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PSDB de São Paulo está "atemorizado" com a delação de Adir Assad, diz Lauro Jardim

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - É destaque na coluna de Lauro Jardim que a delação de Adir Assad "atemoriza" o PSDB de São Paulo. O empresário que fechou acordo de delação premiada junto com o irmão, Samir Assad, admitiu que criou um esquema nos governos tucanos que movimentou R$ 1,7 bilhão em propina. 
 
"A delação de ambos preocupa o PSDB paulista. Mais do que preocupa, atemoriza", disse Jardim. 
 
Por conta do acordo, Samir já conseguiu ser transferido da prisão onde estava no Rio de Janeiro para o regime domiciliar. Adir segue preso em Curitiba, por determinação de Sergio Moro.
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Justiça nega pedido para suspender investigação sobre cartel dos trens

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 3ª Região negou um pedido da CPTM para suspender um inquérito que apura se houve pagamento de propina e lavagem de dinheiro envolvendo empresas que formaram consórcios para executar as obras da Linha 5. 

Segundo o Estadão, o tribunal decidiu que Mário Bandeira, ex-presidente da CPTM, e José Luiz Lavorente, ex-diretor de operação e manutenção da empresa, devem continuar como investigados.

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Exclusivo: As suspeitas desapropriações da Linha 5 do Metrô pelo governo Serra

Nem só de formação de cartel e fraude em licitação vive a Linha 5 do Metrô paulista. Quando anunciado por José Serra, o projeto de expansão previa a construção de 4 poços de ventilação e saída de emergência em bairros ricos de São Paulo. Após despender milhões em desapropriação, o Metrô decidiu não construir nada nesses espaços e entregá-los à iniciativa privada

Foto: Divulgação

Jornal GGN - No governo de José Serra (PSDB), o Metrô de São Paulo desapropriou, em caráter de emergência, 4 lotes de terrenos em bairros nobres da capital para construir postos de ventilação e saída de emergência, os chamados VSEs, previstos no projeto básico da expansão da famigerada Linha 5. Porém, anos depois de gastar milhões com as desapropriações, a companhia decidiu não utilizar os espaços para sua finalidade original, com a desculpa de que esses postos não eram mais necessários. 

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Construtora diz que cartel dividiu obras de linha do Metrô

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Foto:Diogo Moreira/A2 FOTOGRAFIA
 
Jornal GGN - A construtora Camargo Corrêa afirma que houve superfaturamento e cartel em obras da linha 5-lilás do Metrô de São Paulo, em uma proposta de acordo judicial ao Ministério Público estadual. 
 
Os contratos, que totalizam R$ 3,5 bilhões em valores atuais, foram divididos entre a Odebrecht, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e a Camargo Corrêa.  Em 2010, o jornal Folha de S. Paulo registrou os vencedores de seis lotes da linha, seis meses antes do resultado. 
 
As obras do trecho que ligam a estação Chácara Klabin, na Vila Mariana, ao Brooklin, ambos na zona sul, deveriam ter ficado prontas em 2015, mas só deverão ser entregues neste ano. 
 
Segundo a Folha, a construtora propõe pagar R$ 24,3 milhões em sete parcelas a título de multa, 1/15 do prejuízo estimado pelo promotor Marcelo Milani em ação de improbidade. Na Lava Jato, a Camargo Corrêa fez acordos de delação e leniência no valor de R$ 804 milhões, por cartel em obras da Petrobras, Belo Monte e Angra 3. 
 
Ontem, a Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos adiou o leilão que ocorreria na próxima terça-feira, 4, para escolher uma concessionária que vai operar a Linha 5-Lilás do Metrô, atendendo a pedido das empresas do setor, que querem mais tempos para preparar suas propostas. O leilão tem lance mínimo de R$ 189,6 milhões e o vencedor irá explorar comercialmente as estações por 20 anos. 

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Para metroviários, proposta de privatização do Metrô é escandalosa

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Foto: Mastrangelo Reino/ A2 IMG

Da Rede Brasil Atual

 
O lance inicial proposto pelo governador é de R$ 189 milhões, pelas duas linhas, o que corresponde a aproximadamente 2% do que São Paulo está investindo na construção dos trechos
 
por Rodrigo Gomes

A proposta do governo Geraldo Alckmin (PSDB) para privatizar as linhas 5-Lilás (Capão Redondo-Chácara Klabin) e 17-Ouro (Congonhas-Morumbi) do Metrô paulista foi tachada de "escandalosa" pelo coordenador geral do Sindicato dos Metroviários Wagner Fajardo, durante audiência pública realizada na noite de ontem (29), na Assembleia Legislativa de São Paulo. "Essa licitação é um escândalo. Nós vamos à greve e vamos à Justiça contra isso. Não vamos aceitar essa entrega do patrimônio público", afirmou Fajardo.

