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Relatório da PF que isentou Jucá de conspiração mostra disputa com procuradores

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O relatório da Polícia Federal que isentou Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney de obstrução de Justiça envolvendo a Lava Jato revela a disputa de bastidores entre os procuradores e a autoridade policial por conta das delações premiadas. É o que diz a coluna de Lauro Jardim, nesta terça (25).
 
No relatório, a PF mostrou que o fato de Jucá ter conversado sobre "estancar a sangria" da Lava Jato e criar um "grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo" com Sergio Machado não é prova de que eles atuaram para derrubar a operação.
 
A delegada que assina o documento insinuou que a gravação feita por Machado foi imprestável para esse caso e, por isso, seu acordo com o Ministério Público deveria ser cancelado.
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67 dias e 67 noites de uma delação, por Joesley Batista

Foto CartaCapital

Jornal GGN – O empresário Joesley Batista, que balançou a República no pós-impeachment sem crime de Dilma, usou espaço na Folha para se posicionar quanto à sua participação em delação premiada, o julgamento público a que passa e os motivos que o levaram ao ato. Para ele, a delação o tornou um novo homem, renascido para trilhar um novo caminho, sem elos com a corrupção.

E tem mais. Diz que suas ações foram pensadas como forma de voltar ao rumo certo dentro das diretrizes da família e também como forma de preservar suas empresas e os 270  mil empregos que gera. Diz que foi para os Estados Unidos para proteger sua família e critica duramente os políticos que sempre se beneficiaram com recursos da J&F e que hoje passaram a criticá-lo, mentindo inclusive.

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PF diz que conversa sobre "estancar a sangria" não passou de "mera cogitação"

Confira a íntegra do relatório da Polícia Federal, que isenta Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney em inquérito baseado nos grampos sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria
 
Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - Na conclusão do relatório de 70 páginas sobre as conversas de caciques do PMDB sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria", a delegada Graziela Machado da Costa e Silva considerou que o diálogo captado pelo delator Sergio Machado ficou na fase "pré-executória", ou seja, não passou de "mera cogitação". Com esse argumento, ela apontou que Romero Jucá, José Sarney e Renan Calheiros não tentaram obstruir a Lava Jato.
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PF diz que conversa sobre "estancar a sangria" não passou de "mera cogitação"

Confira a íntegra do relatório da Polícia Federal, que isenta Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney em inquérito baseado nos grampos sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria
 
Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - Na conclusão do relatório de 70 páginas sobre as conversas de caciques do PMDB sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria", a delegada Graziela Machado da Costa e Silva considerou que o diálogo captado pelo delator Sergio Machado ficou na fase "pré-executória", ou seja, não passou de "mera cogitação". Com esse argumento, ela apontou que Romero Jucá, José Sarney e Renan Calheiros não tentaram obstruir a Lava Jato.
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Ao contrário da PF, Ministério Público não checa validade do que é dito em delação

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A Folha de S. Paulo publicou nesta sexta (21) uma reportagem sobre a diferença de tratamento dado à Polícia Federal e ao Ministério Público em relação a acordos de delação premiada. A diferença ais gritante é que a PF costuma "validar" as informações antes de entregá-las para homologação na Justiça, ao contrário do MP, que não checa nada do que foi dito pelos delatores antes deles receberem os benefícios.
 
"Sem o processo de autenticação dos dados, o que se tem são insinuações ou suspeitas. Sem esta etapa, existe o risco do pseudocolaborador tentar manipular o juízo e até o foro competente, bem como alterar a linha de investigação e imputar fatos falsos de forma dolosa a terceiros", informou a polícia ao Supremo.
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Filme da Lava Jato fala em destruir o PT, salvar o Brasil, mostra o triplex e ataca o STF

Jornal GGN - O trailer oficial do filme que conta os bastidores da Lava Jato, lançado na noite de terça (11), vende a ideia de que a operação é a maior e mais bem-sucedida do mundo e revela alguns temas que serão abordados. Entre ele, a seletividade da força-tarefa, questionada por tentar "destruir o PT"; o papel do Supremo Tribunal Federal na soltura de réus e investigados e o triplex que afirmam pertencer a Lula.

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Vaza depoimento que Aécio deu à Polícia Federal, sem alarde na grande mídia

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Sem espetáculo midiático, o senador Aécio Neves prestou depoimento à Polícia Federal, no início de maio de 2017, no inquérito em que é suspeito de receber propina de esquemas em Furnas. Mas toda a discrição não evitou que o conteúdo do interrogatório fosse vazado ao público nesta segunda (10), por meio um jornal da grande mídia.

Na reportagem em que informa que Gilmar Mendes concedeu mais 60 dias para a PF concluir o inquérito contra Aécio, o Estadão divulgou um arquivo onde consta o relatório do delegado Alex Rezende sobre o depoimento do tucano.

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A dinâmica parlamentar da crise e a omissão da esquerda, por Aldo Fornazieri

A dinâmica parlamentar da crise e a omissão da esquerda

por Aldo Fornazieri

Em termos políticos, o Brasil é um dos países mais esquisitos do mundo. Ocupa uma das primeiras posições no ranking das desigualdades sociais e, contudo, essa ignominiosa condição não se traduz em indignação, em ação em luta política. Nunca fomos capazes de fazer uma revolução social e nem uma revolução política. Somos uma sociedade acostumada ao mando. Primeiro, ao mando dos colonizadores, dos senhores de engenho; depois, ao mando dos coronéis das oligarquias estaduais, enfim, ao mando de um rosário de chefes, delegados, empresários, empreiteiros, prefeitos, paramentares, padres, pastores, doutores etc. Uma visceral disposição para mandar de alguns e de obedecer dos muitos.

