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Julian Assange

Suécia arquiva investigação contra Julian Assange

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Foto: David G Silvers/Cancillería del Ecuador
 
Jornal GGN - O Ministério Público sueco decidiu suspender, nesta sexta-feira (19), a investigação de estupro contra Julian Assange, fundador do Wikileaks. A promotora Marianne Ny apresentou pedido ao Tribunal Distrital de Estocolmo para revogar o mandado de prisão que valia para toda a União Europeia. Entretanto, o caso pode ser reaberto se Assange voltar para a Súecia antes de 2020, quando ocorre a prescrição do prazo para conclusão do inquérito. 
 
“Um promotor é obrigado a descontinuar a investigação se todas as possibilidades forem esgotadas. Para que o caso siga, Julian Assange precisa ser notificado formalmente sobre as suspeitas criminais que o envolvem. Não esperamos colaboração do Equador nessa questão", disseram os promotores suecos. 

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Trump diz que é prioridade prisão de Julian Assange

CNN confirma que presidente dos EUA colocou o fundador do WikiLeaks entre os primeiros na lista de futuros prisioneiros

 
Jornal GGN - O site de notícias norte-americano CNN confirmou que o governo de Trump quer prender Julian Assange, fundador do WikiLeaks, site responsável pelo vazamento assuntos sensíveis de governos e empresas. As informações são do portal Democracy Now. 
 
Desde junho de 2012 o australiano vive na embaixada do Equador em Londres, onde pediu e obteve asilo político. Assange chegou a pedir salvo-conduto ao governo britânico para sair da embaixada e viajar até o Estado do Equador, sendo-lhe negado. O Democracy lembra que, antes de ser presidente dos Estados Unidos, Trump chegou elogiar Assange e o WikiLeaks publicamente, assim como o diretor da CIA, Mike Pompeo, que mais recentemente se referiu ao site como "um serviço de inteligência hostil" e Assange e seus seguidores como "demônios".
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Assange diz que Temer passou informações estratégicas do Brasil para EUA

 
Jornal GGN - O fundador do Wikileaks, Julian Assange, afirmou que o atual presidente Michel Temer teve "reuniões privadas" com o governo norte-americano para passar aos Estados Unidos informações estratégicas de inteligência sobre o Brasil.
 
"Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada americana para passar a eles questões de inteligência política que não muitos tiveram acesso, discussões das dinâmicas políticas no Brasil", contou.
 
A declaração foi feita em entrevista de Assange ao escritor e editor do site Nocaute, Fernando Morais, que foi a Londres entrevistar o responsável pelo WikiLeaks. Em entrevista exclusiva, Assange disse ainda que Temer não é um espião pago pelo governo norte-americano, mas que há um intercâmbio de informações do presidente com o país, visando apoios futuros.
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Era do algoritmo aumenta vigilância de governos sobre indivíduos

Especialista aponta necessidade de entender como funciona mecanismo, e seu risco à democracia

 
Jornal GGN - Na história da humanidade, cada era foi submetida a um princípio de organização. Na era atual, esse princípio está sendo baseado nos algoritmos computadorizados, pondera o professor Paulo César Castro da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ). 
 
Em entrevista ao IHU, o docente se diz preocupado com a liberdade de exposição de pensamentos do indivíduo comum e, mais ainda, do risco que corre ao questionar alguma forma de vigilância posta em prática por governos e empresas, haja vista os casos Julian Assange e Edward Snowden, o primeiro refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012, e o segundo na Rússia - os dois por denunciar mecanismos de controle e vigilância dos serviços de segurança dos Estados Unidos.
 
“Os algoritmos têm sido, para mim, umas das expressões máximas da lógica que estabelece hierarquias, recomenda o melhor e o pior, define valores e gostos, aponta caminhos e soluções e, por fim, redesenha muitos de nossos valores e vínculos sociais.”, avalia César Castro. Acompanhe a seguir a entrevista na íntegra. 
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Assange completa quatro anos na embaixada do Equador em Londres

Jornal GGN - Neste domingo (19), Julian Assange, fundador do Wikileaks, completou quatro anos em reclusão na embaixada do Equador em Londres, no Reino Unido. Em razão da data, foram marcadas diversas manifestações de apoio ao australiano, em vários países, ao longo de toda semana. Os atos estão programados para Madri, Nova York, Quito, Atenas, Buenos Aires, Belgrado, Bruxelas, Milão, Montevidéu, Nápoles, Paris e Sarajevo.

