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mobilidade urbana

teste - Mobilidade Urbana

Em audiência sobre transporte, Doria apresenta propostas similares às de Haddad

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Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Da Rede Brasil Atual

 
Audiência pública realizada ontem frustrou quem buscou respostas e esperava esclarecimentos do governo municipal sobre a licitação
 
por Rodrigo Gomes

Secretários da gestão do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), realizaram ontem (1º) audiência pública para anunciar a proposta de licitação do transporte coletivo de passageiros, que estava sendo revisada pela atual gestão. Porém, a falta de informações na apresentação feita pelo presidente da São Paulo Transporte (SPTrans), José Carlos Nunes Martinelli, irritou os representantes de organizações que compareceram ao Instituto de Engenharia, na Vila Mariana, na zona sul, para acompanhar a exposição. No geral, as ideias apresentadas são as mesmas que o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) propôs em 2015.

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Organizações da sociedade civil criticam metas de plano da gestão Doria

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Foto: Ana Paula Hirama

Jornal GGN - Nesta quinta-feira (6), organizações da sociedade civil da cidade de São Paulo apresentaram a revisão do Programa de Metas da gestão do prefeito João Doria (PSDB). Para as entidades envolvidas no processo de revisão, as metas apresentadas pela prefeitura paulistana são “vagas, pouco ou nada mensuráveis”, além de terem linhas de ação que “não contribuem diretamente para a meta a qual está relacionada".

As organizações também apontam que as metas quantitativas apresentadas pelo programa representam avanços “tímidos e pouco significativos” para os moradores de São Paulo. Entre os temas analisados, estão áreas verdes, resíduos sólidos, mobilidade e energia.

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Contra redução de ciclovias, ciclistas fazem ato na casa de João Doria

Jornal GGN - Ontem (5), cerca de 50 ciclistas pedalaram até a casa de João Doria (PSDB), na região dos Jardins, para realizar o primeiro protesto contra medidas que serão adotados pelo prefeito eleito.

Com o mote “nem um metro a menos”, eles reivindicaram que Doria não suspenda a ampliação de ciclovias e que não altere a velocidade máxima permitida nas marginais.

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74% dos brasileiros são a favor de reduzir o espaço para carros nas cidades

Jornal GGN - Pesquisa encomendada pelo Greenpeace ao Instituto Datafolha revela que a maioria da população brasileira (74%) é favorável à ações que diminuam o espaço dos veículos particulares nas ruas das cidades, caso este espaço seja decidado para corredores de ônibus, calçadas e ciclovas.

Foram ouvidas 2.098 pessoas com idade acima dos 16 anos, em 132 cidades de todo o país. A redução do número de vagas para os carros nas ruas foi apoiado por 47% dos entrevistados, enquanto 41% foram contra, 9% indiferentes e 3% não responderam.

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As mentiras bem contadas sobre a Linha 4-Amarela, por Caio César

Jornal GGN - Dentro do debate sobre mobilidade urbana e com o governo do Estado de São Paulo pretendendo ampliar concessões de linhas e trens e metrô, é comum que a Linha 4 - Amarela do Metrô de São Paulo, construída no modelo de Parceria Público-Privada, apareça como um exemplo bem-sucedido. Caio César, do coletivo COMMU, rebate essa argumentação e explica, em quatro pontos gerais, porque a linha gerida pelo consórcio CCR não pode ser considerada um exemplo ou até mesmo ser comparada com outras linhas do sistema metroferroviário.

Entre as questões levatandas, estão a extensão muito curta da linha - que terá 12,8 quilômetros de extensão e 11 estações quando ficar pronta - as estações, que não são mais modernas que as de outras linhas inauguradas no mesmo período e o próprio modelo de concessão, que é  dependente de subsídios e garantias do poder público. 

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CPTM de Alckmin terá de indenizar passageiro por trem superlotado

Jornal GGN - A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), do governo do Estado de São Paulo, foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar indenização de R$ 16,5 mil para um advogado que viajou em um trem superlotado. A empresa diz que vai recorrer da decisão.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o caso ocorreu em fevereiro de 2012. Felippe Mendonça embarcou na estação Pinheiros, da linha 9-esmeralda, às 18h30, no horário de pico, no sentido Grajaú. Ele diz que o trem já ficou lotado na próxima estação e que os funcionários da CPTM empurravam os passageiros para dentro do vagão.

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Motoristas entram com processos trabalhistas contra Uber

Jornal GGN - Nove motoristas que digiriam para a Uber - chamado de parceiros pela empresa - entraram na Justiça para que ela reconheça o vínculo empregatício e pedindo a anotação do vínculo na carteira de trabalho, bem como direitos como férias e 13º férias.

