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Lula agora é denunciado na operação Zelotes por tráfico de influência

 

Jornal GGN - Seis meses após dizer na IstoÉ que tem convicção de que houve pagamento de propina na compra de mais de três dezenas de caças Gripen pelas autoridades brasileiras, a força-tarefa da operação Zelotes decidiu denunciar formalmente, nesta sexta (9), o ex-presidente Lula, agora por tráfico de influência.

À Justiça de Brasília, o Ministério Público Federal no Distrito Federal diz ainda ter indícios de corrupção contra mais três acusados: os empresários Maurício e Cristina Mautoni, da M&M, e o filho de Lula, Luiz Cláudio, sócio da LFT.

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Jornalistas confundem contas de empresas e particulares, diz defesa de Luis Cláudio

 
Jornal GGN - Os advogados do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, acusaram jornalistas do Estadão de "confundir propositadamente" as receitas das empresas do filho do ex-presidente, Luis Cláudio Lula da Silva, com suposto lucro pessoal. 
 
E vai além: "Um exame idôneo das receitas mostraria que foram [as receitas] integralmente – e não apenas um 'pouquinho' - canalizadas para a realização do campeonato brasileiro de futebol americano", criticaram a defesa, em referência ao título da coluna publicada no jornal.
 
"Os jornalistas Andreza Matais e Marcelo de Moraes, que assinam a coluna, utilizam-se do maldoso artifício de personificar em Luis Cláudio as atividades que dizem respeito a duas empresas distintas, a LFT Marketing Esportivo Ltda. e a Touchdown Promoção de Eventos Esportivos Ltda. Confundem, propositadamente, as receitas auferidas por tais empresas com a sua pessoa física. O reprovável mecanismo busca tornar verossímil a fantasiosa tese desenvolvida na nota", afirmaram.
 
Na publicação, os jornalistas divulgaram que "apenas um porcentual mínimo dos quase R$ 10 milhões" que Luís Cláudio recebeu "foi utilizado para o patrocínio de futebol americano".
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Reportagem incita fonte a denunciar filho de Lula

"Após plágio, empresa de filho de Lula pode ser processada" é a manchete que noticia possível desejo de processo por publicitário, que não tinha conhecimento da suposta prática de plágio até que o repórter o procurou
 
 
Jornal GGN - Reportagem desta terça-feira (09), de O Globo, tenta levantar a hipótese de uma nova denúncia contra o filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema em questão não tem associações à Lava Jato ou à Operação Zelotes, das quais as tentativas da imprensa, sequencialmente respaldadas por equipes do MPF e da PF, sempre miraram. Mas busca atingir por um terceiro viés a empresa LFT, de Luis Cláudio Lula da Silva.
 
"Após plágio, empresa de filho de Lula pode ser processada" é a manchete do texto, que reporta um desejo do dono do blog "Mundo das Marcas" de processar Luis Cláudio e sua empresa por suposta prática de plágio. A notícia, contudo, não fala em supostos ou hipóteses: o publicitário Kadu Dias, dono do portal, é qualificado pela reportagem como "um dos alvos da cópia" e disse ao jornal, por e-mail, que "pretende tomar providências jurídicas".
 
A fala não contextualizada de Kadu Dias, uma vez transcrita na íntegra, traz outro teor. "O MDM (Mundo das Marcas) é referência neste assunto na web e demorei muito para conquistar credibilidade, com meus textos sendo utilizados por professores, alunos, profissionais de comunicação e grandes veículos de mídia especializada. O blog é aberto ao público e toda informação pode ser utilizada por terceiros, desde que cite a fonte. Esse é meu lema: levar informação de qualidade gratuitamente a quem precise. Se você tiver mais informações sobre este caso, peço a gentileza que me envie para que eu possa tomar providências jurídicas contra este senhor e sua empresa".
 
O publicitário não tinha conhecimento da suposta prática de plágio pela LFT até que o repórter de O Globo o procurou. A solicitação do dono de "Mundo das Marcas" ainda revela como o jornalista o teria abordado: "Se você tiver mais informações sobre este caso, peço a gentileza que me envie para que eu possa tomar providências jurídicas contra este senhor e sua empresa", pede Kadu Dias.
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PF indicia 19 sem citar filho de Lula, mas promete à Folha continuar investigação

Jornal GGN - A Polícia Federal informou na manhã desta sexta-feira (27) que concluiu o primeiro inquérito referente à quarta fase da Operação Zelotes, que apontou negociação de incentivos fiscais a favor de empresas do setor automobilístico. Segundo a PF, o relatório apresenta indícios de crimes cometidos por empresários, lobistas e servidores públicos. Foram indiciadas 19 pessoas por extorsão, associação criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Segundo nota da corporação à imprensa, a conclusão do inquérito ocorreu diante da existência de réus que já estão presos, mas as investigações serão mantidas e novos inquéritos, instaurados. Reportagem da Folha de S. Paulo crava que o filho do ex-presidente Lula, o empresário Luís Cláudio Lula da Silva, terá inquérito próprio na Zelotes. O jornal já havia publicado essa semana que por falta de provas contra Luís Cláudio, ele não seria mencionado neste relatório da PF.

