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Defesas de Lula e Mercadante criticam tentativa de acusação por obstrução

 
Jornal GGN - Tanto a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quanto o ex-ministro Aloizio Mercadante mostraram-se surpresos sobre o inquérito da Polícia Federal, divulgado nesta segunda-feira (20), por suposta obstrução da Justiça.
 
O documento de mais de 40 páginas foi encaminhado ao ministro relator da Lava Jato, Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), recomendando a abertura de uma denúncia contra Lula, Mercadante e também a ex-presidente Dilma Rousseff, com base apenas na delação de Delcídio do Amaral. 
 
Uma das frentes da investigação coincide com outra, de igual foco, na Justiça Federal de Brasília, na qual, na última semana, o ex-senador Delcídio do Amaral admitiu a responsabilidade, e seu assessor, Diogo Ferreira, desmentiu a tese do ex-parlamentar.
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PF vê indícios contra Dilma, Lula e Mercadante, mas não os indicia

 
Jornal GGN - Em relatório de 47 páginas, a Polícia Federal do grupo de investigação da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) afirmou que acredita em indícios contra os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e o ex-ministro Aloizio Mercadante por obstrução à Justiça, com base na delação do senador cassado Delcídio do Amaral.
 
O documento não é um indiciamento, mas um pedido de denúncia contra Dilma, Lula e Mercadante, pelo delegado Marlon Oliveira Cajado dos Santos, do grupo da Lava Jato no STF. Como nenhum deles detêm foro privilegiado, o delegado pede que o caso seja remetido à Justiça Federal de Brasília. 
 
O caso é o desdobramento da Lava Jato por suposta obstrução e colocava como investigados Lula, Dilma, Mercadante, o próprio ex-senador Delcídio do Amaral, o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e ainda os ministros do Superior Tribunal de Justiça, Marcelo Navarro e Francisco Falcão.
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Assessor de Delcídio inocenta Lula e acusa ex-senador

 
Jornal GGN - A tentativa de obstrução à Justiça pelo ex-senador Delcídio do Amaral ocorreu por intermédio de seu assessor, Diogo Ferreira. Em depoimento prestado à Justiça Federal de Brasília, nesta sexta-feira (17), afirmou que jamais ouviu qualquer menção de Delcídio sobre atuação de Luiz Inácio Lula da Silva no episódio.
 
O depoimento foi concedido no âmbito do processo que apura a suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, por Delcídio, pelo ex-presidente Lula e outros seis investigados.
 
Mas a tese de arrolar Lula no esquema preparado por Delcídio fracassou. Assim como ocorreu em seu próprio depoimento aos investigadores e juízo na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta quarta-feira (15), foi a vez de seu assessor desmentir a teoria.
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Janot alerta para obstrução após indicação de Moraes no STF, mas blinda PSDB

A PGR pediu inquérito por obstrução da Lava Jato. Em grampo, Romero Jucá (PMDB-RR) anunciava que em eventual governo de Michel Temer, era necessário construir o tal pacto nacional "com o Supremo, com tudo". Janot apontou a cúpula do PMDB e "solução Michel", mas ignorou o PSDB delatado por Sérgio Machado entre os alvos
 
 
Jornal GGN - O grampo do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que foi liberado em maio do último ano, mostrava um esquema entre caciques do PMDB e da cúpula do governo de Michel Temer, entre eles, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), para construir um "grande acordo nacional" com Temer e impedir o avanço da Operação Lava Jato. Mas em delação ao investigadores, Machado afirmou que o PSDB fazia parte deste núcleo para "estancar" a Lava Jato.
 
Oito meses depois, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede a instauração de inquérito contra os nomes do PMDB que negociavam esse "pacto nacional", incluindo José Sarney (AP), Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR). Entretanto, assim como os procuradores da República não mostraram interesse na delação de Machado em saber quem eram os políticos do PSDB envolvidos na tentativa de obstrução, em junho de 2016, Janot também não os incluiu no pedido de inquérito.
 