Personalidades internacionais anunciaram que irão participar das atividades, incluindo nomes como o filosófio Slavoj Zizek, o ex-ministro grego Yanis Varoufakis, o linguitas Noam Chomsky, os diretores Michael Moore e Ken Loach, o prêmio Nobel argentino Adolfo Pérez Esquivel. 

Assange se refugiou na embaixada do Equador para escapar de uma extradição para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. Ele crê que a acusação da Suécia é um pretexto para enviá-lo aos Estados Unidos, onde é acusado por ter revelado milhares de documentos secretos através do Wikileaks.

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Hillary empurrará EUA em direção a conflitos infinitos, diz Assange

Jornal GGN - Em artigo, o fundador do Wikileaks, Julian Assange, se declarou contra a pré-candidatura de Hillary Clinton à Presidência dos Estados Unidos, e afirmou que ela alimentará conflitos que propagarão o terrorismo caso se torne presidente.

Assange fala sobre o histórico de Hillary no Departamento de Estado, quando comandou esforços pela invasão da Líbia, que resultou na deposição e morte de Muamar Kadafi, em 2011, e também em uma intensa guerra civil. “A guerra de Hillary avivou o terrorismo, matou dezenas de milhares de civis inocentes e fez os direitos das mulheres retrocederem centenas de anos no Oriente Médio”, afirmou.

Do O Globo

Votar em Hillary é votar a favor da guerra, diz Assange

Fundador do WikiLeaks alerta contra belicismo da presidenciável democrata

Fundador do site WikiLeaks, responsável pelo vazamento de milhares de documentos secretos sobre a política externa e a Defesa dos EUA, Julian Assange se declarou contra a pré-candidatura de Hillary Clinton à Presidência americana. De acordo com o hacker e ativista, a candidatura da candidata democrata é favorável a uma “guerra estúpida e sem final” dado o histórico dela à frente do Departamento de Estado.

Em um artigo, Assange — refugiado na embaixada do Equador em Londres desde 2012 — disse que Hillary, que concorre com o senador Bernie Sanders pela nomeação democrata, alimentará conflitos que propagarão o terrorismo caso vire presidente.

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ONU: Assange deve ser libertado imediatamente e receber indenização

da Carta Maior /  La Jornada

ONU: Assange deve ser libertado imediatamente e receber indenização

Grã-Bretanha e Suécia criticam decisão da ONU. 'O parecer é uma vitória histórica que não pode ser contestada', rebateu o fundador do WikiLeaks.

O Grupo de Trabalho sobre Detenções Arbitrárias da Organização de Nações Unidas (ONU) emitiu ontem um parecer oficial no qual dá razão ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange, em sua longa luta contra as autoridades da Suécia e da Grã-Bretanha. A decisão diz que Assange deve ser libertado imediatamente e receber uma indenização pelos anos que perdeu ao estar refugiado sem poder sair da sede diplomática equatoriana em Londres desde junho de 2012.
 
O grupo, que responde ao organismo da ONU responsável pelos direitos humanos, sustenta que Assange tem sido perseguido arbitrariamente pela Grã-Bretanha e pela Suécia desde dezembro de 2010, quando foi interrogado pela vez primeira sobre as acusações de suposto abuso sexual.
 
A decisão foi imediatamente rechaçada pelas autoridades de Londres e Estocolmo – ambas alegam que a situação legal de Assange não muda em nada, apesar do parecer do organismo, cujas resoluções não são obrigatórias nem vinculantes para os governos.
 
Após divulgada a notícia, Assange foi até a sacada da Embaixada do Equador em Londres para expressar sua alegria pela resolução. “Esta é uma vitória que não se pode negar”, afirmou ele, enquanto mostrava uma cópia da sentença. Leia mais »

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ONU considera que prisão de Assange é arbitrária

Do Diário de Notícias de Lisboa

ONU considera prisão de Assange arbitrária. Se sair da embaixada é preso

Reino Unido e Suécia garantem que decisão da ONU não é vinculativa. Advogado do ativista defende o contrário
 
A decisão da ONU foi hoje formalmente anunciada, mas ontem a diplomacia da Suécia, um dos países envolvidos neste processo, já garantia que o Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenções Arbitrárias considera que a prisão de Julian Assange foi arbitrária. Mais, o grupo disse hoje que Reino Unido e Suécia devem compensar Assange pela detenção.
 
O fundador da WikiLeaks garantiu ontem de manhã que se o veredito não lhe fosse favorável entregar-se-ia às autoridades britânicas. Uma coisa é certa, assim que o australiano sair da embaixada britânica em Londres, onde se refugiou há três anos e meio, será detido.
 
