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Para o "mercado", se PSDB não for o vencedor, eleição de 2018 vira um risco

Foto: Ciete Silvério/Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A repórter especial do Valor Econômico Angela Bittencourt publicou um artigo nesta segunda (24) que mostra que o "mercado" que ajudou a depor Dilma Rousseff agora diz explicitamente que quer que um partido de centro "à direita" seja vitorioso em 2018, de preferência, o PSDB.
 
Caso contrário, diz o título da publicação, 2018 será um risco porque as "eleições podem impor retrocessos às reformas" deflagradas no governo Temer.
 
Para escrever o artigo, a jornalista diz ter entrevistado um "experiente profissional sempre dedicado ao setor privado e que hoje compõe a diretoria de  uma importante gestora de ativos." O nome da fonte foi mantido em sigilo, mas seus pensamentos foram a linha condutora de um texto que põe medo em quem não duvida que mais um golpe pode estar no forno.
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Governo quer abafar conflitos em nome de interesses econômicos

Tanto o presidente da República como da Câmara não querem repercussão do conflito da Reforma Trabalhista na Previdenciária
 
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Foto: Beto Barata/ PR
 
Jornal GGN - Após os conflitos públicos gerados entre o presidente Michel Temer e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os rumores que seguiram desde que o deputado trouxe sinais de que seria favorável ao afastamento do mandatário, com o desgaste de sua imagem e o pós das reformas conquistadas no Congresso, ambos tentam recuperar o diálogo.
 
O motivo é justamente evitar que as repercussões negativas de um conflito entre o presidente da Casa Legislativa e o presidente da República recaiam sobre as medidas que ainda tramitam, como a Reforma da Previdência.
 
O receio é que não se repita o ocorrido na Reforma Trabalhista que, após ser aprovada pelo Senado graças a uma suposta concessão de Temer junto a parlamentares indecisos, lido em carta pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de que enviaria uma Medida Provisória para abrandar alguns dos pontos mais polêmicos, Maia negou que acataria a revisão da Reforma.
 
O interesse do deputado estava no fato de que o texto original, aprovado pela Câmara por empenho dos aliados e depois também aceito pelo Senado, não fosse modificado. Jucá ignorou que Maia manifestou-se publicamente pelo engavetamento da medida e comunicou que as mudanças já haviam sido enviadas à Câmara.
Sem votos

Guru de Marina defende chapa com Joaquim Barbosa e eleição sem Lula

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Jornal GGN - De olho no eleitorado de Lula, Marina Silva já começou a mexer os pauzinhos em torno da eleição de 2018 tão logo saiu a sentença do caso triplex e o País passou a se questionar se a candidatura do petista será viável.
 
Em entrevista à Folha, publicada no domingo (16), o economista Eduardo Gianetti, um dos gurus de Marina, defendeu um cenário sem Lula em 2018 como se fosse a melhor opção para o País sair da crise política.
 
"É muito mais arejada para o país [a disputa ocorrer sem Lula]. Neste caso, haverá uma grande pulverização de candidaturas. Isso seria bom para o eleitorado, nos daria oportunidade de fugir de uma discussão burra e debater temas importantes. E muita gente iria se animar a concorrer", disse.
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Entre sair ou ficar do governo, PSDB escolhe o muro

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - É destaque no Painel da Folha desta terça (11) mais uma informação qu confirma que o tucanato decidiu subir no muro em relação ao governo Michel Temer. Enquanto uma ala ameaça com debandada há semanas e reforça esse discurso nos últimos dias, sinalizando apoio a Rodrigo Maia, Fernando Henrique Cardoso decidiu ligar para Temer e prometer que o PSDB não deixaria a base aliada. Pelo menos por enquanto.

Ontem, os tucanos se reuniram em Brasília, mas não selaram a saída do governo mesmo diante da derrota inicial de Temer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. "Fernando Henrique Cardoso garantiu a Temer, por telefone, que a reunião do PSDB desta segunda (10) não selaria o desembarque dos tucanos do governo", publicou o Painel.

