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Minorias

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Minorias
Espaço para promover discussão informada sobre a defesa de direitos das minorias

A internet funciona como ferramenta capaz de democratizar o acesso à informação e abrigar as agendas das minorias.

O efeito colateral é dar espaço para o preconceito e a intolerância. Ainda assim, comportamentos nocivos não devem continuar a se multiplicar indefinidamente, já que tendem a ganhar ampla repercução negativa.

As ações positivas, afirmativas, de inclusão é que devem dar o tom desse processo civilizatório.

Conferências

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Conferências
Espaço para promover discussão informada sobre as conferências de cidadania

Nos últimos anos, a participação social na política vem sendo encorajada por políticas públicas que se dispõem a ouvir conselhos deliberativos.

Além disso, as conferências de cidadania oferecem espaço para que grupos específicos consigam defender seus pontos de vista em debates organizados.

Essas conferências podem oferecer vislumbres importantes sobre os caminhos do país.

Cidadania

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Cidadania
Espaço para promover discussão informada sobre cidadania

A sociedade moderna favorece a participação popular na política. As redes sociais expõem o indivíduo em um ponto que forçam a própria formação de opinião.

A cidadania, nesse cenário, ganha importância, ou pelo menos destaque.

O processo de formação da identidade do cidadão acontece muitas vezes à revelia das políticas públicas para o setor.

 

 

Distritão: menos minorias e partidos, mais personalismo e poder econômico

Texto em discussão na Câmara seria volta ao coronelismo, diz deputada

Da Rede Brasil Atual

Se o "distritão" for aprovado, o país retrocederá ao coronelismo personalista, em que vencem os primeiros mais votados, independentemente de partido ou coligação. A avaliação é da deputada Moema Gramacho (PT-BA). "Se o povo queria mais representatividade aí é que não vai ter, porque mulheres, negros, indígenas, pobres não terão vez. Jovens, então, só quando os avós e os pais cansarem de vencer ou estiverem inelegíveis, inibindo cada vez mais a renovação da política", afirma, em nota divulgada na terça (19).

Para a deputada, o foco no sistema majoritário, com o "distritão", vai promover "a desvalorização das ideias e o fortalecimento dos nomes, dos indivíduos, levará a uma fragmentação partidária e a uma disputa fratricida entre os candidatos do mesmo partido, principalmente, considerando que ninguém mais vai depender do outro para cálculo do coeficiente eleitoral".

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Índios e camponeses ficaram em segundo plano na Comissão da Verdade

Do Correio da Cidadania

Marcelo Zelic, vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais-SP, membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, coordenador do Projeto Armazém Memória, em entrevista cedida em 17 de abril de 2015.

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Livro reúne artigos sobre direito antidiscriminatório

Jornal GGN - Será lançado na quinta-feira, 28 de maio, às 18h30, na Livraria Martins Fontes (Avenida Paulista, 509 - térreo - SP) o livro "Direto à Diversidade", coordenado por Carolina Valença Ferraz e Glauber Salomão Leite, mas que conta com a colaboração de mais de 30 autores focados na defesa do respeito às diferenças.

O livro é o conjunto sistematizado de 35 artigos sobre direito à diversidade, de autoria de juristas, professores e operadores do direito de todo o país. Os textos versam, na primeira parte, sobre os aspectos conceituais e estruturantes da matéria. Na segunda parte tratam da análise da tutela jurídica conferida aos grupos populacionais vulneráveis, que são aqueles em que os indivíduos, por diferentes razões, apresentam atributos que os distanciam dos paradigmas sociais e culturais vigentes, a saber: “pessoas com deficiência”, “mulheres”, “homossexuais”, “transgêneros”, integrantes de “grupos étnico-raciais”, “crianças e adolescentes”, “idosos”, “estrangeiros” e “minorias religiosas”.

