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Dallagnol não vende ações que comprou da Petrobras para não "levantar suspeitas"

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Jornal GGN - Em meio a polêmicas sobre a realização de palestras sobre a Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol participou de um evento da XP Investimentos na sexta (23) e, segundo relatos da Infomoney, arrancou gargalhados do público - formado, em sua maioria, por investidores - quando admitiu que é um fracasso no ramo.

Ele comentou que comprou ações da Petrobras, BTG Pactual e Queiroz Galvão anos antes da operação na estatal estourar e, agora que está no prejuízo, não pode vendê-las para não "levantar suspeitas" de "conflito de interesses".

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Dallagnol doou 45% a 60% de lucro de palestras em 2016

Levantamento feito pelo GGN mostra, ainda, que membros do Ministério Público não podem dar palestras que não sejam em Instituições de Ensino ou exercer atividades fora do meio acadêmico 
 

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Jornal GGN - O coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, deu cerca de 12 palestras remuneradas no ano de 2016. Em nota pública, o procurador da República afirmou que optou "por doar praticamente tudo". A jornalistas nesta quinta-feira (22), disse que omitiria os valores para não "expor o contratante", mas que o hospital que recebeu suas doações contabilizou R$ 219 mil no ano passado. O valor, contudo, é quase a metade da média do que Dallagnol teria recebido, segundo dados divulgados pela própria agência de palestras.
 
O GGN fez os cálculos. De todas as apresentações, palestras e seminários, o procurador admite que 12 foram remuneradas e também não confirma que a totalidade delas foi destinado ao hospital. 
 
Em nota publicada nas redes sociais, após reportagens darem conta de que ele prestava a atividade remunerada, o procurador afirmou que  "no caso de palestras remuneradas sobre ética e corrupção em grandes eventos, tenho destinado o dinheiro para entidades filantrópicas ou para a promoção da cidadania, da ética e da luta contra a corrupção". "Optei por doar praticamente tudo para que não haja dúvidas...", havia manifestado.
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Opinião do Nassif: as palestras de Moro e Dallagnol e a arte de sofismar o direito

Lava Jato proporcionou, junto à cobertura de mídia, criação de figuras públicas que comercializam autoimagem e informações públicas

Um novo fato volta a chamar atenção à cúpula que coordena a Operação Lava Jato. Há alguns dias começou a rodar no Twitter um post com a imagem de um site de palestras vendendo apresentações do procurador Deltan Dallagnol, que por sua vez vende em suas palestras conteúdo público, levantado no trabalho público que realiza na Lava Jato.  

O Twitter viralizou, levando Dallagnol a usar sua conta pessoal no Facebook para desmentir o objetivo de lucro das palestras, deixando-o em uma situação complexa. Dallagnol dizia no texto que, por modéstia, não tinha divulgado que todo o dinheiro da palestra ia para uma grande causa, que era financiar ações do tipo Lava Jato. 

Mas tem um problema que pesa contra a argumentação de Dallagnol: não existe possibilidades legais de acontecer a doação de pessoas físicas para áreas públicas, em benefício de qualquer tipo de ação, e para ter qualquer tipo de repasse ele teria que ter uma pessoa jurídica. Então, para comprovar que não está mentindo, Dallagnol teria que mostrar o CNPJ da pessoa jurídica que recebe o dinheiro das palestras. Ele não poderia alegar, por exemplo, que o dinheiro ficou na sua conta, e estando na sua conta, esperava abrir a pessoa jurídica para transferir. Isso caracterizaria que está faltando com a verdade. 
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Deputados alertam sobre palestras de Dallagnol a CNMP

"A confusão entre o interesse público e o privado é manifesta e estarrecedora", afirmaram Wadih Damous e Paulo Pimenta
 

Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Após a notícia de que o procurador da República e coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, cobraria entre R$ 30 mil e 40 mil para dar palestras, os deputados da oposição Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Pimenta (PT-RS) entraram com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), pedindo esclarecimentos.
 
Coluna divulgada por Mônica Bergamo nesta segunda-feira (19) mostra que o procurador pediu a uma empresa que oferecia as suas palestras para retirar "imediatamente" as informações do site. A empresa Motiveação trazia informações de Dallagnol como um dos palestrantes.
 
Uma página estava dedicada ao procurador, com informações sobre o serviço e também com o valor de até R$ 40 mil por palestra. Mas após a notícia ser divulgada, a página foi retirada, com a mensagem: "Esta página foi retirada do ar, pois não foi autorizada pelo palestrante e nem por sua equipe. A Motiveação Palestras vem por meio desta se retratar por qualquer tipo de prejuízo e/ou situação que tenha vindo a causar ao Sr. Deltan Dallagnol e aproveitamos para deixar nosso apoio ao trabalho muito bem feito que o mesmo vem ajudando a tornar realidade e história em nosso país".
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As palestras de Dallagnol e os voos de Temer

Há algo em comum entre Michel Temer e Deltan Dallagnoll.

