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Márcio Pochmann

Desafio do país é avançar na mudança estrutural da sociedade, por Márcio Pochmann

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Foto: Mídia Ninja

Da Rede Brasil Atual

 
Crise global iniciada em 2008 traz consigo a semente de uma nova possibilidade de transformações dos entraves nacionais: o crescente movimento social de basta ao atraso recessivo e às reformas regressivas
 
por Marcio Pochmann* 
 
Do ponto de vista histórico, os principais períodos de mudanças estruturais na sociedade brasileira não resultaram de rupturas decorrentes do progresso técnico. O contrário, todavia, do que se pode constatar em outras sociedades como a inglesa, a estadunidense e a alemã, se tomadas como exemplos.
 
Desde a segunda metade do século 18, com o salto proporcionado pela primeira Revolução Industrial e Tecnológica, produtora da mecanização assentada na indústria têxtil – com a introdução do tear mecânico –, além da ferroviária e naval – com o motor a vapor –, o Reino Unido se transformou profundamente. O progresso tecnológico trouxe para a sociedade de lá repercussões internas e externas, o que permitiu, por exemplo, levá-la a ocupar inédita posição de hegemonia no sistema capitalista em formação mundial.
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Para Pochmann, valores da periferia estão mais próximos do anarquismo do que do liberalismo

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Foto: Janssem Cardoso
 
Do IHU
 
 
por Patricia Fachin

A recente pesquisa publicada pela Fundação Perseu Abramo, intitulada “Percepções e valores políticos nas periferias de São Paulo”, tem gerado uma série de debates sobre qual é a visão de mundo das pessoas que vivem nas periferias brasileiras, já que muitas, segundo o estudo, se declararam favoráveis ao mérito e ao individualismo. Contudo, para o presidente da Fundação Perseu Abramo, Marcio Pochmann, ainda “não está muito claro que os valores identificados se associam, necessariamente, ao liberalismo”. Ao contrário, diz, “eles podem, inclusive, ser uma nova forma de manifestação do anarquismo, que foi importante, por exemplo, no Brasil, no final do século XIX e início do século XX, dada a especificidade da formação da classe trabalhadora naquele momento”. E reitera: “Quero chamar a atenção de que não é muito clara essa perspectiva de que agora o liberalismo reina na pobreza. Pelo contrário, há sinais que apontam para uma perspectiva mais radical, mais à esquerda do que os partidos existentes hoje no Brasil se propõem a fazer”.

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Em movimento inédito, fundações ligadas ao PSDB e PT se reunirão em SP

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Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, convidou os  Institutos Fernando Henrique Cardoso (IFHC) e Teotônio Vilela, ligados ao PSDB, para participar de um debate sobre pesquisa com eleitores da periferia de São Paulo. 
 
“Essa aproximação entre PT e PSDB para um diagnóstico sobre as concepções da sociedade é muito positivo”, afirmou Edinho Silva, ex-ministro da Comunicação Social no governo Dilma. Para ele, pode ser construída uma agenda que leve à recuperação da política, mesmo com as divergências entre os dois grupos. 

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Defensores do golpismo escondem projeto neoliberal, por Marcio Pochmann

Da Rede Brasil Atual

 
Projeto neoliberal dos conservadores quer atacar direitos sociais, estancar a mobilidade social e dar vazão às privatizações que podem comprometer a soberania do país
 
por Marcio Pochmann

Nas três eleições diretas para presidente, o projeto neoliberal vencedor no Brasil (1989, 1994 e 1998) não chegou a ser apresentado em quanto tal para o veredito da sociedade. Nos programas políticos de governo apresentados nos debates eleitorais, palavras ou expressões como ‘privatização’, ‘redução dos direitos sociais’, ‘transferências de renda para os ricos’, ‘encolhimento de oportunidades’ e ‘estancamento da mobilidade social’ jamais foram explicitadas.

Após quatro sucessivas derrotas eleitorais (2002, 2008, 2010 e 2014), o projeto neoliberal procura novamente voltar a dominar o governo na forma de um golpe explicito à jovem democracia brasileira. Sem conseguir conquistar o voto popular, os defensores do golpismo escondem o que desejam realmente fazer com o país e o conjunto dos seus cidadãos.

Para tanto, os fins parecem justificar o uso de qualquer meio. De um lado, os defensores do golpe à democracia adotam como esteio legitimador do impedimento do governo Dilma, a condução do processo pelo atual presidente da Câmara dos Deputados, cuja ética política, compromisso público e lisura administrativa são, no mínimo, questionados, se é que existentes.

