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Não é momento para brincar de pressão com acordo de Cunha, por Janio de Freitas


Foto: Gustavo Lima / Câmara dos Deputado
 
Jornal GGN - Nem como forma de pressionar para que o ex-presidente da Câmara do Deputados, Eduardo Cunha, entregue o que poderia estar omitindo, os procuradores da República deveriam cortar as negociações com o peemedebista, preso na Operação Lava Jato e uma das principais vozes para encaminhar provas contra Aécio Neves, o caso de Furnas, negócios brasileiros com as telecomunicações, os peemedebistas Geddel Vieira e Moreira Franco em direções da Caixa Econômica, etc.
 
A conclusão é de Janio de Freitas, que em coluna deste domingo (20) aponta: "Não há dúvida de que as revelações oferecidas por Cunha para o acordo de premiação estão aquém do valor possível". E completa: "Mais parece birra da presunção paranoide de alguns salvadores do país, confrontados com as resistências do seu prisioneiro."
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Vaccarezza é alvo de prisão preventiva na Lava Jato

Foto: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza (PT) foi preso nesta sexta-feira (18), em São Paulo, alvo da Polícia Federal na Operação Abate, desdobramento da Lava Jato. As investigações foram deflagradas também no Rio de Janeiro, com alvo no empresário Henry Hoyer de Carvalho, apontado como operador do PP, e em Santos.
 
As 43ª e 44ª fases da Operação apuram o favorecimento de empresas estrangeiras em contratos com a Petrobras, com fraudes de uma empresa norte-americana, entre os anos de 2010 e 2013, para o forncimento de asfalto à Petrobras. No caso, o Partido dos Trabalhadores e Cândido Vaccarezza são acusados de receber propinas que somariam US$ 500 mil neste esquema.
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Raquel Dodge é distração articulada na suspensão do acordo de Cunha

Há sentido na responsabilização da futura procuradora-geral pelo fracasso do acordo de Eduardo Cunha, sendo este gesto proposital ou não, articulado com os donos do poder ou não?
 
 
Jornal GGN - Mesmo sem ter assumido ou tomado qualquer decisão no posto maior do Ministério Público Federal (MPF), membros da Operação Lava Jato responsabilizam a futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo fracasso da delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e pela atual suspensão do acordo. E grandes jornais que os têm como fontes endossam o coro.
 
Eduardo Cunha estava negociando há quase dois meses o acordo de delação premiada com os procuradores da República da Lava Jato em Brasília. A força-tarefa acabou perdendo a paciência com o peemedebista, pelas informações "inconsistentes e omissas" que o político entregou.
 
O ex-parlamentar teria feito, até agora, acusações genéricas e entregado poucos documentos que sustentassem suas declarações. Diante disso, os investigadores decidiram suspender o acordo. A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pelo Valor.
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Força-tarefa fortalece estratégia de Temer para tentar se salvar

Procurador cobra "consequências" de visita de futura PGR à Temer e dá recado à Raquel Dodge por não interferência em Curitiba
 
 
Jornal GGN - Se a divulgação do encontro da futura procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com Michel Temer fora da agenda oficial do presidente foi uma estratégia articulada pelo próprio mandatário para endossar a tese de que seu encontro com o empresário Joesley Batista é da natureza de suas funções, a imprensa e a própria equipe de procuradores da Lava Jato vêm fortalecendo a teoria.
 
Desta vez, um dos líderes da força-tarefa do Paraná, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, afirmou publicamente que a subprocuradora-geral da República que assumirá em setembro o posto de Rodrigo Janot deve ser cobrada pelas consequências da visita a Temer no Palácio do Jaburu, no dia 8 de agosto.
 
"Nós temos agora que avaliar as consequências dentro da política que o Ministério Público vai ter a partir da gestão dela", afirmou.
 
"É claro que ela tem que se explicar, ela deu uma explicação, ela que deve, então, ser cobrada das consequências desse ato. Infelizmente, não há como fugir da responsabilização das pessoas perante a sociedade", disse Carlos Fernando, completando: "Todo funcionário público é responsável pelos atos que têm".
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Lava Jato cancela novo acordo com Andrade por falta de acusações contra Lula

Por outro lado, força-tarefa de Curitiba e de Brasília não quiseram saber de acusações da empreiteira contra Aécio Neves e o trensalão tucano
 

Foto: Lula Marques - Agência PT
 
Jornal GGN - Além da OAS, também se vê ameaçada a delação da Andrade Gutierrez. Mas além da falta de tempo suficiente para que o caso seja conduzido sob a gestão de Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República, o motivo é maior: os executivos da empreiteira negaram ter acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
A Andrade Gutierrez já fechou um acordo de delação com a Lava Jato em 2015, pagando uma multa de R$ 1 bilhão. Entretanto, novas delações de outras empresas levantaram que a empreiteira escondeu dos investigadores outros fatos, relacionados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) e sobre o chamado trensalão tucano.
 
