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propinas

Planilhas escondidas da Odebrecht foram recuperadas pela Suíça


Foto: Marcos Bezerra/Futura Press
 
Jornal GGN - Um dos principais mistérios das delações da Odebrecht que comprometiam boa parte das acusações contra políticos era a falta de acesso ao MyWebDay, um sistema utilizado pela empreiteira para registrar os repasses de caixa dois e propinas a contas de beneficiários pelo setor de operações estruturadas.
 
Até recentemente, nem o próprio coordenador da força-tarefa de Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol, teria conseguido o acesso aos dados da contabilidade de remessas ilegais da Odebrecht. O arquivo havia sido descoberto no ano passado, quando uma funcionária do departamento foi presa, e indicou que os registros traziam as ordens de pagamentos não somente a políticos, como também integrantes do Judiciário, diplomacia e tribunais de contas.
 
Entretanto, as informações eram supostamente armazenadas pela Suíça, uma vez que os materiais são de extratos bancários de pagamentos a offshores no exterior, além de planilhas destas transferências bancárias e, segundo Dallagnol, o país ainda não tinha compartilhado os dados com os investigadores brasileiros.
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'Não honra a memória do avô': pai de primo de Aécio confirma desabafo

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Foto: George Gianni/PSDB

Da Agência Pública

 
por Lucas Ferraz 
 
Checamos se é verdadeiro o desabafo, que circulou nas redes sociais, do pai de Frederico Medeiros, preso por buscar propina que seria destinada ao senador

“Aécio: Meu filho Frederico Pacheco de Medeiros está preso por causa de sua lealdade a você, seu primo.

Ele tem um ótimo caráter, ao contrário de você, que acaba de demonstrar não ter, usando uma expressão de seu avô Tancredo Neves, o “mínimo de cerimônia com os escrúpulos”.

Vejo agora, Aécio, que você não faz jus à memória de seu saudoso pai, o deputado Aécio Cunha. Falta-lhe, Aécio, qualidade moral e intelectual para o exercício do cargo que disputou de presidente da República.

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Propinas da Shell teriam beneficiado ex-presidente da Nigéria

 
Jornal GGN - Após entrar para a mira de investigadores com acusações de pagamentos de propinas na Nigéria, a Shell volta a ser investigada por esquema envolvendo bilhões para a obtenção de um campo de petróleo no país, em troca de repasses que teriam favorecido políticos e, inclusive, o ex-presidente nigeriano Goodluck Jonathan. Os documentos foram obtidos pela BBC 
 
Ainda em 2010, a Shell já havia sido multada em 30 milhões de dólares por pagamentos a uma companhia que depois se transformaram em subornos a funcionários nigerianos, em esquema de lavagem de dinheiro. Aquela época, a empresa mantinha o discurso de se declarar inocente. 
 
A partir de então, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos ficou sob a mira da empresa, em cooperação com a polícia anti-corrupção da Nigéria, que chegou a interrogar o então diretor-geral da Shell no país, Mutiu Sunmonu.
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Propinas serviam para enriquecimento pessoal de Serra

A informação da coluna Radar (https://goo.gl/EsZI00) da Veja, de que a Odebrecht teria feito pagamentos milionários ao senador José Serra na conta de “uma parente” e através do lobista José Amaro Pinto, é a pá de cal na carreira do senador. Desvenda-se o maior segredo de Polichinelo da história da república: o processo de enriquecimento de Serra na política.

A parente de Serra obviamente é a filha Verônica. Completando a delação do executivo da Odebrecht, há a famosa tarja preta que a Polícia Federal colocou na agenda telefônica de Marcelo Odebrecht, antes de vazar a agenda para a mídia. Amadores, chamaram imediatamente a atenção de todos e não se deram conta de que um bom editor de imagens eliminaria as tarjas revelando os nomes. O compromisso tarjado era de Marcelo Odebrecht, com uma reunião com José Serra justamente no escritório de Verônica.

Com a possibilidade aberta, agora, de quebrar o sigilo das contas de Verônica Serra, especialmente dos seus fundos de investimentos, será bastante simples desvendar todo o sistema de lavagem de dinheiro de Serra, que o transformou em um dos políticos mais ricos do país.

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Em delação de Odebrecht, vaza-se trecho que tenta inocentar Temer

 
Jornal GGN - A delação de mais de três horas de Marcelo Odebrecht, em caráter sigiloso, teve alguns de seus trechos divulgados pela imprensa, por meio de informações de fontes presentes na audiência. Entre as divulgações, o Estadão selecionou a de que o presidente Michel Temer (PMDB) "nunca" teria pedido dinheiro diretamente ao empreiteiro.
 