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Maia conta com tropa que liderou o golpe para afastar Temer

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Bernardo Mello Franco publicou em sua coluna na Folha, neste domingo (9), que o presidente da Câmara Rodrigo Maia tem apoio do chamado G-8, um grupo de deputados que liderou o golpe em Dilma Rousseff nos bastidores e que pode ajudar a conseguir os mais de 340 votos necessários ao afastamento de Michel Temer.

Na visão de Mello, Maia terá de jogar mais duro para ser o Temer de Temer. As garras já foram colocadas para fora após notícias de encontro com políticos e nomes do mercado, além de uma manifestação na rede que soou como sua própria "Ponte Para o Futuro".

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Maia se aproxima do mercado e já sinaliza quais ministros serão demitidos

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - De maneira discreta, Rodrigo Maia (DEM) vem dando sinais de quais mudanças pretende fazer no governo caso assuma a presidência no lugar de Michel Temer. Para angariar apoio, ele tem insinuado que o titular da Fazenda, Henrique Meirelles, deverá ser mantido pelo bem do ajuste econômico. Dyogo Oliveira, do Planejamento, é "dúvida", já que "empresários e investidores" estão interessados em escolher um novo nome. A informação é do Poder 360.
 
Já o núcleo duro da área política de Temer - formado por Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) - deve ser totalmente modificado para mostrar "renovação". "O entendimento é que novas caras (e mais jovens) precisam assumir o comando", apontou o portal.
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Está pintando um acerto para Maia ser Presidente, por Kennedy Alencar

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Uma movimentação em Brasília pode acabar na derrota de Michel Temer no plenário da Câmara e na alçada de Rodrigo Maia à presidência da República. A articulação foi impulsionada pela declaração do presidente do PSDB, Tasso Jereissati, defendendo Maia no Planalto para minimizar a crise instaurada pela delação da JBS e dar ao governo condições de concluir a aprovação das reformas impopulares, antes da eleição de 2018.

Para que o plano dê certo, é preciso angariar contra Temer 2/3 dos votos da Câmara. Com isso, o Supremo Tribunal Federal ganha autorização para decidir se vai processar o peemedebista por corrupção passiva. Temer, então, seria afastado por até 6 meses. Na visão de Kennedy Alencar, mesmo que o STF se esforce para decidir o destino dele em menos tempo, a Procuradoria Geral da República ainda poderá sacar mais denúncias e aumentar a crise.

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Denúncia contra Temer tem que ser votada rapidamente, diz Maia

Jornal GGN – O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, defende que o Congresso vote rapidamente se aceita ou não a denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva. A denúncia foi formulada pela Procuradoria-geral da República.

Maia entende que se deve encerrar esse assunto assim que sair da Comissão de Constituição e Justiça, pois “o Brasil não pode ficar parado com o parecer da Comissão de Constituição e Justiça até o mês de agosto“. As declarações foram dadas em coletiva concedida à imprensa brasileira, em Buenos Aires.

Rodrigo Maia participa, na capital argentina, do Primeiro Fórum Parlamentar sobre Relações Internacionais e Diplomacia Parlamentar. Disse, ainda, que não é verdade que tenha saído do Brasil para evitar ter que assumir o lugar de Temer, na viagem rumo à reunião do G20, na Alemanha. Maia afirma que sua participação no evento na Argentina já tinha sido combinado há mais de um mês.

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Temer, cada vez mais, o menor dos problemas, por Paulo Endo

Hora de desligar a TV e olhar o espelho

do Psicanalistas pela Democracia

Temer, cada vez mais, o menor dos problemas

por Paulo Endo

Curioso que quanto mais o tempo passa mais claro fica que Temer é um pobre coitado do ponto de vista moral e ético. Uma pessoa infame, corrupta, sem carisma e que não cessa de envergonhar o país por onde quer que passe. Suas viagens internacionais se tornaram verdadeiros périplos de humilhação e falta de bom senso e não há um lugar em que ele e seu séquito não se deparem com manifestações contra seu governo e contra sua pessoa.( https://theintercept.com/2017/06/25/desprestigio-e-vexames-marcam-turne-...)

