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lavagem de dinheiro

As formas da JBS lavar dinheiro, por Luis Nassif

De um observador da economia norte-americana

A JBS nos EUA é maior que no Brasil e suas transações financeiras merecem uma ampla investigação.

Por exemplo, a JBS comprou a PILGRIM´S PRIDE, processadora de carne de frango, FALIDA, sob administração da Corte de Falências do Distrito Norte do Texas, por US$2.5 bilhões, outras noticias dão como US$2.8 bilhões, que incluem o pagamento integral de US$1.7 bilhões em dividas, a maior parte sem garantias.

Ora, numa falência é possível comprar créditos por uma fração do valor. Ninguém paga 100% mas em todas as noticias publicadas nos EUA o preço inclui o pagamento integral das dívidas dessa PILGRIM´S.

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Delação sem provas livra senador do PMDB de inquérito

Foto: Agência Senado
 
 
Jornal GGN - O senador Valdir Raupp (PMDB) teve um inquérito por corrupção e lavagem de dinheiro arquivado porque as autoridades não encontraram provas da delação premiada feita por Nestor Cerveró, que teria denunciado supostas operações ilícitas envolvendo a BR Distribuidora.
 
Segundo informações do Conjur, no arquivamento "é destacado que não foram encontrados indícios do crime e que o delator que narrou o suposto delito, Nestor Cerveró, nunca presenciou tais fatos, fazendo apenas juízo de valor sobre o ato a partir de circunstâncias."
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Porque a denúncia do sítio, tecnicamente, jamais deveria ter sido aceita

"Vagueza é a palavra que qualifica adequada e perfeitamente a acusação formulada pelo Ministério Público Federal nestes autos. Pelo entendimento do Juízo, todavia, tudo é abrangido pelo contexto", disparou a defesa de Lula
 

Foto: Reprodução/Lava Jato

Jornal GGN - Denúncia inepta, sem indícios de materialidade, que inverte indevidamente o ônus da prova e se mostra “inábil, omissa e deficitária”. Não resiste a um teste de lógica, afinal, como pode alguém ser acusado de liderar um esquema de desvio de 155 milhões de reais e ter sido, ao mesmo tempo, beneficiado por míseros 1,02 milhão de reais em reformas num sítio? É dessa forma - figurativamente “com os dois pés no peito” do Ministério Público - que a defesa de Lula rebate as acusações feitas pelos procuradores de Curitiba no processo envolvendo o famoso sítio de Atibaia.

No caso em tela, Lula foi acusado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mas a denúncia, na visão dos defensores, “jamais deveria ter sido aceita” pelo juiz Sergio Moro, pois é “vaga”, “temerária”, “leviana”, “abusiva” e “limita-se a reproduzir as palavras abstratas da lei penal descritiva” dos crimes indicados, já que não conseguiu especificar um único ato sequer cometido pelo ex-presidente.

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Condenado no mensalão tucano, Azeredo pode não cumprir 1 dia de prisão

Foto: Agência Câmara
 
 
Jornal GGN - Por  2 votos a 1, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou a sentença dada pela primeira instância contra o ex-governador Eduardo Azeredo (PSDB), por ter sido beneficiado com mais de R$ 3 milhões desviados dos cofres públicos no esquema do mensalão tucano, em 1998. Em valores atuais, o montante chega a R$ 11 milhões.
 
Os recursos foram corrompidos a partir de contratos entre estatais mineira, como a Copasa e a atual Codemig, e empresas de publicidade de Marcos Valério. O dinheiro teria sido empregado na campanha de reeleição de Azeredo ao governo do Estado, da qual ele saiu derrotado.
 
O esquema foi denunciado pela primeira vez na imprensa em 2005. A denúncia foi oferecida em 2007 pela Procuradoria-Geral da República, mas o processo passou a tramitar na Justiça comum em 2014, quando ele abriu mão do foro privilegiado ao renunciar ao mandato de deputado. A condenação em primeira instância, pelos crimes de lavagem de dinheiro e peculato, saiu em 2016.
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Reforma Política abre brecha a lavagem e quer incluir polêmicas


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A reforma política, aprovada pela Comissão Especial da Câmara e que tramita com urgência para que possa valer já nas eleições 2018, foi vista como uma manobra para manter o financiamento bilionário de campanhas políticas com o fundo "da Democracia" criado, como uma estratégia para manter os mesmos políticos no Congresso com o "distritão" e, inclusive, uma transição para a concentração de poder nos deputados e senadores com a mudança do sistema de governo no Brasil ao Parlamentarismo.
 
