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relatorio

Orçamento calcula arrecadação com impostos e gastos com emendas


Foto: Marcos Corrêa/PR
 
Jornal GGN - O Ministério do Planejamento e da Fazenda do governo Temer divulgou o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas do país na última sexta-feira (21), juntamente com o decreto aumentando as alíquotas do PIS/Cofins sobre combustíveis, estratégia do governo para arrecadar R$ 10,4 bilhões em tributos. Sem confirmar, mas tampouco negar o aumento de mais impostos até o fim deste ano, a equipe de Temer conseguiu receitas da falta de saques de precatórios, aumento do imposto de combustíveis e da adesão ao novo Refis.
 
Após a liberação de R$ 1,8 bilhão em emendas parlamentares apenas em junho deste ano, com a expectativa de mais de R$ 6 bilhões liberados à compra de apoio no Congresso, Michel Temer recorre a outros esforços para não ultruapassar a meta de déficit de R$ 139 bilhões no ano.
 
Por isso, além do corte de R$ 42 bilhões iniciais no orçamento, que afetou diretamente serviços públicos como a emissão de passaportes, outros quase R$ 6 bilhões de bloqueios foram anunciados para reter em 2017, com a queda na estimativa de receitas e aumento das despesas.
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PF diz que conversa sobre "estancar a sangria" não passou de "mera cogitação"

Confira a íntegra do relatório da Polícia Federal, que isenta Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney em inquérito baseado nos grampos sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria
 
Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - Na conclusão do relatório de 70 páginas sobre as conversas de caciques do PMDB sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria", a delegada Graziela Machado da Costa e Silva considerou que o diálogo captado pelo delator Sergio Machado ficou na fase "pré-executória", ou seja, não passou de "mera cogitação". Com esse argumento, ela apontou que Romero Jucá, José Sarney e Renan Calheiros não tentaram obstruir a Lava Jato.
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PF diz que conversa sobre "estancar a sangria" não passou de "mera cogitação"

Confira a íntegra do relatório da Polícia Federal, que isenta Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney em inquérito baseado nos grampos sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria
 
Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - Na conclusão do relatório de 70 páginas sobre as conversas de caciques do PMDB sobre o "grande acordo nacional" e "estancar a sangria", a delegada Graziela Machado da Costa e Silva considerou que o diálogo captado pelo delator Sergio Machado ficou na fase "pré-executória", ou seja, não passou de "mera cogitação". Com esse argumento, ela apontou que Romero Jucá, José Sarney e Renan Calheiros não tentaram obstruir a Lava Jato.
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Agência Pública: mulheres se destacam na criação de portais independentes

Da Agência Pública

Furos, perseguições e mulheres no comando: o novo jornalismo na América Latina

Em março de 2016, a Agência Pública lançou o Mapa do Jornalismo Independente. Mapeamos mais de 80 iniciativas de jornalismo nascidas na rede Brasil afora. Perguntamos como essas organizações se financiam, quando foram fundadas e o que elas cobrem. Nesta quinta-feira (20), a SembraMedia, organização parceira que se dedica a apoiar empreendedores de mídia, lançou um relatório ainda mais amplo. Chamado “Ponto de Inflexão”, ele avalia o impacto gerado por organizações de jornalismo digital em quatro países da América Latina.

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Conversa sobre "acordo nacional" e "estancar a sangria" não é crime, diz relatório da PF

Polícia Federal enviou ao Supremo um documento onde aponta que Romero Jucá, Renan Calheiros e Sarney não tentaram obstruir as investigações da Lava Jato
 
Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - O famoso diálogo gravado por Sergio Machado com caciques do PMDB falando em "estancar a sangria" da Lava Jato, tirar a Dilma Rousseff e por Michel Temer em seu lugar, num "grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo", não configura crime, na visão da Polícia Federal.
 
Em relatório enviado à Suprema Corte, a PF avaliou que Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney não praticaram obstrução de Justiça, ao contrário do que suspeita o Ministério Público Federal. É o que diz reportagem de André Richter, na Agência Brasil.
 
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Relator da denúncia escancara que base se planeja para o pós-Temer

Foto: Divulgação
 
Jornal GGN - A ruptura na base aliada do governo Michel Temer ficou mais evidenciada com a leitura do relatório do deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), que sugeriu haver indícios "suficientes para ensejar o recebimento da denúncia" contra o presidente.
 
Enquanto boa parte dos parlamentares, ainda que caminhando na linha de Zveiter pela substituição de Temer por Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara e sucessor presidencial, omitem manifestações ou tentam, em nome da imagem, manter discretos aguardando os próximos passos da política, um pequeno segmento ainda defende, a todo custo, a permanência de Temer.
 
É o caso, por exemplo, do vice-líder do governo Carlos Marun (PMDB-MR), que criticou duramente o relatório de seu correligionário, como "ruim", "fraco" e "contraditório entre si" e que inclusive Zveiter deveria deixar o partido.
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Mariz expõe prática "horrorosa e seletiva" da Lava Jato ao defender Temer na Câmara

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O advogado Antônio Cláudio Mariz disse à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, nesta segunda (10), que os procuradores do Ministério Público Federal esconderam depoimentos que mostram que não existe conexão entre a mala de dinheiro recebida por Rodrigo Rocha Loures da JBS e interferências no Cade. 

