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J&F

Depois de delação, JBS pretende vender R$ 6 bilhões em ativos

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - A JBS, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, anunciou ontem (20) um programa para vender cerca de R$ 6 bilhões em ativos. Este montante não inclui os negócios realizados na Argentina, Uruguai e Paraguai, que chegaram a R$ 1 bilhão.
 
Comunicado da empresa afirma que o programa pretende vender a participação de 19,2% que JBS tem na Vigor Alimentos, assim como as operações da Moy Park e da Five Rivers Cattle Feeding.
 
A Moy Park foi adquirida pela empresa dos irmãos Batista em  junho de 2015 pelo valor de US$ 1,5 bilhão. Antes, a empresa pertencia à Marfrig e tem 13 unidades em diversos países europeus, como Irlanda do Norte, Inglaterra, França e Holanda, focada em alimentos processados. Em seu site, a empresa afirma que fornece 25% do frango consumido na Europa Oriental. 

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Fachin separa inquérito de Temer e entrega Aécio a novo relator

No cuidado de não antecipar julgamento, no despacho, o ministro do STF acabou trazendo argumentos favoráveis às alegações iniciais de Temer e de Aécio contra as investigações
 

Foto: Adriano Machado / Reuters
 
Jornal GGN - O pedido do presidente Michel Temer de separar o julgamento contra si do de Aécio Neves (PSDB-MG) no Supremo Tribunal Federal (STF) foi aceito pelo ministro Edson Fachin. É a primeira vitória de Temer no processo na última instância. O senador tucano também poderá ser favorecido: Fachin determinou a redistribuição para um novo relator das investigações contra ele.
 
Tanto Aécio quanto Temer são investigados por prática de crimes de corrupção, obstrução à Justiça e formação de organização criminosa. A nova frente da Lava Jato teve início com a delação do presidente da JBS, Joesley Batista, com grampos de conversas entre o executivo e os políticos, além do acompanhamento dos investigadores no repasse de propinas.
 
A Procuradoria-Geral da República disse haver flagrante, em ambos os casos, de recebimento de propina e de tentativa de Aécio e Temer interferirem nas investigações. Além disso, contra Temer recai ainda a acusação de aprovar a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso e condenado na Lava Jato.
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Ministério Público pede R$ 10,9 bilhões para fazer acordo com J&F

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Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Por meio de nota à imprensa, o Ministério Público Federal informou que a força-tarefa da Operação Greenfield fez uma proposta de R$ 10,994 bilhões para fechar o acordo de leniência com o grupo J&F, que controla a JBS de Joesley Batista. 
 
O valor, segundo a Procuradoria da República no Distrito Federal, é equivalente a 6% do faturamento das empresas da J&F em 2016, e deverão ser pagos em parcelas semestrais ao longo de 13 anos. O grupo afirma que o faturamento de suas companhias foi de R$ 183,244 bilhões no ano passado.
 
A Procuradoria recusou oferta de R$ 8 bilhões da J&F. Esta é a quinta vez que o MP recusa a proposta da holding, que inicialmente havia apresentado os valores de R$ 700 milhões, R$ 1 bilhão, R$ 1,4 bilhões e R$ 4 bilhões.

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Meirelles, da J&F, no golpe dentro do golpe

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Do Blog de Marcelo Auler

Meirelles, da J&F, no golpe dentro do golpe

Equipe de Comunicação do SOS BRASIL SOBERANO*

O “golpe dentro do golpe” é entregar, em uma eleição indireta, a Presidência do país a Henrique Meirelles, representante histórico dos interesses do capital financeiro internacional e ex-executivo da própria J&F, como querem vários grupos empresariais e alguns políticos.
 
Ele parece ter credenciais melhores do que as de Michel Temer para fazer as reformas ultraliberais do projeto derrotado nas urnas – e que motivaram a derrubada da presidenta eleita, Dilma Rousseff. Pelo menos na avaliação dos atores que deflagraram o ataque recente ao governo Temer, uma articulação que uniu Grupo Globo, J&F (dono da JBS) e Procuradoria Geral da República.

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MPF retoma negociações de acordo de leniência da J&F

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Foto: Reprodução

Jornal GGN - Por meio de nota divulgada na tarde desta segunda-feira (22), o Ministério Público Federal afirmou que foram retomadas as negociações para um eventual acordo de leniência entre o órgão e o Grupo Econômico J&F.

As discussões sobre o acordo tiveram uma interrupção na última sexta (19), em razão da discordância sobre os valores da multa. O MPF pediu R$ 11,169 bilhões que seriam quitados em dez anos, enquanto os advogados do grupo econômico que controla a JBS fizeram duas propostas, uma de R$ 1 bilhão, e outra de R$ 1,4 bilhão, ambas rejeitadas.

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Meirelles era o presidente do JBS e não sabia de nada? Por Mauro Lopes


Foto: EBC
 
Por Mauro Lopes
 
Henrique Meirelles, a grande unanimidade das elites do país, que insistem em colocá-lo acima de qualquer suspeita, tem um “detalhe” em sua biografia que a imprensa golpista deixou passar: ele era o presidente do grupo durante os anos em que o JBS repassou ao redor de meio bilhão de reais aos políticos, com carta branca dos donos. Uma de suas responsabilidades era exatamente o contato com o mundo político. Não é incrível? E não sabia de nada? Não viu nada? Não “trocava figurinhas” com o agora megadelator e seu ex-patrão Joesley Batista?
 
