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Balanço Temer: Faltam 157 deputados para STF julgar o presidente

 
Jornal GGN - Serão necessários 342 votos de deputados na Câmara para a aprovação do processo contra o presidente Michel Temer no Supremo Tribunal Federal (STF). Diante de balanços realizados em diversos jornais, um grupo de artistas defensores do #ForaTemer criou um site com o posicionamento dos parlamentares.
 
O objetivo do "342 Agora", além de ter um balanço isento sobre a resposta de cada deputado, é o de perssionar os parlamentares a votarem "sim" pelo envio da denúncia contra o mandatário à Suprema Corte, deixando ao Judiciário o julgamento se Temer cometeu ou não o crime de corrupção.
 
Descrevendo-se como uma "ação suprapartidária", o site foi divulgado nesta segunda-feira (10), trazendo o placar atual de 185 deputados favoráveis à investigação, 129 contra e 199 indecisos. 
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Antes de viagem, Temer tenta se proteger de acusações da PGR em vídeo

Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer adiantou-se de um posicionamento frente à denúncia contra o mandatário que a Procuradoria-Geral da República planeja enviar nos próximos dias ao Congresso. Com viagem internacional marcada para esta semana, Temer gravou um vídeo criticando Joesley Batista, o delator da JBS.
 
O vídeo será divulgado nesta segunda-feira (19), às véspoeras da viagem de quatro dias pela Rússia e Noruega. Sem citar diretamente o nome de Joesley, o presidente também indica tons de críticas à Procuradoria-Geral. A mensagem segue a linha da última divulgada no dia 12 de junho.
 
“Nas democracias modernas, nenhum poder impõe sua vontade ao outro. O único soberano é o povo, e não um só dos Poderes. E muito menos aqueles que, eventualmente, exerçam o poder”, afirmou, no vídeo publicado na última semana. 
 
Defendeu que a "ilegalidade" deve ser combatida, mas não pelos "justiceiros". "Na democracia, a arbitrariedade tem nome: chama-se ilegalidade. O caminho que conduz da justiça aos justiceiro é o mesmo caminho trágico que conduz da democracia à ditadura. Não permitirei que o Brasil trilhe esse caminho", completou.
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Retrospectiva do STF: entre a omissão e o protagonismo

 
Jornal GGN - A singularidade de posicionamentos entre os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ficou evidente no ano de 2016. Sobretudo pelo fenômeno das decisões monocráticas, os integrantes atuaram para o agravamento da crise política, no desfecho do impeachment da presidente Dilma Rousseff, seja pela omissão ou por decisões polêmicas, assim como frequentes manifestações políticas de Gilmar Mendes, ou descabidas de Cármen Lúcia.
 
Acompanhe a análise dos repórteres Felipe Recondo e Márcio Falcão para o JOTA:

STF: Árbitro ou protagonista na crise política em 2016?

A crise política que culminou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff desafiou o Supremo Tribunal Federal e ameaçou tirá-lo da condição de árbitro minimamente isento dos conflitos. O tribunal buscou se equilibrar durante todo o ano numa faixa estreita que o separava da condição de moderador e de partícipe da crise. Um descuido, uma decisão em falso, uma declaração fora do tom e o Supremo seria acusado de interferir indevidamente para proteger a presidente Dilma Rousseff ou para derrubá-la e levar Michel Temer ao comando do País.

A tentativa de manter-se como espécie de poder moderador, contudo, não blindou o Supremo. O tribunal de hoje foi mais ativivista no processo de impeachment do que o STF do caso Collor. Além disso, o tribunal viu-se diante de críticas de ambos os lados. Foi acusado de integrar o grupo de atores responsáveis pelo “golpe contra Dilma Rousseff” por não interferir na condução do processo ou por não adentrar o mérito das acusações de crime de responsabilidade. De outro lado, foi também censurado, por aqueles que eram favoráveis à saída de Dillma, por ter paralisado liminarmente no final de 2015 o movimento iniciado na Câmara pelo impeachment da presidente.

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GGN pergunta: Senador Roberto Requião (PMDB-PR) é contra o impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O peemedebista Roberto Requião (PMDB-PR) afirmou que votará contra, tanto a admissibilidade do processo na próxima quarta (11), como no julgamento final. Para ele, não há "crime nos atos praticados pela presidente" e, portanto, a "acusação é inepta".

Leia o posicionamento do Senador Roberto Requião (PMDB-PR):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
O senador Roberto Requião votará contra a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
O senador Roberto Requião votará contra o impeachment
 

3) Por quê?
Votará contra nas duas oportunidades porque não vê crime nos atos praticados pela presidente. A acusação é inepta.

