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A eleição presidencial de 2018, segundo Ciro Gomes

Jornal GGN - Em entrevista ao canal Ultrajano, no Youtube, o ex-governador e pré-candidato à presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, foi provocado a fazer uma análise do contexto em que se dará a disputa eleitoral de 2018.

Na visão de Ciro - que está convencido de que a atual crise política lhe é favorável - a corrida será superfragmentada, a exemplo do pleito de 1989, e terá ao menos 6 candidatos principais, sendo que a maioria terá condições de arrancar cerca de 10% dos votos válidos no primeiro. Em 1989, Lula, com aproximadamente 17% dos votos válidos, foi ao segundo turno com Collor, que angariou 30%.

Ciro projeta que disputará, no próximo ano, contra Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro, Marina Silva, possivelmente Lula ou outro nome do PT. Ele deixou a sexta vaga em aberto, após avaliar que João Dória Junior, mesmo que ouse deixar o PSDB para ser candidato, sofrerá uma derrota expressiva.

Confiante, ele acredita que pode herdar votos de Lula e ainda ser beneficiado pela divisão da direita, que estará espelhada em vários candidatos que devem querer surfar nas mazelas do PT e, ao mesmo tempo, estarão implicados pela Lava Jato.

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Morre Carlos Araújo, ex-deputado e ex-marido de Dilma Rousseff

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Morreu na madrugada deste sábado (12) o ex-deputado e ex-marido da presidente deposta Dilma Rousseff, Carlos Araújo. Aos 79 anos, ele estava internado em estado grave no Hospital São Francisco, em Porto Alegre, desde o dia 25 de julho, devido a um quadro de cirrose medicamentosa.
 
Carlos Araújo foi preso durante a ditadura militar, pouco tempo após conhecer a ex-presidente. Assim como Dilma, enfrentou tortuta e até chegou a tentar suicídio para não entregar os companheiros de militância.
 
Fundador do PDT, foi um dos deputados mais bem votados do partido no Rio Grande do Sul. Afastou-se da política parlamentar nos anos 2000, mas nunca deixou de participar dos debates nacionais.
 
Dilma e Araújo - que tiveram uma filha, Ana Paula, e o neto Gabriel - separaram-se nos anos 1990, mas continuaram a amizade e companheirismo ao longo dos anos. Leia mais »
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Ex-marido de Dilma, Carlos Araújo é internado em estado gravíssimo em Porto Alegre

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Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Carlos Araújo, ex-deputado estadual pelo PDT e ex-marido de Dilma Rousseff, foi internado em estado gravíssimo no Hospital São Francisco, em Porto Alegre.
 
De acordo com o jornal Zero Hora, Carlos Araújo deu entrada na casa de saúde no começo da noite de ontem (25) devido a um quadro de cirrose medicamentosa. A ex-presidente acompanha a situação na capital gaúcha.
 
Carlos Araújo, de 79 anos, é ex-guerrilheiro e ajudou a fundar o PDT. Ele se afastou do partido em 2000, junto com Dilma e outros correligionários. Ele foi preso durante o regime militar e, nos anos 80, tornou-se o deputado estadual mais bem votado do Rio Grande do Sul.

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Ciro critica insistência de Lula em ser candidato a presidente

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - O ex-ministro Ciro Gomes decidiu subir o tom das críticas a Lula e afirmou que é culpa do ex-presidente, ainda que "remotamente", a crise instaurada desde o impeachment de Dilma Rousseff.
 
"O grande responsável remotamente, e não imediatamente, é o Lula, desde que resolveu usar imprudentemente a popularidade maravilhosa, extraordinária que o povo deu a ele para brincar de Deus e nomear para presidente da República uma pessoa sem experiência, que nunca tinha disputado uma eleição."
 
Além de Dilma ter aversão à política, de quebra, Lula deixou Michel Temer na linha de sucessão presidencial, destacou Ciro.
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PDT vai ao Supremo para obrigar Janot a pedir inquérito contra Temer

Foto: Marcos Correa/PR

Jornal GGN - O PDT decidiu apresentar, na terça (9), uma ação ao Supremo Tribunal Federal para obrigar o procurador-geral da República Rodrigo Janot a reconsiderar a blindagem ao presidente Michel Temer na Lava Jato. Janot não inseriu Temer, delatado pela Odebrecht, nos pedidos de inquérito ao STF alegando que o peemedebista tem imunidade em função do cargo. Na ação, o PDT aponta que inquérito é um ato pré-processual e quanto a isso, a Constituição não protege presidentes da República.

