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Mantega

Porque a delação da JBS contra Dilma e Lula não pesam como a de Temer

JBS provou relação direta com Temer e pagamento de propinas ao PMDB. Contra Dilma e Lula, há terceiros e o desgastado "ouvi dizer" 
 
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A liberação da chamada lista de Fachin, com dezenas e mais dezenas de inquéritos contra políticos de todos os leques, a reboque da delação da Odebrecht, exigia um esforço que a imprensa não conseguiu fazer: separar o joio do trigo. Naquele momento, todos foram jogados numa vala comum. Peixe de aquário, com acusação de receber R$ 30 mil como doação eleitoral via caixa 2, sem contrapartidas, foi misturado com tubarão que faturou milhões em cima de obras públicas. A delação da JBS não é diferente nesse sentido.
 
Não sabemos se é por culpa do Ministério Público Federal (que só agora tirou da manga a ação controlada) ou da JBS (que só passou a registrar encontros com políticos após o impeachment), mas a disparidade nas provas apresentadas contra Michel Temer, de um lado, e Dilma Roussef e Lula, de outro, é gritante. 
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Ao TSE, Guido Mantega diz que delação de Marcelo Odebrecht é falsa

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-ministro Guido Mantega disse ao Tribunal Superior Eleitoral, na quinta (6), que a delação de Marcelo Odebrecht sobre as doações feitas à campanha de Dilma Rousseff é uma "peça de ficção". A informação foi cedida à Folha pelo advogado da ex-presidente, Flávio Caetano. "Guido Mantega foi bastante enfático dizendo que as afirmações de Marcelo Odebrecht são todas mentirosas", disse.
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Em pressão editorial, Globo dá "boas-vindas" para Eike delatar Lula e Dilma

 
Jornal GGN - "Uma bem-vinda colaboração de Eike Batista" é a pressão feita pela Globo, em seu editorial publicado nesta quarta-feira (01), para o empresário "colaborar" com a Operação Lava Jato, mas especificamente num "aspecto deste capitalismo de estado e de compadrio que o lulopetismo ajudou a enraizar no Brasil".
 
Mencionando brevemente o que sustentou o pedido de prisão de Eike Batista, que foram as relações do empresário no estado do Rio de Janeiro, durante o governo fluminense de Sérgio Cabral, o Globo se atentou que os depoimentos "espontâneos" do empresário serão cruciais contra os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
 
A respeito do que foi a principal acusação e suspeita, até agora, contra Eike - os contratos nas esferas regionais -, o jornal ainda responsabilizou a esfera federal: "Ao circular entre Rio e Brasília nos governos Lula e Dilma, Eike foi incluído na lista dos 'campeões nacionais'm, com livre acesso ao BNDES, a ferramenta financeira usada no projeto lulopetista de um capitalismo de estado para empresários companheiros", narrou.
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Com delação da Odebrecht, Lava Jato vai dizer que Mantega e Palocci eram homens de Lula

Jornal GGN - Começam a se firmar na grande mídia os indícios de como a Lava Jato pretende usar a delação do grupo Odebrecht para fechar o cerco ao ex-presidente Lula. Segundo informações da coluna Mônica Bergamo, a força-tarefa pretende jogar concreto nas supostas relações promíscuas entre Marcelo Odebrecht, dois ex-ministros da Fazenda, o "caixa mãe" do PT e Lula.

Nos relatos feitos à Lava Jato, afirma Bergamo, Marcelo Odebrecht foi apontado como a figura que "cuidava apenas das contas de propina da empreiteira no plano nacional". Casos que envolvessem governadores e prefeitos eram administrados por outros executivos.

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PF cria o motivo para prisão de Mantega: mesmo com mulher doente, ele poderia fugir

Jornal GGN – A Polícia Federal disse à Folha de S. Paulo que identificou o risco de fuga por parte de Guido Mantega entre setembro e outubro e, por isso, pediu “informalmente” que o juiz Sergio Moro prenda o passaporte dele e de sua esposa, que passou por uma cirurgia no mesmo dia em que a Lava Jato decidiu prender o ex-ministro.

O que faz a PF pensar que Mantega fugiria do Brasil é o fato dele ter ser nascido na Itália e ter dupla cidadania. Além disso, segundo investigadores, ele e a esposa, Eliane Berger, estavam com passagens compradas para Paris, com saída para o dia seguinte ao da detenção, 22 de setembro.

