Revista GGN

Assine

Maia

Maia defende novo sistema eleitoral com "distritão"


Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados

Da Agência Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que a aprovação do chamado “distritão” como sistema eleitoral de transição para o distrital misto em 2022 será um avanço em relação ao contexto atual e permitirá um nível de renovação maior no Parlamento brasileiro.

Durante debate sobre a renovação na política brasileira, promovido em São Paulo pelo Insper e pela revista “Época” na segunda-feira (28), Rodrigo Maia disse que “o voto majoritário renova mais e dá mais oportunidades que o voto proporcional”.

Segundo o presidente da Câmara, no estado de São Paulo, onde uma legenda precisa de aproximadamente 350 mil votos para deputado federal, alguém que representasse um segmento da sociedade poderia ser eleito com menos da metade desse total, o que facilitaria a pluralidade de representação no Parlamento.

“Uma pessoa que não conhece a política, que vem de fora da política, e vai precisar formar uma chapa para obter 350 mil votos [no sistema atual] terá mais dificuldades do que se representar um segmento da sociedade e com 150 mil votos pode estar eleita”, explicou.

Leia mais »

Média: 1 (3 votos)

Além de senadores, Maia defende transição a parlamentarismo


Rodrigo Maia, Michel Temer e Geraldo Alckmin participam da abertura de congresso promovido pela Fenabrave em São Paulo - Foto: Alan Santos/PR
 
Jornal GGN - Para valer nas eleições de 2018, a reforma política precisa ser aprovada até agosto, um ano antes do registro eleitoral de candidatos que irão disputar os pleitos. Por isso, os parlamentares pressionam para que a matéria seja analisada o quanto antes. 
 
Nesta terça-feira 08), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, comprometeu-se a levar o tema à votação até o final deste mês. E na temática já será inserida a possibilidade de um sistema distrital misto: uma transição para o parlamentarismo [leia mais].
 
A ideia do sistema seria introduzi-la nas eleições municipais de 2022 e um tipo de transição para o voto distrital misto já no próximo ano. Senadores e deputados governistas vêm defendendo a proposta.
Média: 1 (3 votos)

No dia seguinte ao enterro da denúncia, aliados correm por interesses no Congresso


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O enterro da denúncia contra Michel Temer foi o primeiro passo dado pelos parlamentares governistas para se chegar ao segundo: aprovar, o quanto antes, as reformas paralisadas, medidas econômicas de interesse, inclusive, a tentativa de abertura do financiamento eleitoral por empresas. A corrida tem um fator adicional: além da forte impopularidade que assola neste momento o governo Temer, uma nova denúncia deve ser protocolada a qualquer momento, que os próprios aliados não garantem mais segurar.
 
Além de Medidas Provisórias que assumem a prioridade na Câmara e no Senado, pendem ainda as reformas política e da Previdência, interesses que atendem grande parte da gama dos partidos aliados, possibilitados pelo mandatário peemedebista e que exigem respostas imediatas, frente à pressão popular que só deve aumentar a cada dia. 
 
A reforma política discute, neste momento, o uso do fundo eleitoral público para alimentar as campanhas de 2018. Também na proposta que se diz reformar o sistema como se elegem hoje os representantes no Executivo e Legislativo, está a tentativa de incluir um prazo maior para proibir a prisão de candidatos.
Média: 2.7 (3 votos)

Governo quer abafar conflitos em nome de interesses econômicos

Tanto o presidente da República como da Câmara não querem repercussão do conflito da Reforma Trabalhista na Previdenciária
 
Resultado de imagem para temer e maia fotos publicas
Foto: Beto Barata/ PR
 
Jornal GGN - Após os conflitos públicos gerados entre o presidente Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os rumores que seguiram desde que o deputado trouxe sinais de que seria favorável ao afastamento do mandatário, com o desgaste de sua imagem e o pós das reformas conquistadas no Congresso, ambos tentam recuperar o diálogo.
 
O motivo é justamente evitar que as repercussões negativas de um conflito entre o presidente da Casa Legislativa e o presidente da República recaiam sobre as medidas que ainda tramitam, como a Reforma da Previdência.
 
O receio é que não se repita o ocorrido na Reforma Trabalhista que, após ser aprovada pelo Senado graças a uma suposta concessão de Temer junto a parlamentares indecisos, lido em carta pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de que enviaria uma Medida Provisória para abrandar alguns dos pontos mais polêmicos, Maia negou que acataria a revisão da Reforma.
 