Agora, um trecho da proposta já aprovada em Comissão e que precisa ser aceita pela Câmara e Senado até o dia 7 de outubro parece ter passado sem os olhos do próprio relator, o deputado Vicente Cândido (PT-SP). É o que prevê a liberação de doações em dinheiro vivo no valor de até R$ 10 mil.
 
Sobre este trecho, técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ouvidos pela Folha de S. Paulo manifestaram preocupação por permitir uma brecha à lavagem de dinheiro, com os repasses em efetivo. Se a reforma política foi apresentada como uma urgência da população por melhorias no nosso sistema eleitoral e com medidas que acabem com a raiz da corrupção, o parágrafo mencionado não só vai na contramão, como estimularia ilícitos.
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PF diz que Gleisi e Paulo Bernardo cometeram crime de corrupção passiva

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) informou, em nota, que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo (PT-PR), e mais três pessoas cometeram crime de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro qualificada após concluirem um inquérito no Supremo Tribunal Federal instaurado para apurar crimes praticados na campanha eleitoral para o Senado em 2014. Gleisi, Paulo Bernardo e mais duas pessoas também são acusadas de crime eleitoral.

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Nassif: Mr. Bean e a lavagem de apartamento da Lava Jato

De todos os absurdos lógicos da Lava Jato, o campeão inconteste é o caso do apartamento que foi lavado. Segundo a brilhante versão dos bravos procuradores da Lava Jato, endossada pelo juiz Sérgio Moro, o tal triplex foi uma propina paga a Lula, em troca de facilidades em três contratos com a Petrobras (depois, quando não conseguiram provas documentais sobre os tais contratos, trocaram por contrato genéricos).

Toda a lógica da lavagem de dinheiro é a da destruição dos rastros das propinas.

O corruptor paga o corrupto em conta no exterior, preferencialmente em paraíso fiscal em nome de uma offshore – isto é, uma empresa aberta no exterior. A empresa é registrada por um escritório especializado, que fornece seu próprio endereço como endereço da empresa.

Só o dono da empresa e o escritório de advocacia sabem de quem.

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Cinco assessores e interlocutores de Temer podem ser investigados

Michel Temer ao lado de Rodrigo Rocha Loures durante ato em maio de 2014 em Curitiba
Temer ao lado de Rocha Loures em ato em maio de 2014 em Curitiba - Foto: Getty Images
 
Jornal GGN - Michel Temer é alvo de uma denúncia por corrupção passiva e pelo menos mais duas estão a caminho da Câmara dos Deputados envadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Mas nos autos de acusação que recaem contra o mandatário, Temer não foi o único arrolado pelas delações de Joesley Batista e executivos da JBS. Intermediários do peemedebista teriam sido decisivos para os escândalos envolvendo o presidente.
 
Além do próprio ex-assessor de Temer no Planalto, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), preso no dia 3 de junho e agora em domiciliar com tornozeleira eletrônica, foram identificados outros personagens ligados ao presidente: Ricardo, Celso, coronel, Edgar e Yunes foram os nomes citados em grampos nas mãos dos investigadores.
 
Tratam-se de interlocutores do atual presidente que receberiam as quantias de propinas, mencionados em conversas de Loures com o diretor de relações institucionais do grupo J&F, Ricardo Saud. No dia 24 de abril, quatro dias antes de o ex-deputado ser flagrado carregando uma mala com R$ 500 mil, ambos se reuniram em um café em São Paulo. 
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Moro, na verdade, condenou Lula a 7 anos afastado de cargos públicos

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Jornal GGN - O jornal O Globo desta sexta (14) faz uma "correção" a respeito da sentença de Sergio Moro contra Lula no caso triplex. O juiz de Curitiba teria determinado, na verdade, que o ex-presidente seja impedido de assumir cargos públicos por 7 anos, período relativo ao dobro da sentença por lavagem de dinheiro apenas.

Antes, a imprensa havia divulgado que a sentença falava em 19 anos, por ser o dobro dos 9 anos e meio de prisão que Moro impôs a Lula juntando os crimes de lavagem e corrupção passiva.