A interceptação telefônica de Sérgio Machado vazou em maio de 2016. Á época, soube-se que o impeachment da então presidente Dilma Rousseff foi a consequência de uma negociação feita pelos parlamentares e políticos do PMDB e de outros partidos para "estancar a sangria" da Lava Jato.
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Sem alarde, Lula foi o último a depor na ação por obstrução da Lava Jato

Jornal GGN - O ex-presidente Lula teria sido o último a prestar depoimento à Polícia Federal de Brasília na ação em que ele e Dilma Rousseff, entre outros ex-ministros, são acusados de tentativa de obstruir a Lava Jato. Segundo informações da revista Época, desta sexta (13), Lula testemunhou na semana passada, sem nenhum alarde na mídia.

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Jornal implica Lula em denúncia, repercute e só corrige mais de 3h depois

 
Jornal GGN - Reportagem produzida pelo Estadão Conteúdo modifica a realidade ao afirmar que Bernardo, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, ao prestar depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, em audiência nesta segunda-feira (28), teria mencionado que a pressão sofrida pelo pai era para livrar Luiz Inácio Lula da Silva das investigações da Lava Jato.
 
Bernardo prestou depoimento por videoconferência aos investigadores de Curitiba, para apurar se houve uma tentativa do ex-senador Delcídio do Amaral de obstruir a Justiça nas investigações. Neste contexto, o filho do ex-diretor afirmou que recebeu R$ 50 mil em nome de Delcídio, sob o pretexto de ajudar a família de Nestor, para "comprar o silêncio do pai", sem comprometer os investigados na Lava Jato, entre eles o ex-senador.
 
Mas a ação que apura tentativa de obstruir a Justiça inclui, além de Delcídio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na banca de investigados. Por outro lado, além da falta de provas contra Lula nos autos, as testemunhas não mencionaram o ex-presidente nessa tentativa de "calar" o investigado da Petrobras, Nestor Cerveró.
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Polícia do Senado pode fazer varreduras contra grampos ilegais, afirma Renan Calheiros

Jornal GGN - Em nota à imprensa, o presidente do Senado Renan Calheiros reafirmou o que já consta no regimento interno da Casa sobre o papel da Polícia Legislativa na segurança de parlamentares e nas ações de inteligência. 

Segundo Renan, as varreduras para retiradas de grampos ilegais são regulamentadas, ao contrário do que sugere a ação do Ministério Público Federal do Distrito Federal, que pediu a prisão de quatro agentes da Polícia Legislativa sob o argumento de que teriam removido escutas e atrapalhado operações da PF, incluindo a Lava Jato.

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Policiais legislativos que ajudavam políticos a fugir da Lava Jato são presos

 

Jornal GGN - A Polícia Federal, com apoio do Ministério Público Federal no Distrito Federal, deflagrou na manhã desta sexta (21) a Operação Métis, para desarticular uma "associação criminosa" responsável por obstruir a Lava Jato em favor de senadores e ex-senadores, informou a corporação.

Com autorização do juiz da 10ª Vara Federal, de Brasília, foram cumpridos nove mandados, sendo quatro de prisão temporária e cinco de busca e apreensão, um deles nas dependências da Polícia do Senado, contra o chefe do departamento, Pedro Ricardo Araújo Carvalho. Os quatro presos também serão afastados de suas funções.

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Lava Jato não quis saber quem do PSDB discutiu “estancar” a operação

Jornal GGN - No vídeo em que fornece detalhes sobre o chamado "acordão" para "estancar a sangria" que a Lava Jato representa para a classe política, o delator Sergio Machado mostra que tem condições de citar nomes de parlamentares do PSDB que discutiram a tentativa de obstruir a investigação com o senador Romero Jucá (PMDB). Porém, como se vê na gravação, os investigadores preferiram seguir com o interrogatório sem perguntar quem são os tucanos envolvidos no esquema para frear a Lava Jato.

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Governo influencia Lava Jato a rejeitar novas delações contra Temer, diz reportagem

Jornal GGN - Membros da Polícia Federal que atuam na Lava Jato em Curitiba disseram à reportagem da Folha de S. Paulo, segundo publicação desta terça (4), que não querem que a operação celebre novos acordos de delação premiada.