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A rede pela defesa da democracia, em 1961 e hoje, por Marcio Pochmann

Da Rede Brasil Atual

 
A exemplo do papel das rádios em 1961, então sob a liderança de Leonel Brizola, 55 anos depois a rede contemporânea de informação e comunicação uniu o Brasil, quiçá o mundo, em defesa da democracia
 
por Marcio Pochmann

Em agosto de 1961, portanto, há quase 55 anos, o Brasil conheceu inédita campanha da legalidade em defesa da ordem jurídica vigente durante a primeira experiência de democracia ampliada a partir de 1945. Naquela oportunidade, sete anos depois de as mesmas forças do atraso terem sido derrotadas em sua tentativa golpista de romper com a ordem democrática contra o governo do presidente eleito Getúlio Vargas (1950-1954), emergiu rápida e inesperada mobilização civil e militar na defesa da posse do vice-presidente João Goulart diante da renúncia do então presidente Jânio Quadros.

A campanha da legalidade se formou em torno da Rádio Guaíba de Porto Alegre que passou a funcionar diretamente do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, acompanhada pela retransmissão de rádios como a Brasil Central, também instalada no Palácio das Esmeraldas, sede do Governo de Goiás, a Rádio Clube de Blumenau, em Santa Catarina, a Mayrink Veiga, no Rio de Janeiro. Por meio das ondas curtas, a campanha da legalidade integrou o país e mobilizou a população, evitando o golpe que se encontrava em marcha.

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Pauta do retrocesso econômico não desiste, por Marcio Pochmann

Da Rede Brasil Atual

 
Ao longo do ano que passou os trabalhadores foram sendo cada vez mais sufocados pelas teses liberais-conservadoras que fazem a leitura da crise que convém a seus interesses
 
por Marcio Pochmann

Nas eleições presidenciais de 2014, a defesa do retorno das políticas neoliberais da era dos Fernandos (Collor e Cardoso) não esteve centrada apenas na campanha de Aécio, uma vez que se fez presente em outras candidaturas. Alguns partidos e personalidades políticas de expressão que haviam estado no lado oposto da privatização, da desregulamentação do trabalho, da abertura comercial, entre outras medidas adotadas nos anos 1990, passaram a convergir com o receituário neoliberal no ano passado.

Mais uma vez, a quarta seguida desde 2002, a pauta do retrocesso econômico e social foi recusada pela maioria dos brasileiros. Apesar disso, a mobilização em torno da retomada neoliberal prosseguiu ativa, com a formação de uma maioria liberal na economia e conservadora na política e nos valores no Congresso Nacional. Exemplo disso tem sido o diagnóstico imposto a respeito da razão da crise que abala o atual crescimento econômico no Brasil. Ao longo de 2015, os trabalhadores foram sendo cada vez mais sufocados pelas teses liberais-conservadoras de defesa do programa neoliberal.

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Para Márcio Pochmann, há perspectivas para recuperação econômica em 2016

Da Agência PT

 
É um quadro difícil, mas há um horizonte do ponto de vista econômico para a recuperação. Esta é a avaliação de 2016 para o economista e professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo (FPA).

Para o economista, a valorização do salário mínimo é um importante avanço

“Um ano de menor inflação, de menor queda do PIB (Produto Interno Bruto), um ano de maior expansão das exportações em relação às importações, um ano de contas públicas equilibradas. Ou seja, 2016 será o ano em que o Brasil estará melhor preparado para poder voltar à recuperação econômica”, diz o economista.

Na opinião de Pochmann, apesar dos cortes nos gastos públicos, o Brasil tem um orçamento que dá garantias para que, especialmente a população mais vulnerável, siga sendo assistida.

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Para Márcio Pochmann, país pode sair do caminho recessivo

Da Rede Brasil Atual

 
Presidente da Fundação Perseu Abramo diz que governo tem ciência de que o quadro pode se alastrar e contaminar também o próximo ano e que, portanto, é preciso tomar iniciativas mais firmes
 
São Paulo – Em entrevista à Rádio Brasil Atual hoje (7), o economista Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, rebate críticas ao documento "Por um Brasil mais justo e democrático", lançado por ele, em conjunto com outros 200 profissionais, entre economistas, advogados, urbanistas e intelectuais, com o objetivo de oferecer alternativas à crise econômica.

Segundo o economista, as medidas de combate à crise deveriam ter sido tomadas de forma gradual, e o ajuste fiscal implementado provocou um choque que desorganizou a capacidade do governo de liderar os investimentos. O economista destaca ainda a necessidade de fortalecimento da indústria, e que a conjuntura para tanto é favorável, dada a desvalorização cambial.

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Pochmann critica curtoprazismo do ajuste fiscal do governo

 
Jornal GGN - O presidente da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, Márcio Pochmann criticou o ajuste fiscal da equipe econômica de Dilma que, através de medidas de choque com impactos no curto prazo, "desorganizou a capacidade de o governo liderar os investimentos". Para o economista as medidas de ajuste para reaquecer a economia deveriam ser aplicadas de forma gradual.
 