Os processos tramitam no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região em São Paulo, e, caso os motoristas vençam a disputa trabalhista, o modelo de funcionamento do Uber pode ser inviabilizado. Maurício Nanartonis,  advogado que os representa os motoristas, “não se admite no direito brasileiro, a forma de rescisão praticada pela Uber, sem notificação, aviso prévio e sem exercício de direito de defesa”. Já o processo  Nelson Mannrich, professor de direito trabalhista da USP, não crê na tese de vínculo empregatício porque os motoristas seriam autônomos.

Dois inquéritos do Ministério Público do Trabalho investigam possíveis fraudes trabalhistas cometidas pela Uber. O procurador Rodrigo Carelli, que trabalha em um dos inquéritos, refuta a ideia de que os motoristas são autônomos: “a base da autonomia é a autodeterminação e a estipulação do preço sobre o seu próprio trabalho. A Uber exerce controle sobre os motoristas e ainda fixa uma tarifa, que desagrada uma parcela dos motoristas”, afirma.

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GM lança programa de compartilhamento de carros no Brasil

Jornal GGN - A montadora General Motors lançou um projeto piloto de compartilhamento de carros, chamado de Maven. A iniciativa foi disponibilizada em janeiro nos Estados Unidos, e o Brasil é o segundo mercado de testes.

O programa tem 800 inscritos e funciona em fase de testes desde março na fábrica da GM em São Caetano do Sul (SP), somente para funcionários. Pelo sistema, o usuário utiliza um aplicativo para pegar e devolver o automóvel. Depois de testar com os funcionários, o objetivo é começar o serviço em condomínio de São Paulo até o fim do ano, com dez carros. Na próxima etapa, o programa vai permitir a retirada e entrega dos automóveis em pontos específicos pela cidade, em um modelo similar ao de aluguel de bicicletas que já existe em São Paulo.

No projeto piloto, o usuário paga R$ 35 por hora de uso ou R$ 210 pela diária, com combustível e seguro inclusos. Nos Estados Unidos, a montadora fez uma parceria com a Lyft, que concorre com o Uber, para desenvolver uma rede de automóveis autônomos, e deve investir US$ 500 milhões no projeto.

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Uber elogia regulamentação da prefeitura de São Paulo

Jornal GGN - A empresa norte-americana de transporte privado urbano Uber elogiou o decreto da Prefeitura de São Paulo que regulamentou os aplicativos deste tipo de transporte, publicado ontem (11). O Uber disse que São Paulo inovou ao estabelecer uma cobrança de impostos baseado nos quilômetros rodados, afirmando que a cidade "toma a liderança" deste tipo de serviço. "Estamos animados com o caminho que São Paulo escolheu quando a cidade olha para adaptar suas leis para manter o passo conforme novas opções estão sendo criadas pela tecnologia".

A prefeitura paulistana resolveu regulamentar o serviço por decreto após discussões infrutíferas sobre um projeto de lei na Câmara Municipal. Após a publicação do decreto, taxistas protestaram no centro da cidade, o que acabou gerando discussões e até mesmo agressões.

Do Estadão

Em análise estrangeira, Uber elogia SP e diz que nova regra é ‘inovadora’

BRUNO RIBEIRO E FABIO LEITE
 
Em texto da equipe de políticas públicas da empresa, decreto é elogiado por estabelecer cobrança por quilômetro rodado

A equipe de políticas públicas da Uber publicou um texto na plataforma Medium em que elogia o decreto publicado nesta quarta-feira, 11, pela Prefeitura de São Paulo que regulamenta o transporte individual privado de passageiros.

Para a empresa norte-americana, São Paulo “inovou” ao estabelecer uma cobrança de impostos com base nos quilômetros rodados e por permitir que o total de carros oferecidos varie para atender a demanda no horário de pico.

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Recifense Sergio Urt Moraes denuncia a anti-cidadania no Direitos Urbanos do Recife

Confira a repercussão com um clique:

Tarifa do Metrô de SP é alta para o tamanho de suas linhas

Jornal GGN - Comparado com o preço de outras cidades da Europa e da América Latina, a tarifa de R$ 3,80 do Metrô de São Paulo não fica entre as mais caras, mas, levando em consideração a quantidade de linhas e a extensão de sua malha, o metrô fica pequeno para a sua tarifa.

Londres, a capital da Inglaterra,  tem o metrô mais caro do planeta, mas foi a primeira cidade a construir este tipo de transporte e hoje tem a maior extensão de trilhos do mundo, com 400 quilômetros para uma população de 8 milhões de habitantes. A capital paulista tem 11 milhões de habitantes e 68 quilômetros de trilhos. Na comparação com o número de linhas,  São Paulo também fica para trás, com cinco, o mesmo número que Santiago, capital do Chile, que tem 5 milhões de habitantes.