As lutas sindicais, com uma exceção aqui outra acolá, terminam em bom convívio entre o trabalho e o capital. No campo, em que pese toda a violência, prevalece o mando do senhor das terras. Quando os representantes dos trabalhadores chegam ao poder, verifica-se o bom convívio, os bons modos, a conciliação.

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A gincana aloprada do MPF x PF, por Fernando J.

Por Fernando J.

Comentário referente ao post A procuradora Raquel Dodge e os aloprados da Polícia Federal, por Luís Nassif

A pirotecnia aloprada verificada notadamente nos últimos três anos, levam a concluir que tudo não passa de uma grande e alucinada gincana envolvendo o MPF X PF. A cada tarefa/desafios cumpridos, uma pontuação correspondente:

PF/PR - Eu tenho uma escuta ilegal nas celas! 50 pontos

PF/SP - grande coisa, nós levamos o Lula sob condução coercitiva, merecemos ao menos 1000 pontos.

PGR/Janot (arbitragem) - Perde 70% dos pontos, não levaram o Lula pra Curitiba

MP/SP - Mas nós que pedimos a prisão. (leva 80 pontos)

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Janio de Freitas: Lava Jato permite que delator compre liberdade com dinheiro roubado

 
Jornal GGN - Em artigo na Folha, neste domingo (9), o jornalista Janio de Freitas criticou o acordo que os procuradores da Lava Jato pretendem fechar com Renato Duque. Após delatar Lula e abrir mão de uma fortuna escondida no exterior, Duque negocia uma sentença de cinco anos para crimes que somariam oito décadas de condenação. "Deem o nome que derem, o que Renato Duque faz é comprar e pagar liberdade com dinheiro que não lhe pertence e embolsou em corrupção", disparou Janio.
 
No mesmo artigo, o colunista avalia que a saída da Polícia Federal da força-tarefa de Curitiba, além de mostrar a força do ministro da Justiça Torquato Jardim, funcionou como um recado ao Supremo Tribunal Federal sobre o papel da Procuradoria nos acordos de delação.
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Para mídia, fim da força-tarefa da PF em Curitiba "prejudica" ações contra Lula

Jornal GGN - A Polícia Federal confirmou, nesta quinta (6), que encerrou o grupo exclusivo que atuava em Curitiba por conta da Operação Lava Jato. Em nota, a direção da PF admitiu que os grupos de trabalho dedicados à Lava Jato e à Carne Fraca serão dissolvidos e passarão a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor).

A informação foi disseminada na imprensa após a revista Época antecipar o fim do GT e afirmar que procuradores de Curitiba avaliaram a medida como uma tentativa de "asfixiar" as investigações.

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Para defesa de Geddel, prisão foi desnecessária

Jornal GGN – Gamil Föppel, responsável pela defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima, considerou absolutamente desnecessário o decreto para sua prisão preventiva. Por meio de nota, o advogado disse que há “ausência de relevantes informações“ para justificar a decisão e considerou como “erro“ da Justiça Federal a autorização para a prisão de Geddel.

Geddel foi preso preventivamente por determinação da Justiça pois o MPF afirmou que ele estaria tentando obstruir a investigação de supostas irregularidades na investigação de liberação de recursos da Caixa Econômica Federal. A PF e a força-tarefa da Operação Greenfield pediram a prisão preventiva com base nas delações do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, de Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva. Joesley e Assis já estão em acordo de colaboração premiada.

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Governo Temer nega troca no comando da PF para frear a Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, desmentiu hoje (24) rumores de troca do comando da Polícia Federal (PF) e disse que no trabalho do ministério “não há nomes, há instituições”. Ao lado do diretor da PF, Leandro Daiello, Jardim disse que o governo não está “preocupado com personalidades” e que os dois têm trabalhado “com absoluta harmonia e camaradagem”.

“Não há nomes, há instituições. Não estamos preocupados com personalidades. Estamos comprometidos com a instituição”, disse o ministro em rápido pronunciamento à imprensa convocado neste sábado. “É preciso cobrir mais espaço do território. Seja para cada um dos crimes que mais preocupam a administração pública: drogas, armas, os crimes financeiros e o que começa agora que é o tráfico humano. Esse é o novo desafio, é o nosso compromisso institucional.”

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PF conclui perícia em áudio e Temer deve ser denunciado em 5 dias

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - A Polícia Federal anunciou nesta sexta-feira (23) que concluiu a perícia no áudio entregue por Joesley Batista, da JBS, à Lava Jato. Na conversa, Michel Temer aparece possivelmente dando aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, operador de propina para o PMDB. Com a conclusão da perícia, a Procuradoria-Geral da República terá cinco dias para apresentar a denúncia contra o presidente e os demais envolvidos.

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Janot pode denunciar Temer quatro vezes e aumentar desgaste político

Foto: Agência CNJ
 
Jornal GGN - O governo Michel Temer deve se preparar para um cenário um pouco pior do que imagina em relação à denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente, em função das revelações da JBS. Isso porque, segundo informações da jornalista Lydia Medeiros, Rodrigo Janot deve fatiar em quatro a denúncia contra Temer.
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