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O fator Montenegro, por Daniel Afonso da Silva

O fator Montenegro

por Daniel Afonso da Silva

Carece paciência a feitura de um balanço estratégico da turnê internacional que o presidente Donald J. Trump vem de concluir.

Encontros bilaterais e multilaterais animaram a semana do mandatário norte-americano. De 20 a 27 de maio, ele esteve além-fronteiras calibrando seu America first e também o seu White House remained.

No Oriente Médio, a agenda envolveu encontros com autoridades sauditas, israelitas e palestinas. Na Europa, foi o momento de ter com Sua Santidade no Vaticano, com os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Bruxelas e, para terminar, com os colegas do G7 na reunião na Sicília.

Decisões foram poucas. Decisivos foram os gestos.

As idas à Bélgica e à Itália eram moral, operacional e funcionalmente inevitáveis. Os Estados Unidos são fiadores da Otan e do G7 (outrora, G8).

No caso do primeiro, eles garantem e presidem. No segundo, o país é membro fundador.

A Otan vem de terminar sua nova sede em Bruxelas. Cabia ao seu presidente a inauguração.

A presidência italiana do G7 seguiu o calendário usual de reuniões e designou a Sicília para hospedar. Cabia ao presidente norte-americano, sem faltas e falhas, comparecer.

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Petrobras e o aparelhamento do setor energético

Diretor executivo da Petrobras e responsável pela área de Negócios de Gás e Energia da empresa explica porque Estatal se tornou parte central do jogo de corrupção no país 
Ildo Sauer explica porque Estatal se tornou parte central do jogo de corrupção no país
 
Jornal GGN - As altas margens de lucro e baixo custo de produção, que chega a 10% do valor de mercado, podem responder porque o sistema energético brasileiro foi colocado como parte essencial da corrupção nos últimos anos, no Brasil. A avaliação é do engenheiro e diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, Ildo Sauer, em entrevista ao portal IHU On-line.
 
Sauer, que também foi diretor executivo da Petrobras e responsável pela área de Negócios de Gás e Energia da empresa entre 2003 e 2007, sempre se destacou por suas fortes decisões em defesa da Petrobras, contra o modelo de partilha e às grandes obras para o setor energético colocadas em andamento nos governos Lula e Dilma, sendo exonerado do cargo na Petrobras, ainda no governo Lula.
 
O professor da USP acusa que setores públicos e privados de instrumentalizarem as riquezas energéticas no Brasil, o que, para ele, explica a destruição da Petrobras e da Eletrobras, usadas como "muletas para sustentar projetos como Belo Monte, do rio Madeira, e outro projetos na área eólica e na transmissão de energia". 
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O modelo de gestão pública defendido por Ciro Gomes

'Brasil precisa de câmbio que estimule cultura de produção e puna o rentismo', aposta ex-ministro
 
 
Jornal GGN - Como Ciro Gomes atuaria na presidência da República? Nesta quarta e última parte da entrevista que o ex-ministro e ex-governador do Ceará concedeu ao GGN, o político falou da sua experiência na gestão do Ceará, de como conseguiu acabar com 100% da dívida imobiliária do Estado, ainda em 1994, em uma época de grande variação inflacionária e, depois, quando secretário de Saúde, na gestão de seu irmão Cid Gomes, ajudou a expandir a rede de policlínicas implantando consórcios intermunicipais de saúde e, com isso, acabar com as filas. 
 
Ciro também creditou a sua gestão e de seu irmão à boa colocação das escolas cearenses no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), destacando que hoje, entre as cem melhores notas, 77 são de instituições do ensino público do Estado.
 
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Sala de Visitas: Temer aumentará em 1 milhão desempregados com novas regras de conteúdo local

Jornal GGN - "Imagina um governo decidir a favor de seis petroleiras estrangeiras e virar as costas para 200 mil industrias do seu próprio país? Tem alguma coisa errada. Acho que eles não se deram conta ainda", alerta Cesar Prata presidente do Conselho de Óleo e Gás e vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), nesta entrevista para o jornalista Luis Nassif, no Sala de Visitas.

 
Prata se refere aos novos índices da lei de Conteúdo Local apresentados em meados de fevereiro e que serão aplicados na 14ª rodada de licitações de blocos para exploração de petróleo e gás natural, prevista para setembro, e para a terceira rodada de leilões de blocos no pré-sal, que deve ocorrer em novembro. 
 