Do El País

 
Passagem é mais barata que em grandes cidades da América e Europa, mas extensão é uma das menores, deixando metrô paulistano pequeno para uma tarifa tão grande

São seis horas da tarde em uma das estações de metrômais movimentadas de São Paulo, a Sé, no coração da cidade. Por ali circulam, diariamente, 620.000 passageiros. Nesse horário de pico, as pessoas se empurram na tentativa de entrar no vagão que já chega apertado. A tensão é tamanha, que há seguranças nas plataformas para tentar evitar acidentes com o empurra-empurra. “A tarifa aumentou, e parece que a gente tá aqui pedindo esmola”, disse a diarista Débora, de 47 anos (ela não quis ter seu sobrenome divulgado), ao se referir à demanda por um transporte melhor.

O preço para andar de transporte público na capital paulista tem sido mote de diversas manifestações lideradas pelo Movimento Passe Livre. Mas, comparando com o valor de outras sete cidades da Europa e América, a tarifa paulistana, que no início do ano subiu de 3,50 para 3,80 reais juntamente com o ônibus e os trens, não fica entre as mais caras. Porém, levados em conta fatores como quilômetros de extensão, número de linhas e o tamanho da população, o metrô em São Paulo fica pequenoperto de uma tarifa tão grande.

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Bionergia e mobilidade urbana sustentável, por Reinaldo Dias

Bionergia e mobilidade urbana sustentável, por Reinaldo Dias

A poluição do ar é um problema grave nas grandes cidades e que afeta a saúde e o bem-estar humano, causando milhares de mortes anualmente no Brasil. Relatório da Organização Mundial da Saúde – OMS divulgado no final do ano passado indica que no mundo todo as emissões de poluentes no ar provocam a morte de 7 milhões de pessoas por ano, além de contribuir para as mudanças climáticas.  

Somente no Estado de São Paulo morreram em 2011 mais de 15.000 pessoas, o que representa o dobro do número de óbitos por acidentes de transito de acordo com estudo apresentado pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade no segundo semestre de 2015. O mesmo estudo aponta que a má qualidade do ar atinge a todos indistintamente diminuindo a expectativa de vida em 1,5 ano.

A principal fonte de poluição do ar nos grandes centros urbanos é a emissão de gases produzida pela utilização de combustíveis fósseis, principalmente o óleo diesel, que gera gases nocivos à saúde como o monóxido de carbono (CO), o dióxido de enxofre (SO2), dióxido de nitrogênio (NO2) e material particulado que causam inúmeras doenças respiratórias, cardiovasculares e câncer do pulmão entre outras.

Uma vez constatada a gravidade da situação, há medidas que podem ser adotadas para aliviar a pressão dos gases sobre o clima e a saúde humana. Uma das medidas mais efetivas e de curto prazo para enfrentar o problema está na diminuição da utilização dos combustíveis fósseis como alternativa energética predominante na movimentação da frota de veículos e a sua substituição gradativa por fontes renováveis como a bioenergia gerada a partir de biomassas como o álcool e o biodiesel.

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Construção de ciclovias em SP está prevista em lei da década de 90

Do Vá de Bike

 
WILLIAN CRUZ 

Avenidas construídas ou reformadas no município de São Paulo, incluindo pontes, viadutos e túneis, devem sempre contar com infraestrutura cicloviária. Isso inclui, por exemplo, a construção de corredores de ônibus. E, pelo menos no papel, isso não é novidade: a determinação vem de uma Lei municipal aprovada em 1990.

Criada pelo então vereador Walter Feldman, a lei municipal 10.907 determina, em seu artigo 1º, que “as construções de avenidas” no Município de São Paulo têm “obrigatoriedade de demarcação de espaços para ciclovias”. Examinando o texto da Lei, percebe-se a possibilidade de implementação tanto de ciclovias (segregadas) quanto de ciclofaixas (apenas sinalização).

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Maioria dos ciclistas usa bicicleta para ir ao trabalho

Da Agência Brasil

A maioria dos ciclistas de dez regiões metropolitanas do Brasil usa a bicicleta como transporte, para ir ao trabalho (88,1%) e pedala cinco dias ou mais por semana (71,6%). os números constam da pesquisa Perfil do Ciclista Brasileiro, produzida pelas organizações-não governamentais Observatório das Metrópoles e Transporte Ativo.

O levantamento revelou que 61,8% dos entrevistados usam a bicicleta como meio de transporte há menos de 5 anos e 26,4% dos ciclistas combinam o veículo com outro meio de transporte (ônibus e metrô). A maior parte (56,2%) leva entre 10 e 30 minutos em suas viagens, tem entre 25 e 34 anos de idade (34,3%) e renda entre um e dois salários mínimos (30%).

Inédita, a pesquisa, realizada entre agosto e setembro deste ano, informou renda, escolaridade, motivações e principais destinos e demandas de quem anda de bicicleta para deslocamentos. Mais de cinco mil ciclistas foram entrevistados nas cidades de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Manaus (AM), Niterói (RJ), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

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