Pochmann assina, ao lado de outros intelectuais da esquerda, o documento "Por um Brasil Justo e Democrático", lançado recentemente e baseado em outro documento, lançado nos anos 1980 por desenvolvimentistas chamado "Esperança e Mudança", com medidas para barrar a recessão naquela época. O texto atual defende um projeto de reindustrialização no país. Segundo o economista, o prolongamento de uma recessão hoje irá alimentar mais protestos no Brasil, isso porque a população não será capaz de suportar o rebaixamento do padrão de vida. 
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Sair do círculo vicioso, por Márcio Pochmann

da Folha

Sair do círculo vicioso, por Márcio Pochmann

O ajuste fiscal ganhou relevância nas eleições presidenciais do ano passado. Na época, a desaceleração da economia brasileira, combinada com a desoneração fiscal, esvaziava a arrecadação do governo, contribuindo para o aumento da relação entre a dívida pública e o PIB (Produto Interno Bruto).

Para estancar a ascensão relativa do endividamento público, setores da oposição defendiam a adoção de um choque fiscal, com elevação do superavit primário para mais de 3% do PIB. Já o governo apontava para medidas graduais, sem alteração das políticas fiscais e monetárias.

A troca da equipe econômica no segundo mandato do governo da presidente Dilma Rousseff foi acompanhada da redução inicial da meta de superavit primário para o ano de 2015, de 2,5% (R$ 143,3 bilhões) para 1,2% (R$ 66,3 bilhões) do PIB.

Ao mesmo tempo, medidas contraditórias de ajuste fiscal e monetário foram implementadas, com o corte dos gastos operacionais (áreas sociais e de investimento) e a elevação das despesas financeiras como o aumento dos juros e dos swaps cambiais –operação que equivale a uma venda futura de dólares.

Sem contar com maior arrecadação tributária, a meta de superavit fiscal terminou sendo mais uma vez diminuída para 0,15% do Produto Interno Bruto (R$ 8,7 bilhões).

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Hoje, Brasilianas.org entrevista Márcio Pochmann para avaliar crise no PT

Índice de rejeição ao partido em cidades do ABC Paulista chega a 75%

Para avaliar a crise enfrentada e as propostas discutidas dentro do PT em favor de mudanças estruturais, Luis Nassif recebe hoje (6) no programa Brasilianas.org da TV Brasil o presidente da Fundação Perseu Abramo e ex-presidente do IPEA, Márcio Pochmann. Não perca e participe encaminhando perguntas que poderão ser selecionadas ao vivo, clique aqui

Em recente encontro com padres e dirigentes de entidades religiosas na sede de seu instituto, o ex-presidente Lula criticou duramente o governo Dilma e admitiu que o Partido dos Trabalhadores vive uma crise. Segundo pesquisas internas do PT, o índice de rejeição do partido em cidades do ABC Paulista - coração da legenda - chegou a 75%.

Já pesquisa realizada pelo Ibope, divulgada dia 1º de julho, apontou que apenas 9% da população analisa o governo da presidente Dilma Rousseff como bom ou ótimo, enquanto 68% analisam como ruim ou péssimo, e 21% como regular. Ao deixar o governo, em 2010, o índice de aprovação de Lula foi considerado recorde, batendo os 87%.

O desaquecimento econômico que o país vive desde 2014, com perspectivas de melhoras apenas em 2016, e as constantes manchetes dos jornais ligando o partido aos casos de corrupção investigados podem estar por trás dessa queda de credibilidade. Se os índices de rejeição continuarem nos níveis atuais, dificilmente o PT conseguirá fazer um sucessor na próxima eleição presidencial, e menos cadeiras irá conquistar nas eleições para o legislativo.

Quando: Hoje, segunda-feira (06 de julho), ao vivo.
Horário: 20h00 às 21h00
Saiba como sintonizar a TV Brasil: Clique aqui.

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Para Pochmann, programa de Marina é mais neoliberal que do PSDB

do Blog da Cidadania

Marcio Pochmann: “Propostas de Marina são mais neoliberais que as do PSDB”

Por Eduardo Guimarães

Após a má repercussão de várias propostas de Marina Silva, ela recuou da maioria. Recuou do recuo sobre os homossexuais, recuou sobre abandonar o pré-sal, mas, até o momento, não recuou da “autonomia do Banco Central”, que a grande maioria dos brasileiros não sabe o que é e, por isso, não sabe o desastre que significaria.