"Se a ONU anunciar amanhã que perdi o meu caso contra o Reino Unido e a Suécia sairei da embaixada ao meio dia de sexta-feira para aceitar ser preso pela polícia britânica já que não há perspetiva significativa de mais recursos. No entanto, caso eu leve a melhor e os Estados declarados terem agido ilegalmente, espero a devolução imediata do meu passaporte e o fim de mais tentativas para me prender". A mensagem é de Julian Assange e foi divulgada no site Justice4Assange às 3.01 de ontem.

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Suécia faz pedido formal para interrogar Assange

Da Agência Brasil

A promotoria sueca informou, na última semana, que solicitou ao Equador permissão para interrogar na sua embaixada, em Londres, o fundador do site Wikileaks, Julian Assange sobre as acusações de estupro que pesam sobre ele. A justiça sueca quer interrogar Assange pela denúncia de estupro, um crime que ele nega.

"A solicitação escrita foi enviada recentemente pelo ministério da Justiça à promotoria equatoriana. Não podemos dizer quando chegará a resposta", anunciou a promotoria, em um comunicado.
 
Suécia e Equador assinaram em dezembro um acordo de cooperação judicial para fazer avançar as investigações que têm ramificações nos dois países, mas principalmente para permitir o interrogatório de Assange.

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Acordo entre Equador e Suécia permite interrogatório de Assange

Jornal GGN - Um acordo assinado entre o Equador e a Suécia permite que Julian Assange, fundador do Wikileaks, seja interrogado na embaixada do país sul-americano em Londres, onde Assange está refugiado desde junho de 2012.

Julian Assange se refugiou na embaixada equatoriana para evitar a extradição para a Suécia, onde é procurado para ser interrogado por acusações de agressão sexual e estupro de duas mulheres. Ele teme ser extraditado para os EUA, onde ele pode ser julgado pela publicação de documentos confidenciais no Wikileaks.

Do O Globo

 
Fundador do WikiLeaks teme ser extraditado para os Estados Unidos pela Suécia
 
Equador e Suécia assinaram um acordo que permite que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, seja interrogado na embaixada do Equador em Londres, onde tem estado por mais de três anos, declarou o governo equatoriano.

O acordo legal foi assinado na capital do Equador após seis meses de negociações.

"É, sem dúvida, um instrumento que fortalece as relações bilaterais e facilitará, por exemplo, o cumprimento de questões judiciais como o interrogatório do sr. Assange", disse o ministro das Relações Exteriores em um comunicado neste fim de semana.

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A injustiça contra Julian Assange

Enviado por Adir Tavares

Do resistir.info

A injustiça contra Assange tem de terminar

por John Pilger 

No dia 19 de Abril completam três anos que Julian Assange, fundador e editor da WikiLeaks, se refugiou na embaixada equatoriana em Londres. A questão chave neste extraordinário encarceramento é justiça. Ele foi não foi acusado de qualquer crime. O primeiro promotor sueco afastou as alegações de má conduta para com duas mulheres em Estocolmo, em 2010. 

As acções do segundo promotor sueco foram e são comprovadamente políticas. Até recentemente, ela recusava-se a vir a Londres para entrevistar Assange – a seguir disse que estava para vir e depois cancelou o seu compromisso.  Leia mais »

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Assange, Snowden, Ellsberg (II), por Walnice Nogueira Galvão

Assange, Snowden, Ellsberg (II), por Walnice Nogueira Galvão

Assim como Assange e Snowden estão ligados aos vazamentos que mostram como os órgãos de segurança norteamericanos espionam os cidadãos, Ellsberg tornou-se conhecido como aquele que revelou os papéis secretos do Pentágono, pondo fim à Guerra do Vietnã. Os três são representantes de uma corrente subterrânea libertária que flui quase invisível sob a carapaça de uma dúbia democracia. A linhagem da desobediência civil é extraordinária e merece respeito, vindo desde a Underground railway que contrabandeava escravos para a liberdade. Arrisca-se tudo, inclusive a acusação de traição à pátria, em nome de lealdades mais altas.

Neste capítulo, sempre é bom lembrar que houve um surto de auto-imolações por incineração, praticada por monges budistas em sinal de protesto, no Vietnã conflagrado. Em solidariedade, Norman Morrison, jovem pacifista norte-americano, copiou o gesto, imolando-se nos degraus do Pentágono. Para homenageá-lo, os vietnamitas criaram um selo com sua efígie e deram seu nome a uma rua em Hanoi. Até hoje ele é lá venerado, e as crianças de escola compõem poemas louvando seu martírio. Após o armistício, o Vietnã recebeu oficialmente a viúva e os três filhos como hóspedes do estado, cobrindo-os de honrarias.

