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Moro não mandou prender Lula porque seria "imprudente" causar "trauma" na sociedade

 
Jornal GGN - Na mesma sentença em que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão e mais 19 anos sem assumir cargos públicos por causa do triplex, o juiz Sergio Moro disse que tem motivos de sobra para "cogitar a prisão preventiva" do petista. Porém, recuou de fazê-lo alegando que "a prisão cautelar de um ex-presidente não deixa de envolver certos traumas" e optou pela decisão mais "prudente", que é deixar Lula recorrer em liberdade.
 
No despacho, divulgado nesta quarta (12), Moro disse que além de Lula ter sido condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o processo revelou que o petista teria mandado destruir provas para dificultar o trabalho da Lava Jato. O juiz citou os depoimentos de Renato Duque e Leo Pinheiro.
 
Além disso, usou entrevistas e falas de Lula, publicadas na grande mídia, para alegar uma suposta tentativa de intimidação das autoridades. 
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Inflação recua em São Paulo

Jornal GGN – O IPC medido pela Fipe na cidade de São Paulo teve um recuo de 0,03% na terceira prévia de agosto. Três dos sete grupos pesquisados apresentaram recuos no índice de inflação: habitação (de -0,37% para -0,53%), vestuário (de -0,67% para -0,35%) e transportes (de -0,08% para -0,07%).

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Indústria reduziu produção em 12 de 15 locais no ano

Em 12 meses, volume de produção foi reduzido em 13 dos 15 locais pesquisados

Jornal GGN - A redução da produção industrial brasileira atingiu 12 dos 15 locais pesquisados no indicador acumulado para o período de janeiro a maio de 2016, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Três localidades recusaram com intensidade acima da média nacional (-9,8%): Espírito Santo (-21,6%), Amazonas (-18,8%) e Pernambuco (-18,7%).

A pesquisa mostra que São Paulo (-9,8%), Rio de Janeiro (-9,5%), Minas Gerais (-9,4%), Paraná (-8,9%), Goiás (-8,1%), Santa Catarina (-7,3%), Rio Grande do Sul (-6,2%), Ceará (-5,8%) e região Nordeste (-3,2%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos no índice acumulado em 2016. Leia mais »

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Custo da construção recua 0,19% em maio

Custo perdeu força em cinco de sete capitais pesquisadas

Jornal GGN - O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) encerrou o mês de maio em alta de 0,19%, resultado inferior aos 0,41% contabilizados no mês anterior, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ao longo do período, o índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,04%, abaixo dos 0,29% apurados no mês anterior. O índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,07%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,28%. Os quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,79% para 0,52%.

Já o dado referente à Mão de Obra registrou variação de 0,32%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,52%. Neste caso, os dados foram afetados pelo reajuste salarial registrado em Salvador. Leia mais »

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PIB do agronegócio recua 0,15% no primeiro semestre

Jornal GGN - O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro caiu 0,15% no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2014 e somou R$ 1,225 trilhão, de acordo com dados divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Desse total, R$ 827,46 bilhões (67,5%) eram referentes ao ramo agrícola e R$ 397,96 bilhões (32,5%) do segmento pecuário. Enquanto a pecuária cresceu 0,53%, o setor agrícola teve queda de 0,47%.

Do lado da agricultura, o segmento da indústria foi o único a decrescer no mês (0,06%), acumulando baixa de 0,19% no semestre. Os segmentos, primário e de serviços registraram expansão no mês, de 0,05% e 0,08%, reduzindo a queda no semestre para 1,55% e 0,18%, respectivamente. Leia mais »

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Demanda do consumidor por crédito recua 1,8% em agosto

Jornal GGN - A quantidade de pessoas que buscou crédito caiu 1,8% em agosto na relação com o mês imediatamente anterior, segundo dados divulgados pela consultoria Serasa Experian. Na comparação com o total visto em agosto de 2014, houve um recuo na ordem de 1,4%. Ao longo de 2015, a procura do consumidor por crédito cresceu 4,2% (janeiro a agosto de 2015 x janeiro a agosto de 2014).

