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pronunciamento

Lula diz que não desistirá de eleições em 2018


Foto: Nacho Lemus

Jornal GGN - "Não sei se é para o bem ou para o mal, mas você vai ter um pré-candidato com problema jurídico nas costas e eu tenho que fazer várias brigas, primeiro brigar juridicamente para ganhar o direito de ser candidato. Segundo, brigar dentro do PT para ganhar o apoio do PT. Terceiro, brigar a boa briga, a luta democrática, nas ruas, para convencer a sociedade", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, usando o espaço para se manifestar contra a sentença para também reivindicar oficialmente ao partido o desejo de se candidatar à Presidência em 2018.

Mostrando-se tranquilo com o resultado do despacho de Sérgio Moro, Lula escancarou as mesmas críticas que ele e sua defesa vem apontando contra a investigação que mira não somente o ex-presidente, mas a sua candidatura ao governo. "Eu não sei como alguém consegue escrever quase 300 paginas para não dizer absolutamente nada de prova. Vocês vão ouvir muito de processos igualzinho a esse", disse.
 
Diante de uma grande plateia na sede nacional do PT em São Paulo, Lula mostrou-se esperançoso, já calejado dos desgastes que vem sofrendo desde o início da mira da Lava Jato em seu nome. "Os tucanos não aguentaram um capa da Veja, que já caiu todo mundo. A próxima [capa da revista] deve ser minha também, com mais 5 horas de Jornal Nacional. Só da Globo foram 20 horas, eu disse a eles, vocês já me condenaram, a imprensa já me condenou. (...) Estão condenados a me condenar, porque se não me prenderem serão desmoralizados diante da opinião pública", disse.
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Ao vivo: Pronunciamento de Lula sobre condenação da Lava Jato


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
 
Jornal GGN - O Partido dos Trabalhadores marcou um ato de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na sede nacional do PT, no centro de São Paulo, a partir das 11h. No evento, Lula irá se pronunciar sobre a sentença do juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, despachada nesta quarta-feira (12). Acompanhe ao vivo:
 
 
"Não vamos aceitar esse tipo de condenação política sem nenhuma prova material", disse um dos vice-presidentes da sigla, Marcio Macedo. O PT pretende reunir toda a cúpula do partido e parlamentares em São Paulo, demonstrando solidariedade ao líder petista.
 
Até agora, o ex-presidente se manifestou por meio de sua defesa. Em coletiva concedida na noite de ontem, o advogado Cristiano Zanin criticou a falta de provas do magistrado do Paraná, que ignorou todas as documentações e levantamentos feitos pela própria defesa de Lula, que provariam a sua inocência.
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Os homens bons que apoiaram o pronunciamento de Temer

Jornal GGN - Este infográfico roda pelo Facebook e ilustra bem aqueles que cercam Michel Temer. Ou são cercados por ele. A foto do momento do pronunciamento foi dissecada, com a capivara de muitos que ali estão. A autoria é do dono do perfil do Twitter @Política_Santos.

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Temer ignora esfacelamento da base política e nega renúncia

"Não comprei o silêncio de ninguém, por razão singelíssima: porque exata e precisamente não temo nenhuma delação, nao preciso de cargo público nem de foro especial"

 
Jornal GGN - Em pronunciamento na tarde desta quinta (18), o presidente Michel Temer afirmou que não vai renunciar ao mandato em função das denúncias da Lava Jato. Temer foi gravado por dono da JBS dando aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro.
 
Em rede nacional, Temer admitiu que foi gravado "clandestinamente", mas afirmou que não cometeu crime nenhum. Segundo o presidente, ele tomou conhecimento dos pagamentos a Cunha na noite de 7 de março, mas encarou como uma ajuda financeira ao deputado cassado, hoje preso na Lava Jato.
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Temer tentará abafar crise, mas é convencido a fazer pronunciamento


O encontro grampeado do dono da JBS com Temer ocorreu logo após a ida de Temer ao aniversário de 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat, onde se reuniu com outros políticos e figuras públicas - Montagem: Pragmatismo Político
 
Jornal GGN - Na maior crise que atingiu o governo de Michel Temer, com a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo mandatário grampeada, o peemedebista entendeu que a tentativa de "abafar" os fatos não dará certo desta vez, antecipa como uma das primeiras respostas que não irá renunciar e planeja um pronunciamento oficial nesta quinta-feira (18).
 
