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Luiz Inácio Lula da Silva

Temer moribundo no governo favorece Lula em 2018


Foto: Marcello Casal JR/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - A permanência de Michel Temer no posto de presidente da República é eleitoralmente benéfica a partidos de oposição, sobretudo ao PT e Luiz Inácio Lula da Silva. Isso porque quanto mais o peemedebista tem a sua imagem afetada, com altos níveis de impopularidade, e a associação de seu governo PMDB a de partidos como o DEM e o PSDB, maiores a chances de adesão e apoio a um nome da oposição no Planalto em 2018.
 
A avaliação é de cientistas políticos e pesquisadores, consultados por reportagem do UOL, que entenderam que o sangramento de Michel Temer favorece a candidatura, principalmente, de Lula. O partido nega que tenha a intenção de se aproveitar desse possível fortalecimento às custas da destruição do atual governo.
 
Mas pesquisadores assim vem: enquanto no cenário atual de crise "é difícil imaginar que Temer se recupere e que recupere as condições de administração", "do ponto de vista eleitoral, isso é vantajoso para o PT",  manifestou o cientista político e professor emérito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Fábio Wanderley Reis.
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Sem achar nas contas de Lula, Justiça bloqueia previdência do ex-presidente


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - Na sequência do congelamento das contas de Luiz Inácio Lula da Silva, em decorrência da condenação do juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, após não encontrar 94% do montante estimado nas quatro contas vasculhadas do ex-presidente, os planos de aposentadoria privada de Lula foram sequestrados.
 
Conforme o GGN divulgou nesta quarta-feira (19), Moro calculou que o triplex não alcançaria a quantia de R$ 16 milhões, faltando restituir R$ 13,7 milhões dos supostos desvios. Para chegar a essa quantia, três apartamentos de Lula foram bloqueados e o juiz de Curitiba pediu que o Banco Central congelasse outros R$ 10 milhões de possíveis contas relacionadas ao ex-presidente, o que também não foi possível pela inexistência dos recursos nas contas.
 
Assim, apenas R$ 606.727,12 foram congelados, o que representa pouco mais de 6% da quantia que o magistrado de primeira instância previa para a condenação do ex-presidente. A Justiça recorreu, então, a pagamentos de previdência. O BrasilPrev, do Banco do Brasil, mirou um total de R$ 9 milhões: R$ 7,19 milhões do plano empresarial de previdência privada da empresa de palestras de Lula, a LILS, e mais R$ 1,84 milhões do plano individual do líder petista.
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AO VIVO: Debate do PT sobre condenação de Lula abre atos desta quinta


Foto: Reuters
 
Jornal GGN - Em uma espécie de abertura dos atos desta quinta-feira (20), em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da Democracia, pelas Diretas Já e pelo Fora Temer, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), comanda um debate ao vivo com o advogado Cristiano Zanin, às 15h30, que será transmitido pelas redes sociais.
 
Além da senadora, participam da conversa o senador Lindbergh Farias (RJ), o líder do PT na Câmara, deputado federal Carlos Zarantini (SP), o deputado Paulo Teixeira (SP), o ex-deputado e um dos vice-presidentes da sigla, Márcio Macedo, e o ex-ministro Alexandre Padilha. 
 
O diálogo será realizado na sede do PT em São Paulo e transmitido ao vivo pelas redes sociais da Fundação Perseu Abramo. Levantando a hashtag #DemocraciaComLula, a conversa terá início imediatamente após a entrevista concedida pelo ex-presidente Lula, que ocorre neste momento, aos jornalistas José Trajano, Juca Kfouri e Antero Greco.
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Na Alemanha, imprensa fala em "provas ralas" na condenação de Lula

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Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
 
Jornal GGN - Os jornais alemães repercutiram a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em sentença proferida pelo juiz Sérgio Moro dentro da Operação Lava Jato. 
 
O Die Zeit aponta que o combate à corrupção no Brasil se misturou com objetivos políticos de “forma demasiadamente óbvia”, lembrando que Lula lidera as pesquisas de intenção de voto para 2018. 
 
