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Vaza depoimento que Aécio deu à Polícia Federal, sem alarde na grande mídia

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Sem espetáculo midiático, o senador Aécio Neves prestou depoimento à Polícia Federal, no início de maio de 2017, no inquérito em que é suspeito de receber propina de esquemas em Furnas. Mas toda a discrição não evitou que o conteúdo do interrogatório fosse vazado ao público nesta segunda (10), por meio um jornal da grande mídia.

Na reportagem em que informa que Gilmar Mendes concedeu mais 60 dias para a PF concluir o inquérito contra Aécio, o Estadão divulgou um arquivo onde consta o relatório do delegado Alex Rezende sobre o depoimento do tucano.

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Gilmar Mendes estende prazo de investigação contra Aécio por propina em Furnas

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu à Polícia Federal mais 60 dias para concluir um inquérito contra Aécio Neves (PSDB) por corrupção em Furnas. O pedido foi feito a Gilmar pela Procuradoria Geral da República, capitaneada por Rodrigo Janot. A decisão foi tomada no dia 23 de junho, mas só no último dia 6 é que foi divulgada.

Janot sustentou que a extensão do prazo era necessária "tendo em vista que algumas das diligências necessárias à elucidação dos fatos investigados não puderam ser realizadas no prazo anteriormente definido."

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Aécio é blindado no Senado, mas ameaçado no Judiciário


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - O Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), por uma grande maioria de 16 senadores. Assim, a Casa Legislativa sequer investigará se o tucano recebeu por meio de seu primo R$ 2 milhões do dono da JBS, Joesley Batista. Se o parlamentar conseguiu a blindagem no Congresso, no Judiciário o contexto é um pouco diferente: ele é alvo de 8 inquéritos e uma denúncia.
 
Foram 16 votos contra 4 que salvaram temporariamente o senador Aécio e um afastamento de suas atividades legislativas por quebra de decoro parlamentar. Segundo o senador Lasier Martins (PSD-RS), se Aécio queria provar que era inocente, agora não tem mais a opção e perdurará "a dúvida".
 
"Não estivemos agora julgando a cassação, e sim a admissibilidade ou não da representação. Sempre defendi que o processo seria saudável para Aécio provar que é inocente. Da maneira que ficou, perdura a dúvida", disse o parlamentar.
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Operação abafa: propina a Aécio é devolvida em tentativa de tirar Perrella do escândalo

Advogado de assessor de Perrella avisa imprensa que parte da propina da JBS foi devolvida às autoridades, tentando dar um cavalo de pau na narrativa de que os recursos foram lavados pela empresa do senador
 
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
 
Jornal GGN - O Estadão publicou nesta quarta (14) uma notícia sobre a devolução de parte dos R$ 2 milhões em propina que a JBS afirma ter pago a Aécio Neves (PSDB) que mais parece a deflagração de uma "operação abafa" para tirar o senador Zezé Perrella do meio do escândalo.
 
Segundo a reportagem, a defesa do primo de Aécio, Frederico Pacheco, responsável por retirar as malas de dinheiro com a JBS, devolveu R$ 1,520 milhão à Polícia Federal por meio de um depósito na Caixa Econômica Federal. Mas quem fez questão de divulgar esse fato à imprensa foi o advogado de Mendherson Souza Lima, assessor de Perrella que também participou do transporte de dinheiro.
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Lula entrega à Justiça defesa contra acusações da Zelotes

Jornal GGN - A defesa de Lula e seu filho, Luis Claudio Lula da Silva, entregou, nesta quarta (8), resposta à acusação do Ministério Público Federal na operação Zelotes, onde o ex-presidente é acusado pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

De acordo com a denúncia, Lula teria recebido vantagens indevidas em dois momentos do governo Dilma: na compra dos caças Gripen e na aprovação da Medida Provisória 627/2013, que concede benefícios fiscais a montadoras do setor automobilístico.

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Operação Calicute vai prender Eike Batista por corrupção com Sérgio Cabral

 
Jornal GGN - A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) realizaram na manhã desta quinta-feira (26) a segunda fase da Operação Calicute, desmembramento da Lava Jato no Rio de Janeiro e que mira no desvio de cem milhões de dólares em paraísos fiscais, durante a gestão de Sérgio Cabral no governo estadual. Denominada Operação Eficiência, nesta etapa o empresário Eike Batista é alvo de prisão preventiva.
 
Eike é dono do grupo EBX, e é investigado de repassar os montantes de propina ao ex-governador. As informações são dos irmãos delatores Renato e Marcelo Hasson Chebar, operadores de mercado financeiro, que narraram como o esquema de lavagem e uso de paraísos fiscais no exterior.
 