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PF entregará relatório da Zelotes sem acusação contra filho e ex-ministro de Lula

Jornal GGN - O jornal O Globo publicou nesta terça-feira (24) que a Polícia Federal deve concluir até amanhã o primeiro relatório da investigação sobre a suposta compra de medidas provisórias em governos petistas, por consultorias contratadas por montadoras, especialmente a Caoa, representante da Hyundai e da MMC Automotores, fábrica de carros da Mitsubishi no Brasil. Segundo o jornal, não haverá acusações contra o filho do ex-presidente Lula, o empresário Luiz Cláudio Lula da Silva, nem contra o ex-ministro Gilberto Carvalho.

A Zelotes ganhou destaque na mídia após o filho de Lula e Carvalho serem relacionados à compra de medidas provisórias. Ao ex-ministro teria sido demandada uma reunião com um dos lobistas investigados no esquema da Zelotes, fato não consumado, pois ele estava em viagem internacional na data do referido encontro. E a empresa de Luiz Cláudio, a LFT Marketing Esportivo, entrou na mira dos agentes federais por ter sido contratada pela Marcondes & Mautoni cinco anos após a suposta compra de MP. Ele explicou às autoridades que prestou serviços na área de marketing esportivo.

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TRF diz que ação contra filho de Lula foi fruto de "ilações" e decreta sigilo

Jornal GGN - A Folha de S. Paulo publicou na noite de terça-feira (10) que a desembargadora do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, Neuza Alves, acolheu parcialmente um pedido da defesa de Luis Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, e decretou sigilo sobre os documentos apreendidos pela Polícia Federal, a pedido do Ministério Público Federal, em dois escritórios do empresário: a LKT Marketing Esportivo e a TouchDown, que organiza torneios de futebol americano.

A defesa de Luis Cláudio sustentou que o pedido do MPF contra as empresas de seu cliente foi fundamentando em suspeitas vazias e não constavam sequer no relatório da Polícia Federal sobre a Operação Zelotes - que, no início, investigava crimes fiscais envolvendo poderosos grupos econômicos e, agora, mira na suposta compra de medidas provisórias durante dos governos petistas.

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A delegado, filho de Lula justifica pagamentos de empresa investigada na Zelotes

Jornal GGN - O empresário Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, declarou nesta quarta-feira (4), à Polícia Federal de Brasília, que a LFT Marketing Esportivo prestou serviços à Marcondes e Mautoni nos anos de 2014 e 2015, estritamente dentro do ramo em que atua e, por isso, recebeu "os valores que foram contratados". O depoimento de Luís Cláudio foi divulgado pela defesa, no âmbito da Operação Zelotes.

A Marcondes e Mautoni está sob suspeita no Ministério Público Federal por ter participado da aprovação de Medida Provisória do governos Lula, em 2009. A empresa teria contratado a LFT para outros negócios em 2014, cinco anos após a edição da MP, mas os procuradores da Zelotes acharam por bem investigar a empresa de Luis Cláudio mesmo assim.

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Zelotes andou na direção de Lula após troca de juízes, e PT ajudou nisso

Jornal GGN - Há alguns meses, o procurador da República Frederico Paiva, que conduz a força-tarefa da Operação Zelotes no Ministério Público Federal, ocupou páginas de jornais reclamando da conduta de um juíz que não despachava na mesma velocidade que Sergio Moro na Lava Jato.

Quando a Zelotes ainda estava no encalço de poderosos grupos econômicos e consultorias que teriam se beneficiado de um esquema de pagamento de propina em troca de abatimento de dívidas bilionárias com a Receita Federal, o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, negou pedidos de prisão temporária, não autorizou operações busca e apreensão, suspendeu interceptações telefônicas, tornou parte dos autos sigilosos e, assim, segundo o MPF, atrapalhou acordos de delação premiada e afastou o interesse da mídia.

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PF intimou Luis Cláudio às 23h, após festa de aniversário de Lula

Jornal GGN - A Polícia Federal foi ao apartamento de Luis Cláudio Lula da Silva às 23h da terça-feira (27), após a festa de aniversário de Lula, para intimá-lo a depor no âmbito da Operação Zelotes. A informação é da colunista Mônica Bergamo e foi confirmada pela defesa de Luis Cláudio.

Segundo o advogado Cristiano Martins disse à Folha que "infelizmente é mais um excesso que se verifica neste caso", pois "uma intimação neste horário só poderia ser feita com autorização judicial expressa."