Na regra anterior as empresas que ganhassem a concessão para explorar a riqueza natural eram obrigadas a contratar um mínimo de 65% de serviços e equipamentos produzidos por empresas brasileiras, daí o termo ‘conteúdo local’. O governo derruba agora esse índice para 25%, só nas construções de plataformas que ficam em alto mar (as chamadas produções offshore). 
 
A ABIMAQ chama à atenção que, com isso, Temer irá induzir ao aumento de desemprego no setor. "Nós fizemos algumas estimativas, se isso de fato prosseguir nessa base que estão nos acenando, só nós vamos produzir mais 1 milhão de desempregados este ano", pontua o empresário, alegando que o Ministério de Minas e Energia e outros membros do Executivo tomaram a decisão sem concluir os debates que estavam sendo realizados desde o ano passado. 
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Governo pretende vender três novas áreas no leilão do pré-sal

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Jornal GGN - O governo de Michel Temer prepara uma nova licitação para ofertar três novas áreas do pré-sal em novembro, na 3ª rodada de partilha. De acordo com o jornal Valor Econômico, João Vicente Vieira, diretor do Departamento de Exploração e Produção de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, disse que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) elaborou uma lista com sugestões de áreas para as próximas rodadas, que deverão ocorrer entre 2017 e 2019. 
 
O sigilo sobre as áreas será mantido pelo ministério e pela ANP até a aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Anteriormente, a agência se manifestou sobre três possíveis opções: Saturno, Pau Brasil e Peroba. 

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A CIA e a crise política brasileira, por Janio de Freitas

O papel da inteligência americana e da mídia brasileira no desmonte de um projeto de nação no Brasil 

 
Jornal GGN - Como foi possível, em tão pouco tempo, o Brasil passar de o país do futuro, aclamado em todas as análises internacionais, para se tornar mais um país sem relevância? Janio de Freitas junta as pontas para responder essa questão em um artigo, mais uma vez, magistral, começando pelo papel da CIA na invasão de dados, não só de governos, como também de qualquer pessoa, a partir dos novos aparelhos domésticos de TV, que hoje captam conversas no ambiente domiciliar.
 
Em seguida, Janio avalia o papel da mídia brasileira em reproduzir as notícias de interesse internacional, deixando de lado sua responsabilidade em investigar fatos verdadeiramente relevantes para o desenvolvimento independente do país. O jornalista resgata, ainda, a discussão sobre o interesse crescente dos Estados Unidos sobre os países africanos do Atlântico Sul, justamente entre as nações que o Brasil dos governos Lula se aproximou para trocar tecnologia, possivelmente pelas reservas de petróleo naquela região de geologia semelhante ao pré-sal brasileiro. 
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Produção de petróleo aumenta 14,2% em janeiro e pré-sal já representa quase 50% do total

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Jornal GGN - De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção de petróleo no Brasil no mês de janeiro teve um crescimento de 14,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 2,687 milhões de barris por dia.
 
Entretanto, na comparação com dezembro de 2016, a produção teve queda de 1,6% A produção de gás natural cresceu 13,1% na comparação com janeiro do ano passado e caiu 1,6% em relação ao mês anterior, atingindo 109,9 milhões de metros cúbicos por dia. 
 
No total, a produção de petróleo e gás natural no Brasil foi de aproximadamente 3,378 milhões de barris de óleo equivalente por dia. 

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Serra volta ao Senado em meio a negociações de petrolíferas

Serra e o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry
 
Jornal GGN - O então ministro de Relações Exteriores José Serra (PSDB-SP) pediu demissão, nesta quarta-feira (22), em carta ao presidente Michel Temer. Alegando problemas de saúde, Serra disse estar impedido "de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de Chanceler".
 
Justificou ao Planalto que "segundo os médicos, o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses". No fim de dezembro, Serra foi submetido a uma cirurgia de descompressão e artrodese da coluna cervical.
 
Apesar da recuperação, boletim médico do Sírio Libanês, hospital em São Paulo onde foi realizada a cirurgia, não destacava gravidade no procedimento. Ao contrário, a nota divulgada no dia 19 de dezembro informava que a cirurgia era, na verdade, uma "técnica minimamente invasiva".
 
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Relatório mostra queda da produção de petróleo da Opep em dezembro

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (18), a Organização dos Países Exportadores de Petróleo sinalizou uma diminuição do excedente de oferta em 2017, com queda no volume produzido em dezembro após um pico em novembro. Esta é a primeira redução em sete meses. 
 
Também há sinais positivos de que países produtores fora do grupo pretendem aderir ao acordo para reduzir a produção. 
 