Se sabia, é inexplicável que não tenha ainda entrado na dança. Se sabia e atuou em parceria com Joesley, mais grave ainda.  Se não sabia, bem… se Meirelles foi o presidente do grupo entre 2012 e 2016 e não soube que saíram R$ 500 milhões do caixa das empresas, nas mãos de quem está a economia do país?
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Temer planeja outro discurso sobre as novas acusações

 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer planeja fazer um novo pronunciamento, neste sábado (20), com o intuito de rebater as novas informações divulgadas pelas delações da JBS, principalmente do empresário Joesley Batista, e do inquérito aberto contra o mandatário, que traz notas fiscais e comprovantes de que recebeu diretamente R$ 3,540 milhões, "mensalinho" de R$ 100 mil por um ano e outro acordo de R$ 50 milhões de propina para este ano.
 
Informações divulgadas pelo noticiário dão conta que desde o início desta manhã, a equipe de Temer prepara o discurso do peemedebista, que estava reunido em Brasília com seus principais auxiliares. 
 
Além das acusações de Joesley Batista que trazem provas que corroboram as delações, Temer foi acusado pelo ex-diretor de Relações Institucionais e de Governo da JBS, Ricardo Saud, de "roubar" R$ 1 milhão do total de R$ 15 milhões destinados pelo grupo como doação à campanha de 2014 do PT.
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Comissão de Valores Mobiliários vai investigar mais a JBS

Há informações de que o grupo J&F operou no mercado financeiro para lucrar com os efeitos da delação premiada

Da Agência Brasil

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda responsável pela regulação e fiscalização do mercado de capitais, abriu nesta sexta(19) novos processos contra a JBS. As investigações se somam a outras seis que apuram irregularidades na empresa no órgão. Três delas foram abertas em apenas uma semana, nos dias 12, 17 e 18 deste mês.

Os processos instauradosinvestigam indícios de eventual prática do crime de insider trading, detectados em operações realizadas no mercado de dólar futuro e em negócios com ações de emissão da JBS realizados no mercado à vista, bem como analisa a atuação da companhia no mercado de dólar futuro, informou a CVM. Insider trading é a negociação de valores mobiliários baseada no conhecimento de informações relevantes que ainda não são de conhecimento público, com o objetivo de auferir lucro ou vantagem no mercado.

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Por que Henrique Meirelles não é alvo da Operação Greenfield?

Todos os presos temporariamente e os alvos que ganharam espaço na imprensa são ligados ao PT. Mas e os outras centenas de mandados? E os que não estão na mira?
 
 
Jornal GGN - A nova operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, que investiga a "gestão temerária e fraudulenta" de quatro dos maiores fundos de pensão do país - a Funcef, Petros, Previ e Postalis, traz algumas lacunas entre os mais de cem investigados no esquema, como a exclusão do nome de Henrique Meirelles, que comandou um dos maiores grupos nas mãos dos investigadores - a J&F.
 
O caso Greenfield impõe, direta ou indiretamente, uma devassa em gigantes do mercado brasileiro, desde os bancos Santander e Bradesco, até holdings e grupos controladores de outras dezenas de empresas.
 
Para coletar provas, os investigadores visitaram as residências e sedes das empresas, totalizando 106 mandados de busca e apreensão. Mais 28 empresários e possíveis envolvidos tiveram que prestar depoimento.
 
E foram presos temporariamente cinco: Carlos Augusto Borges e Maurício Marcellini Pereira, atuais diretores de participações e de investimentos da Funcef; o ex-presidente da Funcef e filiado ao PT, Carlos Alberto Caeser; o ex-conselheiro da entidade Demósthenes Marques, e Humberto Pires Grault Vianna, também ligado ao PT.
 
Mas entre os alvos da Greenfield, chama a atenção que a mira dos procuradores da República e dos delegados estava em ex-diretores, ex-presidentes, representantes e sócios das empresas investigadas, sobretudo possiveis envolvidos com o Partido dos Trabalhadores.
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Henrique Meirelles atuava na J&F, controladora de empresa que teria pago propina

Jornal GGN - O ministro da Fazenda de Michel Temer, Henrique Meirelles, era membro do Conselho de Administraçã da J&F, no período em que a holding controlava a Eldorado Brasil Celulosa, empresa investigada por suposto pagamento de propina a Eduardo Cunha e ex-vice-presidente da Caixa.

De acordo com a Agência Brasil, as medidas de Meirelles na J&F transformou a empresa numa das maiores financiadoras de campanhas políticas no País.

No passado, a J&F também tentou comprar a empresa Delta, que ganhou o noticiário no início do governo Dilma, por ter sido favorecida por Carlinhos Cachoeira e seus aliados.

A investigação envolvendo a Caixa e a Eldorado Brasil é desdobramento da Lava Jato.

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