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Lewandowski nega habeas corpus e mantém Rocha Loures preso

Foto: STF
 
 
Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski negou, nesta terça (6), um pedido de habeas corpus apresentado pelo ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, preso desde o último dia 3 pela Operação Lava Jato. Loures virou o "deputado da mala" após ser flagrado pela Polícia Federal carregando R$ 500 mil recebidos da JBS. O pagamento, segundo delatores, estava vinculado a interferências em órgão das Fazenda.
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Entenda a prisão de Henrique Eduardo Alves e acusações que miram todos os Poderes

Grampos do celular de Léo Pinheiro indicam influência de Alves e de Cunha junto a representantes de todos os Poderes: além da Câmara, Senado e Presidência, também junto à PGR, STJ e TRF-5
 

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi preso na manhã desta terça-feira (06), em um desdobramento da Operação Lava Jato, com as delações da Odebrecht, no âmbito da Justiça Federal do Rio Grande do Norte.
 
Também foram alvos da Polícia Federal o secretário de Turismo de Natal, Fred Queiroz, preso preventivamente, e o cunhado do ex-deputado, o publicitário Arturo Arruda, levado a prestar depoimento coercitivamente. Fred Queiroz é um dos homens de confiança de Henrique Alves, atuante nas campanhas do ex-ministro, e seu cunhado Arruda é publicitário da Art & C, agência que supostamente operava em quase todos os governos do Rio Grande do Norte.
 
Batizada de Manus, a Operação com mira no ex-ministro de Michel Temer apura as práticas dos crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. Com base nos depoimentos da Odebrecht, a acusação é de que Henrique Eduardo Alves e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) receberam propinas de contratos das obras da Arena das Dunas, estádio em Natal construído para a Copa do Mundo.
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Ex-governadores do DF são presos por suspeita de corrupção no Mané Garrincha

Foto: Agência Brasil

Por Andreia Verdélio
 
Da Agência Brasil
 
 
O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda foi preso hoje (23) pela Polícia Federal na Operação Panatenaico. Arruda chegou à sede da PF por volta das 8h30. Ele é investigado por envolvimento no superfaturamento das obras do Estádio Mané Garrincha.
 
O ex-governador do DF Agnelo Queiroz e seu vice, Tadeu Filippelli, também são alvos de mandados de prisão temporária. Os advogados de defesa de Queiroz e Filippelli disseram que só vão se pronunciar após terem acesso a todas as informações das investigações.
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Gilmar Mendes manda soltar Eike Batista


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes mandou soltar hoje (28) o empresário Eike Batista, preso no fim de janeiro na Operação Eficiência, um desdobramento da Lava Jato. O empresário é réu na Justiça Federal do Rio por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

De acordo com a decisão do ministro, Eike deverá ser solto se não estiver cumprindo outro mandado de prisão. Caberá ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal no Rio de Janeiro, avaliar se o empresário será solto e aplicar medidas cautelares. Após a decisão, a defesa do empresário afirmou que não há outro mandado de prisão e que Eike será solto.

Segundo as investigações, Eike teria repassado US$ 16,5 milhões em propina ao então governador do Rio, Sérgio Cabral, por meio de contratos fraudulentos com o escritório de advocacia da mulher de Cabral, Adriana Ancelmo, e uma ação fraudulenta que simulava a venda de uma mina de ouro, por intermédio de um banco no Panamá. Em depoimento na Polícia Federal, Eike confirmou o pagamento para tentar conseguir vantagens para as empresas do grupo EBX, presididas por ele.

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Quando Lula será preso?, por Nelson Jobim

via Balaio do Kotscho

Quando Lula será preso?

por Nelson Jobim

É pergunta recorrente.

Ouvi em palestras, festas, bares, encontros casuais, etc.

Alguns complementam: “Foste Ministro de Lula e da Dilma, tens que saber...” 

Não perguntam qual conduta de Lula seria delituosa.

Nem mesmo perguntam sobre ser, ou não, culpado.

Eles têm como certo a ocorrência do delito, sem descreve-lo.

Pergunto do que se está falando.

A resposta é genérica: é a Lava-Jato.

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"Lula preso elege qualquer um em 2018", diz ex-ministro Nelson Jobim

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Jornal GGN - O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim disse, segundo reportagem do Valor desta segunda (3), que a Lava Jato provocará impactos desconhecidos na eleição de 2018, surpreendendo quem acredita que uma eventual prisão de Lula pode tirar a esquerda do tabuleiro político. Na visão de Jobim, o capital do ex-presidente da República é tão grande que ele elege "qualquer um", mesmo que seja preso.

