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Cuidadoso com Temer, Moro pediu investimentos à sua força-tarefa de Curitiba


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O juiz da Lava Jato de Curitiba, Sérgio Moro, negou que tenha interesse em se candidatar às eleições, mas opinou sobre decisões parlamentares e, inclusive, sobre a reforma política em tramitação no Congresso, como a forma de financiamento das campanhas eleitorais. "A profissão política é uma das mais belas, mas eu não teria o perfil", disse Moro durante evento promovido pela rádio Jovem Pan.
 
"Já disse mais de uma vez e reitero quantas vezes forem necessárias que não sou candidato, não serei candidato", insistiu o magistrado do Paraná, pontuando em seguida o que ele defende ou não dentro do sistema político e, apesar de colocar como um figurativo opositor da política, defendeu que apesar imagem pejorativa que ela carrega - sobretudo desde os avanços da Operação Lava Jato - é uma das profissões "mais belas", sendo preciso, contudo, ter "o perfil" para aderir.
 
Disse que, na forma como está sendo feita hoje a reforma política "não é uma verdadeira reforma". "Há uma tendência de quem está dentro do sistema, de quem tem um cargo, queira continuar dentro, e queira deixar fora quem está fora. Então, o financiamento público, por bem intencionado que seja, tem que ser muito bem pensado para evitar esse tipo de problema", posicionou-se.
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Ao Vivo: Luis Nassif palestra nesta edição de “Ciclo Brasil e suas perspectivas”

O jornalista Luis Nassif será o palestrante da segunda edição do “Ciclo Brasil e suas perspectivas”, dia 23 de junho, às 14 horas. Promovido pela Coppe/UFRJ, o Ciclo é aberto ao público e tem como objetivo promover debates sobre a crise do país e maneiras de superá-la. O evento será realizado no auditório da Coppe, na rua Moniz Aragão, 360, Centro de Tecnologia 2, bloco 1, Cidade Universitária. O evento terá tradução simultânea para Libras.

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Sobre palestras e a apropriação do público pelo privado, por Eugênio Aragão

Sobre palestras e a apropriação do público pelo privado

por Eugênio José Guilherme de Aragão

Credores têm melhor memória do que devedores (Benjamin Franklin).

Prezado ex-colega Deltan Dallagnol,

Primeiramente digo "ex", porque apesar de dizerem ser vitalício, o cargo de membro do ministério público, aposentei-me para não ter que manter relação de coleguismo atual com quem reputo ser uma catástrofe para o Brasil e sobretudo para o sofrido povo brasileiro. Sim, aposentado, considero-me "ex-membro" e só me interessam os assuntos domésticos do MPF na justa medida em que interferem com a política nacional. Pode deixar que não votarei no rol de malfeitores da república que vocês pretendem indicar, no lugar de quem deveria ser eleito para tanto (Temer não o foi), para o cargo de PGR.

Mas, vamos ao que interessa: seu mais recente vexame como menino-propaganda da entidade para-constitucional "Lava Jato". Coisa feia, hein? Se oferecer a dar palestras por cachês! Essa para mim é novíssima. Você, então, se apropriou de objeto de seu trabalho funcional, esse monstrengo conhecido por "Operação Lava Jato", uma novela sem fim que já vai para seu infinitésimo capítulo, para dele fazer dinheiro? É o que se diz num sítio eletrônico de venda de conferencistas. Se não for verdade, é bom processar os responsáveis pelo anúncio, porque a notícia, se não beira a calúnia é, no mínimo, difamatória. Como funcionário público que você é, reputação é um ativo imprescindível, sobretudo para quem fica jogando lama "circunstancializada" nos outros, pois, em suas acusações, quase sempre as circunstâncias parecem mais fortes que os fatos. E, aqui, as circunstâncias, o conjunto da obra, não lhe é nada favorável.

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Dilma denuncia em Boston tentativa de prender Lula para evitar candidatura à 2018

 


Foto-montagem: Brasil247

Jornal GGN - Convidada pelas Universidades de Harvard e MIT, em Boston, para palestrar na Brazil Conference, a ex-presidente Dilma Rousseff denunciou o golpe parlamentar no processo de impeachment que a tirou do poder e disse estar preocupada com a tentativa de mudança nas "regras do jogo democrático" em uma eventual prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Neste sábado (08), a ex-presidente participou da conferência em Boston, nos Estados Unidos, a convite das duas universidades, para debater os problemas do Brasil e o papel do país no mundo. 
 