O Süddeutsche Zeitung afirma que o “caçador de corruptos alcançou sua maior presa”, afirmando que Moro poderia se passar por um James Bond tupiniquim. O jornal destaca que o juiz afirmou, na sentença, a condenação do ex-presidente não lhe traz satisfistação pessoal. “No máximo, metade dos brasileiros acredita nele”, diz a publicação alemã.

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Movimentos sociais fazem atos em defesa de Lula e dos direitos trabalhistas

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Foto: Paulo Pinto/AGPT
 
Jornal GGN - A Frente Brasil Popular irá realizar uma série de manifestações dentro de uma grande mobilização nacional nesta quinta-feira (20). 
 
Os atos devem ocorrer em todos os Estados do país e irão sair em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e protestar contra a reforma trabalhista e a retirada de direitos. Os manifestantes também vão pedir a saída do presidente Michel Temer e a realização de eleições diretas.
 
Em São Paulo, o ato irá ocorrer na Avenida Paulista, às 17h, com a presença de Lula e também da ex-presidente Dilma Rousseff. 
 
A Frente Brasil Popular afirma que as mobilizações pretendem “"relacionar a perseguição ao ex-presidente com a agenda de retrocesso nas leis trabalhistas e reafirmar, diante desse quadro de intensa crise política e institucional, a realização de eleições diretas para a presidência da República".

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Falta de provas leva Moro ao descontrole nos argumentos, por Janio de Freitas

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Foto: Lula Marques/AGPT
 
Jornal GGN - A sentença do juiz Sérgio Moro que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem um pouco de tudo e dizem mais sobre o magistrado do que sobre o acusado. 
 
A opinião é do colunista Janio de Freitas, que afirma que não há igualdade nas condutas de Lula e do ex-deputado Eduardo Cunha, ao contrário do que defende o juiz federal de Curitiba. Para o jornalista, a falta de sucesso na busca por provas que contrariem Lula  leva os procuradores e Moro ao descontrole das argumentações, priorizando o “desejado contra a confiabilidade”. 
 
“O apartamento pode até ser de Lula, mas ainda não há provas. Leia mais »
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PT repudia bloqueio de bens e diz que Moro tomou 'decisão mesquinha'

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Foto: Lula Marques/AGPT
 
Jornal GGN - Por meio de nota oficial, o Partido dos Trabalhadores repudiou a decisão do juiz Sergio Moro de bloquear os bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que ela é uma pena de “asfixia econômica” que tira do petista os meios até mesmo para se defender das acusações.
 
Além disso, a legenda diz que o bloqueio foi um “decisão mesquinha” e um caso típico de retaliação. Para o partido, Moro não tem equilíbrio e a parcialidade necessária para julgar os processos que envolvem o ex-presidente.
 
O partido também aponta que os sigilos fiscal e bancário de Lula e seus familiares haviam sido quebrados, e que, por isso, o juiz da primeira instância de Curitiba “sabe que o ex-presidente não tem contas ocultas nem patrimônio inexplicável”.

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Moro não consegue congelar 94% do que calculava de Lula

Quantia foi vasculhada, sem sucesso, nas quatro contas do ex-presidente e até um carro de mais de 30 anos ficou de fora do bloqueio
 

Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - Ao decidir bloquear as contas e bens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, conseguiu congelar apenas 6% da quantia que previa para a condenação de Lula. O magistrado do Paraná também dispensou reter o carro do lider petista, por ser uma caminhonete antiga, de 1984.
 
No despacho que integra o processo que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o juiz federal pediu o sequestro de três apartamentos de Lula em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, sendo um deles a própria residência do ex-presidente, e pediu ao Banco Central que congele um limite de até R$ 10 milhões em contas encontradas relacionadas a ele.
 
O pedido de Moro ocorreu no dia 14 de julho e tramitava em segredo de Justiça. Seria uma forma de reparação de danos à Petrobras, no âmbito da Operação Lava Jato. Mas ao vasculhar as quatro contas bancárias de Lula, o Banco Central conseguiu detectar pouco mais de 6% do limite imposto pelo magistrado: 606.727 reais e doze centavos.
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Identificação de Lula como alvo não é gratuita, por Roberto Amaral

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Foto: Ricardo Stuckert
 
Do site de Roberto Amaral
 
POR QUE LULA?
 