A expectativa sobre o depoimento de Marcelo, ex-presidente da companhia que leva o sobrenome da família, era de que o atual presidente seria atingido em cheio. Isso porque o ministro-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Herman Benjamin, convocou três delatores da Odebrecht que abordaram repasses ao PMDB. Entre eles, Marcelo.
 
Na audiência com o ministro relator dos processos de cassação da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer, o empresário teria confirmado a informação de que ocorreu um jantar, a pedido do atual presidente, à época no Palácio do Jaburu, com peemedebistas em 2014.
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MPF fará “recall” para apurar corrupção em Minas e SP

Procuradores devem chamar ex-executivos da Andrade Gutierrez para detalhar esquemas no metrô e Cidade Administrativa

Cidade Administrativa, sede do governo de Minas Gerais
 
Jornal GGN – Ex-executivos da Andrade Gutierrez afirmam que empreiteira mantinha um departamento que movimentava um caixa dois para o pagamento de propinas. Os recursos chegaram a ser utilizados em obras do Estado de São Paulo, como metrô e Rodoanel, e na construção da sede do governo de Minas Gerais, Cidade Administrativa, construída quando o senador Aécio Neves (PSDB) era governado daquele estado. 
 
Segundo as investigações do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, empresas que se relacionaram com a Gutierrez usaram recibos falsos de R$ 176 milhões para abastecer o caixa dois da empreiteira. Dentre as obras que receberam recursos de propinas estão também o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), a Ferrovia Norte-Sul e estádios da Copa do Mundo. O MPF está organizando uma segunda chamada da delação premiada, chamada de "recall", para apurar mais dados sobre o esquema de propinas do Estado de São Paulo.
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Ministério Público (suíço) investiga crimes da FIFA na Copa no Brasil

Jornal GGN – O Ministério Público da Suíça levantou mais evidências do sistema de propinas da FIFA, especialmente aqueles gerados na Copa de 2014, no Brasil. Investiga também os desvios de dinheiro da FIFA, ocorridos na Copa do Mundo no Brasil, segundo informações de Jamil Chade, correspondente do Estadão em Genebra.

Não há nenhuma indicação de que o Ministério Público brasileiro esteja colaborando com as investigações, apesar dos crimes terem sido cometidos em território brasileiro.

Meses atrás, Chade revelou o desconforto do FBI com o fato do Ministério Público Federal brasileiro ter sido o que menos colaborou na apuração dos golpes da FIFA, apesar do esquema ter-se originado no Brasil, através de João Havelange e Ricardo Teixeira.

Por trás dessa falta de ação está a suspeita do acordo tácito fechado com as Organizações Globo desde as manifestações de junho de 2013.

Do Estadão

Copa no Brasil previa quase R$ 90 milhões para Blatter e Valcke

JAMIL CHADE
 
Joseph Blatter e seus dois principais assistentes tinham contratos para receber cada um quase R$ 90 milhões em prêmios e bônus pela realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014. Os dados fazem parte de contratos que estão sendo investigados pelo FBI e pela Justiça da Suíça que apontam para suspeitas relativas aos critérios estabelecidos para justificar os pagamentos aos cartolas. 

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Estudante dá lição no governo Alckmin

Enviado por Romério Romulo

Da Revista Fórum

Adolescente manda recado ao governo de SP e discurso viraliza na internet

O aluno Carlos Ramiro, da escola E.E. Diadema, afirmou que a ocupação das escolas foi uma medida usada como último recurso diante da falta de apoio do poder público e que movimento não irá desistir; vídeo com a fala do menino foi compartilhado mais de 8 mil vezes em poucas horas

Por Redação

O adolescente Carlos Ramiro, da escola E.E. Diadema, participou nessa semana de um debate realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e deu um recado que viralizou na internet. Em sua fala, o jovem chama a atenção do governo estadual e explica que o movimento de ocupação das escolas foi uma medida usada como último recurso, diante da séria situação das instituições e a falta de apoio do poder público.

Carlos reforçou que os estudantes não pretendem ceder às pressões para encerrarem a mobilização. “A gente entendeu que as ocupações e os manifestos de forma radical estavam dando resultado. E se infelizmente essa for a nossa única forma, a gente vai usar. Espero que o governo entenda isso e que nós não vamos desistir. Se tiver que ocupar de novo, a gente ocupa porque a nossa luta é pela educação”, disse.