Ficará na história como exemplo de até onde o mau caratismo, o cinismo e a covardia podem levar o país quando assumem o poder.

Um político que passou a vida arrastando as asas em torno dos poderosos sem nunca atingir protagonismo significativo e, claramente, um capacho de gravata que vira as costas para a maioria dos brasileiros para atender sem hesitação sua classe social de privilegiados que o sustenta, torce por ele e o mantém.

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Ministro de Temer foi "estrela" em convenção da Assembleia de Deus

Foto: Marcos Santos/Diário do Pará
 
 
Jornal GGN - O ministro da Fazenda Henrique Meirelles foi "estrela" da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil na última segunda-feira (3), segundo a colunista Mônica Bergamo. O evento, que reuniu 4 mil pastores, ressalta a aproximação de Meirelles com a igreja que tem 20 milhões de seguidores e nenhuma resistência às reformas de Michel Temer.
 
Segundo Bergamo, a aproximação de Meirelles e da igreja está sendo "monitorada por dirigentes partidários". Eles "desconfiam" que o ministro está de olho em uma candidatura ao Palácio do Planalto em 2018.
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O Brasil que emerge do governo Temer, por Marcio Pochmann

"Somente o abandono da política kamikaze de Temer poderia recompor o Brasil no seu conjunto e em torno de um novo caminho sustentável"
 
Marcio Pochmann
 
 
 
 
Consequência do improdutivo rentismo tupiniquim, o grau de investimento na economia nacional derrete para próximo de um décimo do PIB, sem paralelo nas estatísticas oficiais
 
“... o sentido da colonização brasileira ... é o de uma colônia destinada a fornecer ao comércio europeu alguns gêneros tropicais ou minerais de grande importância ...” (Prado Jr., 2000)
 
"A nossa economia se subordina inteiramente a este fim, isto é, se organizará e funcionará para produzir e exportar aqueles gêneros. Tudo mais que nela existe ... será subsidiário e destinado unicamente a amparar e tornar possível a realização daquele fim essencial.” (Furtado, 1977).
 
A recente expansão dos setores agrários e de exportação aponta o sentido de Brasil que emerge da mais grave recessão econômica de todo o período republicano. Sem poder contar com as forças do seu mercado interno, mutiladas pela condução da política econômica do governo Temer, sobressaem os múltiplos e individualizados interesses regionais em conexão cada vez maior com o exterior, o que termina por reconstituir a velha figura do arquipélago de regiões sem a existência de um centro dinâmico e integrador do nacional.
 
Nesse sentido vem a retomada da trajetória que vigorou por quatro séculos (1530 a 1930), quando a evolução regional expressava simplesmente a forma com que o Brasil encontrava-se inserido na economia mundial.
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Ato na Paulista protesta contra reformas e privatizações de Doria

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Foto: Paulo Pinto/AGPT

Da Rede Brasil Atual

Avenida Paulista grita 'Fora, Temer!' e protesta contra reformas e privatizações de Doria

por Gabriel Valery

"Vamos avisar que quem votar contra os trabalhadores não vai ter voto nas próximas eleições", disse o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo. Ato saiu do Masp em direção à sede da prefeitura

Parte do dia de lutas e greves, o ato na Avenida Paulista nesta sexta-feira (30), região central da capital paulista, começou pontualmente às 16h. Do carro de som, músicas do cancioneiro popular brasileiro esquentaram os presentes, que foram aumentando em número, até que em menos de uma hora a avenida foi totalmente ocupada nos dois sentidos, em frente ao Masp. O ato político, com falas de lideranças, durou das 17h30 até as 19h, quando a manifestação seguiu em passeata.