O interesse do deputado estava no fato de que o texto original, aprovado pela Câmara por empenho dos aliados e depois também aceito pelo Senado, não fosse modificado. Jucá ignorou que Maia manifestou-se publicamente pelo engavetamento da medida e comunicou que as mudanças já haviam sido enviadas à Câmara.
Sem votos

Não podemos deixar denúncia contra Temer para agosto, diz Maia

 
Jornal GGN - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu mais uma vez a agilidade da resposta da Casa sobre a denúncia contra Michel Temer. Logo após a aprovação da reforma trabalhista pelo Senado e do pronunciamento de Temer de que iria enviar uma Medida Provisória para amenizar alguns pontos polêmicos das mudanças trabalhistas, Maia mostrou-se mais radical a um afastamento da fidelidade ao mandatário.
 
"O meu objetivo, como presidente da Câmara, e tenho seguido isso a risca, não é fazer aqui nem a defesa do governo, nem a defesa daqueles que tem uma posição a favor do relatório apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ)", disse, em coletiva.
 
Questionado sobre a possibilidade de o recesso parlamentar atrasar a votação da denúncia e da urgência da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Maia disse que depende do Congresso a votação da LDO nesta quarta-feira (12) e que o processo que pode condenar Temer deve ser votado ainda neste mês pela Câmara.
Sem votos

Maia vai engavetar acordo de Temer em polêmicas da reforma trabalhista


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - A carta de Michel Temer lida pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), não deixou satisfeitos todos os aliados no Congresso. O descontentamento do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com o mandatário foi mais uma vez exposto: desta vez, disse que vai engavetar as tentativas de mudança na Reforma Trabalhista aprovada pelo Senado, nesta terça (11).
 
A votação já foi marcada por muitas tensões e grande resistência da oposição no Senado. Mas um dos dispositivos recorridos pelo presidente da República para tentar obter algum tipo de diálogo com aqueles senadores indecisos e com os que não concordavam com a reforma da maneira que estava - pautar uma medida provisória com ajustes para "atenuar" pontos polêmicos - não teve sucesso no comando da Câmara.
 
As medidas do governo Temer para alterar os direitos até hoje garantidos aos trabalhadores pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) geraram já um forte embate no Senado. Todas as tentativas de emendas sugeridas pela oposição foram rejeitadas pela base, uma vez que a aceitação delas faria voltar à Câmara toda a reforma trabalhista, reiniciando o processo de votação.
Média: 3.5 (2 votos)

Maia mudou lealdade a Temer após encontro com representante da Globo


Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Rodrigo Maia (DEM-RJ) vem confirmando que sua postura discreta guarda por trás as articulações para os próximos passos da política nacional: deve abandonar de vez a sua fidelidade a Michel Temer em nome de manter certa estabilidade para os próprios aliados, que hoje dominam o Congresso Nacional.
 
Além do apoio de grande parte dos que se consideravam aliados de Temer no mundo político, a concordância de Maia para a queda do presidente contou com o aval de representantes do mercado e da Globo. Desde um encontro que o deputado teve com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet, no último domingo, o diagnóstico passou a ser certeiro: a queda do atual presidente é irreversível. 
 
O que está em jogo agora é como se dará essa transição até as eleições 2018, quando os próprios parlamentares precisam estar munidos de força política, alianças e, sobretudo, apoio do mercado para as campanhas eleitorais. 
Média: 5 (1 voto)

Se Temer é derrotado na CCJ, Rodrigo Maia ganha apoio uníssono

De fiel aliado, Rodrigo Maia se incomoda com pressões do governo e pode ser levado aceitar corrente dos que o veem como o sucessor ideal de Temer
 

Foto: EBC
 
Jornal GGN - A opção de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, tem sido a de apresentar uma discreta institucionalidade. Mas enquanto avançam os rumores, dentro de um forte segmento da base aliada, de que ele é o perfeito substituto de Michel Temer, os receios do outro lado também aumentam e vozes do presidente vem cobrando de Maia a fidelidade a Temer. A reação não foi das mais bem vistas pelo próprio parlamentar, que até agora se dedicou a ser um dos mais fiéis seguidores do mandatário. 
 