A repercussão da que se tornou a mais drástica delação premiada até hoje da Operação Lava Jato, pelas mãos do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, mostrou a Temer que suas anteriores tentativas de ignorar as polêmicas que atingem seu governo, seus aliados e sua equipe ministerial não surtirão efeitos.
 
No dia seguinte à divulgação da acusação de que o atual presidente deu aval e concordou com a compra do silêncio de nada menos do que Eduardo Cunha (PMDB), deputado cassado e preso na Operação Lava Jato, Temer cancelou sua agenda oficial e marcou uma reunião de urgência com ministros e aliadosentre eles Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-geral da Presidência).
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Trump promete mais verbas para a defesa e menos para a saúde

Por Radio France Internationale

Da Agência Brasil

O presidente norte-americano Donald Trump fará hoje (28) seu primeiro pronunciamento em sessão conjunta do Congresso. Ele deve anunciar o aumento do orçamento da Defesa, cortes de verba para a ajuda internacional e o meio ambiente. O anúncio mais esperado, porém, deverá ser a controversa revogação e substituição do Obamacare.

Trump deve se referir à reforma ao sistema de saúde conquistada pelo governo de Barack Obama como uma carga econômica que precisa ser minimizada para, segundo ele, salvar as famílias americanas do desastre do Obamacare.

 

A promessa de revogar e substituir a lei da saúde promulgada por Obama em 2010 é mais difícil de ser cumprida do que Trump esperava, conforme ele mesmo admitiu na véspera do pronunciamento. Apesar de o presidente dizer que ninguém está feliz com o Obamacare, governadores republicanos estão sofrendo pressão para não permitirem que Trump mexa no Medicaid, o programa de seguro federal-estadual para pessoas de baixa renda, que foi expandido em diversos estados. Essa questão, em particular, está causando uma rixa entre republicanos governadores e membros do Congresso.

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Pronunciamento de Cunha indicará os próximos passos para se salvar

 
Jornal GGN - Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) tem em mãos o pedido de prisão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os ataques e pressão pela renúncia tornam a permanência de sua atuação nos bastidores insustentável, o peemedebista decidiu pôr fim ao silêncio e prepara uma grande entrevista coletiva no início desta semana.
 
Alguns parlamentares do Congresso e interlocutores - além da própria imprensa - apostaram que o discurso já será a da renúncia à presidência da Câmara. Mas não sem um custo benefício maior. A intenção, neste caso, seria a de preservar seu mandato, uma vez que a cassação em plenário da Câmara está mais próxima de se concretizar.
 
Ao mesmo tempo, a entrevista coletiva promete defender um posicionamento do deputado, que enxerga o silêncio atual como a aproximação de sua própria condenação. "Se eu não falar, não rebater, é um massacre", teria avaliado Cunha a um interlocutor, segundo reportagem da Folha de S. Paulo.
 
Sob o argumento de defesa de que houve "nulidades" na tramitação de seu processo no Conselho de Ética, a fala seria uma demonstração à opinião pública e ao Judiciário de que o deputado estaria disposto a esclarecimentos e defesa. Já aos deputados da Câmara, o contato de Eduardo Cunha não foi cortado - ainda que afastado do comando da Casa pelo Supremo, o peemedebista mantinha sua atuação por meio de aliados. 
 
Além disso, ainda mais isolado com a aprovação do parecer pela cassação, por 11 votos a 9, Cunha pretende "diminuir a tensão" entre os parlamentares que temem as ameaças de uma possível delação, passando a imagem de que não é um "homem rancoroso". Nessa outra frente, atuará para angariar os 257 votos de 512 deputados da Casa, para não perder o mandato.
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Irritado, Temer chama declarações de Machado de "levianas"

 
Jornal GGN - "Quero me dirigir ao povo brasileiro para dizer que não deixarei passar em branco essas informações levianas, irresponsáveis, mentirosas e criminosas do cidadão Sérgio Machado", disse o presidente interino Michel Temer, em pronunciamento.
 
Visivelmente irritado, Temer disse que falava, "em primeiro lugar, como homem, como ser humano", para dizer que "a sororidade está acima de qualquer outra função ou tarefa pública que eu exerço no momento ou venha a exercer", disse, dando uma pausa para respirar. 
 