Divulgada a informação de que viajou para um encontro da LIDE em um avião da JBS, inicialmente Michel Temer admitiu a viagem – já que era para evento público -, mas negou o transporte. Disse que viajara em avião da FAB.

Informado de que a FAB desmentiria, admitiu o voo  em aeronave privada. Mas informou não saber o nome do proprietário.

Quando o proprietário deu inúmeros detalhes demonstrando que Temer sabia, nada mais disse.

Divulgada a informação de que havia um site de eventos vendendo suas palestras a um custo entre R$ 30 mil a R$ 40 mil, o procurador Deltan Dallagnoll negou ter autorizado a venda. O site publicou uma nota se desculpando.

Mas não negou receber pelas palestras, porque eventos públicos, nem desmentiu os valores apregoados no site. Leia mais »

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Como fabricar uma denúncia contra Lula, segundo a Lava Jato

Primeiro passo para promover devassa na vida de Lula é achar uma brecha no meio das empreiteiras da Lava Jato. Depois, é preciso detectar um elo entre a empresa do ex-presidente e a corrupção na estatal. Caso as evidências não sejam suficientes, dê tiro para todo lado: use o sítio de Atibaia e o triplex no Guarujá. Se nada der certo, recorra à delação
 
Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
 
Jornal GGN - O Estadão divulgou nesta terça (13) que a Polícia Federal, sem finalizar a investigação, encaminhou o inquérito contra a LILS - empresa de palestras de Lula - para o Ministério Público Federal, em Curitiba (PR). Leia mais »
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Tudo "lícito e transparente", diz delator após detalhar cada palestra de Lula

 
Jornal GGN - Em depoimento aos procuradores, Alexandrino Alencar, um dos principais delatores da Odebrecht, esmiuçou cada uma das viagens e palestras contratadas da LILS, empresa de palestra de Lula, e disse que tudo seguiu o modelo criado por outros ex-presidentes - "como Fernando Henrique Cardoso" - justamente para garantir "licitude e transparência". As palestras foram todas realizadas e os pagamentos, regulares e têm comprovante fiscal.
 
 
Alencar abriu o depoimento dizendo que a Odebrecht decidiu patrocinar palestras do ex-presidente petista porque "era uma maneira de remunerar Lula, face a tudo o que ele fez pela empresa, de uma maneira lícita e transparente. Foi feita da mesma maneira que fizemos com ex-mandatários, como Fernando Henrique Cardoso."
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Laudo da PF sobre empresa de Lula não é conclusivo sobre corrupção

Quanto às palestras contratadas por empresas investigadas pela Lava Jato, como Odebrecht, OAS, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, que juntas representaram quase 30% dos rendimentos da LILS em cinco anos, o laudo da PF não levanta suspeitas


Jornal GGN - As reportagens sobre Lula ser o garoto propaganda da Itaipava são fruto de uma perícia técnica da Polícia Federal sobre as finanças da LILS, a empresa de palestras do ex-presidente. Os principais jornais decidiram focar em um e-mail em que é solicitado a Lula que fale bem da cerveja durante uma palestra contratada pelo fabricante Grupo Petrópolis, e marginalizaram o fato de a Lava Jato ainda não ter detectado irregularidades nos serviços prestados pela LILS.

O relatório assinado pelo perito criminal Ivan Roberto Ferreira Pinto e encaminhado ao delegado Luciano Flores de Lima foi feito com base na quebra de sigilo fiscal da LILS, acrescido de documentos apreendidos durante a Operação Aletheia, deflagrada há nove meses.

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Barão de Itararé promove ciclo de debates em SP

Jornal GGN – O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé promove o ciclo de debates “A Imprensa e o Golpe”, em São Paulo. Serão três dias de debates com os temas “A crise política”, “Os reflexos na sociedade” e “Os impactos na economia”, que contarão com a participação de jornalistas, economistas e artistas. As edições acontecem nos dias 22, 24 e 29 de novembro, sempre a partir das 19h.

Com o objetivo de melhor entender o cenário político atual que, com a consumação do impeachment de Dilma Rousseff, sofre com as mudanças e retrocessos, fazem parte do ciclo personalidades como as jornalistas Maria Inês Nassif (Carta Maior), Laura Capriglione (Jornalistas Livres), o economista Eduardo Fagnani, o músico Tico Santa Cruz, entre outros.

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Com Gilmar e advogada do impeachment, MBL cobra até R$ 200 por palestras

Jornal GGN - O Movimento Brasil Livre está empenhado em promover uma rodada de palestras em São Paulo com a presença de Gilmar Mendes, Janaina Paschoal e outras figuras ligadas ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Pelos ingressos, o grupo - que tem membros que agora se dedicam a ajudar Beto Richa a desocupar escolas no Paraná - cobra até R$ 200. Nas peças de divulgação, o MBL se vangloria de ter derrubado Dilma e celebra a "guinada à direita" que o governo Temer deu. As informações são da coluna de Ilimar Franco em O Globo.

