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Paulo Rabello de Castro

Diretor do BNDES deixa o cargo e reclama de “ditadura” dos órgãos de controle

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Foto: Ascom/CGU

Jornal GGN - Ricardo Baldin, diretor das áreas de Controladoria, Gestão de Riscos e Tecnologia da Informação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) decidiu deixar seu cargo no banco. 
 
Ele é o terceiro executivo a sair da instituição na gestão de Paulo Rabello de Castro, que assumiu a presidência do BNDES no lugar de Maria Silvia Bastos Marques, há pouco mais de um mês. 
 
Em entrevista para o Estadão, Baldin reclamou de um alto nível de estresse e de uma “ditadura de controle” sobre o banco, imposta por órgãos como o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União. 
 
“A ditadura do controle está perseguindo (o banco) e fazendo coisas que poderiam ser feitas de forma diferente", afirmou Baldin, dizendo também que o país “não pode ficar a reboque dos órgãos de controle”.

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A curiosa história de Paulo Rabello de Castro, por Luis Nassif

É no mínimo curiosa a biografia de Paulo Rabello de Castro. Ele entrou no debate econômico no início dos anos 90, como um dos discípulos de Roberto Campos, ao lado de Paulo Guedes e outros.

Desde o início, mostrava ser o mais político (no sentido amplo) e de visão mais elaborada sobre desenvolvimento e ferramentas institucionais. Ao contrário dos colegas, não se fixava exclusivamente nas discussões sobre política monetária e fiscal.

Desenvolveu uma boa sensibilidade de mercado para trabalhar em cima de ajustes patrimoniais, comparações entre fluxos e estoques, com soluções criativas capazes de serem aplicadas por gestores mais ousados.

No início dos anos 90, encampei uma de suas propostas, o encontro de contas no setor público, acoplado a um modelo de privatização através dos chamados fundos sociais – reconhecendo os passivos históricos da União, estados e municípios com os fundos sociais.

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Paulo Rabello de Castro e o jornalismo do senso comum

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Uma das grandes pragas dessa era das redes sociais é o opinionismo desenfreado. Todos têm opiniões taxativas sobre tudo, pouco importa o grau de complexidade do tema e de desinformação do autor.

Desde os anos 90, teve início essa praga do populismo do colunismo. Em vez de explicar, interpretar, atender às dúvidas dos leitores, o colunista se colocava no mesmo nível do leitor, com as mesmas indignações e o mesmo nível de ignorância. É o chamado colunismo do senso comum.

A maneira como uma colunista da Folha ataca Paulo Rabello de Castro, no artigo abaixo, é significativa da ditadura do pensamento leigo, justamente onde deveria estar o escrito especializado. Em negrito é sublinhado, meus comentários  

Sem respostas

Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES há pouco mais de um mês, fala muito mas diz pouco. O economista é loquaz na defesa política do governo Temer e evasivo nas explicações substantivas sobre as operações do banco. A verborragia de Rabello já levou dois diretores a pedir demissão.

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Funcionários do BNDES farão manifestação contra nova taxa de juros

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Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - No dia 24 de julho, a Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (AFBNDES) vai realizar uma mobilização contra a Medida Provisória que cria uma nova de juros para o banco, a Taxa de Longo Prazo (TLP)
 
O governo de Michel Temer pretende substituir a atual taxa, a TJLP, sob o pretexto de que ela onera os cofres públicos, permitindo empréstimos a taxas menores que as de captação do recurso. Os funcionários do banco acreditam que a TLP terá impacto negativo nos empréstimos e, consequentemente, na economia brasileira. 
 
Idealizada na gestão de Maria Silvia Bastos, a TLP tem sido criticada pelo atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro. De acordo com O Globo, Rabello teria procurado parlamentares para propor mudanças na MP que tramita no Congresso. 

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Temer usa presidente do BNDES para atingir JBS

Jornal GGN – Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) defende a revisão da composição do conselho de administração da JBS e o afastamento dos Batista do comando. A defesa ocorreu em entrevista coletiva no lançamento do Canal do Desenvolvedor MPME, que financia micro, pequenas e médias empresas.