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Avô acolhe neto expulso de casa por ser gay

Enviado por Anarquista Sério

Mãe expulsa filho gay de casa e avô manda carta de repúdio

Do Geledés.org

Um senhor ficou indignado com sua filha depois de saber que ela expulsou o filho (que é seu neto) de casa, por descobrir que ele é gay  e escreveu uma carta. Ao longo de quatro parágrafos escritos à mão ele a critica. 

Confira:

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Em defesa de Verônica Bolina, por Jarid Arraes

 

da Revista Fórum

Em defesa de Verônica Bolina

por Jarid Arraes

No último domingo (12), a modelo Verônica Bolina foi presa após uma confusão no prédio onde mora, acusada de agredir uma vizinha. Seu destaque na internet, no entanto, se deu por ter arrancado, com uma mordida, parte da orelha de um carcereiro, no 2º Distrito Policial, no Bom Retiro – onde foi detida. Após o ocorrido, a modelo, que teve seu cabelo raspado, foi espancada e fotografada com os seios completamente expostos e o rosto desfigurado – foto a qual não será publicada aqui por respeito a Verônica. Apesar desse quadro gravíssimo de humilhação e abuso de poder contra a modelo, a agressão policial não vem recebendo a devida indignação e revolta, uma vez que a Verônica Bolina é uma travesti.

Por serem travestis ou transexuais, pessoas como Verônica têm seus corpos violentados e seus direitos violados sem provocar qualquer choque ou revolta. Quando uma travesti é encontrada jogada em um matagal, assassinada após ter sido torturada e estuprada, não há qualquer manchete ou matéria nos jornais, nem mesmo aquelas que exploram o sofrimento dos familiares da vítima para aumentar a audiência. Todos os dias, incontáveis travestis são agredidas e violentadas, muitas das quais acabam mortas – e absolutamente nada é feito para que esse tipo de violência seja apurada e combatida.

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Orgulho hétero

Enviado por Sérgio T.

Muito bom, nada como a inteligência combatendo o preconceito...

Orgulho hétero

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Jagunços queimam casas de quilombolas no Maranhão

Enviado por Almeida

Quilombolas tem casas incendiadas em Alto Alegre, Maranhão

Por Antonia Calixto de Carvalho e Francisca DA Silva Vieira

Para o Brasil de Fato

A situação é extremamente grave! Apesar dos anos de conflito e de inúmeras denúncias realizadas pelos trabalhadores rurais, o processo de titulação da comunidade, realizado pelo INCRA, tem caminhado muito lentamente. 

A Comissão Pastoral da Terra e o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alto Alegre do Maranhão, por meio desta nota, repudiam, com veemência, mais um ato de violência ocorrida no interior do Maranhão, afetando diretamente comunidade quilombola.

Em 25 de janeiro de 2015, domingo, enquanto participavam de reunião do território quilombola de Mamorana, zona rural de Alto Alegre do Maranhão, as lideranças quilombolas José Maria da Conceição e Raimundo Gomes Soares, o “Sabonete”, tiveram suas casas criminosamente incendiadas e, em consequência, perderam todos os pertences de uso doméstico, sementes para plantio (arroz, feijão e milho), ferramentas de trabalho e um paiol de arroz.

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Gilad Atzmon, o hebreu incômodo

Blogsofero

Gilad Atzom: o hebreu incómodo

por InformacaoIncorrecta

Liberdade de expressão: que coisa maravilhosa! Este é um dos típicos valores ocidentais, algo precioso que temos de defender: cada pessoa poder dizer o que lhe apetecer, na total plenitude do pensamento, porque todos somos iguais e com os mesmos direitos.

A não ser que esta pessoa diga algo contrária ao que nós pensamos. Neste caso ficamos ofendidos e entra em cena um outro valor: a sagrada defesa das minorias.