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Lula constrói frente ampla de esquerda contra Temer e não descarta Ciro em 2018

Jornal GGN - O ex-presidente Lula já constrói uma frente ampla de esquerda para fazer oposição ao governo Temer e preparar o terreno para a retomada do Planalto em 2018. Segundo informações da Folha, o petista já conversou com o PDT e PCdoB sobre a aliança suprapartidária com forças progressistas em torno de um programa de governo em que não haja um partido central com satélites. A ideia é dividir o protagonismo que o PT vinha acumulando até a queda de Dilma Rousseff. A referência é a frente de esquerda uruguaia.

Segundo o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, Lula - que acumula investigações na Lava Jato e nos casos do sítio de Atibaia e triplex no Guarujá - teria dito que não descarta, inclusive, apoiar um nome fora do PT para a próxima eleição presidencial. O pedetista disse que para Lula, o ex-ministro Ciro Gomes é o mais "preparado", mas o problema é o seu "temperamento".

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Senador do PDT que estava indeciso pediu cargos a Temer para votar contra Dilma

Jornal GGN - O senador Telmário Mota, do PDT de Roraima, teria tentado obter junto ao interino Michel Temer (PMDB) os cargos que pertencem ao senador Romero Jucá (PMDB), seu adversário político no Estado, para votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff (PT). A informação consta no Painel da Folha desta quarta (31).

Telmário apareceu, no dia em que Dilma foi ao Senado fazer sua defesa pessoas, afirmando que estava "indeciso" e que sairia de cima do muro se Dilma disse como e com quem pretendia governar se evetualmente derrotasse o impeachment e voltasse a ocupar a presidência da República.

Depois da participação de Dilma, o senador disse que havia decidido apoiá-la no processo.

Na Folha, Telmário aparece dizendo ao senador Aécio Neves (PSDB) que "nem tudo está perdido", quando provocado a votar contra Dilma.

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Senador indeciso diz que vai questionar Dilma sobre como ela vai governar com o PMDB

Jornal GGN - Apesar de ser do PDT - partido que fechou questão contra o impeachment e promete agir contra os parlamentares que contrariarem a ordem da legenda - o senador Telmário Mota afirmou, na manhã desta segunda (29), que está "indeciso" sobre como irá votar no julgamento final de Dilma Rousseff.

Segundo o pedetista, sua preocupação é que seu Estado, Roraima, está em crise, sem verba para lidar com problemas de enchentes, e ele não tem confiança que Dilma terá governabilidade se retornar ao cargo.

"Dilma precisa dizer com quem vai governar e como. O Brasil não pode continuar a ser afetado pela crise", disse Mota em entrevista à TV Senado. "Eu farei essa pergunta para ela." Ele citou os problemas da presidente com o PMDB, que decidiu abandonar o governo e buscar apoio do PSDB e aliados para deflagrar o impeachment.

Dilma está no Senado para apresentação de sua defesa final. Ela terá 30 minutos para fazer seu pronunciamento. Depois, os senadores poderão fazer perguntas. Leia mais »

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Os desafios da candidatura de Ciro Gomes, por Marcos Villas-Bôas

Por Marcos de Aguiar Villas-Bôas

Alguns desafios da pré-candidatura de Ciro Gomes1

Ciro Gomes, ao lado de Fernando Haddad, é um dos melhores nomes para assumir a presidência do país nas próximas eleições. Ciro tem mais experiência e imaginação institucional. Haddad é mais sereno e tem em seu favor a atual boa gestão na maior cidade do país. Em comum, ambos são sérios, parecem honestos, têm bom conhecimento acadêmico, visões ponderadas e vivência prática na política.

Se quiser ter chances de chegar ao menos ao segundo turno, Ciro precisa, contudo, melhorar o discurso e a postura. Apesar de posicionamentos políticos e econômicos complexos e moderados, ele ainda tem ajustes a fazer no temperamento e no seu ego.  