"Essas provas seletivas não vieram na denúncia. Se tivessem sido citadas, o relator teria feito menção a elas", disse Mariz, comentando o relatório apresentado pelo deputado Sergio Zveiter (PMDB) à CCJ, defendendo que a Câmara conceda autorização ao Supremo Tribunal Federal para processar Temer.
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Denúncia contra Temer "não é fantasiosa" e precisa ser investigada, defende relator

Foto: Lula Marques/Agência PT

 

Jornal GGN - O deputado federal Sergio Zveiter (PMDB-RJ) apresentou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na tarde desta segunda (10), um relatório orientando a Câmara a votar a favor da denúncia da Procuradoria Geral da República contra Miche Temer, permitindo, assim, que o Supremo Tribunal Federal decida se o presidente deve ou não ser processado por causa da delação da JBS.

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"Tropa de cheque" de Temer manobra na CCJ e revolta deputados

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que aguarda a leitura do parecer do deputado Sergio Zveiter sobre a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Michel Temer, já começou com bate-boca. Isso porque, para garantir que terá os votos necessários à derrubada de um eventual relatório favorável à denúncia, o governo Temer decidiu trocar, à força, parlamentares que participam do colegiado.

Segundo Ivan Valente (PSOL), aliados do Planalto trocaram, nesta segunda (10), pelo menos 12 deputados que não fecharam acordo para salvar o Temer. Um deles, o Delegado Waldir, do PR, deixou a cadeira durante a sessão da CCJ aos berros.

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Ao vivo: Zveiter lê relatório de acusação contra Temer na CCJ

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O deputado Sergio Zveiter (PMDB), relator da denúncia contra Michel Temer por propina da JBS, deve ler seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara na tarde desta segunda (10). 

Segundo Zveiter, o relatório é "predominantemente político", ou seja, analisa não só a denúncia da Procuradoria Geral da República como também o comportamente de Temer desde que foi acusado por corrupção passiva. "O meu relatório de acordo com o que prevê a Constituição e o regimento interno, é predominantemente político, mas com foco muito grande na parte técnica", afirmou.

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Sem votos

Relatório sobre Temer será apresentado hoje com parecer favorável à investigação

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O relatório da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) deve dar a conhecer nesta segunda (10), sobre o caso Temer-JBS, deve ser o primeiro balde de água fria em cima do governo, na Câmara. Michel Temer e aliados tinham expectativa de matar a denúncia da Lava Jato na raiz, mas já admitem que o relatório do deputado Sergio Zveiter [foto], do PMDB, vai ser favorável ao julgamento por corrupção passiva e mais.
 
Temer já teria recebido informações de que o relator "não se limitará a um texto técnico, mas fará considerações políticas sobre o caso."
 
A oposição a Temer tem denunciado que o presidente lança mão de cargos e emendas parlamentares para comprar votos a favo de sua manutenção no cargo.
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Governo Temer empurra Brasil de volta ao mapa mundial da fome

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A crise econômica aumentou o desemprego no Brasil e ações deflagrados no governo Temer, sob o guarda-chuva do ajuste fiscal, empurra o País de volta ao mapa mundial da fome da ONU. Entre elas, a exclusão de pessoas do programa Bolsa Família e o corte no programa de agricultura familiar, que tem impedido centenas de milhares de pessoas de terem renda suficiente para comprar alimentos. É o que aponta reportagem publicada pelo jornal O Globo neste domingo (9). 
 
Segundo o veículo, "três anos depois de o Brasil sair do mapa mundial da fome da ONU — o que significa ter menos de 5% da população sem se alimentar o suficiente —, o velho fantasma volta a assombrar famílias" no Brasil.
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Derrota Temer: Reforma trabalhista é rejeitada por Comissão do Senado


Foto: Lula Marques
 
Jornal GGN - Conforme já tecido pelo líder do PMDB no Senado e uma das principais figuras de oposição ao governo Temer no Congresso, Renan Calheiros, a reforma Trabalhista sofreu derrota na Casa e teve o relatório rejeitado por 10 votos, contra 9 favoráveis na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
 
Foi a primeira derrota do mandatário peemedebista junto à sua grande base aliada no Legislativo. Dentro do Planalto, o governo esperava uma vitória de 11 votos favoráveis ao texto de autoria do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Mas não obteve.
 
Ainda assim, mesmo com o sinal negativo, a matéria foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde deve ser lida amanhã (21). Na segunda Comissão, o presidente Michel Temer cria expectativa de reverter o cenário, encaminhando a reforma para o plenário antes mesmo do fim do primeiro semestre parlamentar.
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Tucano usa CPI da Funai-Incra para indiciar Cardozo e poupar ruralistas

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - A CPI da Funai-Incra entrou na reta final com a apresentaçãao do relatório do deputado Nilson Leitão, do PSDB do Mato Grosso, que não contém o nome de nenhum ruralista entre os indiciados, mas enquadra o ex-ministro José Eduardo Cardozo por suposto crime de improbidade administrativa, entre outras condutas.
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Governo errou cálculos e superestimou o rombo da Previdência para forçar reforma

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Reportagem do The Intercept Brasil mostra que o Ministério da Fazenda do governo Michel Temer fez cálculos errados e superestimou o rombo da previdência, forçando apoio à reforma.
 
De acordo com o portal, os deputados tiveram acesso a uma análise, feita em cima dos dados apresentados pela Fazenda, que mostra que entre os erros cometidos está a projeção de idosos para o ano de 2060, feita em cima de uma única base de dados.
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