Em função do agravamento do estado de saúde de Eliane, que enfrenta um tratamento para combater um câncer, Mantega remarcou a viagem para o dia 8 de outubro, com passagem de volta para o dia 15 do mesmo mês.

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Mantega, Palocci, Coutinho: todos os caminhos levam a Lula

Jornal GGN - Na semana passada, no hiato entre a prisão e soltura do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega pela Lava Jato, alguns colunistas - entre eles, Eliane Cantanhêde e Vera Magalhães - levantavam informações com a força-tarefa e sentenciaram o que o atual ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, pareceu profetizar no domingo (26) à noite: que Antonio Palocci seria o próximo alvo do juiz Sergio Moro.

Cantanhêde escreveu que Dilma foi derrubada, Lula, denunciado, Mantega preso (e solto), José Dirceu, duplamente condenado. Faltava a Lava Jato chegar no "italiano", um dos principais nomes da era Lula. Para Lauro Jardim, aliás, a surpresa foi Mantega ter sido atingido antes de Palocci.

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Nota pública em defesa da ordem constitucional, em desagravo a Mantega

Na CartaCapital

A ordem pública brasileira vem sendo ameaçada sistematicamente por aqueles que deveriam protegê-la.

O direito ao protesto coletivo vem sendo coibido por intervenções provocativas, abusivas e desproporcionais por parte da Polícia Militar, como se a velha polícia política das ditaduras estivesse de novo à solta.

Ano a ano, cidadãos brasileiros invisíveis são conduzidos coercitivamente a depoimentos – ou algo pior – sem serem intimados pela Justiça.

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Bresser-Pereira: basta que você seja citado numa delação para ser preso

Jornal GGN - O economista e cientista político Luiz Carlos Bresser-Pereira usou sua página no Facebook, na quinta (22), para expressar "indignação" com a prisão e soltura do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega pela operação Lava Jato. Segundo Bresser, a simples acusação de que Mantega teria pedido a Eike Batista uma doação de R$ 5 milhões para pagar dívida de campanha do PT não é motivo para a medida cautelar, principalmente quando o empresário diz que não fez o repasse sob ameaça ou cobranças de Mantega.

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Para Eugênio Aragão, ao soltar Mantega, Moro admitiu que prisão era desnecessária

 

Jornal GGN - O ex-ministro da Justiça e subprocurador da República Eugênio Aragão reagiu com indignação à prisão de Guido Mantega na fase da operação Lava Jato chamada Arquivo X. Segundo ele, o fato de Sergio Moro ter mandado prender e soltar o ex-ministro da Fazenda em questão de horas demonstra a fragilidade da medida cautelar, que só deveria ser usada em casos extremos.

“O juiz não pede desculpas a ninguém, manda prender e manda soltar admitindo, indiretamente, que não havia motivo para a decretação da prisão, sem perceber ou admitir a gravidade do que cometeu, e fica por isso mesmo? E o Ministério Público fica fazendo beicinho porque a prisão foi revogada pelo juiz parceiro?”, disse Aragão.

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Moro libera Mantega de prisão para acompanhar esposa em cirurgia

 
Jornal GGN - Por ser preso em circunstâncias delicadas, quando acompanhava sua esposa em cirurgia no hospital Albert Einstein, em São Paulo, nesta quinta-feira (22), o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi liberado pelo juiz Sergio Moro.
 
Em despacho urgente, Moro justificou que acolheu o pedido dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato para decretar a prisão temporária de Mantega e de outros investigados. Ainda que considera a "gravidade dos fatos em apuração", o magistrado do Paraná destacou a notícia de que a prisão ocorreu no momento em que o ex-ministro "acompanhava o cônjuge acometido de doença grave em cirurgia".
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Prender Mantega na cirurgia da esposa é "perversidade", diz ex-procurador-geral

Jornal GGN - Preso pela Lava Jato na manhã desta quinta (22) enquanto acompanhava a esposa com câncer durante uma cirurgia no Hospital Alberto Einstein, em São Paulo, o ex-ministro Guido Mantega foi vítima de um "exercício de perversidade", avaliou o ex-procurador-geral do Estado de São Paulo Marcio Sotelo Felippe.

Em sua página pessoal no Facebook, Felippe disse que não havia motivos para a Polícia - que já havia stado na casa de Mantega por volta das 6h - perseguir o ex-ministro até o hospital e levá-lo nessa condição delicada.