Entre os presentes, muitos servidores públicos, ativistas e pessoas não necessariamente organizadas. O ato foi convocado pelas frentes Povo sem Medo e Brasil Popular. Conforme o sol caia no horizonte da avenida, foi anunciado o trajeto do ato, que deve seguir até a sede da prefeitura, onde os presentes, que rechaçam as reformas trabalhista e da Previdência, bem como pedem a queda do presidente Michel Temer (PMDB), devem engrossar o discurso contra a política privatista adotada pelo prefeito João Doria (PSDB). Os presentes também denunciaram que Doria fechou os banheiros públicos nas redondezas para dificultar o ato.

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"Vai ser curioso ver petistas votarem contra a denúncia de Temer", diz Helena Chagas

Foto: Beto Barata/PR
 
 
Jornal GGN - A jornalista Helena Chagas publicou artigo em Os Divergentes, nesta segunda (26), apontando que parte da bancada do PT deve votar contra a denúncia da Lava Jato contra Michel Temer porque, segundo as últimas pesquisas Datafolha, Lula vem crescendo em cima do desgaste do atual presidente.
 
"Vai ser muito, muito curioso mesmo, ver os petistas, em sessão aberta e televisionada da Câmara, votarem contra a denúncia de Michel Temer", disse.
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Centrais reforçam mobilização contra reformas para dia 30

Pelo menos nove entidades com representação em todo o país confirmaram greve geral com o slogan "para o país" 
 
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Representantes se reuniram no Dieese
 
 
 
Entidades não usam o termo "greve geral", mas adotam o slogan "parar o país" contra propostas do governo para mudar a legislação trabalhista e a Previdência. Dirigentes voltarão a Brasília
 
Por Vitor Nuzzi, da RBA 
 
São Paulo – As centrais sindicais confirmaram hoje (23) que estarão nas ruas na próxima sexta-feira (30) contra as reformas do governo Temer, mas sem adotar o termo "greve geral". Em nota (leia abaixo), nove centrais, que se reuniram na sede do Dieese, em São Paulo, reafirmam disposição de "parar o Brasil". A reunião teve a presença de representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
 
No início da semana que vem, os presidentes das entidades pretendem se reunir com líderes partidários no Senado, onde tramita o PLC 38, de "reforma" da legislação trabalhista. Depois de passar por duas comissões, o texto está agora na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa e deverá ser votado na terça-feira. As centrais destacaram a vitória obtida na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde o relatório governista foi derrotado, mas observam que tanto a reforma trabalhista como a da Previdência, na Câmara, ainda não foram "enterradas". 
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Senadores que apoiaram golpe agora são "independentes" e ameaçam reformas de Temer


Senadores Ronaldo Caiado (DEM), Ana Amélia (PP) e Álvaro Dias (PV)
 
Jornal GGN - Diversos senadores que defenderam o impeachment de Dilma Rousseff com sua saída do governo e que, até há pouco, apoiavam o mandatário Michel Temer anunciaram "independência" do governo peemedebista. Na lista, estão nomes como a inflamada adepta ao impeachment, Ana Amélia (PP-RS), o senador que chamou o governo Dilma de "incompetente", Alvaro Dias (PV-PR), o que criticou as acusações da Lava Jato no PT, Lasier Martins (PDT-RS) e o senador que apostou em um futuro com Temer, Cristovam Buarque (PPS-DF).
 
Em seu discurso final a favor do impeachment, no dia 30 de agosto de 2016, Ana Amélia criticou duramente o governo Dilma e Lula, afirmando que ambos "não tinham um projeto de país, mas um projeto de poder" e que o "verdadeiro golpe foi contra milhões de brasileiros desempregados". 
 
Á época, durante a defesa da ex-presidente Dilma Rousseff no Plenário do Senado, a petista afirmou que as críticas da senadora eram vazias diante do fato de que o governo então interino, de Michel Temer, chegava ao poder sem votos.
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