A justificativa da corporação é que já foram firmados muitos contratos de cooperação - 66 desde o início da investigação - e que se esse número crescer com as mais 50 delações da Odebrecht em negociação, a sociedade sentirá o peso da impunidade pairando no ar.

Contudo, em caráter sigiloso, pessoas ligadas a Odebrecht afirmaram ao jornal que a essa nova postura da PF pode estar ligada a uma operação nos bastidores, patrocinada pelo atual governo, para evitar mais danos à cúpula do PMDB, partido do presidente Michel Temer.

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Lava Jato não obedece regras comuns, diz juiz que livra Moro de processo

Jornal GGN - Sergio Moro, simbolo da Lava Jato, se livrou de um processo por ter vazado um grampo presidencial envolvendo conversa entre Dilma Rousseff e Lula porque, segundo o juiz da ação, a operação na Petrobras não obedece ao ordenamento comum e o Supremo Tribunal Federal perdoa esse tipo de desvio de conduta quando é para um bem maior.

O pensamento do desembargador federal Rômulo Pizzolatti foi ratificado pela Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), que manteve, nesta quinta (22), por 13 votos a um, o arquivamento da representação contra Moro interposta por 19 advogados, em abril deste ano.

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Lula apresenta defesa contra acusação de tentar obstruir a Lava Jato

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula apresentou na segunda-feira (5) os argumentos contrários à acusação do Ministério Público Federal contra o ex-presidente, no âmbito da Operação Lava Jato, por suposta obstrução de Justiça com base na delação premiada de Delcídio do Amaral. O ex-senador afirmou à força-tarefa, em troca de benefícios, que Lula era o chefe de um esquema para comprar o silêncio de Nestor Cerveró, um dos principais delatores da Lava Jato.

A peça, com 159 paginas, "fulmina qualquer participação de Lula naquilo que o MPF defendeu como compra do silêncio", diz a defesa de Lula. Ela também afirma, em nota, ter demonstrado as nulidades processuais.

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"Vai ser complicado me acusar de obstruir a Justiça", diz Dilma

Jornal GGN - A presidente Dilma Rousseff comentou, em entrevista à imprensa internacional na quinta (18), a instauração de um inquérito pela Procuradoria Geral da República, com autorização do Supremo Tribunal Federal, para apurar eventual tentativar de obstrução à Lava Jato com a nomeação do ex-presidente Lula para ministro-chefe da Casa Civil. 

O inquérito está assentado no suposto uso do cargo para dar a Lula foro privilegadio, tirando das mãos do juiz Sergio Moro, de Curitiba, as ações contra o ex-presidente.

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Nomear Lula ministro não foi obstrução à Lava Jato, diz Janio de Freitas

Jornal GGN - Se Lula tivesse assumido a Casa Civil do governo Dilma Rousseff, os processos que correm contra o petista na Lava Jato apenas mudariam de instância, e isso não representa nenhum obstáculo às investigações. É por isso que um inquérito a pedido do Ministério Público para investigar a ambos por "obstrução" não faz o menor sentido. É uma "alegação sem fundamento. Inverídica", avalia o colunista Janio de Freitas, na Folha desta quinta (18).

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Lula manda recado a Janot: se vai investigar Dilma, investigue Moro também

Jornal GGN – O ex-presidente Lula disparou uma nota à imprensa na noite de terça (16), reagindo à notícia de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, conseguiu autorização do Supremo Tribunal Federal para instaurar um inquérito contra a presidente afastada Dilma Rousseff.

Janot decidiu investigar Dilma com base em três supostas tentativas de obstrução à Lava Jato: a nomeação de Lula para a Casa Civil – a operação entendeu isso como uma forma de dar foro privilegiado ao petista e tirar seus processos das mãos de Sergio Moro -, a nomeação de um ministro para o Superior Tribunal de Justiça, que também teria a intenção de agir contra a operação e, por fim, uma conversa entre o ex-ministro Aloísio Mercadante e Delcídio do Amaral, onde o ex-senador alega que viveu, ali, uma tentativa de ser comprado pelo governo Dilma para não fazer delação.

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