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petróleo

Serra volta ao Senado em meio a negociações de petrolíferas

Serra e o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry
 
Jornal GGN - O então ministro de Relações Exteriores José Serra (PSDB-SP) pediu demissão, nesta quarta-feira (22), em carta ao presidente Michel Temer. Alegando problemas de saúde, Serra disse estar impedido "de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de Chanceler".
 
Justificou ao Planalto que "segundo os médicos, o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses". No fim de dezembro, Serra foi submetido a uma cirurgia de descompressão e artrodese da coluna cervical.
 
Apesar da recuperação, boletim médico do Sírio Libanês, hospital em São Paulo onde foi realizada a cirurgia, não destacava gravidade no procedimento. Ao contrário, a nota divulgada no dia 19 de dezembro informava que a cirurgia era, na verdade, uma "técnica minimamente invasiva".
 
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Relatório mostra queda da produção de petróleo da Opep em dezembro

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (18), a Organização dos Países Exportadores de Petróleo sinalizou uma diminuição do excedente de oferta em 2017, com queda no volume produzido em dezembro após um pico em novembro. Esta é a primeira redução em sete meses. 
 
Também há sinais positivos de que países produtores fora do grupo pretendem aderir ao acordo para reduzir a produção. 
 
A Opep informou que foram produzidos 33,085 milhões de barris por dia em dezembro, baseado em dados de fontes secundárias. O volume representa uma queda de 221 mil barris por dia na comparação com novembro.

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Governo espera arrecadar R$ 4,5 bi com leilões da ANP

 
Jornal GGN - Com os leilões que serão promovidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) neste ano, o governo espera a entrada de até R$ 4,5 bilhões. Deste total, até R$ 3,5 bilhões viriam somente com o pré-sal, segundo Fernando Coelhos Filho, ministro de Minas e Energia. 
 
O montante virá do pagamento pelo direito de exploração das áreas, tanto na forma de bônus de assinatura como lucro-óleo, um ressarcimento à União pela produção na área do pré-sal. 
 
Previsto para maio, o primeiro leilão será menor e terá áreas em terra, e é esperado que a disputa pelas unidades do pré-sal até o final do primeiro semestre. 

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Como anda a entrega do petróleo brasileiro aos estrangeiros, por Mauro Santayana

Como anda a entrega do petróleo brasileiro aos estrangeiros

Por Mauro Santayana

O governo Dilma caiu, a economia está cada vez pior, mas a manipulação midiática continua canalha, mendaz, descarada e imparável.

Não bastasse a manipulação de dados e prazos em recentes mensagens publicitárias - sem contestação, principalmente jurídica, da oposição, que prova que, no quesito estratégico, é tão incompetente fora como dentro do poder - a última manobra de alguns jornais e emissoras particularmente hipócritas está voltada para convencer os desinformados que compõem seu público que a recuperação do preço das ações da Petrobras neste ano se deu por causa da mudança de diretoria e da “venda” de 13.6 bilhões de dólares em ativos e não graças à recuperação da cotação do petróleo nos mercados internacionais, além da compra de bilhões de reais em ações quando elas estavam no fundo do poço, por parte de “investidores” estrangeiros, que nunca deram bola para o discurso catastrófico e derrotista dos inimigos da empresa.

Os últimos três “negócios”, feitos na derradeira semana de 2016,  foram a transferência de uma usina de  biocombustíveis para os franceses e de duas empresas (petroquímica e têxtil) para mexicanos.

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Exportações do Irã provocam queda no preço do petróleo

Jornal GGN - O aumento das exportações do Irã provocaram a queda do preço do petróleo nesta segunda (9). A redução atrapalha os esforços de outros países produtores que tentam segurar a oferta global e elevar o preço da commodity.

No começo da manhã, a queda do petróleo Brent era de 1,66%, a US$ 56,15 por barril. Já o petróleo dos EUA recuava 1,69% e ficava em US$ 53,08 o barril.

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Com menos investimentos, descobertas de petróleo tiveram patamar mais baixo desde 98

Jornal GGN - De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o número de descoberta de petróleo e gás em 2016 chegou ao menor nível desde 1998.

Foram identificados 22 indícios de óleo e gás no país no ano passado, uma redução de 70% na comparação com 2015. Em 1998, um ano antes da primeira rodada de concessão de blocos exploratórios, ocorreram somente nove descobertas.

A redução nas descobertas está ligado à diminuição dos investimentos nas petroleiras na área de exploração, em um cenário de preços baixos do barril do petróleo no mercado internacional.

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Com alta do petróleo, especialistas esperam aumento dos preços dos combustíveis

 
Jornal GGN - Anunciada em outubro pela Petrobras, a nova política de preços dos combustíveis prevê paridade com o preço internacional do petróleo, que subiu 17% em reais desde o último reajuste, em dezembro. 
 
Com a alta da commodity no mercado global devido à expectativa de um acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e países não membros, especialistas acreditam que será realizado um novo reajuste dos combustíveis no país.
 
Desde o dia 6 de dezembro, quando foi anunciado o último aumento, até ontem (3), o preço do barril de petróleo brent cresceu 17% em reais, saindo de R$ 154,30 para R$ 177,64. Em dólar, o preço subiu de US$ 44,50 para US$ 54,16. 

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Preço do petróleo sobe e chega ao maior valor em 18 meses

Jornal GGN - Nesta terça-feira (3), os preços do petróleo atingiram o maior valor em 18 meses, influenciado pelas expectativas de acordo entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e não membros para corte a produção, reduzindo a oferta global da commodity.