A empresa originalmente mineira, que carrega em seu histórico relações com Aécio, teria perdido a confiança dos investigadores quando, a partir de outras delações, como da Odebrecht, por exemplo, soube-se que a Andrade omitiu pagamento de propina a Aécio Neves relacionada às obras na Cidade Administrativa.
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A profecia de Jucá e a Farsa Jato ou Farinha do mesmo saco, por Armando Coelho Neto

A profecia de Jucá e a Farsa Jato ou Farinha do mesmo saco

Por Armando Rodrigues Coelho Neto

Não existe combate à corrupção no Brasil e sim uma caça a Lula e ao Partido dos Trabalhadores. Já o disse antes neste espaço e reafirmo até prova em contrário. O processo seletivo de alvos permanece e alguns atos pontuais diferenciados, com aparente cunho apartidário, são calculados e seus efeitos são minimizados com notícias contra Lula, Dilma, PT. Os oficiantes da Farsa Jato sabem disso, enquanto ajudam a alimentar o bordão de que “todos são farinha do mesmo saco”, na desqualificação e criminalização da política.

Ao que parece a farinha do mesmo saco carece de melhor reflexão. Um bom começo é explicar a razão porque chamo de Farsa Jato as operações policiais desencadeadas pela Polícia Federal. Operações essas aplaudidas pelos políticos a quem servem, como se fossem farinha de outro saco, sob ovação de fósseis da guerra fria, ignorantes raivosos e uma legião de desavisados. Permaneço em estado de reserva crítica com meu “desconfiômetro” ligado.

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Lava Jato acabou com 500 mil empregos no Brasil, diz levantamento de jornal


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Os riscos da Operação Lava Jato para a economia, com a divulgação indiscriminada e aberta para o mundo sobre os esquemas de corrupção deflagrados na Petrobras, estatais e diversas empreiteiras brasileiras, ao contrário de fazer jus a sigilo de investigações em nome da soberania nacional, são expostos pelo GGN e imprensa alternativa desde o início dos avanços da força-tarefa de Curitiba. 
 
Mas agora que as apurações enfrentam boa parte da cúpula do governo de Michel Temer e caciques do PSDB, como o senador Aécio Neves (MG), a mídia tradicional começou a dar voz para os impactos na economia brasileira. Um deles foi diretamente no desemprego, contraditoriamente em momento que o atual governo peemedebista tenta convencer que sua gestão foi benéfica para geração de empregos.
 
Nesse sentido, levantamento feito pelo blog de Ancelmo Gois mostra que a Operação Lava Jato exterminou, pelo menos, 500 mil empregos no país. O repórter Tiago Rogero fez um cálculo com base na Petrobras, Sete Brasil, e nas principais empreiteiras na mira das investigações: a Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS, UTC, Engevix, além de outras empresas.
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Lava Jato não prova empresas de fachada em campanha de Haddad


 / AGÊNCIA BRASIL
 
Jornal GGN - Após o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, desmentir as acusações de que a UTC teria beneficiado a sua campanha de 2012 com o suposto envolvimento de uma gráfica de fachada, agora o político do PT não apenas prova que houve a produção de materiais, como outra empresa também na mira da Polícia Federal assume a prestação de serviços de comunicação para rádio, TV e internet.
 
O desdobramento da Operação Lava Jato que recaiu sobre Haddad foi deflagrado no dia 1º de junho, na chamada Operação Cifra Oculta. A suspeita era de crimes eleitorais e lavagem de dinheiro no pleito de 2012 à Prefeitura de São Paulo e partia das delações de Ricardo Pessoa, executivo da UTC.
 