 

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Senadores favoráveis e contra o impeachment: o que move seus votos

Jornal GGN - A Comissão Especial do Senado votará nesta sexta-feira (06) a admissibilidade do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e se aprovado o parecer, assinado pelo relator da oposição Antonio Anastasia (PSDB-MG), a primeira votação do Plenário do Senado ocorre na próxima quarta-feira (11). Esta primeira fase já é considerada de derrota pelo governo. Os dados levantados pelo GGN confirmam a expectativa: 50 senadores aprovarão o processo que, de imediato, afastará Dilma por até 180, ou seja, seis meses, quando a Casa julga se houve, ou não, crime de responsabilidade.
 
Para além da derrota esperada, a equipe do Jornal GGN quis saber o que motiva o posicionamento dos parlamentares sobre o impeachment contra a presidente Dilma. Ou seja, além do voto "a favor", "contra", "indeciso", "abstenção", etc, buscando as razões que movem o voto dos senadores. 
 
O infográfico com o voto a voto dos senadores pode ser visualizado aqui:
 

As respostas foram as mais diversas possíveis, envolvendo mais do que o mérito da denúncia: aqueles que votarão a favor da abertura do processo entendem que os decretos fiscais assinados por Dilma em 2015 e as chamadas pedaladas fiscais trariam justificativa legal para o seu afastamento, mas a decisão é movida pela má gestão da presidente. 
 
"Somam-se a essas razões jurídicas outras: as da política e as da economia", afirmou Marta Suplicy (PMDB-SP) ao GGN. "Esses fatos se deram e em razão deles, ou seja, da má gestão da presidente Dilma Rousseff, temos como consequência um rombo de R$ 57 bilhões. Também, a presidente perdeu a confiança dos brasileiros e a governabilidade. O país se vê mergulhado em desemprego e descontrole inflacionário", justificou a senadora para o seu voto favorável.
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GGN pergunta: João Alberto Souza (PMDB-MA) não informa voto final do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O peemedebista João Alberto Souza (MA) disse que votará contra a admissibilidade do processo no Plenário e que não informará seu voto final, porque a função do Senado é julgar o mérito da denúncia, trabalhando como um "juiz" e, portanto, necessita de analisar o processo.

Leia o posicionamento do Senador João Alberto Souza (PMDB-MA):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Votará contra a admissibilidade do processo. 

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Não informará o voto porque, como "juiz", não revelará sua posição. 
 

3) Por quê?
Não se manifestou.

 

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GGN pergunta: Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) é contra o impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. Para o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o processo em curso é um "golpe", uma "fraude jurídica", um "atentado contra a democracia e contra a Constituição", originado de "uma chantagem de Eduardo Cunha". Segundo o parlamentar, "a presidente não violou a lei orçamentária" e não cometeu crime de responsabilidade e que, portanto, o processo tramita sem "base jurídica que o justifique". 

Leia o posicionamento do senador Lindbergh Farias (PT-RJ):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Não.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Contra.
 

3) Por quê?
Voto contra o impeachment. Não há base jurídica que o justifique. O processo em curso é golpe exatamente por isto: a presidente Dilma não cometeu crime de responsabilidade. Foi um processo que se originou de uma chantagem de Eduardo Cunha, sem mérito e coordenado por um vice-presidente que conspirou para tomar o poder. É uma fraude jurídica, um atentado contra a democracia e contra a Constituição. Trata-se de uma tentativa de assalto ao poder pelos que não apresentam condições de fazer a disputa pelas urnas.

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GGN pergunta: Senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) votará a favor, alegando que Dilma "mentiu aos eleitores", "ganhou a eleição com um discurso fictício", e que o governo "praticou contabilidade destrutiva". Para ele, a culpa de "mais de 11 milhões de trabalhadores demitidos" é da presidente, que administrou, segundo o parlamentar tucano, "uma economia em frangalhos". 

Leia o posicionamento do Senador

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 

3) Por quê?
A presidente cometeu crime de responsabilidade ao praticar as chamadas "pedaladas fiscais" e ao editar decretos de suplementação sem prévia autorização legislativa. Como bem colocou o procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) Júlio Marcelo de Oliveira, o governo praticou “contabilidade destrutiva” ao atrasar as transferências do Tesouro Nacional a bancos públicos.

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GGN pergunta: Senadora Regina Sousa (PT-PI) é contra o impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. A senadora Regina Sousa (PT-PI) votará contra o afastamento de Dilma, porque "a presidente não cometeu nenhum crime de responsabilidade fiscal" e foi "eleita legitimamente e de conduta ilibada".