Ciro nasceu em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, terra de sua mãe, mas cresceu em Sobral, cidade do seu pai no interior do Ceará com 201.756 habitantes em 2015, onde estudou a maior parte da sua infância em escola pública. Na juventude de Ciro, a cidade era infinitamente menor, tendo a família Gomes contribuído para o seu desenvolvimento.

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PDT fez o que o PT não teve coragem: questionou no STF o ilegítimo governo Temer; por Jorge Folena

Por Jorge Rubem Folena de Oliveira

PDT FUNDADO POR BRIZOLA FEZ O QUE O PT DE LULA NÃO TEVE CORAGEM: QUESTIONOU NO STF O ILEGÍTIMO GOVERNO TEMER

Desde o dia 29 de abril de 2016 venho afirmando que, no caso de ser aberto o processo de impeachment contra a Presidenta Dilma Rousseff, o Vice-presidente da República não poderia, de forma alguma, instituir um novo governo e nomear ministros de Estado, uma vez que a presidenta da República ainda não foi impedida definitivamente de seus funções, o que ocorreria somente no caso de sua condenação final pelo voto de 2/3 dos Senadores.

Estranhamente, líderes do governo Dilma e integrantes do seu Partido dos Trabalhadores, conhecendo a tese jurídica apresentada e amplamente divulgada nos dias subsequentes (com grande repercussão no Brasil e no exterior), nada fizeram preventivamente para impedir que Michel Temer colocasse em prática um ilegítimo plano de governo, não submetido à votação popular e que, em menos de duas semanas, está sangrando e colocando o país numa grande desordem  política e social.

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PDT expulsa deputados que votaram pelo impeachment

Jornal GGN – O Partido Democrático Trabalhista (PDT) informou hoje que deu início ao processo de expulsão de seis deputados federais que contrariam a determinação do Diretório Nacional e votaram a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. São eles os deputados federais Mario Heringer (MG), Sérgio Vidigal (ES), Giovanni Cherini (RS), Flávia Morais (GO), Subtenente Gonzaga (MG) e Hissa Abrahão (AM).

“A decisão de expulsar os infiéis foi tomada pela Executiva em dezembro passado, ato referendado pelo Diretório nacional dia 22 de janeiro e, por último, confirmado na sexta-feira passada (15/4) na reunião da Executiva Nacional, com a Comissão de Ética,  movimentos partidários e bancada federal do partido. Os parlamentares, todos, também foram avisados por escrito que corriam risco de expulsão caso não votassem contra o impeachment”, disse o partido em nota.

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PDT punirá infidelidade de quem votar contra Dilma

Dentre as sanções, executiva nacional ameaça inviabilizar lançamento de candidatos a prefeito e vereador nas eleições de 2016
 
 
Jornal GGN - O PDT nacional divulgou nota pública informando que todos os integrantes da bancada federal do partido na Câmara que não votarem contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff sofrerão "sanções previstas no Estatuto" como expulsão e consequente perda do mandato parlamentar. O partido tem 19 deputados atuantes na Câmara dos Deputados.
 
A decisão foi tomada após encontro realizado na última sexta (15), "para tomar deliberações sobre as possibilidades de traição que existirão no caso, se ferir as decisões e deliberações tomadas pelo diretório nacional do PTD", completou o presidente do partido, Carlos Lupi, em mensagem gravada por vídeo. A executiva nacional ameaça ainda intervir nos diretórios municipais inviabilizando o lançamento de candidatos a prefeito e vereador nas eleições de 2016. 
 
O PDT, assim como outros partidos, tem prerrogativa para impor sanções como essas com base na Lei dos Partidos Políticos (nº 9.096), do Código Eleitoral. A partir dessa normativa cada partido define seu próprio Estatuto que deve ser seguido pelos parlamentares ligados à sigla para evitar a infidelidade partidária. 
 
 
 

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PDT se posiciona contra impeachment para preservar a Constituição

Brasília - Deputado Weverton Rocha (PDT/MA) durante sessão de discussão do processo de impeachment de Dilma, no plenário da Câmara (Wilson Dias/Agência Brasil)

Para o deputado Weverton Rocha, os partidos de oposição estão usando o impeachment para manter a disputa política eleitoralWilson Dias/Agência Brasil

O líder do PDT na Câmara, deputado Weverton Rocha (MA), disse há pouco que a posição do partido contra o impeachment não representa uma defesa do PT e do governo, mas sim a luta para preservar a Constituição Federal. O PDT foi o décimo primeiro partido a subir à tribuna.