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STF abre inquérito sobre propina de R$ 60 milhões da JBS a Aécio Neves

Foto: George Gianni/PSDB
 
 
Jornal GGN - As revelações da JBS à Lava Jato renderam a Aécio Neves (PSDB) um inquérito por obstrução de Justiça e corrupção que, agora, será desdobrado em uma segunda apuração apenas sobre lavagem de dinheiro, envolvendo pagamentos de R$ 60 milhões em notas frias ao senador tucano.
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As offshores do mercado imobiliário ligadas a investigados pela Justiça

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Juiz afirma que WTorre comprou Complexo JK através de “sucessivas reorganizações societárias” Foto: Iuri Barcelos/Agência Pública

Da Agência Pública

Uma em cada três offshores do mercado imobiliário está ligada a investigado pela Justiça

por Iuri Barcelos

Com base em levantamento da ONG Transparência Internacional, a Pública identificou 89 empresários investigados ou condenados pela Justiça em empresas controladas por offshores proprietárias de imóveis na cidade de São Paulo

Entre as 236 empresas proprietárias de imóveis em São Paulo controladas por offshores, reveladas em pesquisa de abril deste ano da ONG Transparência Internacional, a Pública identificou 89 empresários investigados ou condenados pela Justiça no Brasil. A maioria responde por crimes financeiros como lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

O investigado que detém a empresa com mais imóveis em nome de offshores é Manuel Seabra Suarez, irmão de Carlos Suarez, fundador da construtora OAS. Manuel é sócio da Suarez Habitacional Ltda. Na cidade de São Paulo, a empresa é dona de 101 propriedades, entre imóveis e vagas, com valor venal que soma quase R$ 29 milhões. O valor venal geralmente é menor do que o comercial.

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Supremo adia decisão sobre Aécio e solta irmã e primo, além de assessor de Perrella

Foto: PSDB
 
 
Jornal GGN - A primeira turma do Supremo Tribunal Federal decidiu colocar Andrea Neves e Frederico Pacheco, irmã e primo de Aécio Neves, respectivamente, em prisão domiciliar. A decisão se estendeu ao assessor parlamentar de Zezé Perrella, Mendherson Souza Lima, que também será beneficiado pelo julgamento que ocorreu na tarde desta terça (20), marcado por reviravoltas nos votos de Luiz Fux.
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Justiça francesa confirma condenação de Maluf por lavagem de dinheiro

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Foto: Lula Marques/Agência PT
 
Jornal GGN - O deputado federal Paulo Maluf (PP/SP) foi condenado pela Corte de Apelações de Paris, na França, a três anos de prisão e ao pagamento de multa de 200 mil euros por lavagem de dinheiro. Também foi determinado o confisco de 1,84 milhões de euros, e sua esposa, Silva, também foi condenada a três anos, com multa de 100 mil euros. 
 
O ex-prefeito paulistano já havia sido condenado em 2015 pela Justiça da França por lavagem de dinheiro em crimes que teriam ocorrido entre os anos de 1996 a 2003. Os advogados de defesa do deputado afirmam que vão recorrer na Suprema Corte do país europeu. 
 
Também foi condenado Flávio Maluf, o filho mais velho do deputado, também por lavagem de dinheiro. A Justiça determinou o confisco também de 1,8 milhão de euros em contas do deputado e de seus familiares.

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Sergio Moro aplicou à Adriana Ancelmo a mesma tese que absolveu Cláudia Cruz

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro decidiu absolver a esposa de Sergio Cabral da acusação de corrupção e lavagem de dinheiro com a mesma teoria usada para inocentar a esposa de Eduardo Cunha, a jornalista Cláudia Cruz. De acordo com o magistrado, a Lava Jato não conseguiu provar que a advogada Adriana Ancelmo estava ciente de que a fortuna esbanjada por ela em artigos de luxo era fruto de negócios ilícitos encampados pelo ex-governador do Rio de Janeiro. O Ministério Público Federal não conseguiu comprovar o dolo por parte das esposas.

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Operação abafa: propina a Aécio é devolvida em tentativa de tirar Perrella do escândalo

Advogado de assessor de Perrella avisa imprensa que parte da propina da JBS foi devolvida às autoridades, tentando dar um cavalo de pau na narrativa de que os recursos foram lavados pela empresa do senador
 
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
 
Jornal GGN - O Estadão publicou nesta quarta (14) uma notícia sobre a devolução de parte dos R$ 2 milhões em propina que a JBS afirma ter pago a Aécio Neves (PSDB) que mais parece a deflagração de uma "operação abafa" para tirar o senador Zezé Perrella do meio do escândalo.
 
Segundo a reportagem, a defesa do primo de Aécio, Frederico Pacheco, responsável por retirar as malas de dinheiro com a JBS, devolveu R$ 1,520 milhão à Polícia Federal por meio de um depósito na Caixa Econômica Federal. Mas quem fez questão de divulgar esse fato à imprensa foi o advogado de Mendherson Souza Lima, assessor de Perrella que também participou do transporte de dinheiro.
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