Temer dirigiu-se à família dele e "aos muitos amigos e conhecidos" que ele tem no Brasil, e disse estar "indignado" com a denúncia de que ele teria pedido R$ 1,5 milhão para a campanha à prefeitura de São Paulo de Gabriel Chalita, quatro anos antes.
 
O interino disse, por outro lado, queria falar como presidente da República e que "quer andar na rua, quer cumprimentar o cidadão, o eleitor e as pessoas" e que "não está colaborando com os malfeitos da República". 
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Inflação não saiu do controle após metas, diz Tombini

Em evento, representante do BC ressaltou que regime de metas está perto de completar 17 anos

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse hoje (20) que desde a implementação do regime de metas que vem sendo adotado pelo governo federal, a inflação sempre esteve sob controle, mesmo tendo, em alguns momentos, ultrapassado o limite superior da banda, de 6,5%.

As declarações do presidente do Banco Central, que deixará o cargo em breve, foram dadas durante a solenidade de abertura do XVIII Seminário Anual de Metas para a Inflação, que acontece hoje na sede da instituição, no Centro do Rio.

Em seu discurso, provavelmente um dos últimos antes de ser ser substituído por Ilan Goldfajn, já indicado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles para a instituição, Tombini lembrou que o regime de metas está “perto de completar 17 anos” e que “certamente deixará importantes contribuições para a contínua evolução do regime de metas para a inflação brasileira”. Leia mais »

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"A luta pela democracia é o lado certo da história", diz Dilma após afastamento

 

Jornal GGN - "A luta pela democracia é o lado certo da história, jamais vou desistir de lutar", afirmou a presidente Dilma Rousseff no seu pronunciamento, na manhã desta quinta-feira (12), sobre o resultado da admissibilidade do processo de impeachment, votado por maioria no Senado. Na declaração, Dilma disse que nunca imaginou que em sua vida fosse "necessário lutar de novo contra o golpe no país", comparou a dor de agora com a da tortura do regime militar - "o que mais dói é a injustiça" - e mostrou receio de "o país ser dirigido pelo governo do sem votos".
 
Acompanhada de seus ministros, Dilma recebeu a notificação, pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), de seu afastamento por até 180 dias, ou seja, seis meses. Após o pronunciamento, Dilma deixa o Planalto, pela porta da frente, na entrada principal do Palácio.
 
"Não é uma entrevista, é uma declaração", introduziu a presidente Dilma Rousseff, vestida de branco, com expressões firmes, tentando segurar o abatimento. "E nesta condição, de presidente eleita pelos 54 milhões de cidadãos e cidadãs brasileiras, que eu vou pedir pra vocês neste momento decisivo para a democracia: o que está em jogo no processo de impeachment não é apenas o meu mandato", assim começou o discurso da presidente afastada.
 
"O que está em jogo é o respeito às urnas. O que está em jogo são as conquistas dos últimos 13 anos. O que está em jogo são os ganhos das classes mais pobres e a classe média. De jovens chegando às Universidades e escolas técnicas. Os médicos atentendo a população. A realização do sonho da casa própia com o Minha casa, Minha vida", seguiu. "O que está em jogo é o futuro do país".
 
Dilma disse que "jamais em uma democracia um mandato de um presidente eleito poderia ser interrompito por atos legítimos de gestão orcamentária" e lamentou que o Brasil seja "o primeiro a fazer isso".
 
O discurso da presidente, agora afastada, buscou alertar o que está por vir. Atentou para o fato de que "o golpe não visa apenas destituir uma presidente eleita pelo voto direto", mas o que "querem, na verdade, é impedir a execução do programa escolhido pelos votos majoritários".
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Dilma defende Lula e nega possibilidade de renúncia

“Tentem o impeachment e nós vamos discutir com o país por que querem tirar um presidente legitimamente eleito”

Jornal GGN - A presidente Dilma Roussef acaba de dar entrevista coletiva no Palácio do Planalto. Ela falou sobre a questão de sofrer impeachment e a possibilidade de renúncia; a atuação do judiciário na Operação Lava Jato; as investigações contra o presidente Lula e o pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público de São Paulo; e a possibilidade de nomeá-lo ministro.