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Guido Mantega é conduzido coercitivamente, alvo da Operação Zelotes

 
Jornal GGN - A Polícia Federal conduziu coercitivamente o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, em mais uma fase da Operação Zelotes, na manhã desta segunda-feira (09). O novo foco da Operação trata de investigar ilegalidades em processos da empresa Cimento Penha no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). 
 
Em novembro de 2015, o juiz Vallisney de Souza Oliveira quebrou os sigilos bancário e fiscal de Mantega, para analisar a relação do ex-ministro com o empresário Victor Sandri, que conseguiu reverter multas de R$ 106 milhões em uma votação no Carf.
 
A companhia do empresário é acusada de comprar decisões, por meio de Medidas Provisórias, do Carf, responsável por julgar recursos de multas de grandes contribuintes. Além da Cimento Penha, outras empresas investigadas nesta fase da Zelotes somam multas de R$ 57 milhões julgadas pelo órgão.
 
"O alvo desta fase de ações da PF, empresa produtora de material de construção, celebrou contratos com escritórios de advocacia e de consultoria, os quais, por meio de seus sócios, agiram de maneira ilícita, manipulando o andamento, a distribuição e decisões do CARF, visando obter provimento de seus recursos e cancelamento da cobrança de tributos em seus processos", disse a PF, em nota oficial.
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TCU acredita que governo cometeu crime de responsabilidade fiscal

Jornal GGN - O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou na quarta-feira (15) o voto do ministro José Múcio Monteiro, no qual ele aponta que as manobras que a equipe econômica do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega fez em 2013 e 2014, batizadas como "pedaladas fiscais", feriram a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Agora, Múcio tem permissão para ouvir cerca de 17 autoridades econômicas que trabalharam para Dilma Rousseff (PT) nos últimos dois anos, para dar continuidade às investigações sobre o caso.

Entre os possíveis convocados pelo ministro do TCU estão o ex-chefe do Tesouro Nacional, Arno Augustin, Mantega, e o então presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. A investigação gira em torno de atrasos nos repasses de recursos a bancos públicos, o que ficou caracterizado como empréstimo, já que as entidades tiveram de arcar com algumas despesas do Tesouro. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, teve de fazer os pagamentos do programa Bolsa Família, para depois ser "ressarcido". Essa manobra, em tese, é vedada pela LRF.

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Mantega não fala sobre tributação de lucro e dividendos

 
Jornal GGN  - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, não comentou o projeto que propõe a tributação de lucros e dividendos pagos ou creditados pelas empresas a pessoas físicas ou jurídicas. Atualmente, a Lei 9.249/95 isenta esses rendimentos do pagamento do Imposto de Renda. “Não apresentei nenhuma proposta neste sentido”, limitou-se a dizer ao ser questionado sobre o assunto.
 
Segundo informações da Agência Brasil, o projeto está no Congresso Nacional, e é de autoria do ex-deputado Ricardo Berzoini, ministro das Relações Institucionais, e do deputado Renato Simões, ambos do PT de São Paulo, teria que ser aprovado até o fim do ano para entrar em vigor.
 
Caso aprovada reforçaria o caixa do governo, que estuda vários medidas para permitir um ajuste fiscal mais rigoroso do Governo Central (Previdência Social, Banco Central e Tesouro Nacional). Leia mais »
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Mantega anuncia mudanças de tributação

 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, decidiu reduzir de 20% para 17% a alíquota máxima da tributação de renda de pessoas jurídicas no conceito de país com tributação favorecida e regime fiscal privilegiado, os chamados “paraísos fiscais”.
 
Na prática, a mudança poderá reduzir o número de países enquadrados nesta conceituação. A portaria foi publica na edição de hoje (1º) do Diário Oficial da União, mas precisa de ato da Receita Federal, que usará padrões de transparência adotados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) , explicou Flávio Barbosa, chefe substituto da Divisão de Tributação Internacional.
 
Se o país tem 17%, por exemplo, o Brasil avaliará se ele se enquadra nesta situação, com base nos padrões da Receita. A OCDE será referência, mas serão observadas outras práticas, entre elas a transparência, salientou Andréa Costa Chaves, auditora fiscal da Receita.
 
Segundo ela, os países terão de se dirigir às autoridades brasileiras para pedir novo enquadramento, explicou. Ela destaca a Suíça, que tem critérios que transformaram recentemente o país "parcialmente em paraíso fiscal”.

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