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Empresário diz ser "preso ilegal da República de Curitiba" e critica Moro

 
Jornal GGN - O empresário Eduardo Meira, preso desde maio de 2016 na Lava Jato, escreveu uma carta, divulgada nesta quinta (23), criticando a força-tarefa e o juiz federal Sergio Moro por práticas arbitrárias e fora da lei. Segundo ele, a operação é marcada pela "criação de leis próprias para justificar prisões e condenações contrárias ao nosso ordenamento jurídico e à nossa jurisprudência".
 
"Recentemente me condenaram a oito anos e nove meses, incluindo, pasmem, 'associação criminosa' de duas pessoas (eu e meu sócio); confundindo quadrilha com baião", assinalou Meira, que aponta que sua condenação se deu apenas com base em delações. "A lei explicita: 'Somente a palavra de delatores não pode ser o único instrumento de prova'", escreve.
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Ex-chefe do Exército argentino é detido por torturas na ditadura

Da Agência Brasil

O ex-chefe do Exército argentino Cesar Milani foi detido nesta sexta-feira  (17), acusado de sequestrar e torturar três pessoas durante a ditadura militar (1976-1983). O general da reserva também está sendo investigado pelo desaparecimento de um soldado e por enriquecimento ilícito.

Milani foi nomeado chefe do Exército em 2013 pela então presidente Cristina Kirchner e ficou no cargo até o fim de seu segundo mandato em 2015 – apesar das denúncias de violações de Direitos Humanos durante a ditadura. Ele foi detido depois de prestar depoimento perante a Justiça sobre a privação ilegal de liberdade e tortura de Ramon Olivera, seu pai Ramon Olivera e Veronica Matta.

Segundo Ramon Olivera, os militares levaram seu pai de casa em marco de 1977. Ele foi solto, mas depois de ter sido torturado durante dois dias e ter sofrido um derrame. Depois foi a vez de Ramon ser preso. Ele disse que reconheceu Milani quando estava sendo torturado.

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STF mantém Eduardo Cunha preso na Penitenciária do Paraná

Em único voto contrário, o ministro Marco Aurélio defendeu a soltura, apesar das graves acusações e indícios criminosos: "Não cabe a mim tomá-lo como Geni", disse
 
 
Jornal GGN - O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por 8 votos contra 1, o pedido de liberdade do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), mantendo-o preso no Departamento Penitenciário do Paraná. 
 
O relator dos processos da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, argumentou que o tipo de recurso - uma reclamação por desobedecer ordem anterior do STF - usado pela defesa de Cunha não poderia ser aceito. Outros sete ministros que participaram da sessão acompanharam o voto do relator: Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Celso de Mello e a presidente do Supremo, Cármen Lúcia.
 
O advogado de Cunha defendeu que o juiz da Vara Federal da Curitiba, Sérgio Moro, descumpriu uma decisão anterior do próprio Supremo. Tratava-se de um entendimento dos ministros quando julgaram o afastamento do então deputado da presidência da Câmara, em maio de 2016. Ao invés de decidir pela prisão do parlamentar, decidiram pelo afastamento.
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Foragido e na lista da Interpol, Eike Batista dividiria cela com presos comuns

 
Jornal GGN - O empresário Eike Batista segue fora do Brasil, foragido da Justiça e procurado pela Interpol. Acusado de pagar mais de R$ 50 milhões em propina ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, Eike foi alvo de mandado de prisão preventiva em desdobramento da Operação Lava Jato, nesta quinta-feira (26).
 
O empresário viajou a Nova York, nos Estados Unidos, e negociava com a Polícia Federal o seu retorno ao Brasil. De acordo com a sua assessoria, Eike Batista se apresentará, em breve, às autoridades, de forma espontânea.
 
Entretanto, por ter dupla nacionalidade, filho de uma alemã e sendo considerado também alemão de cidadania, a Polícia Federal decidiu alertar a Interpol para auxiliar nas buscas e para a emissão de um mandado de prisão internacional.  A suspeita é que Eike pode fugir dos Estados Unidos para a Alemanha. 
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Acusando Jucá, delação da Odebrecht deve mudar denúncia contra Palocci

 
Jornal GGN - As novas delações da Odebrecht podem mudar os rumos das investigações da Operação Omertà, que prendeu Antonio Palocci em setembro deste ano e tornou réu o ex-ministro e o grupo político do PT junto a diretores da Petrobras e da empreiteira. Os indícios são de atuação do PMDB para favorecer a companhia. 
 