A Opep informou que foram produzidos 33,085 milhões de barris por dia em dezembro, baseado em dados de fontes secundárias. O volume representa uma queda de 221 mil barris por dia na comparação com novembro.

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Governo espera arrecadar R$ 4,5 bi com leilões da ANP

 
Jornal GGN - Com os leilões que serão promovidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) neste ano, o governo espera a entrada de até R$ 4,5 bilhões. Deste total, até R$ 3,5 bilhões viriam somente com o pré-sal, segundo Fernando Coelhos Filho, ministro de Minas e Energia. 
 
O montante virá do pagamento pelo direito de exploração das áreas, tanto na forma de bônus de assinatura como lucro-óleo, um ressarcimento à União pela produção na área do pré-sal. 
 
Previsto para maio, o primeiro leilão será menor e terá áreas em terra, e é esperado que a disputa pelas unidades do pré-sal até o final do primeiro semestre. 

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Como anda a entrega do petróleo brasileiro aos estrangeiros, por Mauro Santayana

Como anda a entrega do petróleo brasileiro aos estrangeiros

Por Mauro Santayana

O governo Dilma caiu, a economia está cada vez pior, mas a manipulação midiática continua canalha, mendaz, descarada e imparável.

Não bastasse a manipulação de dados e prazos em recentes mensagens publicitárias - sem contestação, principalmente jurídica, da oposição, que prova que, no quesito estratégico, é tão incompetente fora como dentro do poder - a última manobra de alguns jornais e emissoras particularmente hipócritas está voltada para convencer os desinformados que compõem seu público que a recuperação do preço das ações da Petrobras neste ano se deu por causa da mudança de diretoria e da “venda” de 13.6 bilhões de dólares em ativos e não graças à recuperação da cotação do petróleo nos mercados internacionais, além da compra de bilhões de reais em ações quando elas estavam no fundo do poço, por parte de “investidores” estrangeiros, que nunca deram bola para o discurso catastrófico e derrotista dos inimigos da empresa.

Os últimos três “negócios”, feitos na derradeira semana de 2016,  foram a transferência de uma usina de  biocombustíveis para os franceses e de duas empresas (petroquímica e têxtil) para mexicanos.

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Exportações do Irã provocam queda no preço do petróleo

Jornal GGN - O aumento das exportações do Irã provocaram a queda do preço do petróleo nesta segunda (9). A redução atrapalha os esforços de outros países produtores que tentam segurar a oferta global e elevar o preço da commodity.

No começo da manhã, a queda do petróleo Brent era de 1,66%, a US$ 56,15 por barril. Já o petróleo dos EUA recuava 1,69% e ficava em US$ 53,08 o barril.

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Com menos investimentos, descobertas de petróleo tiveram patamar mais baixo desde 98

Jornal GGN - De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o número de descoberta de petróleo e gás em 2016 chegou ao menor nível desde 1998.

Foram identificados 22 indícios de óleo e gás no país no ano passado, uma redução de 70% na comparação com 2015. Em 1998, um ano antes da primeira rodada de concessão de blocos exploratórios, ocorreram somente nove descobertas.

A redução nas descobertas está ligado à diminuição dos investimentos nas petroleiras na área de exploração, em um cenário de preços baixos do barril do petróleo no mercado internacional.

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Com alta do petróleo, especialistas esperam aumento dos preços dos combustíveis

 
Jornal GGN - Anunciada em outubro pela Petrobras, a nova política de preços dos combustíveis prevê paridade com o preço internacional do petróleo, que subiu 17% em reais desde o último reajuste, em dezembro. 
 
Com a alta da commodity no mercado global devido à expectativa de um acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e países não membros, especialistas acreditam que será realizado um novo reajuste dos combustíveis no país.
 
Desde o dia 6 de dezembro, quando foi anunciado o último aumento, até ontem (3), o preço do barril de petróleo brent cresceu 17% em reais, saindo de R$ 154,30 para R$ 177,64. Em dólar, o preço subiu de US$ 44,50 para US$ 54,16. 

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Preço do petróleo sobe e chega ao maior valor em 18 meses

Jornal GGN - Nesta terça-feira (3), os preços do petróleo atingiram o maior valor em 18 meses, influenciado pelas expectativas de acordo entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e não membros para corte a produção, reduzindo a oferta global da commodity.

No começo da manhã, o petróleo Brent avançava 2,22% a US$ 58,08 por barril, aumento de US$ 1,26. Já o petróleo dos Estados Unidos tinha aumento de 2,33%,  ou US$ 1,25, a US$ 54,97 o barril.

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