A identificação de Lula como alvo da reação não é gratuita. Se dá pelo que ele simboliza
 
Sem surpresa, o País recebeu a anunciada condenação de Lula, sentença que já estava pronta antes mesmo da mal articulada denúncia do Ministério Público Federal, antes mesmo do julgamento na ‘República de Curitiba’, pois, antes de tudo, estava lavrada pelas classes dominantes – os rentistas da Avenida Paulista, as “elites” alienadas, a burguesia preconceituosa, um empresariado sem vínculos com os destinos do povo e de seu país. Uma “elite” movida pelo ódio e pela inveja que alimenta a vendeta. Denúncia, julgamento, condenação constituem uma só operação política, cujo objetivo é avançar mais um passo na consolidação do golpe em progresso iniciado com a deposição da presidenta Dilma Rousseff.
 
Tomado de assalto o poder, cumpriria agora destruir eleitoralmente a esquerda, numa ofensiva que lembra a ditadura instalada em 1964. Para destruir a esquerda é preciso destruir seu principal símbolo, assim como para destruir o trabalhismo caberia destruir o melhor legado de Getúlio Vargas. Não por mera coincidência, o dr. Sérgio Moro decidiu dar à luz a sentença a ele encomendada no dia seguinte em que o Senado Federal violentava a Consolidação das Leis do Trabalho.
 
Desinformando e formando opinião, exaltando seus apaniguados e difamando aqueles que considera seus inimigos, inimigos de classe, a grande imprensa brasileira promove o cerco político, e tece as base da ofensiva ideológica unilateral, porque produto de um monólogo. 

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A condenação de Lula e o momento da virada, por Mauro Santayana

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Foto: Ricardo Stuckert

Do blog de Mauro Santayana

O momento da virada

por Mauro Santayana

A condenação de Lula sem provas, por um crime que não cometeu - não recebeu, não usufruiu, nunca teve o tal triplex em seu nome - com a argumentação, como nos filmes de ficção científica, vide "A Nova Lei - Minority Report", de que tinha a intenção de  eventualmente praticá-lo - a quase dez anos de prisão e a mais de sete de ostracismo político, precisa servir de alerta final, talvez o mais significativo até agora, antes que se proceda à inexorável entrega do país ao fascismo nas eleições do ano que vem.
 
O passo dado pelo Juiz Sérgio Moro foi de sutileza paquidérmica, do ponto de vista do desrespeito, desconsideração e desprezo pelo Estado de Direito, e, como já dissemos tantas vezes aqui, já estava sobejamente anunciado.
 
Tanto quanto o está a condenação de Lula em segunda instância, em prazo eventualmente recorde - como já dá,  espertamente, como favas contadas, certa mídia - se não se estabelecer  prontamente uma estratégia de defesa da democracia, com relação às eleições diretas, ocorram elas em 2018 ou nos próximos meses.
 
O problema não é partidário.
 
A grande questão não é o que está ocorrendo com Lula, Dilma e o PT, que, por omissão, excessivas concessões ou falta de planejamento e resposta tática, contribuíram também para que as coisas chegassem onde estão hoje.
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"O problema do Brasil não era a Dilma", diz Lula sobre o golpe


Foto: Ricardo Stuckert / Lula.com
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou o juiz que o condenou a 9 anos e 6 meses de prisão, Sérgio Moro, de "czar", em referência aos monarcas dos impérios búlgaro e russo, e os procuradores da força-tarefa de Curitiba, comandada por Deltan Dallagnol, de "jovens mal-intencionados".
 
As declarações foram feitas à rádio Capital, de São Paulo, em entrevista na manhã desta terça-feira (18). Uma semana após a sentença por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente disse querer "provar que o Moro errou, que a equipe da Lava Jato errou" e que "mentiram demais".
 