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Advogados questionam autorização para busca e apreensão contra filho de Lula

Jornal GGN - Os advogados de Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, prometem protocolar nesta quarta-feira (28), junto ao Tribunal Regional Federal de Brasília, uma medida judicial questionando a decisão da juíza Célia Regina Ody Bernardes, que autorizou a busca e apreensão nas empresas LFT Marketing Esportivo e TouchDown na última segunda (26), no âmbito da Operação Zelotes.

Leia mais: Zelotes sai do encalço do poder econômico para atingir Lula

Segundo a defesa de Luís Cláudio, o "fundamento usado pela juíza para autorizar a medida extrema é precário e inconsistente, apenas repetindo uma especulação do Ministério Público Federal" contra as empresas do filho do ex-presidente.

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Defesa do filho de Lula tenta anular efeitos da busca e apreensão no âmbito da Zelotes

Jornal GGN - Os advogados de Luis Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula (PT) e sócio das empresas LFT Marketing Esportivo e Touchdown Promoção de Eventos Esportivos, informaram nesta quarta-feira (28) que vão buscar a nulidade da decisão da juíza federal que autorizou uma ação de busca e apreensão nas duas empresas, na última segunda, no âmbito da Operação Zelotes.

Segundo a defesa do filho de Lula, a decisão da juíza Célia Regina Ody Bernardes foi "precária" e sem fundamento, repetindo apenas as desconfianças do Ministério Público Federal sobre as empresas de Luis Cláudio. "A ação [mandado de segurança protocolado junto ao Tribunal Regional Federal] tem por objetivo declarar a nulidade das decisões diante de manifesta ilegalidade e a consequente restituição de todo o material apreendido."

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Zelotes sai do encalço do poder econômico para perseguir filho de Lula

Antes, operação focava em máfia criada para abater dívidas de grandes empresas - RBS (Rede Globo), Banco Safra, Santander, Camargo Corrêa - com a Receita. Agora, a reboque da mídia, apura uma suposta - e mal explicada - compra de Medida Provisória no governo Lula


Jornal GGN - Deflagrada em março deste ano, a Operação Zelotes já chegou a ser classificada como o oposto da Lava Jato: não tinha recursos para força-tarefa, nem juiz federal despachando na velocidade de Sergio Moro, ou o mesmo volume de delações premiadas e vazamentos seletivos, tampouco uma lista com mais de 50 políticos implicados publicamente em esquemas de desvio de dinheiro público. Consequentemente, não sentia o impacto da espetacularização dos fatos.

Mas há semanas alguns fatores mudaram, e o principal deles é que o foco da operação saiu do encalço de grandes grupos econômicos - como Rede Globo, bancos e empreiteiras - e de políticos já protegidos pelo foro privilegiado, e passou a perseguir a família do ex-presidente Lula (PT).

Foi o suficiente para transferir a Zelotes das tímidas páginas de jornais da mídia impressa para os espaços de destaque, aqueles destinados às denúncias bombásticas, mesmo que vazias.

Leia mais: Sobre denúncias vazias em manchetes cheias

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Foi erro extinguir títulos pós-fixados, por Fernando Nogueira da Costa

Participação de LFTs no Total

Sugestão de Pedro Penido dos Anjos

do Cidadania & Cultura

Eu não disse? Era um erro extinguir títulos pós-fixados...

Por Fernando Nogueira da Costa

Relembro os seguintes posts — observem as datas das postagens — neste modesto blog:

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2012/09/25/eu-nao-disse/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2013/06/15/eu-nao-disse-eu-ja-sabia-galvao-filma-eu/

https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2013/08/21/leiloes-de-recompra-de-titulos-pelo-tesouro-nacional-eu-nao-disse/

Os leitores são testemunhos de minha advertência que, naturalmente, não foram lidas por quem defendeu “o fim da indexação da dívida pública brasileira (leia-se extinção dos LFTs)”, como os renomados economistas Yoshiaki Nakano, Antônio Delfim Netto, Luiz Gonzaga Belluzzo e discípulos. Meu argumento era muito simples: em uma economia instável como a brasileira, cujas instituições (padrões de vida coletiva) financeiras adotavam os títulos pós-fixados e/ou a correção monetária há mais de 1/2 século, extinguir esse mecanismo de defesa dos portfólios imporia uma perda de capital aos investidores, inclusive os “trabalhadores-rentistas”, quando a taxa de juros Selic revertesse a tendência de queda para uma de alta, como ocorreu em meados de 2013. Dito e feito!

Essa política equivocada, provavelmente, impôs perdas ao FGTS, aos FIFs e a todos os fundos de pensão fechados e abertos que trocaram LFTs por LTNs e NTNs — e carregam, predominantemente, títulos de dívida pública prefixados. A “marcação-a-mercado” dessa renda fixa deve ter agravado as perdas ocorridas devido à queda da renda variável.

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