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mala de dinheiro

Com fim da era Aécio e Temer, sem saída, revista detalha propinas

Reportagem de Época insere-se no contexto de mudança drástica de editoriais da imprensa em ritmo de sobrevivência e adaptação, com os inegáveis esquemas envolvendo PMDB e PSDB
 
 
Jornal GGN - O primo de Aécio Neves (PSDB-MG), Frederico Pacheco, foi a ponte usada pelo senador para retirar R$ 2 milhões ilícitos acordados com o dono da JBS, Joesley Batista. Em ação similar também foi a entrega de outros R$ 500 mil destinados ao presidente Michel Temer, por meio do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures. A mala preta com rodinhas deste último e a de Fred, como é chamado o empresário e familiar de Aécio, contendo a segunda parcela de R$ 500 mil ao tucano foram registradas por fotografias da Polícia Federal, após as apreensões.
 
Ambas as entregas foram realizadas em ações controladas pelos delegados da PF, com o aval do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Apesar de algumas imagens das mochilas contendo notas de R$ 50 e R$ 100 já terem sido divulgadas, pelos relatórios das investigações e à imprensa, a revista Época publicou novas fotografias, nesta sexta (04).

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Nas mãos de Fachin o futuro da denúncia contra Temer

Jornal GGN – Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou ontem que irá decidir como ficará a tramitação das acusações contra o presidente Michel Temer e o ex-deputados federal Rodrigo Rocha Loures. Sua declaração vem de encontro à não autorização, pela Câmara, de que a Corte analise a denúncia contra Temer proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Na mesa, algumas possibilidades. Uma delas é de que a tramitação da denúncia contra Temer fique suspensa até o final do ano que vem, quando termina seu turno no poder e ele poderá ser investigado na primeira instância da Justiça. Já Loures, que não tem foro privilegiado, continua alvo do inquérito no Supremo, ou Fachin poderá definir que as investigações sigam para a primeira instância.

De todo modo, o Supremo deverá receber os pedidos formais da PGR para decidir.

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Propina solicitada por Aécio foi parar na empresa de dono do helicóptero da cocaína

Foto: Flickr/PSDB

Jornal GGN - Além de ter atingido em cheio o governo Michel Temer, ao revelar que o presidente deu aval à compra de silêncio de Eduardo Cunha, a proposta de delação da JBS caiu como uma bomba em cima da cabeça do senador Aécio Neves (PSDB).

Reportagem de Lauro Jardim, em O Globo desta quarta (17), revelou que a Lava Jato tem provas de que o tucano pediu R$ 2 milhões a Joesley Batista, um dos donos da JBS, com a desculpa de que precisava pagar seus advogados. Mas, na verdade, a Polícia Federal sabe que parte do dinheiro foi parar na empresa de Gustavo Perrella, filho do senador Zezé Perrela (PMDB-MG), o mesmo que se envolveu no episódio do helicóptero de cocaína.

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Fonte da IstoÉ se contradiz ao acusar Lula, e entregador da "mala de dinheiro" desmente

Além de contradições e fragilidades da acusação, a fonte Davincci Lourenço de Almeida veio do Ministério Público de São Paulo, com o promotor José Carlos Blat - o que pediu a prisão de Lula e brigou com Lava Jato do Paraná
 
Jornal GGN - "O personagem que estampa a capa desta edição de ISTOÉ chama-se Davincci Lourenço de Almeida. Entre 2011 e 2012, ele privou da intimidade da cúpula de uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa", introduz a revista na apresentação de sua fonte do suposto "furo" que manchetou: "Levei mala de dinheiro para Lula".
 
Foi descrito pela publicação como uma pessoa próxima da família do ex-presidente da construtora, Dalton Avancini. Mas a revista, que ganhou o contato pelo promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, revelou apenas partes recortadas do suposto furo e evitou aprofundar quem é Davincci Lourenço de Almeida.
 
Ressalta-se, antes, que o promotor que passou os contatos da fonte à IstoÉ é o mesmo que comandou a primeira investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá, e apresentou uma denúncia com pedido de prisão contra Lula, em março do ano passado, em uma peça sem sustentação e com graves erros, duramente criticada por juristas e, inclusive, pelos procuradores da Lava Jato do Paraná.
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