Além do empresário, o ex-governador também teve mandado de prisão expedido, mas já se encontra preso no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu. Um dos braços-direitos de Eike também foi levado pela PF, Flávio Godinho, que é o atual vice-presidente de futebol do Flamengo e acusado de operar o esquema, com a ocultação e lavagem das propinas.
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Nova fase da Lava Jato mira em operadores que lavavam recursos

Empresário Adir Assad foi alvo desta fase da Lava Jato
 
Jornal GGN - A Operação Lava Jato deflagou nesta quinta-feira (10) a 36ª fase, com mira nos operadores financeiros das negociações entre empreiteiras e a Petrobras, envolvendo empresas lavadoras de dinheiro. Os dois principais alvos são Adir Assad e Rodrigo Tacla Duran.
 
Na etapa denominada Operação Dragão, foram cumpridos ao todo dois mandados de prisão preventiva e 16 buscas e apreensões nos estados de São Paulo, Paraná e Ceará. De acordo com os delegados da Polícia Federal e procuradores da República da força-tarefa, Assad e Duran movimentaram recursos originários de operações fraudulentas.
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O andamento das três investigações contra Eduardo Cunha no STF

A primeira, o peemedebista já é réu com suspeita de receber pelo menos US$ 5 milhões em contrato da Petrobras. A segunda, com previsão de ser analisada nos próximos dias pelo STF, tratam do salto de 214% no patrimônio com as contas secretas no exterior. A terceira, enviada ao Supremo nesta semana, aponta Cunha como beneficiário de R$ 52 milhões em contrato do Porto Maravilha
 
 
Jornal GGN - Enquanto a terceira denúncia contra Eduardo Cunha (PMDB-RJ) já está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF), a Corte analisa em sua agenda quando a segunda delas será julgada. 
 
Após a terceira investigação apontar Cunha como beneficiário de R$ 52 milhões em propina nas obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, e a sua esposa, Cláudia Cruz, já se tornar ré em esquema de corrupção do marido na Justiça Federal do Paraná, o tribunal não deve tardar a decidir sob os processos que encurralam o peemedebista.
 
Até o momento, Cunha já é réu em uma denúncia que suspeita o recebimento de, pelo menos US$ 5 milhões, em propinas para o contrato de um estaleiro da Samsung Heavy com a Petrobras.
 
A data da sessão para o segundo eixo de investigações - que tratam de corrupção e lavagem de dinheiro associados às contas secretas de Cunha e sua família no exterior - não foi divulgada, mas o ministro relator, Teori Zavascki, já liberou a acusação para ser analisado por todo o Plenário da Corte, quando o próprio ministro divulgará o seu posicionamento.
 
Essa segunda investigação foi encaminhada pela Procuradoria-Geral da República em outubro de 2015, pedindo a abertura de inquérito contra o deputado, além do bloqueio e sequestro dos valores depositados nas contas dele na Suíça. 
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Eduardo Azeredo é condenado a 20 anos de prisão

Jornal GGN - Eduardo Azeredo, ex-governador mineiro pelo PSDB, foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Azeredo foi condenado em primeira instância e pode recorrer em liberdade.

Azeredo, que foi também senador e deputado, fo condenado por crimes ocorridos em sua campanha eleitoral para reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998, no caso conhecido como mensalão tucano. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, o ex-governador se beneficiava de esquema de desvio de verbas de estatais para a campanha. 

Do G1

 
Ex-deputado federal Eduardo Azeredo foi condenado a regime fechado. Por ser decisão em primeira instância, cabe recurso.

O ex-deputado federal Eduardo Azeredo(PSDB) foi condenado, em primeira instância, a 20 anos e 10 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. A sentença foi proferida nesta quarta-feira (16) pela juíza da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Melissa Pinheiro Costa Lage. Da decisão cabe recurso e ele pode recorrer em liberdade.

Azeredo foi condenado por crimes cometidos durante a campanha eleitoral pela sua reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. O político disse à reportagem da TV Globo Minas que não estava sabendo da condenação. O G1 tentou contato com o advogado do Azeredo, mas ele não foi encontrado.

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Como os jornais reagiram às denúncias contra Eduardo Cunha

Dos três principais veículos impressos do País, apenas a Folha teve coragem de pedir, em caso de o deputado federal virar réu no STF, seu afastamento do comando da Câmara

Jornal GGN - De todos os fatos importantes que ocorreram na quinta-feira (20), a denúncia que a Procuradoria Geral da República encaminhou ao Supremo Tribunal Federal contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato, foi o que ganhou destaque em quase todos os veículos da imprensa brasileira.