Em cerca de 40 minutos, Dilma falou sobre a democracia, sobre os impactos das políticas que vem sendo implementadas no país desde a sua destituição do poder, com o governo de Michel Temer, e sobre os riscos da tentativa de repetir o cenário, em eventual impedimento de que o ex-presidente Lula sequer concorra às eleições de 2018.
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TV UFSC exibe ‘Diálogos’ com Luís Nassif nesta quarta-feira, dia 29

da UFSC

TV UFSC exibe ‘Diálogos’ com Luís Nassif nesta quarta-feira, dia 29

A TV UFSC exibe, nesta quarta-feira, 29 de março, mais um programa da série “Diálogos”, com o jornalista Luís Nassif, que proferiu palestra em Florianópolis na semana passada. O programa tem por objetivo abordar questões da atualidade por meio de conversas e depoimentos de personalidades dos mais diversos campos. “Diálogos” será exibido na quarta-feira, 29 de março, às 20h30, com reprise no sábado, 1º de abril, às 8h.

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Política de drogas e encarceramento é tema de palestra realizada pelo CEE-Fiocruz

“Sem ter estratégias racionais de política de drogas, não é possível combater a atual crise carcerária que o país vive”

 
Política de drogas e encarceramento é tema de palestra da série Futuros do Brasil, dia 30/3 
 
O desenvolvimento de uma política de drogas orientada pelo viés da assistência social e da saúde pública, bem como os seus efeitos para o sistema prisional brasileiro serão o tema do novo evento da série Futuros do Brasil, realizado pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz) e o Centro de Estudos Giuliano de Oliveira Suassuna, do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural (DIHS/Ensp). O advogado e professor Salo de Carvalho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fará a palestra Política de drogas e encarceramento no Brasil, em 30/3/2017, às 10h, no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). O evento também será transmitido ao vivo pelo blog do CEE-Fiocruz.
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Partidos políticos, comunicação e poder, por Maria Inês Nassif

Da Carta Maior

 
Analisando a atuação dos partidos golpistas, em especial o PMDB, Maria Inês recuperou o contexto de formação desses partidos durante a redemocratização
 
 
Por Tatiana Carlotti
 

Na última segunda-feira, 13 de março, a jornalista Maria Inês Nassif participou das Jornadas de 2017 da Carta Maior, abordando o tema “Partidos políticos, comunicação e poder”. Na pauta, a diluição do poder institucional da política nacional e a avalição de que “nenhum partido político resistiu ao golpe”.
 
Analisando a atuação dos partidos golpistas, em especial o PMDB, Maria Inês recuperou o contexto de formação desses partidos durante a redemocratização no Brasil. Outro ponto salientado durante a palestra foi a interferência do poder Judiciário na vida partidária e eleitoral.

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Palestra e Sarau em Florianópolis

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Sarau
 
No sábado, a partir das 19 horas, haverá um Sarau do Blog no Baiacu Bar, 
 
 
Da Gazeta de Joinville
 
 
15 de março de 2017 Deixe um comentário
 
O responsável pelo principal blog político do país, o jornalista Luis Nassif vai proferir uma palestra sobre “A Crise Institucional no Brasil”. O evento vai acontecer no próximo dia 17 de março, às 19h, no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A palestra é iniciativa do Instituto Paulo Stuart Wright e UGC.

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Moro é alvo de protestos em palestra na Columbia University, nos EUA

Jornal GGN - A Columbia University recebeu o juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, nesta segunda-feira (06), ao som de protestos e uma recepção não esperada pelo magistrado da primeira instância.
 
Convidado pelo empresário Jorge Paulo Lemann, proprietário da Ambev e um dos homens mais ricos do mundo, Moro foi palestrar na New School for Social Research, da Universidade de Columbia, e falou sobre a sua trajetória na Operação Lava Jato. Mas do lado de fora do salão, protestos atrasaram cerca de 12 minutos o começo das palavras de Moro aos estudantes norte-americanos.
 
No seminário, defendeu que as investigações contra a corrupção, ao contrário das críticas, vem "fortalecendo as instituições" e irão reforçar a sociedade contra a corrupção e ao comportamento de figuras públicas que descumprem a lei.
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MBL não convida Cármen Lúcia e Barroso para seminário

Montagem: Brasil 247
 
Jornal GGN - Em encontro partidário do Movimento Brasil Livre (MBL), além do grupo não ter alcançado nem 5% da arrecadação online esperada para financiar o evento, participam das mesas de destaque o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, e o ministro da Educação de Michel Temer, Mendonça Filho. Não foram convidados a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e o ministro Luis Roberto Barroso.
 
Gilmar, por outro lado, será a estrela do 2º Congresso Nacional do MBL previsto para os dias 19 e 20 de novembro, em São Paulo. Na página do evento, o Movimento escreve: "quem diria, o grupo desacreditado de pessoas que liderou a revolta contra o PT, ainda em 2014, venceu".
 