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Sesc promove série de palestras “Michel Foucault e as artes”, em SP

Ilustração: Cabral

Jornal GGN – Nos próximos dias 28 e 29 de outubro, o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc irá promover a série de palestras “Michel Foucault e as artes”, em São Paulo.  O encontro, com o objetivo de destacar a importância da arte para Foucault e sua perspectiva arqueológica na análise dos diversos campos artísticos, contará com a participação de Alessandro Francisco, Diogo Sardinha, Fabienne Brugère e Guillaume Le Blanc. O evento, na sexta-feira e no sábado, acontece das 14h às 18h.

Michel Foucault, em 1969, publicou a obra “A arqueologia do saber”, na qual aborda a análise dos discursos que estudou até então. Destacando que é possível realizar outras arqueologias que não aquela dos saberes, Foucault indica propostas como: uma descrição arqueológica da sexualidade, uma análise arqueológica da pintura ou sobre o saber político. Entretanto, deixando também em aberto o campo específico da arte.

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Lula faz lobby de R$ 7 bilhões e ganha um plano de saúde em troca, ironiza advogado

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula desqualificou a denúncia que a Justiça Federal de Brasília aceitou, na quinta (13), a pedido da Procuradoria do Distrito Federal, na qual o petista é acusado de tráfico de influência em favor da Odebrecht. Em nota, o advogado Cristiano Zanin diz que Lula é vítima de uma "guerra travada por meio de manipulações das leis" para destruir sua imagem com "acusações absurdas e sem provas".

"Nessa nova ação Lula é acusado pelo MPF [Ministério Público Federal] de ter influenciado a concessão de linhas de crédito de R$ 7 bilhões para a Odebrechet e ter recebido, em contrapartida, um plano de saúde para seu irmão e a remuneração por duas palestras que ele comprovadamente fez – em valores que são iguais aos contratos relativos às demais palestras feitas pelo ex-presidente a 41 grupos empresariais", ironizou.

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Defesa questiona Janot sobre delação forçada da Lava Jato para culpar Lula

Jornal GGN - A defesa de Lula questionou formalmente a Procuradoria Geral da República após a Folha de S. Paulo noticiar, nesta terça (11), que a delação de Alexandrino Alencar, ex-executivo da Odebrecht, foi rejeitado pelos procuradores porque inocenta Lula da acusação de receber propina disfarçada na forma de palestras.

O GGN fez um levantamento em cima de delações que já vazaram na imprensa, e apontou que, em pelo menos seis circunstâncias, os investigados disseram que Lula não é culpados pelos crimes narrados pelos procuradores da Lava Jato. Nos casos da Odebrecht e OAS, isso fez com que as negociações fossem paralisadas.

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3ª edição da Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília

Jornal GGN – Brasília sediará a terceira edição da Bienal Brasil Do Livro e da Leitura, de 21 a 30 de outubro, no Estádio Mané Garrincha. A feira, aberta ao público, contará com debates, palestras, seminários, shows e lançamentos de livros que irão abordar diversos temas como: refugiados, intolerância, afetividade, gênero, meio ambiente, vida urbana, tecnologias digitais, entre outros. Ao todo estarão 150 escritores, nacionais e estrangeiros, presentes.

Dentre os homenageados está o pensador português Boaventura de Sousa Santos, referência na área de ciência social e um dos maiores responsáveis pela criação do Fórum Social Mundial. A poetisa brasileira Adélia Prado, que afirma o cotidiano como a própria condição da literatura, também será homenageada. Os dois estarão presentes nos encontros com a plateia.

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Lula é indiciado 2 horas após Lava Jato anunciar investigação no governo FHC

Jornal GGN - Nesta quarta (5), por volta das 10h30, a manchete do Estadão indicava que a Polícia Federal decidiu, a partir da delação de Nestor Cerveró, investigar corrupção no governo FHC. Duas horas depois, a revista Época mudava a direção dos holofotes da velha mídia com a notícia de que Lula foi indiciado novamente, agora por propina suposta propina de R$ 20 milhões que seu sobrinho postiço teria recebido da Odebrecht.

Segundo as primeiras informações, a Polícia Federal entende que Lula teria usado de sua influência como presidente da República para obter contratos da Odebrecht por obras em Angola para a empresa de seu "sobrinho", Taiguara Rodrigues dos Santos, dono da empresa Exergia. Além de Lula e Taiguara, outros sete executivos da empreiteira, incluindo Marcelo Odebrecht, foram indiciados por corrupção e lavagem.

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