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Lobista da máfia da merenda faz acordo de delação

Jornal GGN – O lobista da máfia da merenda Marcel Júlio está negociando acordo de delação premiada e já prestou depoimento à Polícia Civil na última sexta-feira (1º), em Bebedouro, no interior de São Paulo. Ele falou durante cerca de quatro horas e disse que o presidente da Assembleia Legislativa (Alesp), Fernando Capez, era quem pressionava os integrantes do governo Alckmin na liberação dos contratos públicos.

O depoimento do operador do esquema foi prestado no contexto da Operação Alba Branca, mas depois de citar políticos com foro privilegiado ele foi transferido para a capital, para que eles sejam processados pelo procurador-geral estadual.

Na sede do Ministério Público, Júlio iniciou as tratativas do acordo de delação, que deve ser oficializado durante esta semana. Ele exigiu, por exemplo, que seu pai, o ex-presidente da Alesp Leonel Júlio, preso na terça-feira (28) também seja beneficiado pelo acordo.

Por meio de sua assessoria, Fernando Capez enviou nota repudiando “com veemência a injusta citação de seu nome”. Ele disse que desde o começo está à disposição da justiça e que já disponibilizou suas últimas declarações de Imposto de Renda e seus extratos bancários para os investigadores.

O escândalo do desvio do dinheiro da merenda escolar começou a ser apurado no ano passado. Apenas em 2015, R$ 25 milhões foram subtraídos da rede estadual de educação. O esquema era realizado por meio de superfaturamentos na venda de alimentos para a merenda escolar infantil.

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26ª fase da Lava Jato investiga propinas da Odebrecht

Da Agência Brasil

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (22), a 26ª fase da Operação Lava Jato com foco no grupo Odebrecht. Chamada Xepa, a operação é um desdobramento da 23ª fase e desvendou um esquema de contabilidade paralela no âmbito da empreiteira, para pagamento de vantagens indevidas a terceiros, "vários deles com vínculos diretos ou indiretos com o poder público em todas as esferas".

As investigações mostram que houve pagamento em espécie a terceiros, indicados por altos executivos do grupo Odebrecht, em várias áreas de atuação do grupo. De acordo com nota da PF, "há indícios concretos de que o Grupo Odebrecht se utilizou de operadores financeiros ligados ao mercado paralelo de câmbio para a disponibilização de tais recursos".

As investigações envolvem cerca de 380 policiais federais que cumprem 110 ordens judiciais nos estados de São Paulo, Rio de janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Piauí, Distrito Federal, Minas Gerais e Pernambuco. Estão sendo cumpridos 67 mandados de busca e apreensão, 28 mandados de condução coercitiva, 11 mandados de prisão temporária e 4 mandados de prisão preventiva.

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Imagens

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Jornal sugere delator como culpado por Aécio não ser investigado por propinas em Furnas

Folha diz que Alberto Youssef descumpriu acordo de delação premiada na Lava Jato ao não prover detalhes sobre a influência de Aécio em Furnas. Mas GGN mostrou que executivo da Camargo Corrêa foi citado no depoimento do doleiro como testemunha que poderia esclarecer pagamento de propinas ao PSDB 

 

Jornal GGN - A edição da Folha de S. Paulo desta segunda-feira (4) omitiu passagens da delação do doleiro Alberto Youssef que apontam testemunhas que poderiam colaborar com uma possível investigação sobre o suposto pagamento de propinas ao senador e presidente do PSDB Aécio Neves com recursos de Furnas. Mais do que isso: a conotação empregada pelo jornal na reportagem "Delatores da Lava Jato não contaram todo o prometido" tenta esvaziar o peso dos depoimentos e sugere que o delator descumpriu os termos do acordo de cooperação com a Lava Jato.

Segundo a Folha, ao final da fase de negociação dos acordos entre o Ministério Público Federal e os investigados, dois tipos de documentos foram produzidos: um apontando "todos os crimes sobre os quais os delatores iriam falar, com a indicação dos envolvidos", e outro que "formalizou as condições do acordo, como as penas dos delatores".

"Com os papéis assinados, os delatores começaram a depor para dar os detalhes sobre os crimes e os envolvidos. No caso da colaboração de Youssef", diz o jornal, "um dos capítulos tinha o título 'Furnas' e indicava que o doleiro revelaria envolvimento de Aécio."

"Quem era responsável por esse comissionamento eram as pessoas de José Janene [ex-deputado, morto em 2010, considerado operador do PP no esquema na Petrobras] e Aécio Neves. Toda e qualquer obra realizada em Furnas possuía comissionamento. Se especula que quem recebia por Aécio Neves era a pessoa de sua irmã", indicou Youssef.