A demanda do consumidor por crédito diminuiu em todas as faixas de rendimento ao longo do período de análise, sendo que as maiores quedas foram justamente nos extremos: 2,1% para quem ganha até R$ 500 por mês e 2,2% para aqueles que recebem mais de R$ 10 mil mensais. Para os que ganham entre R$ 500 e R$ 1 mil por mês e os que recebem entre R$ 2 mil e R$ 5 mil mensais, a queda demanda por crédito foi de 1,8%. Para os que recebem entre R$ 1 mil e R$ 2 mil por mês a retração foi de 1,7%, e para aqueles cuja renda está compreendida entre R$ 5 mil e R$ 10 mil mensais, o recuo foi de 1,5%. Leia mais »

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Confiança de serviços registra recuo de 2,9% em julho

 
Jornal GGN - O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,9% entre junho e julho, ao passar de 80,7 para 78,4 pontos, na série com ajuste sazonal, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Após a sexta queda no ano, o índice registra um novo mínimo histórico da série iniciada em junho de 2008.
 
O movimento apurado no período alcançou sete de doze atividades em julho e foi determinado pelas expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice de Expectativas (IE-S) recuou 7,1%, depois de cair 2,4% em junho. Já o Índice de Situação Atual (ISA-S) avançou 4,8%, após queda 8% no mês anterior. 
 
A piora do IE-S foi determinada por seus dois componentes: o indicador que capta a expectativa com a evolução da Demanda nos três meses seguintes recuou 7,7% frente a junho e o que mede a expectativa com a evolução da situação dos negócios nos seis meses seguintes caiu 6,5%. Leia mais »
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Confiança do setor de serviços recua 1,6% na análise mensal

Jornal GGN - O índice de Confiança de Serviços (ICS) apurado pela Fundação Getúlio Vargas apresentou um recuo de 1,6% entre abril e maio, considerando-se dados com ajuste sazonal. Após a quarta queda no ano, o índice de 84,5 pontos é o segundo menor da série iniciada em junho de 2008.

O movimento negativo do ICS em maio alcançou 7 de 12 atividades e foi determinado pelas avaliações sobre o momento presente. O Índice de Situação Atual (ISA-S), recuou 6,8%, ante variação de 0,2% em abril, com queda em 11 atividades. Já o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 1,6%, após aumento de 7% no mês anterior.

De acordo com os dados divulgados, a piora do ISA-S entre abril e maio foi determinada pelo recuo de 8,9% do indicador de Situação Atual dos Negócios e de 4,4% do indicador de Volume de Demanda Atual. A proporção de empresas que avaliam a situação dos negócios como boa diminuiu de 13% para 10,4% e a parcela das que a avaliam como ruim aumentou de 42,4% para 46,1%. Leia mais »

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Ações da Petrobras recuam após divulgação do balanço

 

Jornal GGN - As ações da Petrobras recuaram fortemente nos primeiros negócios desta quinta-feira (23), após a divulgação do balanço auditado de 2014. Por volta das 10h10 de hoje, os papéis preferenciais da companhia perdiam 5,9% e os papéis ordinários caíam 4,2%, enquanto o Ibovespa recuava 0,76%.

Embora tenham considerado que a divulgação dos resultados auditados traz um certo "alívio" ao mercado, analistas destacaram negativamente dados sobre o endividamento da estatal e perspectivas quanto ao fluxo de caixa e o anúncio de não pagamento de dividendos.
 
A petrolífera teve um prejuízo de R$ 21,6 bilhões, afetado por perdas de R$ 6,2 bilhões por corrupção e queda em mais de R$ 44 bilhões no valor de seus ativos.
 
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CNI: Queda no PIB pode chegar a 1,2%, com indústria recuada

Jornal GGN - A retração na economia levou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revisar para baixo as estimativas para 2015. Segundo o relatório trimestral Informe Conjuntural, divulgado hoje (14), a entidade prevê que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) caia 1,2% e que a atividade industrial recue 3,4% neste ano.

A queda na indústria será puxada pela construção civil, que deverá recuar 5,5% e pela indústria de transformação, cuja produção deverá cair 4,4%. Os serviços industriais de utilidade pública, que englobam o fornecimento de energia elétrica e água, deverão encerrar o ano com queda de 2,8%.
 
A queda na atividade industrial, somada ao recuo esperado de 0,6% no consumo das famílias, fará o setor de serviços cair 0,4% em 2015, tendo a primeira queda em mais de duas décadas. De acordo com a CNI, o único segmento da economia a não ter desempenho negativo este ano será a agropecuária, mas a expansão será apenas 0,5%.