Trocando em miúdos, um Banco Central independente significa aumentos dos juros muito maiores do que os que ocorrem hoje e, o que é pior, significa o virtual abandono de instrumentos menos perniciosos de combate à inflação.

Um Banco Central independente significaria que instrumentos de combate à inflação como desoneração de impostos ou importações de produtos que estejam em falta – e que, por estarem em falta, sobem de preço – dariam lugar à pura e simples elevação dos juros ao consumidor, política econômica que, usada sem parcimônia, gera desemprego e recessão.

Diante disso, o Blog pediu ao economista e ex-presidente do Ipea Marcio Pochmann que analisasse alguns pontos do plano de governo de Marina Silva que dizem respeito à economia.

Sobre Pochmann, ele se formou em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, concluiu pós-graduação em Ciências Políticas e foi supervisor do Escritório Regional do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no Distrito Federal, além de docente na Universidade Católica de Brasília.

Também tem doutorado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), foi pesquisador visitante em universidades de França, Itália e Inglaterra, atuou como consultor no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e no Dieese.

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O deslocamento distributivo no Brasil, por Marcio Pochmann

Enviado por Assis Ribeiro

Do Le Monde Diplomatique

Trajetória e deslocamento distributivo no Brasil

Desde 2003 vem ocorrendo um processo de inversão de prioridades. Com isso, houve menor deslocamento de recursos públicos ao rentismo, bem como o estabelecimento de novas políticas de renda acrescidas ao apoio às classes trabalhadoras na forma de emprego em profusão e elevação da renda na base da pirâmide social

por Marcio Pochmann

A livre evolução das forças de mercado aponta historicamente para a concentração da renda e da riqueza. Pela mão do Estado, a intervenção sobre a dinâmica capitalista permite produzir resultados distintos, dependendo da correlação de forças políticas, capaz de reverter a trajetória distributiva centralizadora na forma de ações institucionais que desloquem fluxos de renda apropriados por proprietários e segmentos privilegiados da sociedade para as classes do trabalho.

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O balanço de Marcio Pochmann sobre os 12 anos de governo do PT

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Sul 21

Eleição de 2014 no Brasil é chave para os Estados Unidos

por Marco Weissheimer

Pela primeira vez na história da democracia brasileira temos um governo de centro-esquerda tão longo, construído a partir do centro político e conduzido pelo PT. Agora, o desafio do PT e do governo Dilma é, ao mesmo tempo, manter esse centro político e construir uma nova agenda social para a classe trabalhadora do país. A avaliação é do economista Marcio Pochmann, ex-presidente do IPEA e atual presidente da Fundação Perseu Abramo, que participou de um debate segunda-feira à noite, no Hotel Everest, promovido pelo mandato do deputado federal Pepe Vargas (PT).

Pochmann fez um balanço sobre o período de doze anos dos governos Lula e Dilma, falou sobre os desafios que estão colocados para a continuidade desse projeto nos próximos anos e analisou o cenário internacional no qual se dará essa disputa, em especial no que diz respeito às relações entre Brasil e Estados Unidos.

Para contextualizar a natureza desses desafios, Marcio Pochmann situou a posição do Brasil hoje no mundo. “O Brasil não é um país do centro dinâmico capitalista. Não temos uma moeda forte internacionalmente, não temos uma produção tecnológica de peso, a nossa participação em patentes é muito débil e também não temos forças armadas de grande peso”. Ou seja, apesar de o protagonismo internacional do país ter aumentado significativamente nos últimos anos, o Brasil segue sendo um país da periferia capitalista e é neste contexto que os desafios para o futuro devem ser pensados.

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O lançamento e debate do livro O Mito da Grande Classe Média, de Marcio Pochmann

Da Editora Boitempo
 
Marcio Pochmann debate O mito da grande classe média em São Paulo e Brasília
 
No dia 8 de maio, quinta-feira, às 19h, a Boitempo Editorial realiza em São Paulo o primeiro debate de lançamento do novo livro do economista Marcio Pochmann, O mito da grande classe média: capitalismo e estrutura social. O evento é gratuito, sem necessidade de inscrição, e integra o ciclo Democracia na história promovido pela Biblioteca Mario de Andrade.
 
O segundo debate de lançamento será em Brasília, no dia 3 de junho, integrando a programação dos Diálogos Capital, organizados em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal. A Boitempo informará mais detalhes sobre esse evento em breve em seu site.
 
Serviço
 
São Paulo
8 de maio | 19h | Debate "O mito da grande classe média", com Marcio Pochmann
Biblioteca Mario de Andrade | Rua da Consolação, 94, Centro | São Paulo
 
Brasília
3 de junho | Debate "O mito da grande classe média", com Marcio Pochmann
Universidade de Brasília (UnB)
Mais informações em breve no site da Boitempo.
 

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