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Arquivo

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Petrobras impõe bloqueio cautelar a mais duas empresas

Jornal GGN – Em 5 de março, a diretoria executiva da Petrobras se reuniu e aprovou o bloqueio cautelar e abertura de Comissões para Análise de Aplicação de Sanção (CAASE) contra as empresas Schahin Engenharia e TKK Engenharia. Elas foram citadas como participantes de cartel pelo ex-gerente executivo de Engenharia da Petrobras, José Barusco Filho.

Em 29 de dezembro do ano passado, a estatal já havia divulgado uma lista com nomes 23 empresas citadas nos depoimentos do ex-diretor de abastecimento, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef. Todas elas ficaram temporariamente impedidas de serem contratadas e de participar de licitações da Petrobras.

A justificativa, dessa vez, permanece a mesma: “A adoção de medidas cautelares, em caráter preventivo, pela Petrobras tem por finalidade resguardar a companhia e suas parceiras de danos de difícil reparação financeira e de prejuízos à sua imagem”.

A única empresa que já saiu dessa lista foi a Setal. E apenas depois que a Petrobras recebeu ofício do Ministério Público Federal informando sobre a celebração de acordo de leniência e solicitando a reavaliação da medida de bloqueio cautelar, o que levou a estatal a realizar o desbloqueio.

Ainda assim. Sai uma, entram outras duas. E a lista de 23 nomes agora tem 24.

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Youssef diz que Eduardo Cunha recebeu propinas do esquema da Petrobras

Jornal GGN - A operação Lava Jato vai alcançando políticos. Alberto Youssef declarou, em delação premiada e vazada, que o deputado Eduardo Cunha, líder do PMDB e candidato à presidência da Câmara dos Deputados, recebeu do esquema de corrupção da Petrobras entre 2004 e 2012. Cunha já foi às redes sociais se defender, dizendo que não tem nada a ver com esquema e que o vazamento é tentativa de desconstruir sua imagem por ser contrário ao governo. Aos jornais, ele declarou ter certeza que Youssef não disse nada disso. Leia a matéria do Estadão.

 

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Os impactos da Operação Lava Jato no mercado de infraestrutura

 

Jornal GGN - A Operação Lava Jato ganhou uma nova dimensão com a prisão dos presidentes de grandes empreiteiras nacionais. A Justiça emitiu mais de 30 mandados de prisão preventiva e de condução coercitiva, e quase 40 mandados de busca e apreensão. Já foram detidos executivos da OAS, Camargo Corrêa, UTC, IESA e Queiroz Galvão. Irão completar a lista, nomes da Engevix, Mendes Junior e Odebrecht.

O Ministério Público Federal revelou que essas empresas têm contratos com a Petrobras que somam R$ 59,4 bilhões. A Justiça já bloqueou R$ 720 milhões dos executivos investigados. A Polícia Federal chegou a solicitar que fossem bloqueados 5% dos bens das empresas, mas o juiz Sérgio Moro negou, alegando que isso poderia prejudicar a saúde financeira das companhias. No entanto, ele não descarta que essa medida possa ser adotada futuramente.

Se por um lado é um bom sinal que corruptos e corruptores estejam sendo descobertos e presos, por outro, causa uma profunda preocupação que as maiores empresas brasileiras de infraestrutura estejam envolvidas no escândalo. Se essas companhias forem declaradas inidôneas, o que acontecerá com as obras do país?

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Câmara aprova comissão para investigar Petrobras

Sugerido por GIlberto 

Do Valor

 
Por Fábio Brandt e Raphael Di Cunto | Valor
 
BRASÍLIA  -  Em meio à insatisfação dos aliados com o governo federal, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 11, a criação de uma comissão externa para investigar o suposto pagamento de propina a funcionários da Petrobras. O governo se posicionou contra a apuração e tentou obstruir a votação para derrubar o quórum, mas deputados do PT, PDT, PP e Pros que não seguiram a orientação do líder ajudaram a derrotar o Palácio do Planalto.
 
O requerimento foi aprovado por 267 votos a 28. A comissão vai investigar a denúncia de que a multinacional holandesa SBM Offshore, que constrói plataformas de produção de petróleo em cascos de navio (FPSO), pagou propina para funcionários de empresas de vários países, entre elas a Petrobras, para obter contratos. O suposto suborno é alvo de investigação na Holanda, nos Estados Unidos e na Inglaterra.

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