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Economia japonesa encolhe 6,8% no segundo trimestre

Jornal GGN - A economia do Japão encolheu cerca de 6,8% no trimestre de abril a junho - a maior contração desde que foi devastado por um terremoto seguido de tsunami em março de 2011.

Segundo dados divulgados pelo governo japonês nesta quarta-feira (13), o resultado refletiu um impacto maior que o esperado do aumento do imposto sobre vendas nos gastos das famílias.
 
No primeiro trimestre deste ano, o PIB cresceu a uma taxa anualizada revisada de 6,1%, de acordo com as autoridades japonesas.
 
Na comparação trimestral, a economia encolheu 1,7% no segundo trimestre, após um aumento revisado de 1,5% no primeiro trimestre.

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Economia italiana encolhe pela terceira vez desde 2008

Jornal GGN - A Itália entrou em recessão pela terceira vez desde 2008 com o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre. Dados divulgados nesta quarta-feira (6) pela agência de estatísticas Istat mostraram que o PIB recuou inesperadamente 0,2% entre abril e junho em relação aos três meses anteriores.

A economia também encolheu 0,1% entre janeiro e março, o que significa que retornou a uma recessão, definida como dois trimestres seguidos de contração. Os números destacam a fraqueza da terceira maior economia da zona do euro e pressionam o governo a finalizar as reformas prometidas.

O ministro da Economia, Pier Carlo Padoan, afirmou a um jornal local que, apesar de indicações de que o crescimento ficará aquém das projeções, a Itália não precisará de um orçamento emergencial. Ele repetiu garantias já divulgadas anteriormente e disse que o país divulgará um déficit orçamentário dentro do teto da União Europeia de 3% do PIB.
 
As projeções do governo para 2014 são de crescimento de 0,8% e déficit de 2,6% do PIB. No entanto, o ministro da Economia e o primeiro-ministro Matteo Renzi disseram que as condições acabaram piores do que o esperado, o que tem alimentado as especulações de que medidas extras podem ser necessárias para atender às metas orçamentárias da União Europeia.

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Lucro líquido da TIM recua 5,2% no 2º trimestre

 

Jornal GGN - A TIM registrou lucro líquido de R$ 365,614 milhões no segundo trimestre deste ano. Isso representou uma queda de 5,2% sobre os R$ 385,558 milhões no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados na noite desta quinta-feira (31) no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Leia mais »

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Projeção do PIB cai abaixo de 1%, segundo Boletim Focus

Jornal GGN - Pela primeira vez este ano, a projeção mediana dos bancos para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ficou abaixo de 1%. Segundo o Boletim Focus, publicado nesta segunda-feira (21), a estimativa de alta caiu de 1,05% para 0,97%.

Para 2015, a estimativa para o PIB foi mantida em expansão de 1,50%, mas a da indústria caiu pela quarta semana consecutiva, de alta de 1,80% para 1,70%.
 
Esta foi a oitava semana seguida que os analistas cortaram suas expectativas em relação à expansão da economia brasileira. Para a produção industrial, por exemplo, a contração esperada é de 1,15% - há apenas um mês, a queda era de apenas 0,16%.
 
O pessimismo, segundo eles, tem fundamento: na semana passada, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o índice de confiança do setor atingiu em julho o menor patamar desde janeiro de 1999. O indicador de produção de junho despencou para 39,6 pontos, de 48,4 em maio. Além disso, o próprio BC mostrou que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) teve contração de 0,18% em maio, ante abril, o que aponta atividade mais fraca no segundo trimestre.

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Crises políticas na Europa recuaram crescimento alemão

Jornal GGN - Em seu relatório mensal nesta segunda-feira (21), o Banco Central da Alemanha afirmou que a economia do país estagnou no segundo trimestre. O motivo, segundo a autoridade monetária, foi o recuo da indústria, preocupada com questões geopolíticas.

O impacto da crise na Ucrânia e da ofensiva por terra de Israel em Gaza já preocupam as autoridades, que acreditam que tais eventos podem fazer com que o crescimento econômico do país tenha uma perda de ímpeto.

Em abril e maio, a construção civil, por exemplo, ficou em níveis abaixo dos registrados no inverno alemão, demonstrando que a indústria recuou como um todo no período.

O Produto Interno Bruto real do país, no entanto, com os devidos ajustes sazonais, pode ter ficado no mesmo patamar do primeiro trimestre, graças ao setor de serviços, que certamente teve uma expansão maior.

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