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A homofobia como política de Estado na ditadura

Sugerido por Gunter Zibell

LBGTs sofriam torturas mais agressivas, diz CNV

Da BBC

 

Ao passar a limpo muitas das violações de direitos humanos ocorridas nos anos de chumbo no Brasil, entre 1964 e 1985, o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), entregue nesta quarta-feira à presidente Dilma Rousseff, dá destaque inédito à perseguição e aos abusos ocorridos contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, que durante a ditadura foram alvo tanto do regime militar quanto dos grupos de esquerda e que sofriam mais em torturas, assim como negros e mulheres.

Entre as principais violações destacadas pelos pesquisadores estão as rondas policiais sistemáticas para ameaçar e prender travestis, gays e lésbicas, cuja prática de "higienização" levou ao menos 1,5 mil pessoas à prisão somente na cidade de São Paulo; torturas, espancamentos e extorsões dirigidas sobretudo a travestis; censura à grande imprensa quando abordava a temática das "homossexualidades" (o termo LGBT não era usado na época) e aos veículos gays, como o emblemático jornal "Lampião"; afastamento de cargos públicos por conta da sexualidade, como ocorrido em 1969 no Itamaraty; prontuários de servidores públicos com registros sobre a sexualidade; além de perseguições aos embrionários movimentos de gays e lésbicas na década de 1970.

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Sobre inércia e intolerância pós-eleitoral

Por Hudson Luiz Vilas Boas

No blog Dissolvendo no ar

Não dá pra ficar calado!

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.". Mas "no quarto dia vieram e me levaram. Já não havia ninguém para reclamar".

(Martin Niemoler)

Ao ler a famosa frase do pastor luterano nascido na Alemanha e testemunha dos horrores da Segunda Guerra Mundial, simplesmente não dá para ficarmos calados diante da onda de ódio, preconceito e intolerância que toma conta de alguns setores ditos “politizados” do Brasil. Escolhermos nos calar nesse instante, significa pecarmos por omissão diante do monstro que aos poucos vai sendo fomentado por uma elite que se recusa a repartir até migalhas, quanto mais construir uma sociedade minimamente civilizada e que faça jus, ao menos, de ser chamada de democrática.

Estou lendo com muita atenção a obra recém lançada do filósofo francês Jacques Rancière “Ódio à Democracia” e é incrível perceber o quanto a conquista de direitos por minorias – entendamos por minoria os oprimidos política, cultural e economicamente – traz consigo a intolerância daqueles que antes detinham determinados privilégios.

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O problema da Rússia com os gays, por Edson Luís Marcon

O problema da Rússia com os gays

Por Edson Luís Marcon

Depois de aprovarem uma discutível (pra dizer o mínimo) lei contra a "propaganda gay", agora inventaram de proibir qualquer referência a pessoas gays que sejam bem sucedidas na vida.

Depois que Tim Cook, da Apple, revelou ser gay, começou a perseguição.

Do TecMundo

Político russo quer impedir Tim Cook de entrar no país por ser gay

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Parlamentares reclamam de aumento de gastos de campanha

Enviado por IV Avatar

Da Rede Brasil Atual

Representantes de trabalhadores e minorias sofrem com custos de campanha

Parlamentares que tentam reeleição reclamam de aumento dos gastos, redução do fundo partidário e diferença em relação a campanhas que recebem doações de empresas e igrejas

Autora: Hilda Cavalcanti, da RBA 

Disputa difícil

Erika, Manuela, Nimário e Wyllys, atuantes em direitos humanos: críticas ao sistema. Simon, aos 84 anos, não faz mais campanha; Jarbas sai do Senado e disputa Câmara; Vicentinho teme poder econômico; e Souto reclama dos custos

Brasília – Embora tenham se programado durante anos para enfrentar as eleições, deputados e senadores estão assustados com os altos custos das campanhas. E passaram as últimas semanas desfilando um rosário de queixas nas lideranças dos partidos, segundo informações de gabinetes da Câmara e do Senado.