Além do ministro dividindo agenda com ex-deputados e parlamentares tucanos, a própria autora do impeachment, a advogada Janaína Paschoal, estará presente. Segundo o MBL, os palestrantes "ajudarão a formular estratégias para que o MBL continue levando a frente sua luta por liberdade", com o objetivo de criar uma "agenda municipalista agressiva".
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Sérgio Moro: a caixa de Pandora, mídia e caso Watergate da Lava Jato

 
Jornal GGN - Antes de passar a fala ao juiz da Lava Jato, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, introduziu afirmando que se as instituições do poder estivessem funcionando adequadamente, o Brasil não precisaria de heróis. "Só se precisa de 'heróis' quando as instituições não funcionam e, parafraseando [Bertolt] Brecht, 'triste é o país que precisa de heróis', nós precisamos mesmo é de instituições", completou.
 
Em seguida, teve a palavra Sérgio Moro, em evento realizado pelo Instituto de Diálogos Constitucionais, nesta terça-feira (09). Com uma apresentação marcada por demonstrações de vaidades, iniciou falando que descobriu que sempre que é convidado para um evento e não aborda a Operação Lava Jato "há uma frustração". 
 
Em mais de uma hora de palestra no Centro Universitário UniCEUB, em Brasília, Moro fez um resumo e balanço dos casos investigados e julgados até agora pela Vara Federal de Curitiba, relacionados à Petrobras, deixando escapar detalhes sobre a forma controversa de conduzir esses trabalhos.
 
Lembrou, por exemplo, que em 17 de março de 2014, ele não teria ideia da oportunidade que viria pela frente, no andamento das investigações. "Como todo caso criminal, começou pequeno. Inicialmente se investigavam quatro indivíduos. A Polícia federal no curso dessa investigação literalmente tropeçou na prova de que um desses indivíduos, suposto lavador profissional, teria conexões e relações com um ex-diretor da Petrobras", disse.
 
Foi nesse momento que, segundo Moro, "o caso foi crescendo e as provas foram se avolumando". 
 
Se já pela metade da explanação o magistrado do Paraná afirma que as delações premiadas, que a seu ver o termo correto seria de "colaboração premiada", são muito importantes para aprofundar a investigação e que não se sustenta a teoria de que elas foram usadas como facilidade para os investigadores alcançarem provas - uma vez que, nas estratégias de procuradores, ainda na fase de acordo com o investigado, são solicitados documentos e provas materiais que corroborem os depoimentos -, Moro ressalta que muitos dos fatos foram descobertos antes do início das delações, no início o juiz deixa escapar outra versão para as colaborações, contraditória à essa visão:
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Nos EUA, Toffoli diz que Moro não muda o Brasil sozinho

 
 
Jornal GGN - Em debate promovido pelo Wilson Center, nos Estados Unidos, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli afirmou que Sergio Moro "não é um juiz sozinho que está mudando a história do Brasil".
 
Durante a apresentação, Toffoli, por outro lado, elogiou o trabalho da Operação Lava Jato, mas que ela só foi possível graças a uma série de leis aprovadas no Brasil. Além disso, agregou responsabilidade pela reputação do Judiciário brasileiro mundo afora ao caso do Mensalão.
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Ao vivo: Celso Amorim fala de política externa

Jornal GGN - O ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, Celso Amorim, promove neste momento a palestra "Em defesa de uma política externa ativa e altiva", com criticas ao atual cenário da política externa atual. O evento é promovido pelo Instituto Lula, a Fundação Perseu Abramo, a Frente Brasil Popular, o Conselho Latino-americano de Ciências Sociais (Clacso), a Fundação Friedrich Ebert e o Grupo de Reflexão do sobre Relações Internacionais (GR-RI).

Acompanhe, ao vivo:

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Bate-papo e sessão de autógrafos com Karl Ove Knausgård

O autor norueguês da série “Minha luta” se reúne hoje, dia 4 de julho, com o público de São Paulo

Jornal GGN -  O livro “Uma temporada no escuro”, quarto volume da série “Minha luta”, chega ao público hoje, dia 4 de julho, pela Companhia das Letras. A partir das 18h, o autor norueguês Karl Ove Knausgård se reúne com os fãs em um bate-papo, com mediação de Roberto Taddei, acompanhado de uma sessão de autógrafos, na Livraria Cultura, em São Paulo.

Em “Uma temporada no escuro”, Karl Ove Knausgård está com dezoito anos e se muda para uma vila no norte da Noruega, a fim de dar aulas a adolescentes. Sua intenção é juntar dinheiro para viajar e investir na carreira de escritor. Tudo está indo bem, até o escuro tomar conta dos dias de inverno.

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Ciro Gomes dá palestra gratuita em São Paulo

Jornal GGN – O provável candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes, apresenta na próxima terça-feira (14), às 19h, a palestra A crise e o Futuro do Brasil, no auditório da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). A entrada é gratuita e não há necessidade de inscrição.

“Após momentos de instabilidade econômica, eleições acirradas, escândalos de corrução, protestos e um impeachment em curso, o Brasil se vê não apenas diante de uma crise generalizada, mas do desafio de se pensar o futuro do país”, diz a organização sobre a importância do evento.

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