O empresário narrou a delegados que a UTC pagou "dívidas de uma das chapas da campanha de 2012 à prefeitura municipal de São Paulo, referentes a serviços gráficos no valor de R$ 2,6 milhões". A gráfica que teria recebido os repasses, Souza & Souza, pertencia à família do ex-deputado estadual Francisco Carlos de Souza (PT). Segundo Pessoa, o político recebeu a quantia em propina da Petrobras, resultante de contratos obtidos pela UTC na estatal.
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Contra Palocci, Gebran valida tese do domínio do fato de Moro que deve condenar Lula

 
Jornal GGN - Ele já foi apontado como um amigo pessoal do juiz da Lava Jato no Paraná, Sérgio Moro, e hoje é responsável por revisar os possíveis erros do magistrado de Curitiba. Mas vem confirmando a estratégia desenhada pelo juiz de primeira instância para chegar à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 
 
Em sua última decisão, o desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF), João Pedro Gebran Neto, negou um recurso feito pela defesa do ex-ministro do PT, Antonio Palocci, contra a prisão preventiva, desde setembro de 2016, quando foi alvo da 35ª fase da Lava Jato, a Operação Omertà.
 
Palocci foi condenado há uma semana por 12 anos de prisão e multa com o pagamento de mais de R$ 1 milhão por supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro relacionados a Odebrecht. Já na própria sentença, que tem como quase única base os depoimentos de mais de 10 delatores, Moro sustentou que Palocci deve ficar preso, enquanto aguarda o julgamento de seu processo em outras instâncias.
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Acusado, marqueteiro de Temer, Elsinho Mouco, ajuda no desmonte de Janot


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Elsinho Mouco, o marqueteiro de Michel Temer, antes um assumido admirador de Dilma Rousseff, que depois se sentiu traído pelo governo petista, e já tendo confessado que recebeu repasses de Joesley Batista para blindar Temer na queda de Dilma no recente ápice das delações da JBS, auxilia o mandatário contra a denúncia de corrupção passiva.
 
O publicitário que trabalha há 15 anos  para o "sr. Temer", como o gosta de chamar, bravateava nas redes sociais uma suposta relação com o então governo de Dilma, quando a ex-presidente carregava o peemedebista acomodado no posto de vice. Tratada no final de 2014 como a "dama da democracia" passou a ser chamada de "arrogante, teimosa, intransigente", em 2016.
 
Em dois anos, o suposto sentimento do marqueteiro, que reservava em primeiro lugar a admiração por Temer, revelou outros movimentos que ultrapassariam a simples indignação. Foi acusado neste ano pelo dono da JBS, Joesley Batista, de ter recebido R$ 3 milhões de propina do frigorífico na campanha de 2010 e mais R$ 300 mil em espécie no último ano, a pedido do agora presidente da República.
 
Á reportagem do Estadão, no início deste mês, Elsinho Mouco confessou que Batista o contratou com o objetivo de "derrubar" a presidente Dilma Rousseff, além de eleger o irmão mais velho, José Batista Júnior, em Goiás.
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Os benefícios recebidos pelos delatores de Palocci e de Lula

Inquérito contra Palocci, ainda em outubro do último ano, indicava a estratégia desenhada para se chegar ao ex-presidente, que agora se concretiza na condenação do ex-ministro
 
 
Jornal GGN - O juiz da Lava Jato do Paraná, Sérgio Moro, mostrou as recompensas de se delatar contra o ex-ministro petista Antonio Palocci, no mesmo despacho que o condenou a mais de 12 anos de prisão. 
 
Enquanto a possível delação do ex-ministro foi analisada pelo magistrado de Curitiba como "ameaça", podendo desbancar a ponte criada pela força-tarefa da Operação para se chegar à mira final, no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aqueles que tornaram possível o encarceramento de Palocci e a tese que atinge Lula obtiveram benefícios.
 
Desde outubro de 2016, quando o ex-ministro da Fazenda do governo Lula e ex-ministro da Casa Civil no governo Dilma foi preso, o GGN revela a estratégia dos investigadores, que agora se concretiza. 
 
 
Somente o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, obteve uma redução de mais de 55 anos de prisão fechada. Isso porque o ex-diretor responde a 13 processos na Justiça Federal do Paraná, que significariam 61 anos e 7 meses totais de encarceramento.
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Entenda a prisão de Henrique Eduardo Alves e acusações que miram todos os Poderes

Grampos do celular de Léo Pinheiro indicam influência de Alves e de Cunha junto a representantes de todos os Poderes: além da Câmara, Senado e Presidência, também junto à PGR, STJ e TRF-5
 

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi preso na manhã desta terça-feira (06), em um desdobramento da Operação Lava Jato, com as delações da Odebrecht, no âmbito da Justiça Federal do Rio Grande do Norte.
 