"Não vou, depois de 70 e poucos anos de vida, permitir que meia dúzia de jovens mal-intencionados venham tentar jogar a minha imagem na lama. (...) O juiz Moro não pode continuar se comportando como um czar. Ele faz o que quer, quando quer, sem respeitar o direito democrático, sem respeitar a Constituição. E não deixa a defesa falar", disse.
 
O ex-presidente também ressaltou o cenário político atual, como consequência após a queda da então presidente e sua sucessora, Dilma Rousseff. Se antes, em dezembro de 2014, o país apresentava "o menor índice de desemprego de sua história, 4,5% de desemprego", com "padrão Suécia, Dinamarca e Alemanha", com aumento de 74% no salário mínimo, hoje a situação é outra.
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Por que Moro condenou Lula, Por José Gilbert Arruda Martins

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Foto: Pedro Olveira/Alep
 
Por que Moro condenou Lula
 
Por José Gilbert Arruda Martins
 
“Sejamos o pesadelo dos que querem roubar nossos sonhos”. É uma tremenda responsabilidade abrir este ou qualquer outro texto usando palavras do guerrilheiro argentino Che Guevara, mas o momento político brasileiro exige a ousadia. 
 
Como podemos ser o pesadelo dos caras que estão roubando sonhos de milhões de trabalhadores e trabalhadoras do país com apenas marchas, passeatas, acampamentos, discursos e reuniões?
 
Comícios, marchas, panfletagens, caminhadas, passeatas etc., parecem não surtir o menor efeito sobre a voracidade dos rentistas daqui e de fora. Do impedimento até hoje, mesmo com todas as ilegalidades cometidas pelos golpistas, nada, absolutamente nada, do que a classe trabalhadora e os movimentos sociais fizeram nas ruas e praças desse país, parece impedir o desmonte total de todo o ensaio de Estado do Bem-estar Social que existia desde 1943.

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Lava Jato será estudada mais por seus desmandos, por Jânio de Freitas

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Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - Mais do que as suas condenações, a Operação Lava Jato será lembrada e estudada por suas arbitrariedades e desmandos, afirma o jornalista Janio de Freitas, em sua coluna de hoje (16), na Folha de S. Paulo.
 
O colunista ressalta que a conexão entre o apartamento no Guarujá (SP) e os subornos na Petrobras nunca foi demonstrada, apesar de isso embasar a decisão do juiz. 
 
“Não houve no Conselho Nacional de Justiça e no Supremo Tribunal Federal quem pusesse o juiz de Curitiba abaixo da lei”, diz Janio, lembrando das gravações feitas no âmbito da Lava Jato e que foram divulgadas ilegalmente. 

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Quem está em risco com a sentença de Moro é você, por Rogério Galindo

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Foto: Lula Marques/AGPT

Jornal GGN - Ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão com base em indícios, o juiz Sérgio Moro ignora uma regra do direito penal que afirma que, na dúvida, o réu deve ser considerado inocente.

A análise é de Rogério Waldrigues Galindo, no jornal paranaense Gazeta do Povo. Para o colunista, mesmo que Lula não seja inocente culpado, uma condenação sem provas cabais atropela uma das garantias fundamentais do Direito e da também da democracia.

"Os fins jamais podem justificar os meios. Ainda mais quando os “meios” calham de ser nossa única proteção contra uma ditadura do Judiciário", afirma.

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Especialistas analisam o cenário pós-condenação de Lula


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

 
Por Valério Paiva
 
Analistas projetam possíveis efeitos da sentença de Sérgio Moro
 
Do Jornal da Unicamp

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado, em primeira instância, a nove anos e seis meses de prisão em um dos processos que responde na 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba. De acordo com a sentença do juiz Sérgio Moro, Lula recebeu propina de 3,7 milhões de reais da construtora OAS. Ele responderá em liberdade enquanto recorre em instância superior – Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre.

Jornal da Unicamp ouviu seis analistas que avaliam os efeitos que a condenação de Lula poderá ter na cena política brasileira, bem como a legitimidade da decisão da Justiça Federal do Paraná.

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