Mas não de todas as minorias, pois na verdade há pessoas mais iguais do que outras. Por exemplo: atacar uma minoria hebraica é simplesmente hediondo, enquanto ofender uma minoria muçulmana (não muitos indivíduos, só alguns milhões, como em França) tem o nome de "sátira" e volta a ser parte daquela "liberdade de expressão" que não pode ser posta em causa.
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A homofobia como política de Estado na ditadura

Sugerido por Gunter Zibell

LBGTs sofriam torturas mais agressivas, diz CNV

Da BBC

 

Ao passar a limpo muitas das violações de direitos humanos ocorridas nos anos de chumbo no Brasil, entre 1964 e 1985, o relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV), entregue nesta quarta-feira à presidente Dilma Rousseff, dá destaque inédito à perseguição e aos abusos ocorridos contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, que durante a ditadura foram alvo tanto do regime militar quanto dos grupos de esquerda e que sofriam mais em torturas, assim como negros e mulheres.

Entre as principais violações destacadas pelos pesquisadores estão as rondas policiais sistemáticas para ameaçar e prender travestis, gays e lésbicas, cuja prática de "higienização" levou ao menos 1,5 mil pessoas à prisão somente na cidade de São Paulo; torturas, espancamentos e extorsões dirigidas sobretudo a travestis; censura à grande imprensa quando abordava a temática das "homossexualidades" (o termo LGBT não era usado na época) e aos veículos gays, como o emblemático jornal "Lampião"; afastamento de cargos públicos por conta da sexualidade, como ocorrido em 1969 no Itamaraty; prontuários de servidores públicos com registros sobre a sexualidade; além de perseguições aos embrionários movimentos de gays e lésbicas na década de 1970.

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Sobre inércia e intolerância pós-eleitoral

Por Hudson Luiz Vilas Boas

No blog Dissolvendo no ar

Não dá pra ficar calado!

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.". Mas "no quarto dia vieram e me levaram. Já não havia ninguém para reclamar".

(Martin Niemoler)

Ao ler a famosa frase do pastor luterano nascido na Alemanha e testemunha dos horrores da Segunda Guerra Mundial, simplesmente não dá para ficarmos calados diante da onda de ódio, preconceito e intolerância que toma conta de alguns setores ditos “politizados” do Brasil. Escolhermos nos calar nesse instante, significa pecarmos por omissão diante do monstro que aos poucos vai sendo fomentado por uma elite que se recusa a repartir até migalhas, quanto mais construir uma sociedade minimamente civilizada e que faça jus, ao menos, de ser chamada de democrática.

Estou lendo com muita atenção a obra recém lançada do filósofo francês Jacques Rancière “Ódio à Democracia” e é incrível perceber o quanto a conquista de direitos por minorias – entendamos por minoria os oprimidos política, cultural e economicamente – traz consigo a intolerância daqueles que antes detinham determinados privilégios.

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O problema da Rússia com os gays, por Edson Luís Marcon

O problema da Rússia com os gays

Por Edson Luís Marcon

Depois de aprovarem uma discutível (pra dizer o mínimo) lei contra a "propaganda gay", agora inventaram de proibir qualquer referência a pessoas gays que sejam bem sucedidas na vida.

Depois que Tim Cook, da Apple, revelou ser gay, começou a perseguição.

Do TecMundo

Político russo quer impedir Tim Cook de entrar no país por ser gay

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Parlamentares reclamam de aumento de gastos de campanha

Enviado por IV Avatar

Da Rede Brasil Atual

Representantes de trabalhadores e minorias sofrem com custos de campanha

Parlamentares que tentam reeleição reclamam de aumento dos gastos, redução do fundo partidário e diferença em relação a campanhas que recebem doações de empresas e igrejas

Autora: Hilda Cavalcanti, da RBA 

Disputa difícil

Erika, Manuela, Nimário e Wyllys, atuantes em direitos humanos: críticas ao sistema. Simon, aos 84 anos, não faz mais campanha; Jarbas sai do Senado e disputa Câmara; Vicentinho teme poder econômico; e Souto reclama dos custos

Brasília – Embora tenham se programado durante anos para enfrentar as eleições, deputados e senadores estão assustados com os altos custos das campanhas. E passaram as últimas semanas desfilando um rosário de queixas nas lideranças dos partidos, segundo informações de gabinetes da Câmara e do Senado.

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