Para os trabalhadores, a proposta de lance mínimo do governo Alckmin é irrisória perto do valor das obras. O lance inicial proposto é de R$ 189 milhões, pelas duas linhas. O valor corresponde a aproximadamente 2% do que o governo está investindo na construção dos trechos. Até dezembro, o orçamento estimado era de R$ 10 bilhões.

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Após negar pedidos de SP e RJ, Moro compartilha provas a pedido da Lava Jato

Jornal GGN - O juiz federal Sergio Moro decidiu compartilhar com o Ministério Público de São Paulo informações coletadas em investigações contra o empresário Adir Assad, alvo de inquéritos sob a acusação de lavar dinheiro de esquemas de corrupção envolvendo obras de mobilidade e infraestrutura no estado governado por Geraldo Alckmin (PSDB).

Moro aceitou a transmissão de dados a pedido de procuradores do Ministério Público Federal no Paraná, após a Lava Jato descobrir que a concessionária SPMAR (administradora dos trechos Sul e Leste do Rodoanel) e a Usina São Fernando Açúcar e Álcool - ambas envolvidas com o Grupo Bertin - pagaram R$ 6,2 milhões à Legend Engenheiros Associados, uma das várias empresas de fachada de Assad.

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Alckmin reduz verba do Metrô e MP investiga fraudes de R$ 47 milhões

Da Rede Brasil Atual

 
Enquanto o governo tucano reduz em 57% o montante para operação e manutenção do sistema, MP investiga fraude com possível participação de servidores

Na mesma semana em que um trem da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) descarrilou entre as estações Artur Alvim e Itaquera, da Linha 3-Vermelha, dados da estatal informam que o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) reduziu em 57% os gastos com operação e manutenção do sistema. Em meio a essa contradição, o Ministério Público paulista divulgou hoje (10) uma investigação de fraudes na construção da Linha 4-Amarela, em que o governo pagou cerca de R$ 47,8 milhões por serviços não realizados.

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MPF fará “recall” para apurar corrupção em Minas e SP

Procuradores devem chamar ex-executivos da Andrade Gutierrez para detalhar esquemas no metrô e Cidade Administrativa

Cidade Administrativa, sede do governo de Minas Gerais
 
Jornal GGN – Ex-executivos da Andrade Gutierrez afirmam que empreiteira mantinha um departamento que movimentava um caixa dois para o pagamento de propinas. Os recursos chegaram a ser utilizados em obras do Estado de São Paulo, como metrô e Rodoanel, e na construção da sede do governo de Minas Gerais, Cidade Administrativa, construída quando o senador Aécio Neves (PSDB) era governado daquele estado. 
 
Segundo as investigações do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, empresas que se relacionaram com a Gutierrez usaram recibos falsos de R$ 176 milhões para abastecer o caixa dois da empreiteira. Dentre as obras que receberam recursos de propinas estão também o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), a Ferrovia Norte-Sul e estádios da Copa do Mundo. O MPF está organizando uma segunda chamada da delação premiada, chamada de "recall", para apurar mais dados sobre o esquema de propinas do Estado de São Paulo.
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Delação da Camargo Correa deve atingir Alckmin por caixa 2 em 2006, diz colunista

Jornal GGN - O jornalista Cláudio Humberto, do Metro Jornal, de Brasília, publicou nesta terça (17) que a megadelação da Camargo Correa deve atingir o núcleo político em torno do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB). Segundo ele, a Lava Jato tem informações dando conta de que a empresa funcionava como "tesouraria" informal na campanha presidencial de Alckmin, em 2006, quando ele perdeu para Lula (PT).

A delação da Camargo Correa teria cerca de 40 executivos, se aproximando em volume e impacto do acordo da Odebrecht. A empresa é uma das principais participantes de consórcios responsáveis pelas linhas de metrô em São Paulo. 

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Funcionários do Metrô realizam ato nos dez anos da cratera de Pinheiros

 
Jornal GGN - Na última quarta-feira (11), metroviários realizaram um protesto no dia em que foram completados dez anos da cratera da obra da Metrô da estação Pinheiros, em São Paulo, quando sete pessoas morreram e diversas casas foram destruídos. 
 
