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Maria d'Apparecida

Maria D'Apparecida - Um registro de família, por Paulo de Azambuja Rodrigues

Maria D'Apparecida - Um registro de família

Por seu sobrinho mais velho: Paulo de Azambuja Rodrigues

Na década de 20 do século passado uma jovem negra paulista empregada doméstica, na casa de uma família tradicional, foi engravidada pelo filho do patrão.

Diante desse grave e incômodo imprevisto a família paulistana providenciou a “extradição” da jovem para o Rio de Janeiro procurando-lhe um emprego e pagando-lhe a passagem. Foi dessa forma que a jovem Dulce foi trabalhar como doméstica na casa de meus avós, Germano e Lucília, na Tijuca.

Germano de Azambuja era um próspero advogado e Lucília, sua esposa, uma dedicada dona de casa, católica praticante e mãe de três filhos: Maria Zélia, Gilda e Aloísio. Foi nessa família que nasceu e cresceu Maria de Aparecida Marques.

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A morte de Maria D'Apparecida, saudades do Brasil

Maria D’Apparecida Marques faleceu no dia 4 de julho passado em Paris. A grande soprano brasileira, que chegou a substituir Maria Callas em uma temporada, a belíssima cantora que interpretava óperas e Baden, morreu sozinha.

O corpo encontra-se no Instituto Médico Legal de Paris à espera dos parentes. O Consulado Geral do Brasil em Paris entra em contato, devido a matérias que escrevi na Folha e também aos artigos de colaboradores aqui no GGN, para alertar a família.

Se nenhum parente se apresentar, seu corpo será enterrado em vala comum no cemitério de Thiais, suburbio de Paris.

No Youtube, poucos vídeos com ela ao vivo. Em um deles, mostra seu orgulho de interpretar músicas “do meu Brasil”, “Tambatajá”, de Waldemar Henrique.

Linda, linda, com a voz segura e acolhedora, como eram as interpretações de nossas mães.

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Deixa, de Baden Powell e Vinicius, por Maria d'Apparecida

Enviado por Almeida

Veja mais em: Maria d'Apparecida, uma cantora brasileira.

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