Rabello afirmou que,, tendo uma megaempresa como a JBS, de atuação mundial, “o correto, o ideal, mesmo que o controlador tenha dado, em passos anteriores, grandes e notáveis contribuições para o desenvolvimento, chega um determinado momento em que o ideal é que a companhia esteja completamente profissionalizada, porque começam a surgir, e podem surgir em qualquer empresa, alguns conflitos de interesse entre alguém que detém 40% de uma companhia e os interesses que dizem respeito a 100% do capital acionário”, disse ele.

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IBGE poderá cobrar pelo acesso às informações

Alerta é do Sindicato do instituto de pesquisa que acusa presidente de contrariar regras da ONU
Alerta é do Sindicato do instituto de pesquisa que acusa presidente de contrariar regras da ONUFoto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O Sindicato Nacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ASSIBGE) acusa o atual presidente do IBGE, Paulo Rabello de Castro, nomeado por Michel Temer, de contrariar as diretrizes do Manual de Organizações de Estatísticas da ONU, no quesito onde é preconizado que a nomeação dos chefes de instituições de estatística deve ser realizada com independência, não submetido às influências de interesses governamentais, tendo vindo a público, em diversas ocasiões, para fazer defesa às reformas promovidas pelo governo Temer.
 
A entidade também alerta que o presidente do IBGE já declarou que pretende mudar a prestação de serviços da entidade, para que a produção de pesquisas funcione num sistema de "pesque e pague", onde o resultado dos trabalhos desenvolvidos pelo IBGE serão mercantilizados para os cidadãos interessados, restringindo a abertura dos dados. 
 
"A sociedade já custeia o IBGE. Só faz sentido cobrar por informações se o objetivo for oferecer mais temas, detalhes ou abrangências a quem tem maior poder econômico, o que também fere os princípios fundamentais de estatísticas oficiais da ONU, que determinam que as estatísticas sejam públicas e com igualdade de acesso para todos", contra-argumenta o sindicato. 
 
Leia a nota na íntegra: 
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Para sindicato, presidente do IBGE está mais preocupado em fazer propaganda do governo

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Ministro do Planejamento, Diogo Oliveira, e o presidente do IBGE, Paulo Rabello de Castro, em cerimônia de posse (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
 
Jornal GGN - Em nota sobre a correção de dados divulgados anteriormente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do IBGE (ASSIBGE) repudia “qualquer ilação sobre manipulação de dados”, mas afirma que o presidente do órgão está mais interessado em fazer propaganda do governo federal  do que em preservar a instituição.
 
O sindicato também afirma que, embora não exista comprovação de alterações propositais na divulgação dos dados, o IBGE está entregue a uma “política perigosa”. A ASSIBGE diz que a direção do instituto deve esclarecer os questionamentos sobre os dados, ao invés de se “preocupar com a defesa da política do governo, tarefa para a qual existem inúmeros porta-vozes”.
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Comunidade acadêmica critica indicação de Temer para o IBGE

 

Jornal GGN - Por meio de carta divulgada ontem, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e pesquisadores ligados à Fiocruz e a universidades federais e estaduais se posicionaram contra a indição de Paulo Rabello de Castro para a presidência do IBGE, alegando que se trata de uma medida preocupante e uma escolha arbitrária do governo do presidente interino Michel Temer.

A ASSIBGE, que representa os trabalhodores do instituto, a indicação de Rabello de Castro representa um conflito de interesses pela sua proximidade com o mercado financeiro, além do fato de ele ser amigo de Michel Temer. Paulo Rabello de Castro é diretor-presidente de uma empresa de classificação de riscos, a SR Rating, assim como fundador da RC Consultores.  Ele também aparece como especialista do Instituto Millenium.

"O acesso privilegiado aos dados do IBGE será concedido a uma pessoa ligada diretamente à iniciativa privada. Se a indicação e a nomeação se concretizarem, é o fim da credibilidade da instituição", afirma João Machado, diretor da ASSIBGE. 

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Para Paulo Rabello de Castro, economia precisa mais do que um ajuste fiscal

Da TV Cultura

 
Fundador do Movimento Brasil Eficiente afirma que economia nacional precisa de transformação, não de um mero ajuste fiscal

Um dos fundadores do Movimento Brasil Eficiente (MBE), o economista e autor do livro "O Mito do Governo Grátis", Paulo Rabello de Castro defende a simplificação da estrutura tributária brasileira, o planejamento de gastos na gestão pública e o investimento em infraestrutura.  

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