Os trabalhadores lembraram das vítimas e denunciaram a impunidade no caso. No ano passado, a Justiça inocentou 12 engenheiros e funcionários da estatal paulista e da empreiteiras, que eram acusados por responsabilidade no acidente. 

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Não havia seguranças na estação quando ambulante foi morto, dizem metroviários

 
Jornal GGN - De acordo com o Sindicato dos Metroviários, não havia seguranças na estação Pedro II quando o ambulante Luiz Carlos Ruas foi agredido e morto, na noite de Natal (25). Marcos Freire, diretor do sindicato e ativista LGBT, afirmou que somente três funcionários trabalhavam na estação naquele horário: um na bilheteria, outro na catraca e outro no Centro de Controle Operacional. 
 
Ele diz também que os casos de violência estão crescendo dentro do Metrô, mas que o número de trabalhadores é insuficiente para lidar com o problema. A empresa estatal do governo Geraldo Alckmin (PSDB) tem déficit de cerca de 600 funcionários, segundo o Portal da Transparência. 
 
O sindicato também disse que, à noite, a companhia tem apenas 68 seguranças para trabalhar em 63 estações, sendo que o trabalho dos agentes é sempre em dupla. Na tarde de hoje (27), um ato com a presença de ativista LGBT, metroviários e religiosos foi realizado no centro de São Paulo em memória do ambulante, que foi espancado após tentar defender uma travesti. 

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Depois de três anos de investigações, ninguém foi preso no cartel dos trens em São Paulo

 
Jornal GGN - O esquema de cartel em contratos do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), do governo do Estado de São Paulo, vem sendo investigado há três anos, mas até o momento não houve nenhuma prisão.
 
Em torno de 30 pessoas, entre lobistas, empresários e ex-funcionários das estatais, foram denunciados pelo Ministério Público paulista. No entanto, as ações que apuram a participação de políticos no cartel não levaram à nenhuma acusação formal. 
 
De acordo com o jornal o Estado de São Paulo, a Justiça deverá começar as ouvir as primeiras testemunhas em janeiro. Foram marcadas audiências em três das 12 ações penais que tramitam na justiça criminal paulista. 

 

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Metrô de SP irá diminuir número de funcionários

Jornal GGN - A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) deverá reduzir seu quadro de funcionários reduzidos, com 632 profissionais que aderiram ao Programa de Demissão Voluntária (PDV). Atualmente, dos 9.914 cargos ativos, a empresa tem 9.282 trabalhadores contratados.

Para o Sindicato dos Metroviários, a redução dos funcionários faz parte de um processo de desmonte, que piora o atendimento para a população e será usado como justificativa para privatizar o sistema.

“Também aumentou muito a quantidade de terceirizados. E na década de 1990 já havia cerca de dez mil metroviários. É impossível manter o mesmo número de funcionários quase 30 anos depois”, destaca Alex Santana, dirigente sindical. Ele também ressalta que o número de funcionários não consegue suprir a necessidade da demanda de passageiros.

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Investigação sobre tragédia na linha-4 do Metrô foi abafada com propina, diz jornal

Jornal GGN - A investigação sobre o acidente que deixou sete mortos na linha-4 do Metrô, em 2007, quando José Serra (PSDB) era governador, pode ter sido abafada com pagamento de propina, diz reportagem da Folha de S. paulo desta quinta (17).

Profissionais ligados a três das construtoras que participaram do consórcio admitiram que negociaram o pagamento com um advogado que se dizia intermediário de um promotor de Justiça.

"Segundo as fontes ouvidas pela Folha, nas tratativas de propina em 2007 um dos representantes das empresas foi o advogado Fernando Maximiliano Neto, que já havia trabalhado no departamento jurídico da Odebrecht. Outro nome é o do advogado Ismar Marcílio de Freitas Jr., que dizia representar o então promotor Ruy Pires Galvão Filho."

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Acusado pelo MP, ex-presidente do Metrô será secretário de Doria

Jornal GGN - Nesta quinta-feira (11), o prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou Sérgio Avelleda, ex-presidente do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), como seu secretário municipal de Transportes, que agora chamará  Transportes e Mobilidade.

Avelleda trabalhou nos governos de José Serra e Geraldo Alckmin. Em 2011, chegou a ser afastado da presidência do Metrô por decisão judicial, por suspeita na participação do esquema que fraudou a licitação da Linha 5-Lilás. Em 2014, Avelleda virou réu no processo, mas foi absolvido.

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