Revista GGN

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João Roberto Marinho

Panamá Papers confirma pagamento de filha de Marinho para Mossack Fonseca

Do Viomundo

Panamá Papers confirmam Viomundo: filha de João Roberto Marinho pagou à Mossack & Fonseca; em 2009, foram 7 mil dólares para reativar offshore Vaincre LLC

Quando o suspeito era Lula, O Globo denunciou a Mossack e chegou atribuir a propriedade do edifício Solaris ao ex-presidente. Agora, se cala sobre a herdeira de Roberto Marinho

por Luiz Carlos Azenha

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David Miranda responde aos ataques de João Roberto Marinho

Do The Intercept

João Roberto Marinho me atacou no Guardian e tentou enganar o mundo. Eis minha resposta

por David Miranda

O que o mais poderoso homem do Brasil, o herdeiro bilionário do império das organizações Globo, João Roberto Marinho, estava fazendo nos comentários do Guardian? É verdade, seu comentário recebeu um cobiçado tag de ‘recomendado’ pelos editores do Guardian – parabéns, João! – mas ainda assim, não é o lugar onde se espera encontrar o multi-bilionário plutocrata hereditário brasileiro. 

Na dia 21 de Abril, publiquei um artigo no The Guardian, no qual abordava questões sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e o papel da mídia dominante do Brasil, protagonizado pela Globo. João respondeu com raiva – e com óbvias mentiras. Os editores do Guardian puseram seu texto na seção de comentários. Vejam só, João critica meu artigo e me chama de mentiroso em alguns trechos de sua resposta.

Olha, João, como quase todos os brasileiros, eu tive que lutar bastante para ganhar meu espaço. Não herdei uma grande empresa  e alguns bilhões dos meus pais. As coisas que tive que superar na minha vida foram muito mais duras do que seu esforço para me desqualificar com condescendência, e não é difícil demonstrar que sua resposta está cheia de falsidades.

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A carta de João Roberto Marinho ao The Guardian

da Revista Fórum

Globo envia carta reclamando de jornal britânico e conteúdo é exposto na caixa de comentários

João Roberto Marinho, um dos donos das Organizações Globo, mandou ao jornal britânico The Guardian uma carta questionando o artigo de David Miranda, que destaca a participação da rede de comunicação brasileira no golpe contra a presidenta Dilma Rousseff

Por Redação

João Roberto Marinho, um dos donos das Organizações Globo, enviou ao jornal britânico The Guardian uma carta questionando o artigo de David Miranda, que aponta para a participação da rede de comunicação brasileira no golpe contra a presidenta Dilma Rousseff. O que não imaginava é que seu texto seria exposto na caixa de comentários reservada aos leitores comuns.

“O Grupo Globo cobriu os protestos sem nunca anunciar ou dar opinião sobre elas em seus canais de notícias antes de acontecerem. Globo tomou posições iguais sobre comícios para a presidente Dilma Rousseff e contra o impeachment”, tentou argumentar Marinho, negando qualquer tomada de posição da empresa em relação às tentativas de derrubada da presidenta Dilma Rousseff..

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O encontro de João Roberto Marinho com senadores do PT, por Paulo Nogueira

Enviado por Gilberto Cruvinel

Do Diário do Centro do Mundo

A coisa mais intrigante do encontro do dono da Globo com senadores do PT.  Por Paulo Nogueira

Realidade paralela?

Uma coisa me intrigou nas palavras de João Roberto Marinho aos senadores do PT num encontro confidencial noticiado pelo DCM.

É quando ele manifesta surpresa quando ouve que a cobertura das Organizações Globo é brutalmente desequilibrada contra o governo.

João, como é conhecido na Globo, é um sujeito afável, um bom ouvidor, como pude testemunhar nos anos em que trabalhei na casa.

Sabe reconhecer seus limites, o que é uma virtude. “Comecei no jornalismo, mas logo me dei conta de que não tinha talento”, me disse ele uma vez. “Fui para a área administrativa.”

É uma coisa rara este tipo de admissão.

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João Roberto Marinho estava no jantar com Lula e Marcelo Odebrecht

Jornal GGN - Em seu Blog o jornalista Rovai chama a atenção para um dado muito importante, nem um pouco explorado pelos grandes meios de comunicação. Em um dos documentos vazados da investigação da Polícia Federal que trata de um jantar organizado, em 2012, por Marcelo Odebrecht para receber Lula, também estava presente João Roberto Marinho, vice-presidente do Grupo Globo. A lista contém outros nomes publicamente conhecidos sugerindo, portanto, que o evento se tratou, apenas, de um encontro de negócios reunindo Abilio Dinis, Roberto Setubal, Jorge Gerdau, Luis Carlos Trabuco, Eike Batista, além do ex-ministro Antonio Palocci, do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre e da presidente do Sindicato dos Bancários, Juvandia.

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Como Murdoch tornou-se o inspirador da mídia brasileira

Foi simbólica a entrega do Prêmio Emmy por Rupert Murdoch a Roberto Irineu Marinho - representando as Organizações Globo.

Em um período em que a Internet e as redes sociais jogaram os grupos de mídia globais no maior desafio da história, Murdoch tornou-se o modelo, o campeão branco a fornecer a fórmula da sobrevivência aos grupos de mídia de todo mundo, especialmente aos brasileiros.

Em algum período escondido na memória, o jornalismo brasileiro inspirou-se na sofisticação do New Journalism de Tom Wolfe, Gay Talese e Norman Mailer; nas reportagens-verdade de Truman Capote; e até no jornalismo gonzo, do repórter vivendo os riscos relatados na reportagem.

Mas nenhum estilo influenciou mais do que o do australiano Rupert Murdoch. Leia mais »

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