma Rousseff. Pelo menos na avaliação dos atores que deflagraram o ataque recente ao governo Temer, uma articulação que uniu Grupo Globo, J&F (dono da JBS) e Procuradoria Geral da República.

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MPF retoma negociações de acordo de leniência da J&F

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Foto: Reprodução

Jornal GGN - Por meio de nota divulgada na tarde desta segunda-feira (22), o Ministério Público Federal afirmou que foram retomadas as negociações para um eventual acordo de leniência entre o órgão e o Grupo Econômico J&F.

As discussões sobre o acordo tiveram uma interrupção na última sexta (19), em razão da discordância sobre os valores da multa. O MPF pediu R$ 11,169 bilhões que seriam quitados em dez anos, enquanto os advogados do grupo econômico que controla a JBS fizeram duas propostas, uma de R$ 1 bilhão, e outra de R$ 1,4 bilhão, ambas rejeitadas.

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Meirelles era o presidente do JBS e não sabia de nada? Por Mauro Lopes


Foto: EBC
 
Por Mauro Lopes
 
Henrique Meirelles, a grande unanimidade das elites do país, que insistem em colocá-lo acima de qualquer suspeita, tem um “detalhe” em sua biografia que a imprensa golpista deixou passar: ele era o presidente do grupo durante os anos em que o JBS repassou ao redor de meio bilhão de reais aos políticos, com carta branca dos donos. Uma de suas responsabilidades era exatamente o contato com o mundo político. Não é incrível? E não sabia de nada? Não viu nada? Não “trocava figurinhas” com o agora megadelator e seu ex-patrão Joesley Batista?
 
Se sabia, é inexplicável que não tenha ainda entrado na dança. Se sabia e atuou em parceria com Joesley, mais grave ainda.  Se não sabia, bem… se Meirelles foi o presidente do grupo entre 2012 e 2016 e não soube que saíram R$ 500 milhões do caixa das empresas, nas mãos de quem está a economia do país?
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Temer planeja outro discurso sobre as novas acusações

 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer planeja fazer um novo pronunciamento, neste sábado (20), com o intuito de rebater as novas informações divulgadas pelas delações da JBS, principalmente do empresário Joesley Batista, e do inquérito aberto contra o mandatário, que traz notas fiscais e comprovantes de que recebeu diretamente R$ 3,540 milhões, "mensalinho" de R$ 100 mil por um ano e outro acordo de R$ 50 milhões de propina para este ano.
 
Informações divulgadas pelo noticiário dão conta que desde o início desta manhã, a equipe de Temer prepara o discurso do peemedebista, que estava reunido em Brasília com seus principais auxiliares. 
 
Além das acusações de Joesley Batista que trazem provas que corroboram as delações, Temer foi acusado pelo ex-diretor de Relações Institucionais e de Governo da JBS, Ricardo Saud, de "roubar" R$ 1 milhão do total de R$ 15 milhões destinados pelo grupo como doação à campanha de 2014 do PT.
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Comissão de Valores Mobiliários vai investigar mais a JBS

Há informações de que o grupo J&F operou no mercado financeiro para lucrar com os efeitos da delação premiada

Da Agência Brasil

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda responsável pela regulação e fiscalização do mercado de capitais, abriu nesta sexta(19) novos processos contra a JBS. As investigações se somam a outras seis que apuram irregularidades na empresa no órgão. Três delas foram abertas em apenas uma semana, nos dias 12, 17 e 18 deste mês.

Os processos instauradosinvestigam indícios de eventual prática do crime de insider trading, detectados em operações realizadas no mercado de dólar futuro e em negócios com ações de emissão da JBS realizados no mercado à vista, bem como analisa a atuação da companhia no mercado de dólar futuro, informou a CVM. Insider trading é a negociação de valores mobiliários baseada no conhecimento de informações relevantes que ainda não são de conhecimento público, com o objetivo de auferir lucro ou vantagem no mercado.

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Por que Henrique Meirelles não é alvo da Operação Greenfield?

Todos os presos temporariamente e os alvos que ganharam espaço na imprensa são ligados ao PT. Mas e os outras centenas de mandados? E os que não estão na mira?
 
 
Jornal GGN - A nova operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, que investiga a "gestão temerária e fraudulenta" de quatro dos maiores fundos de pensão do país - a Funcef, Petros, Previ e Postalis, traz algumas lacunas entre os mais de cem investigados no esquema, como a exclusão do nome de Henrique Meirelles, que comandou um dos maiores grupos nas mãos dos investigadores - a J&F.
 
O caso Greenfield impõe, direta ou indiretamente, uma devassa em gigantes do mercado brasileiro, desde os bancos Santander e Bradesco, até holdings e grupos controladores de outras dezenas de empresas.
 
Para coletar provas, os investigadores visitaram as residências e sedes das empresas, totalizando 106 mandados de busca e apreensão. Mais 28 empresários e possíveis envolvidos tiveram que prestar depoimento.
 
E foram presos temporariamente cinco: Carlos Augusto Borges e Maurício Marcellini Pereira, atuais diretores de participações e de investimentos da Funcef; o ex-presidente da Funcef e filiado ao PT, Carlos Alberto Caeser; o ex-conselheiro da entidade Demósthenes Marques, e Humberto Pires Grault Vianna, também ligado ao PT.
 
Mas entre os alvos da Greenfield, chama a atenção que a mira dos procuradores da República e dos delegados estava em ex-diretores, ex-presidentes, representantes e sócios das empresas investigadas, sobretudo possiveis envolvidos com o Partido dos Trabalhadores.
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Henrique Meirelles atuava na J&F, controladora de empresa que teria pago propina

Jornal GGN - O ministro da Fazenda de Michel Temer, Henrique Meirelles, era membro do Conselho de Administraçã da J&F, no período em que a holding controlava a Eldorado Brasil Celulosa, empresa investigada por suposto pagamento de propina a Eduardo Cunha e ex-vice-presidente da Caixa.

De acordo com a Agência Brasil, as medidas de Meirelles na J&F transformou a empresa numa das maiores financiadoras de campanhas políticas no País.

No passado, a J&F também tentou comprar a empresa Delta, que ganhou o noticiário no início do governo Dilma, por ter sido favorecida por Carlinhos Cachoeira e seus aliados.

A investigação envolvendo a Caixa e a Eldorado Brasil é desdobramento da Lava Jato.

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