Em uma semana, o discurso mudou. A pressão veio grande por boa parte da base aliada, na Câmara e no Senado, apostando no nome de Rodrigo Maia como o sucessor de Temer, em momentos em que a permanência do presidente se demonstra insustentável. A ideia foi endossada por antes apoiadores do mandatário, diante dos riscos de que uma queda de Temer geraria a morte de toda a estrutura atual de governo com a base no Congresso.
 
Já no setor de dissidentes, a figura mais forte atualmente é a de Renan Calheiros, líder da bancada do PMDB no Senado que pediu a renúncia, e aposta na opção Rodrigo Maia como o sucessor ideial para uma transição até as eleições de 2018. Em entrevista recente, atacou duramente Temer, afirmando que "ninguém aguenta mais o governo". 
Média: 3 (2 votos)

Dois gumes: ouvir Janot favorece oposição, mas também quem quer Maia presidente


Foto: REUTERS/Adriano Machado
 
Jornal GGN - Avançam estratégias pelos dois lados rachados da base no Congresso, com uma convergência: buscar manter o atual grupo político no poder. Parte dos parlamentares defende que o presidente da República se mantenha e farão o possível para protelar a denúncia na Câmara, a tempo de angariar medidas como a aprovação de reformas e a forma de se financiar as eleições de 2018. Outro segmento assume a insustentabilidade de Temer permanecer e aposta em nomes como o de Rodrigo Maia (DEM-RJ).
 
São notórios os estímulos daqueles que querem Maia como o novo presidente da República, seja em um afastamento de Temer com a aceitação rápida da denúncia de corrupção do mandatário - e das outras duas previstas de chegar à Câmara em breve. Mas também caminha os remanescentes aliados que tentarão a todo custo que Michel Temer fique, pelo menos até a aprovação de todas as reformas, incluindo a trabalhista e Previdência, pelo Congresso.
 
Se soma a isso o interesse de aliados de que o processo de tramitação da denúncia ocorra com todos os direitos de resposta, tanto de acusadores, como de defesa, para garantir o posicionamento de Temer e, ao mesmo tempo, acumular tempo para que as outras denúncias cheguem e ocorra um único julgamento da Câmara, e não em três partes, que prejudicaria ainda mais a imagem do mandatário.
Média: 5 (1 voto)

Rodrigo Maia é reeleito presidente da Câmara

 
Jornal GGN - Os deputados federais elegeram Rodrigo Maia (DEM-RJ) como o presidente da Câmara, nesta quinta-feira (02). Assumindo o mandato tampão com a queda de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e sua cassação no ano passado, a candidatura de Maia era impedida, antes, por ação do Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou de última hora no noite desta quarta (01) pelo ministro Celso de Mello.
 
O resultado já era esperado. Maia foi reeleito por 293 votos, conferindo ao parlamentar um mandato de dois anos, até janeiro de 2019, e entrando para o primeiro da linha sucessória da Presidência da República. Assim como a vitória do peemedebista Eunício Oliveira no Senado, Temer garantiu um dos principais aliados também na Câmara até o fim de seu governo.
 
Nesta quarta (01), Celso de Mello liberava Maia para disputar a vaga nesta quinta, negando concessão de liminar, que questionava se o deputado do DEM poderia se recandidatar, uma vez que ocorre em uma mesma legislatura. 
Média: 1.1 (7 votos)

Tribunal libera Rodrigo Maia a se recandidatar à Presidência da Câmara

 
Jornal GGN - A liminar que impedia o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de concorrer à reeleição no próximo dia 2 de fevereiro foi derrubada pela Justiça. O presidente do TRF da 1ª Região, Hilton Queiroz, confirmou os argumentos defendidos pelo deputado.
 
A Constituição e o regimento interno da Câmara dos Deputados vedam a reeleição do presidente em uma mesma legislatura. O trecho é usado por adversários do parlamentar para apontar que Maia não pode concorrer ao cargo novamente. Mas o atual presidente argumenta que o primeiro foi um mandato tampão, por ter sido eleito em julho do ano passado, com a queda e cassação de Eduardo Cunha (PMDB).
 