Para o líder da legenda, composta por 19 deputados, os partidos de oposição estão usando o impeachment para manter a disputa política eleitoral. “No momento em que nós deputados compreendermos o momento que vive o nosso país, iremos ajudar o Brasil a sair dessa crise. Se o Brasil tivesse com sua economia pujante, o trabalho a todo vapor, óbvio, que não se tinha esse clima nas ruas”, disse.

Citando vários movimentos da história do Brasil, como a Conjuração Baiana, a Inconfidência Mineira, a Guerra da Farroupilha e Balaiada, Rocha disse que, assim como no passado, agora, é preciso lutar contra as classes dominantes.

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Brizola, herança trabalhista, Globo, Legalidade e o atual golpe, por Rafael Machado Madeira

Por Rafael Machado Madeira

via Facebook

Há 55 anos, o Rio Grande do Sul se levantava contra uma clara tentativa de golpe institucional.

Capitaneado pelo então Governador Leonel de Moura Brizola, que aliou coragem, habilidade política e senso histórico ao conquistar o apoio do comandante do Terceiro Exército e mobilizar a Brigada Militar e os setores democráticos da sociedade civil sul-rio-grandense em defesa da democracia e da manutenção do Estado Democrático de Direito.

Nunca fui e não sou brizolista, mas reconheço naquele ato uma das mais belas páginas da nossa história.

Na morte do ex-governador, fui ao Palácio Piratini prestar homenagem e me marcaram muito as diversas fotos do Brizola coordenando a campanha da legalidade.

Fico pensando o que Brizola diria se visse aqui no RS deputados federais que “se criaram” e se elegeram sob a legenda que ele fundou votando a favor de um processo de impeachment que não possui argumentação jurídica consistente (para dizer o mínimo), capitaneado por figuras como Eduardo Cunha, sustentado pelos grandes veículos da mídia e atendendo aos interesses das organizações Globo, que tanto perseguiram Brizola ao longo da sua vida.

Prezados deputados do PDT, é o seu lugar no legado do trabalhismo que está em jogo.

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Ciro diz que PDT deve sair da base após votação do impeachment

Jornal GGN - Ciro Gomes (PDT), ex-ministro do governo Lula, se posiciona contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas também ataca a atual gestão, dizendo que ela se baseou em cima de uma "farsa de marketing" e que nunca colocou em prática algumas propostas de campanha. Também diz que a política econômica é desastrosa, criticando a gestão do ex-presidente Lula.

Para ele, seu partido deve lutar contra o processo de impeachment e, depois, deixar a base aliada do governo. "Nós não queremos participar de mais nada. O ideal para nós é: ganhar a batalha pela democracia, preservar o mandato e comunicar à presidente que queremos sair". Ciro também atacou alguns manifestantes antigoverno (um movimento ofereceu  R$ 1 mil a quem hostilizasse Ciro em um restaurante), dizendo que, se fosse presidente, pediria um inquérito para Polícia Federal e "estava todo mundo presinho da silva". Leia mais abaixo:

Da BBC Brasil

Ex-ministro de Lula e possível candidato nas eleições de 2018 pelo PDT, Ciro Gomes se diz cada dia mais crítico ao governo Dilma. Apesar de contrário ao impeachment, afirma que a atual gestão se constituiu em cima de uma "farsa de marketing", com propostas de campanha nunca postas em prática.

Para Ciro, a política econômica é desastrosa, herança da "frouxidão moral" dos anos Lula. Ele diz não entender por que a presidente não propõe, por decreto, uma mudança nos rumos da economia – sugestão dada por ele em reunião com Dilma. "Quando sai da catatonia, não ela, mas o governo, sai para fazer bobagem."

Prova de seu desgosto é seu apoio "entusiasmado" à sugestão de Carlos Lupi, presidente do PDT, de deixar a base aliada após a derrota do impeachment. No entanto, o partido não deve ir para a oposição.

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