Leia o posicionamento da senadora Regina Sousa (PT-PI): 

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Não.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Contra.
 

3) Por quê?
Porque a presidente não cometeu nenhum crime de responsabilidade fiscal. Suas contas sequer foram julgadas. Existe uma farsa encabeçada por políticos corruptos que tenta a qualquer custo retirar do poder uma presidente eleita legitimamente e de conduta ilibada.

 

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GGN pergunta: Senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. A resposta do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) foi dosada: é favorável ao afastamento de Dilma porque, segundo ele, ela "cometeu crime de responsabilidade" e, nestes casos, "o remédio é o impeachment".

Leia o posicionamento do Senador  Aloysio Nunes (PSDB-SP):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 

3) Por quê?
Porque a presidente Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade e o remédio nesses casos é o impeachment.

 

Acompanhe no infográfico do GGN o voto a voto dos senadores, nessa primeira etapa, quando o plenário decide se aprova a proposta.

 

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GGN pergunta: Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) não quis responder ao jornal. Por meio de sua assessoria informou que o parlamentar "não tem o que manifestar, a posição do senador é bastante clara, já está em todo lugar, no site dele, é só você fazer uma busca". Quando o GGN afirmou que levantava as argumentações para os votos, o assessor desligou o telefonema.

Senador Ronaldo Caiado (DEM-GO):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 

3) Por quê?
Não se manifestou.

 

 

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GGN pergunta: Senador Donizeti Nogueira (PT-TO) é contra o impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Donizeti Nogueira (PT-TO) é contra o impedimento e diz que articulará na Casa para convencer os senadores da Ilegalidade do processo. "Dilma não cometeu nenhum crime de responsabilidade e sobre quem não pesa nenhuma acusação de corrupção", defendeu.

Leia o posicionamento do senador Donizeti Nogueira (PT-TO):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Não.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Contra.

3) Por quê?

O senador Donizeti Nogueira votará contra a admissibilidade e contra o mérito do procedimento de impeachment. O parlamentar destaca que trabalhará no Senado Federal para convencer seus pares da ilegalidade do processo contra a presidenta Dilma, que não cometeu nenhum crime de responsabilidade e sobre quem não pesa nenhuma acusação de corrupção.

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GGN pergunta: Senador Romero Jucá (PMDB-RR) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Romero Jucá (PMDB-RR) defende o processo de impedimento contra Dilma. Para ele, a presidente "cometeu crises fiscais, deixando um rombo de R$ 90 bilhões". 

Leia o posicionamento do senador Romero Jucá (PMDB-RR):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Sim

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 

3) Por quê?
Porque a presidente cometeu crises fiscais, deixando um rombo de R$ 90 bilhões.

 

Acompanhe no infográfico do GGN o voto a voto dos senadores, nessa primeira etapa, quando o plenário decide se aprova a proposta.

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GGN pergunta: Senador Paulo Bauer (PSDB/SC) é a favor do impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Paulo Bauer (PSDB/SC) acredita que "não há a menor possibilidade de não ter havido crime de responsabilidade" por parte da presidente e, por isso, votará a favor do impedimento.

Leia o posicionamento do senador Paulo Bauer (PSDB/SC):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
A favor.

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
A favor.
 

3) Por quê?
Razões: os elementos apresentados na denúncia e as explicações trazidas à Comissão Especial do Impeachment deixam claro que não há a menor possibilidade de não ter havido crime de responsabilidade por parte da presidente Dilma Rousseff.

 

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GGN pergunta: Senador Douglas Cintra (PTB-PE) é contra o impeachment

Jornal GGN - A equipe GGN perguntou a todos os 81 senadores o posicionamento de cada um sobre o impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Além do voto "a favor" ou "contra", a reportagem quis saber as razões que movem o posicionamento dos parlamentares. O senador Douglas Cintra (PTB-PE) é contra o impedimento porque não acredita que houve "crime de responsabilidade que justifique" o processo e que ele "por si só não resolverá os graves problemas por que passa o país".

Leia o posicionamento do senador Douglas Cintra (PTB-PE):

1) Votará pela admissibilidade do processo de impeachment no Senado?
Votarei contra o impeachment

2) Se aceito o processo, votará contra ou a favor do impeachment no Senado?
Votarei contra.
 

3) Por quê?
Por três razões básicas: 1) ao contrário do que pensa boa parte dos brasileiros, o impeachment não é uma panaceia, isto é, por si só não resolverá os graves problemas por que passa o país; 2) não há crime de responsabilidade que justifique o impedimento; 3) nada indica que o amplo espectro da louvável operação Lava Jato não venha a alcançar o núcleo de um eventual governo Temer.

 

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