Palocci foi preso no dia 26 de setembro, durante a deflagração da Omertà, a 35ª fase da Lava Jato, sob suspeitas de ter se beneficiado em relações com a Odebrecht. Uma das principais bases da denúncia, aceita por Sérgio Moro no dia 3 de novembro, foi a atuação de Palocci em favor da Braskem, a petroquímica da Odebrecht com a Petrobras, enquanto era deputado federal, entre 2006 e 2010, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
 
Apesar de a acusação contra o ex-ministro de Lula e de Dilma Rousseff inicialmente tentar comprovar benefícios com pagamento de propina da empreiteira ao grupo político do PT, a nova delação de Claudio Melo Filho imputa Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo Temer no Congresso, já então senador.
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Prisão de Cunha deve acelerar queda de Temer, diz Henrique Fontana

Jornal GGN - "Evidente que a prisão de Eduardo Cunha é importante, mas não é o mais importante do cenário. A prisão de Eduardo Cunha deve acelerar a queda do governo Temer, para que todo o Brasil possa votar de forma direta, para escolher quem quer ver presidindo o nosso país", disse o deputado Henrique Fontana (PT-RS).
 
Para ele, o momento é decisivo para todos os bastidores políticos do país. Fontana acredita que Cunha irá delatar seus correligionários e a grande base aliada de Michel Temer, ocasionando a implosão do governo atual, e permitindo ao país realizar eleições diretas.
 
"A prisão dele deve desencadear todo um conjunto de mudanças do cenário político brasileiro, porque nós sabemos que o governo, hoje liderado por Temer, além de ilegítimo, é um governo marcado pela corrupção, e a minha expectativa é que é um governo que não se sustentará até o final de 2018", afirmou.
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Moro decide que após cirurgia de tumor e cardíaca, Bumlai deve voltar à prisão

 
Jornal GGN - Após a identificação de um tumor na bexiga, submetido a uma cirurgia para retirada do tumor e, no meio do tratamento, uma inesperada intervenção cirúrgica cardíaca, o pecuarista José Carlos Bumlai cumpriu cinco meses de prisão domiciliar, a que o juiz Sérgio Moro caracterizou como uma concessão "sensível". Agora, como o acusado precisa "apenas ser submetido a exames periódicos" e a realização de um programa de reabilitação cardíaca, três vezes por semana, Moro decidiu levá-lo novamente à prisão, porque "os pressupostos e fundamentos da prisão preventiva permanecem hígidos".
 
A decisão de restabelecer a prisão preventiva do pecuarista foi tomada nesta quarta-feira (10), determinando o seu retorno à Polícia Federal no dia 23 de agosto.
 
Bumlai tem 71 anos e foi acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e crimes financeiros em um suposto empréstimo de R$ 12 milhões do banco Schahin para o Partido dos Trabalhadores, em 2004. Foi preso na Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato, em novembro do ano passado.
 
Com a notícia de que estava com um tumor na bexiga, a defesa de Bumlai solicitou a prisão domiciliar, concedida por Sérgio Moro, contra posicionamento do Ministério Público Federal (MPF), que não achava necessário. 
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Haddad defende reintegração como medida de segurança, e governo Alckmin ataca Suplicy

Jornal GGN - A gestão do prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) explicou que a reintegração de posse deflagrada nesta segunda (25) foi por medida de segurança, pois a área apresentava riscos de desabamento, segundo laudo da Defesa Civil. A ação atingiu mais de 300 famílias assentadas na Cidade Educandário, próximo da região da Rodovia Raposo Ravares, e terminou com a prisão do ex-senador Eduardo Suplicy (PT). 

Haddad disse à imprensa, segundo informações do G1, que não pôde interromper o ato determinado pela Justiça pois havia sido alertado dos riscos que representava para a segurança da comunidade local.

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Suplicy é preso e arrastado pela PM por resistir à reintegração de posse

Jornal GGN - No alto de seus 75 anos, o ex-senador Eduardo Suplicy (PT) foi arrastado pela Polícia Militar por ter impedido uma reintegração de posse na zona sul de São Paulo, na manhã desta segunda (25), contra 350 famílias assentadas.

Ao deitar no chão em frente aos oficiais do Estado comandado por Geraldo Alckmin (PSDB), Suplicy acabou sendo preso e levado ao 75º Distrito Policial, sob a alegação de ter resistido à ação policial. O deputado federal Paulo Teixeira (PT) usou as redes sociais para dizer que o ex-senador já depôs na delegacia. Leia mais »

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