Também foram alvos da Polícia Federal o secretário de Turismo de Natal, Fred Queiroz, preso preventivamente, e o cunhado do ex-deputado, o publicitário Arturo Arruda, levado a prestar depoimento coercitivamente. Fred Queiroz é um dos homens de confiança de Henrique Alves, atuante nas campanhas do ex-ministro, e seu cunhado Arruda é publicitário da Art & C, agência que supostamente operava em quase todos os governos do Rio Grande do Norte.
 
Batizada de Manus, a Operação com mira no ex-ministro de Michel Temer apura as práticas dos crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Com base nos depoimentos da Odebrecht, a acusação é de que Henrique Eduardo Alves e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) receberam propinas de contratos das obras da Arena das Dunas, estádio em Natal construído para a Copa do Mundo.
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Procuradoria-Geral prepara denúncia de Michel Temer


Foto: STF/Divulgação
 
Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República se prepara para apresentar uma denúncia contra o presidente da República, Michel Temer. A notícia da previsão do início da briga judicial contra Temer e seus aliados, incluindo Aécio Neves (PSDB-MG), para esta semana já era propagada e tornou-se certeira com a peça enviada contra Aécio nesta sexta-feira (02).
 
O documento, inclusive, arrola diretamente Temer em uma das acusações contra o senador tucano. É o caso que menciona a troca do comando do Ministério da Justiça como forma de obstruir a Operação Lava Jato.
 
O GGN antecipou na última sexta (02) a prisão do ex-deputado e ex-assessor de Michel Temer, Rocha Loures, e da intenção do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, de acelerar as denúncias contra os políticos envolvidos. A prisão de Loures também sinal claro de ameaça direta contra o mandatário.
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Em inquérito, PGR diz que Aécio seguiu tratativas de "estancar" Lava Jato

Negociações iniciadas antes do impeachment de Dilma Rousseff para "estancar a sangria" da Lava Jato seguiram até hoje com caciques do PMDB e PSDB, mostra inquérito
 

Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A conclusão da Procuradoria-Geral da República é que não há dúvidas de que Aécio Neves (PSDB-MG) atuou para barrar o avanço da Operação Lava Jato. Além das já divulgadas conversas grampeadas de Aécio com Joesley Batista, elaborando um plano para frear as investigações, com o conhecimento de Michel Temer e pressionando pela troca do ministro da Justiça e do diretor da Polícia Federal, o senador aparece articulando a obstrução com o senador Romerto Jucá (PMDB-RR).
 
Até agora já foram liberados os trechos em que Aécio conversa com Joesley Batista, dono da JBS, em encontro no Hotel Unique, em São Paulo, no dia 24 de março. Na ocasião, o tucano revelou ao empresário que pressionou o presidente Michel Temer, juntamente com outros empresários, para modificar a direção da PF, substituindo o diretor-geral Leandro Daiello.
 
Aécio também narrou ter comentado com Temer para que o governo fizesse uma 'mea culpa' durante a deflagração da Operação Carne Fraca, junto aos frigoríficos. A intenção do parlamentar era limitar as investigações, aproveitando a oportunidade dos apontados abusos dos delegados que impactaram as empresas nacionais naquele mês, e tirar o diretor-geral do órgão.
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Telexfree é denunciada por lavagem de dinheiro

 
Quando o GGN denunciou o golpe da Telexfree, tentamos de todas as maneiras que o então Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, agisse. Afinal, era mais de um milhão de vítimas do golpe. Cardozo refugou de todas as maneiras. Alegava que era 171, estelionato e, portanto, crimes de alçada estadual.
 
Argumentamos por posts e emails que era lavagem de dinheiro, crime contra o sistema financeiro e outros crimes da alçada federal. E não tinha lógica um golpe aplicado em todo o país depender da atuação de cada estado.
 
Pouco tempo depois, a Justiça norte-americana agiu rapidamente - para proteger os brasileiros de lá. Em poucos meses, liquidou com a quadrilha, acusando-a de lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro. Agora, o Ministério Público do Espírito Santo denuncia a Telexfree e seus parceiros brasileiros por crime de lavagem de dinheiro. 
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