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De parte a parte não se pratica a luta antirracista

Sem surpresa a Câmara dos Deputados aprovou 4ª feira, 26/03/2014, Projeto prevendo 20% de cotas/vagas para pretos/negros/afrodescendentes nos concursos público federais. Isto, porque já vigoram Leis paternalistas assim com aproximadamente 65% da população no Brasil. Afinal é o 2º país do Planeta hegemonizado pelo capitalismo – o 1º é a Nigéria na África – em população com pessoas de cor da pele preta ou de negros/negras. Quer dizer, vigora tanto a Lei 12.288/2010 o estatuto da igualdade ‘racial’ (EIR) quanto a Lei 12.711/2012 a de cotas inclusas para indígenas imiscuídas aos egressos de escola pública nas universidades federais.    Leia mais »

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Partido Socialista Espanhol pensa em reservar cargos e candidaturas para minorias

Sugerido por Gunter Zibell - SP

Do El Diário.es

El PSOE quiere reservar puestos en su dirección a LGTB, minorías étnicas y discapacitados

El párrafo 1.345 de la ponencia marco redactada por el PSOE para su Conferencia Política tal vez pase desapercibido en la reunión de este fin de semana, pero internamente ha suscitado un gran debate en el área de Igualdad que dirige Purificación Causapié. El motivo es que dicho párrafo recoge que el PSOE reserve un espacio para minorías étnicas, minorías sexuales y personas con discapacidad "en los órganos de dirección del partido y como candidatos a puestos representativos", según consta en ese texto.

El PSOE recuerda que la participación política de las mujeres mejoró en España directamente a causa de la política de cuotas que se empezó a adoptar en 1982 y, en el fondo, se busca a medio plazo una fórmula similar. No obstante, para evitar polémicas internas, el PSOE dice que, inicialmente, para estas minorías no está reclamando una fórmula de cuotas, aunque deja el camino abierto: "Al menos no como conclusión apriorística", se dice, "sin antes pensarlo o, al menos, sin poner en marcha otras medidas que promuevan esta presencia".

Por ello, propone inicialmente revisar cuántos miembros de estas minorías participan en el partido actualmente y forman parte de sus órganos directivos y de sus cargos de representación.

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O poder das minorias e a rebelião das multidões; por Aldo Fornazieri

Os movimentos dos últimos anos, tais como o Occupy Wall Street, as rebeliões da Primavera Árabe, os protestos europeus contra a crise, os Indignados da Espanha e os protestos de Junho no Brasil reabriam as discussões sobre o papel e o poder das minorias. As discussões sobre o papel das vanguardas minoritárias não é novo. Vladimir Lênin já havia discutido o problema no seu famoso livreto Que Fazer?. Num plano diferente, sabe-se que o Nazismo na Alemanha chegou ao poder a partir de um pequeno grupo organizado. Leia mais »

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Projeto de “cura gay” será discutido amanhã; Internautas fazem debate

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, presidida pelo deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), deve discutir e votar nesta quarta-feira (8) o projeto que suspende a resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e passa a autorizar tratamentos psicológicos ou terapias para alterar a orientação sexual de gays – a “cura gay”. Internautas do blog de Luis Nassif debatem o assunto.

Prestes a ser discutida na Câmara, o projeto de “cura gay” vem sendo duramente criticado por outros parlamentares e defensores dos direitos LGBT por ser considerado uma forma de discriminação. A resolução atual do CFP proíbe profissionais da área da psicologia de realizar este tipo de tratamento, visto por parlamentares da bancada evangélica como uma espécie de distúrbio genético e comportamental. Há quase 30 anos, contudo, a homossexualidade foi excluída da Classificação Internacional das Doenças (CID).
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O enigma da igualdade

 

Artigo publicado na "Revista Estudos Feministas", disponível no link abaixo.

http://www.scielo.br/pdf/ref/v13n1/a02v13n1.pdf

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