No começo da manhã, o petróleo Brent avançava 2,22% a US$ 58,08 por barril, aumento de US$ 1,26. Já o petróleo dos Estados Unidos tinha aumento de 2,33%,  ou US$ 1,25, a US$ 54,97 o barril.

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Petrobras assina financiamento de US$ 5 bilhões com banco da China

Jornal GGN - Nesta quinta (15), a Petrobras assinou um contrato de financiamento com o China Development Bank (CDB) no valor de US$ 5 bilhões. De acordo com nota divulgada pela estatal, o acordo tem prazo de 10 anos e faz parte do Termo de Compromisso divulgado em 26 de fevereiro.

A empresa também assinou acordo comercial com três empresas chinesas: China National United Oil Corporation, China Zhenhua OIl e Chemchina Petrochemichal.

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O receio de enfatizar a participação dos EUA no golpe, por Luis Felipe Miguel

por Luis Felipe Miguel

via Facebook

Até entre as posições mais progressistas, muita gente tem receio de enfatizar a participação dos Estados Unidos no golpe que derrubou a presidente legítima do Brasil. Isto apesar das múltiplas evidências que ligam todos - Michel Temer, José Serra, Sérgio Moro, MBL etc. - a grupos estadunidenses. E apesar do que tem ocorrido nos últimos anos nos outros países da América Latina.

Falar da interferência dos Estados Unidos parece coisa de teoria conspiratória. Acho que há uma ideia difusa que a participação estadunidense na política latino-americana se devia apenas à Guerra Fria - e não ao imperialismo. E há, também, o fato de que os construtores das narrativas dominantes, na mídia corporativa, fazem questão de ignorar esta faceta do golpe (assim como muitas outras).

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Preço do petróleo sobe mais de 10% após acordo da Opep

Jornal GGN - Após o acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que restringe a produção de petróleo, o primeiro do tipo desde 2008, o preço da commodity registrou alta de 10,1%.

O preço saiu de US$ 44,80 por barril na quarta-feira e chegou a US$ 49,35 na quinta, de acordo com a própria Opep. As ações da Petrobras tiveram valorização de mais de 10% na Bovespa após o aumento do preço da commodity do petróleo no mercado internacional.

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Após abertura do pré-sal pelo Congresso, Shell anuncia US$ 10 bilhões

Ben van Beurden, chefe executivo da Royal Dutch Shell. Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Foi na noite desta quarta-feira (09) que o Plenário da Câmara concluiu a votação do Projeto de Lei 4567, que desobriga a Petrobras a ser a única operadora da exploração do pré-sal no regime de partilha. Já nas mãos de Michel Temer para sanção, representantes e investidores ligados à Shell se reuniram com o peemedebista para apresentar detalhes dos US$ 10 bilhões que serão investidos na exploração de petróleo.
 
A postos da aprovação com a grande base aliada de Michel Temer no Congresso, os executivos da Royal Dutch Shell, juntamente com todo o lobby de interesses de multinacionais e empresas estrangeiras na exploração da camada de petróleo encontrada no Brasil, não perderam tempo.
 
O CEO da Shell, Ben Van Beurden, já fazia o meio de campo com o presidente brasileiro, ainda em setembro deste ano. Afirmava a Temer o que o peemedebista queria ouvir: "o Brasil é um lugar seguro para investir". Mas o interesse da multinacional estava mesmo na aprovação do projeto pela Câmara e Senado e sanção presidencial.
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Fiesp e Firjan pressionam por conteúdo local na área de petróleo

Jornal GGN - A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) pressionam o governo para fazer parte da elaboração de novas regras de conteúdo local na área do petróleo.

A indústria crê que as medidas anunciadas até agora são benéficas somente para as petroleiras. Segundo a Folha de S. Paulo, as entidades se reuniram com Michel Temer e tentam evitar uma mudança brusca na política de conteúdo.

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Venezuela: oposição ameaça levar Maduro a julgamento

Governo tem maioria no Congresso, mas está cada vez mais enfraquecido por crise política e econômica
 

 
Jornal GGN - Parlamentares do Congresso venezuelano se reuniram nesse domingo para debater a suspensão de referendo que seria aplicado à população para avaliar o governo de Nicolás Maduro. A consulta foi suspensa graças a uma manobra do próprio governo. Em resposta, opositores prometeram levar Maduro a um julgamento.
 
Em entrevista à Routers o deputado Julio Borges, contrário ao governo declarou: "É um julgamento político e legal contra o presidente Nicolas Maduro para ver qual responsabilidade ele tem nesse processo de ruptura constitucional que despedaçou a democracia, os direitos humanos e o futuro do país".
 
Querer não é poder, pelo menos por enquanto. Isso porque dificilmente os parlamentares oposicionistas conseguirão abrir um processo contra Maduro, levando-se em conta que o governo tem a maioria no Congresso. 
 
Por outro lado, a manifestação aponta para o recrudescimento da crise política no país produtor de petróleo, ainda ameaçado pela queda de preço da commoditie. A decadência do setor petroleiro levou o país a comprar este ano combustível dos Estados Unidos.
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Petrobras aprova venda de refinaria no Japão

Jornal GGN - Após reunião nesta segunda-feira (17), o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a venda de todas as ações da Nansei Seikyu (NSS), empresa localizada no Japão. Quem assumirá a NSS é a Taiyo Oil Company, companhia japonesa de capital fechado sediada em Tóquio.

A Petrobras diz que o valor do negócio é de US$ 129,285 milhões, que será integralmente quitado no fechamento da operação, o que deve ocorrer em dezembro deste ano.

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