Uma questão foi levantada a partir da constatação de que Cunha pode vir a ser réu diante do Supremo em algumas semanas: deve o terceiro nome na linha de sucessão presidencial permanecer no comando da Câmara quando o processo penal for iniciado? Cunha já disse que é possível. E o que disseram nos espaços de opinião os principais jornais impressos do País?

A leitura de Folha de S. Paulo, Estadão e O Globo revela que apenas o primeiro veículo teve coragem de defender que Eduardo Cunha seja afastado da presidência da Câmara se o STF julgar que existem "elementos suficientes para receber a denúncia" do procurador-geral, Rodrigo Janot. Para o jornal dos Frias, isso evitará dúvidas sobre o uso da Câmara para atrapalhar as investigações e manterá a imagem da Casa distante do "banco dos réus".

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MPF aponta fortuna que envolvia a ocultação de dinheiro na Lava Jato

Fernando Baiano detido pela PF na Operação Lava Jato

Jornal GGN - Durante a investigação da Operação Lava Jato, o Ministério Público Federal apontou como era a vida de alto luxo de Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, indicado como operador do PMDB no esquema de corrupção da Petrobras, que supostamente intermediava as propinas com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Uma das formas de ocultar o dinheiro e fazer a lavagem era por meio de bens. Em um dos casos, Baiano teria dado uma Land Rover avaliada em R$ 200 mil a Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da estatal.
 
Do blog do Fausto Macedo
 
Do Estadão
 
 
Fernando Baiano, suposto operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobrás, tinha mansão, lancha e deu carro de R$ 200 mil a ex-diretor da estatal
 

Por Julia Affonso, Fausto Macedo e Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba

O Ministério Público Federal apontou a vida de alto padrão e os presentes de luxo, como uma Land Rover avaliada em R$ 200 mil dada para o ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró (Internacional), como forma o de o suposto operador de propinas do PMDB Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, ocultar dinheiro desviado da Petrobrás.

LEIA A ÍNTEGRA DAS ALEGAÇÕES FINAIS DA PROCURADORIA

“Expediente utilizado por Fernando Soares para a ocultação/dissimulação da origem criminosa dos valores que repassava à Nestor Cerveró era o oferecimento de ‘presentes’ ao ex-diretor da estatal”, sustenta a força-tarefa da Operação Lava Jato, nas alegações finais da ação penal em que o ex-diretor e o operador, supostos elos do PMDB na estatal, respondem pelo recebimento de US$ 40 milhões, por dois contratos de navios-sonda da Petrobrás.

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Maduro pede investigação de lavagem de dinheiro no Panamá

Jornal GGN - O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou a criação de uma comissão especial para investigar denúncias de lavagem de dinheiro feita a partir da Venezuela para o Panamá.

Ele formou uma comissão especial para investigar a ilegalidade do processo, bem como a fuga de dólares norte-americanos do país. A declaração foi dada nessa terça-feira (14), em seu programa de rádio e televisão Em contato com Maduro.
 
O chefe de estado explicou também que pediu uma investigação completa porque há fortunas obtidas ilegalmente, construídas com os dólares que pertencem ao povo venezuelano, e que uma máfia tem sido criada em torno de bancos privados e banqueiros.
 
Maduro acrescentou que “ficou impressionado”, durante recente visita ao Panamá para participar da 7ª Cúpula da Américas, com as denúncias que recebeu sobre a lavagem de dinheiro por parte de venezuelanos.

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Empresa de lavagem ecológica lava carro com um copo de água

O empresário Evandro de Oliveira era um dos proprietários de uma lavagem tradicional de carros. Usava-se muito produto, muita água e, garantir uma atividade sustentável, era um desafio. Há quatro anos, ele e o sócio, Marcos Mendes, decidiram tentar um negócio diferente: “Já que era para trabalharmos de maneira correta, resolvemos investir na lavagem ecológica”, relembra. Então, criaram a Acqua Zero, em Brasília, Distrito Federal. “Hoje conseguimos lavar um carro usando apenas 300 ml de água”, conta Evandro. 
 
Os empresários investiram em pesquisa até encontrar os produtos ideais. Estes são diluídos em água e, após a limpeza do carro, removidos com panos. Quando o material fica sujo, é encaminhado para lavanderias, que também tenham responsabilidade ambiental. “Isso reduziu muito o custo com água e, como os produtos são diluídos, a média de gasto com o material para cada carro que lavamos é de R$ 2”, explica Evandro. Leia mais »
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