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PDV

Para sindicato, PDV do governo federal está “fadado ao fracasso”

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Foto: Valter Campanato
 
Jornal GGN - Anunciado ontem (24) pelo Ministério do Planejamento, o programa de demissão voluntária (PDV) para servidores do Executivo federal está “fadado ao fracasso”, afirma a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).
 
Válter Cézar Dias Figueiredo, diretor da Confederação, criticou o plano do governo Temer e afirmou que a Condsef orientará os servidores a não aderirem ao PDV. A entidade diz que há uma carência de funcionários públicos que está afetando a eficácia de políticas públicas, notadamente nas áreas da educação, saúde e segurança. 
 
Para Figueiredo, o governo se contradiz, já que afirma que está promovendo reformas para a geração de empregos e é o “primeiro a promover o desemprego”. O diretor sindical lembra que uma iniciativa semelhante foi adotada no governo de Fernando Henrique Cardoso e que a adesão foi baixa. 

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Governo Temer abrirá PDV para servidores do Executivo

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Foto: Leandro Neumann
 
Jornal GGN - Com a possibilidade de não conseguir cumprir a meta fiscal previsto para este ano - e que levou ao aumento dos impostos sobre combustíveis - o governo federal lançará um programa de demissão voluntária (PDV) de servidores do Executivo.
 
Dyogo Oliveira, ministro do Planejamento, estima que poderão ser economizados em torno de R$ 1 bilhão anuais com o PDV. É esperado que ao menos 5 mil servidores entrem no programa, cerca de 1% do total de funcionários. 
 
O Ministério do Planejamento também disse que a proposta via incluir a possibilidade de redução da jornada de trabalho de 8 horas por dia e 40 horas por semana para 6 ou 4 horas diárias e 30 ou 20 horas semanais, com remuneração proporcional. 

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Após reforma, Bradesco e Caixa abrem PDVs e colocam bancários em alerta

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Foto: Agência Senado

Da Rede Brasil Atual

 
Banco público já havia tido quase 5 mil adesões em plano aberto ainda este ano. Apenas de janeiro a maio, setor financeiro eliminou perto de 10 mil postos de trabalho
 
Com quase 10 mil vagas eliminadas apenas neste ano, o setor financeiro prepara-se para mais redução de postos de trabalho. Imediatamente depois da sanção do projeto de "reforma" trabalhista, agora Lei 13.467, Bradesco e Caixa Econômica Federal anunciaram programas de demissão voluntárias. O banco público havia encerrado em março um programa que teve 4.645 adesões, de acordo com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa.
 
No caso do Bradesco, o programa de demissão voluntária (PDV), anunciado na quinta-feira, mesmo dia da sanção da lei, começou hoje (17) e vai até 31 de agosto. O banco não divulgou metas de adesão, afirmando apenas, em nota, que o plano "não afetará o elevado padrão de qualidade dos serviços prestados aos seus clientes e usuários".
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Caixa espera que mais de 5 mil funcionários entrem no novo PDV

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Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Nesta segunda-feira (17), a Caixa Econômica Federal reabriu seu Programa de Desligamento Voluntário (PDVE), com a expectativa de adesão de 5,5 mil funcionários. 
 
O banco abriu um PDV em fevereiro deste ano esperando alcançar 10 mil funcionários, mas somente 4,4 mil aderiram. Com o novo programa, a Caixa pretende completar o objetivo de reduzir 10 mil dos cerca de 30 mil empregados que trabalhavam na empresa no início. 
 
Os trabalhadores terão até o dia 14 de agosto para aderir ao PDV. O incentivo financeiro, de caráter indenizatório, equivalerá a dez remunerações base do empregado, com limite de R$ 500 mil e considerando como referência o dia 31 de junho. 
 
O benefício será pago em parcela única, sem incidência de Imposto de Renda (IR), recolhimento de encargos sociais e contribuição à Fundação dos Economiários Federais (Funcef).

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Embraer encerra adesões ao PDV em fábricas brasileiras

Jornal GGN - Hoje (14), a Embraer encerra as inscrições para seu programa de demissões voluntárias em suas cinco fábricas no Brasil. A medida teve início no último dia 17 e faz parte de um pacote de ações da companhia que pretende economizar US$ 200 milhões em despesas anuais.  As adesões não tem aprovação automática e serão analisadas individualmente até o dia 23.

A empresa afirma que o PDV não será prorrogado e que os desligamentos deverão ocorrer no começo de outubro. Além disso, a Embraer não informou meta para as dispensas.

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Sindicato dos metalúrgicos marca greve em São Bernardo do Campo

Paralisação é em resposta a demissão de 500 pela Mercedes-Benz; entenda os argumentos dos sindicalistas
 
Crédito: Adonis Guerra
 
Jornal GGN - A Mercedes-Benz demitiu 500 funcionários desde o dia 2 de setembro, data que marcou o encerramento do Programa de Demissão Voluntária (PDV). Em resposta à iniciativa da empresa, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC anunciou greve na fábrica localizada em São Bernardo do Campo a partir desta quinta-feira (08). A paralisação foi decidida após reunião organizada na última terça (06), levando a Mercedes a prorrogar a PDV até esta quarta-feira, meio dia. 
 
Ainda assim a greve está agendada. O coletivo espera com essa ação reverter as demissões. "Tentamos ponderar com a empresa de que o número atingido pelo PDV, que foi de 1.028 adesões, é próximo à meta de 1.400 prevista no acordo que fizemos com a fábrica. Nossa intenção é sensibilizar a direção para não efetivar as demissões e utilizar os mecanismos de flexibilização para gerenciar o que faltou", declarou Moisés Selerges, diretor administrativo do Sindicato e trabalhador na Mercedes-Benz. 
 
O vice-presidente do Sindicato, Aroaldo Oliveira da Silva completou que o acordo que o Sindicato havia fechado com a Mercedes já previa a utilização do layoff, ou seja, redução temporária da jornada de trabalho e do salário. "Pra quem já vai usar o instrumento, sabemos que é possível incluir mais trabalhadores por um período evitando demitir pais de família nesse cenário de crise", argumentou.
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Mais de 11 mil funcionários entram em PDV da Petrobras

Jornal GGN - A Petrobras anunciou que seu Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV) deste ano teve a adesão de 11.704 funcionários. O período para inscrições começou em abril e foi encerrado na última quarta-feira (31).

O número de trabalhadores ainda pode mudar em razão de inscrições de papel postadas até o dia 31. Os funcionários que entraram no PIDV poderão desistir da adesão até a data de homologação da rescisão. Os desligamentos foram iniciados no meio de junho e os contratos de mais de dois mil trabalhadores foram encerrados desde então.

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