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Assange, Snowden e Ellsberg, por Walnice Nogueira Galvão


Pela ordem: Deniel Ellsberg, Julian Assange e Edward Snowden
 
Uma robusta tradição de desobediência civil consiste no vazamento de informações confidenciais (e ilegais) que o Estado moderno armazena para usar contra seus cidadãos. O fito é enganá-los, manipulá-los, forçá-los a fazer o que os prejudica, levá-los ao suicídio se necessário. Julian Assange e Edward Snowden, ainda refugiados no exílio, têm dignos precursores em seu país.
 
Como os Estados Unidos são a mais poderosa nação do planeta, nada mais natural que seja lá que faça sentido operar tais vazamentos. Um dos casos mais notórios é o de Daniel Ellsberg, cujas credenciais são impecáveis: economista por Harvard e marine com estágio no Vietnã. Foi ele o pivô do grave incidente que ficou conhecido como “Os papeis do Pentágono”. Este analista militar da Rand Corporation fez um trabalho no Pentágono em 1971, durante a Guerra do Vietnã, e começou a ficar, primeiro espantado e depois indignado com a discrepância entre o que o governo dizia e as estatísticas que lhe vinham às mãos. Enquanto o governo afirmava desacelerar o esforço bélico para concluir  a guerra apesar das vitórias, os dados  mostravam que, ao contrário, empenhavam-se numa escalada, investindo recursos cada vez maiores para camuflar as derrotas. Em vez de pôr fim ao conflito, portanto, preparava-se uma hecatombe crescente.
 
Hesitou, prevendo o que viria pela frente. Ninguém acreditaria nele; ninguém respaldaria a publicação de papeis secretos que arriscava botar todo mundo na cadeia; ninguém atribuiria confiabilidade às fontes – pois, quem poderia garantir que não eram falcatrua?  E, pairando sobre tudo, o medo das represálias dos órgãos de segurança, sempre provocando acidentes suspeitos e execuções por baixo do pano. 
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Livro de Assange revela forte relação entre Google e governo dos EUA

Agência Efe

Assange durante coletiva de imprensa concedida na embaixada do Equador em agosto

Jornal GGN - A Google foi fundada, em 1996, com o dinheiro das bolsas do departamento de Defesa dos Estados Unidos. Mas, segundo o fundado do Wikileaks, Julian Assange, a relação entre a gigante da tecnologia e o governo norte-americano se manteve desde então com pouco ou maior intensidade. Atualmente existem executivos que trabalham na empresa que já trabalharam anteriormente na equipe da ex-secretária de Estado (2009-2013) Hillary Clinton. Além disso, Assange, afirma que a companhia utiliza seus produtos como isca para atrair usuários. "Ele [Google] analisa o uso que os usuários fazem e gera perfis com os quais a NSA (Agência de Inteligência dos EUA) prevê comportamento". Portanto os dados coletados não são apenas explorados pelo segmento publicitário mas também vendidos para o governos dos Estados Unidos. Julian Assange está lançando um novo livro chamado "Quando Google encontrou o Wikileaks", que chegará ao Brasil em fevereiro de 2015.

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Assange completa dois anos na embaixada do Equador em Londres

Enviado por Webster Franklin

Da Agência Pública

Dois anos na embaixada

A detenção do editor do WikiLeaks, Julian Assange, é a mais longa prisão sem julgamento da Justiça sueca

Por Natália Viana

No dia 19 de junho completaram dois anos desde que Julian Assange atravessou a porta branca da embaixada equatoriana em Londres, disfarçado, temendo ser interceptado pela polícia britânica que lhe monitorava cada passo através de uma pulseira eletrônica presa ao seu tornozelo. Já fazia então um ano e meio que Julian estava sob prisão domiciliar em uma casa no interior da Inglaterra, após começar o vazamento dos despachos das embaixadas norteamericanas que renderam tantas revelações, tantas reportagens e tanta inspiração para tanta gente. Jjá são 1289 dias de prisão. Sem qualquer julgamento, sem qualquer condenação.

A enxuta equipe do WikiLeaks continua trabalhando com ele todos os dias, mas os horários são limitados, assim como as visitas que ele pode receber: com o tempo, os rituais para visitar Julian se tornaram mais cansativos, burocráticos, mais lentos. Assim, é um tanto triste o que eu tenho a contar. Estive na embaixada algumas vezes, visitando um amigo que eu admiro pela argúcia e a coragem, que nunca vi igual. A última visita foi em novembro do ano passado. Passamos algumas horas, madrugada adentro, tomando uma vodka que lhe fora presenteada por uma das visitas que recebe quase todos os dias.

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