"A literalidade da disposição constitucional ora transcrita deixa evidente que a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente só é vedada aos que foram eleitos para mandato de dois anos, o que não é o caso dos autos, em que o atingido pela decisão judicial apenas cumpre mandato tampão", disse o desembargador na decisão.
Média: 1 (4 votos)

Disputa pela Presidência da Câmara carrega peso de apoio a Maia

 
Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, critica os atuais candidatos ao posto, de dentro do Complexo Médico Penal, no Paraná. Além disso, estaria palpitando sobre "favores" feitos a alguns deputados, enquanto ocupava o posto, enxergando a sua cassação como culpa de Rodrigo Maia (DEM-RJ).
 
A informação é do Painel, da Folha de S. Paulo, que aponta ainda que em conversa recente, Cunha comentou que indicar Maia à relatoria da reforma política foi um favor prestado ao deputado.
 
Do outro lado, também não deixa de criticar Rogério Rosso (PSD-DF), do centrão, do qual aponta uma "campanha errática" na última chance pelo cargo, em julho. Chegou a comentar até o uso da camisa da Chapecoense para se lançar candidato, que foi, na verdade, um presente de um colega da bancada. 
Média: 3 (4 votos)

PMDB quer blindar Renan e Maia para manter governabilidade de Temer

 
Jornal GGN - Após a votação polêmica do Supremo Tribunal Federal (STF), que por maioria aprovou a manutenção de Renan Calheiros (PMDB-AL) na Presidência do Senado, retirando-o apenas da linha sucessória da Presidência da República, bastidores do Congresso alimentam que caciques parlamentares tentam uma Proposta de Emenda à Constituição para blindar os presidentes da Câmara e Senado.
 
Como as duas Casas Legislativas são indicações do PMDB, Renan no Senado e Rodrigo Maia (DEM-RJ) na Câmara, o intuito é beneficiar parlamentares para proteger a agenda de interesses do governo de Michel Temer.
 
Isso porque os dias estão contados para acelerar na pauta da Câmara e do Senado as medidas do governo peemedebista. Entre elas, a PEC 55, do Teto dos Gastos Públicos, que busca congelar por 20 anos os investimentos da União, afetando diretamente a saúde e a educação.
Média: 1 (1 voto)

Temer quer aprovação da PEC 241 no Congresso e no mercado

 
Jornal GGN - Em tentativa de ofensiva contra a negativa imagem da PEC 241, do Teto dos Gastos Públicos, que congela os recursos da União por vinte anos impactando nos investimentos da saúde e educação, o presidente Michel Temer lança massiva campanha para convencer que o projeto é bom.
 
Em última declaração, deita em discurso para empresários japoneses e brasileiros e para a imprensa, Temer descreveu a PEC como a medida legislativa mais séria e responsável desde a Constituição de 1988.
 
Durante o encontro que antecipou um almoço na federação nacional das indústrias janponesas, o Keidanren, além de preparatória para sua viagem ao Japão, Michel Temer repetiu seus slogans, de que a economia do Brasil já está se recuperando, mas que precisa de colaboração dos investidores e empresários.
 
Para isso, reafirmou as expressões "recomeço", "diálogo", "segurança jurídica", "responsabilidade", e "ajudar a construir o futuro do Brasil", para atrair o mercado. "Quem investir no Brasil saberá que opera em um ambiente previsível, seguro e racional", tentou convencer.

Leia mais »

Média: 3.7 (3 votos)

Contra reforma eleitoral, Maia quer alternativa para financiamento de campanhas

Resultado de imagem para rodrigo maia temer
 
Jornal GGN - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), faz os primeiros movimentos para retroceder na minirreforma eleitoral, promulgada em setembro de 2015, que impôs, entre outras medidas, a impossibilidade de financiamento de campanhas por empresas privadas.
 
Isso porque as eleições municipais deste ano mostraram o contingenciamento das mudanças nos rumos da política, com campanhas consideradas "pobres", diante da inconstitucionalidade das doações de empresas. Com o cenário, Maia afirmou nesta quinta-feira (13) que, se não houver "alternativa" ao financiamento, o sistema eleitoral entrará em colapso.
 
"Qual o sistema pode legitimar a política? E como é que você vai financiar a política? Não haverá financiamento de pessoa jurídica[...]. Então, teremos pessoa física ou financiamento público. Com esses dois modelos, esse sistema vai entrar em colapso em 2018. Só no Rio de Janeiro, são cem deputados do meu partido. Como é que a gente financia isso?", mostrou a preocupação.
Média: 1 (1 voto)