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Luiz Fernando Pezão

UERJ pode se tornar primeira grande universidade fechada pelo PMDB, por Jean Wyllys

 
 
Por Jean Wyllys, via Facebook
 
 
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, uma das maiores e mais conceituadas do país, corre sério risco de não reabrir as portas nesse ano. É isso que diz a carta aberta do Conselho Universitário, divulgada esta semana, endereçada ao governador Luiz Fernando Pezão. Segundo a universidade, faltam condições básicas de manutenção das atividades e os salários de novembro, dezembro e o décimo terceiro dos funcionários não foram pagos.

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Pezão dá isenção fiscal para empresas e corta verbas da educação

Jornal GGN – Ontem, 21 de março, alunos e professores da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) protestaram contra as políticas do governador Luiz Fernando Pezão para a educação.

Na convocação para o ato, os organizadores denunciaram uma série de problemas na gestão da educação pública: “Terceirizadas demitidas sem pagamento, bolsas e salários atrasados, restaurante universitário fechado, corte na FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) e HUPE (Hospital Universitário Pedro Ernesto) sucateado”, listaram.

Para eles, “são ações sequenciais que só demonstram o interesse de desmontar o ensino gratuito”. Os manifestantes consideram inviável que o governo decida penalizar a educação pública do estado pela crise econômica. “A educação deveria ser prioridade e as escolas e universidades não vão pagar pela crise!”.

Na manhã de 16 de março, professores e pesquisadores que dependem de financiamentos da FAPERJ lotaram a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa. Uma audiência pública tratava do atraso no pagamento de bolsas e cortes no orçamento da entidade.

O governo encaminhou ao Legislativo uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 19/2016) prevendo o corte de R$ 210 milhões, metade das verbas que seriam destinadas à FAPERJ até o final de 2018.

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Pezão exonera secretário que disse acreditar na cura gay

Jornal GGN - Luiz Fernando Pezão (PMDB), governador do Rio de Janeiro, exonerou do cargo de secretário da Assistência Social e Direitos Humanos o pastor Ezequiel Teixeira (PMB). Na última quarta-feira, em entrevista ao O Globo, Ezequiel disse acreditar na "cura gay" e era criticado por esvaziar o programa Rio Sem Homofobia, além de fechar quatro centros de assistência para a população LGBT.

Pezão lamentou as declarações de Ezequiel e disse ser "totalmente contrário" às posições do ex-secretário. No lugar de Teixeira, será nomeado o atual secretário de Governo Paulo Melo, também do PMDB.

Enviado por Gilberto Cruvinel

Do Extra

 
Por Berenice Seara e Fabiana Paiva 

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) acaba de exonerar o pastor Ezequiel Teixeira (PMB) da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.

Em seu lugar, será nomeado o atual secretário de Governo, o ex-presidente da Assembleia Legislativa Paulo Melo (PMDB). No lugar de Melo, entra o atual chefe de Gabinete de Pezão, Affonso Monnerat.

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Projeto de Serra para o pré-sal traria enormes prejuízos, por Paulo Metri

Enviado por Webster Franklin

Da Carta Maior

Metendo os pés pelas mãos

Quando comparado com o modelo atual, podemos antever que o projeto de José Serra para o pré-sal acarretaria enormes prejuízos para toda a sociedade 
 
Paulo Metri
 
Calma, governador Pezão! Não adira, tão rapidamente, ao projeto de lei do senador José Serra, PLS 131, que trata da retirada da Petrobras da condição de operadora única do pré-sal, além de desobrigar esta empresa a possuir, no mínimo, 30% de participação em cada consórcio do pré-sal. Este percentual é uma consequência do fato de não existir operador de consórcio que não possua, no mínimo, 30% do consórcio.
 
Um dos principais argumentos do senador Serra sobre as suas propostas é que elas acarretam aumento da arrecadação de royalty e da contribuição para o Fundo Social. Ele está correto, graças a um provável aumento do nível de atividades no pré-sal. Em primeiro lugar, o fato de existir grande atividade em um setor do nosso país pode não significar que está sendo bom para a sociedade brasileira. Pode estar sendo muito bom somente para aqueles que estão nos espoliando. O governador Pezão, segundo o noticiário, apoiou o projeto do senador, pois cariocas e fluminenses estariam usufruindo de maior arrecadação de royalty. Leia mais »
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Governadores do sudeste se reúnem para enfrentar crise

Jornal GGN - Os governadores de Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo reuníram-se ontem, no Palácio Guanabara, no Rio, para discutir estratégias para contornar a crise econômica e evitar demissões. Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Fernando Pimentel (PT-MG) e Paulo Hartung (PMDB-ES) pretendem ir à Brasília conversar com a presidente Dilma Rousseff e com os presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros.

Em carta divulgada após o encontro, os governadores colocaram seis pontos para enfrentar a crise, como aplicação das mesmas condições dadas aos Programas de Concessões da União aos programas dos estados, a troca de experiências em Parceiras Público-Privadas, e a prioridade nos investimentos de infraestrutura, logística, construção civil e saneamento básico.

O governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, disse que todos estão se esforçando para cumprir as metas fiscais, que também estão preocupados com o emprego. Geraldo Alckmin reafirmou a preocupação com o desemprego e disse que uma das propostas é aproveitar a desvalorização do real para um “grande esforço exportador”.

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