A respeito dos protestos agendados para este domingo (13) com pauta pró-impechment e pró-renúncia, a presidente defendeu o direito à manifestação, mas disse que não vai renunciar.

“Temos que manter as vitórias da democracia brasileira. E sem dúvida uma das vitórias da democracia brasileira é o direito à livre manifestação”, disse. No entanto, afirmou que “solicitar a minha renúncia é reconhecer que não existe base para o impeachment. Então, tentem o impeachment e nós vamos discutir com o país por que querem tirar um presidente legitimamente eleito”.

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Cunha diz que Dilma ofereceu proteção em troca de CPMF aprovada

Jornal GGN - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), rebateu nesta quinta-feira (3) o discurso feito por Dilma Rousseff (PT) no dia anterior, horas após o peemedebista ter acatado o pedido de impeachment por crime de responsabilidade fiscal. Sem citar nomes, Dilma sustentou que não é alvo de denúncias de desvio de dinheiro e afirmou que está tranquila. Ao falar em "barganhas", ela também negou que tenha participado de negociações para proteger Cunha do processo de cassação no Conselho de Ética em troca do engavetamento do impeachment.

Segundo Cunha, Dilma "mentiu à Nação". Isso porque teria partido do Palácio do Planalto, na presença da própria presidente, a proposta de salvar o mandato de Cunha em troca da aprovação da CPMF. Ele disse que negou a proposta feita a um aliado na quarta-feira (2) pela manhã. À tarde, depois que o PT anunciou que votaria pela cassação de Cunha, o peemedebista iniciou o processo de impeachment.

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Brasil segue como opção para investimentos, diz Dilma

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (19) a um grupo de empresários brasileiros e suecos que o governo está trabalhando para retomar o equilíbrio fiscal, que o Brasil continua sendo uma “opção segura e atraente para investimentos” e destacou áreas com potencial de ampliação da parceria bilateral, como tecnologia e saúde.

“O Brasil continua a ser uma opção segura e atraente para investimentos. Somos um país que oferece grandes oportunidades e possui ambiente de negócios sofisticado e seguro. Somos uma grande democracia. Nossa economia tem fundamentos sólidos e estamos trabalhando de maneira decidida para fortalecer sua saúde fiscal, retomando o equilíbrio, reduzindo a inflação, consolidando a estabilidade macroeconômica, para aumentar a confiança e garantir a retomada do crescimento”, disse a presidenta em discurso na abertura de um seminário empresarial em Estocolmo após reunir-se com o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven. Dilma está na Suécia em visita oficial para ampliar parcerias comerciais. Leia mais »

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Devemos repudiar os que querem sempre o desastre e a catástrofe, diz Dilma

Ao participar de evento de divulgação do site Dialoga Brasil hoje (11), em Teresina, a presidenta Dilma Rousseff voltou a criticar os pessimistas que apostam no "quanto pior, melhor". "Nós devemos repudiar esses que querem sempre o desastre, sempre a catástrofe", afirmou.

Presidenta Dilma Rousseff durante Dialoga Piauí, em Teresina (Roberto Stuckert Filho/PR)

Presidenta Dilma Rousseff durante Dialoga Piauí, em TeresinaRoberto Stuckert Filho/PR

Ela disse ainda que o país passa por um momento de dificuldade, mas que será superado. "Claro que o país passa por dificuldades, mas são dificuldades que nós superamos porque somos capazes de superar".

Dilma reforçou também bandeiras do seu governo, como o combate à intolerância, o respeito aos direitos das pessoas com deficiência e os programas sociais que possibilitem "oportunidades iguais" a todos os brasileiros.

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Eduardo Cunha fará balanço de sua gestão na TV aberta

Jornal GGN - Dirigido pelo marqueteiro de Aécio Neves (PSDB), o deputado Eduardo Cunha decidiu fazer um pronunciamento de cerca de cinco minutos em rede nacional para expor e defender sua gestão na presidência da Câmara.

Segundo informações do jornal O Dia desta quinta-feira (9), a fala de Cunha irá ao ar na próxima sexta-feira, dia 17, entre 20h25 às 20h30. Paulo de Tarso, que auxiliou a campanha do senador e candidato derrotado à Presidência pelo PSDB, é o responsável pela peça.

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