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repórteres sem fronteira

Brasil é apenas o 104º no ranking de liberdade de imprensa

Do Justificando

A falsa liberdade de imprensa facilita os golpes de todos os tipos

Por Mauro Donato

Segundo o mais recente ranking sobre liberdade de imprensa da ONG Repórteres Sem Fronteira, o Brasil ocupa a 104ª posição. Caiu 5 posições (havia caído 9 em 2013 e agora desceu mais um pouco). Centésima quarta posição entre 180 países é uma colocação preocupante e vexatória. Determinantes para a queda foram o aumento da violência contra jornalistas, o registro de ameaças e a quantidade de mortos durante o ano passado. Total de sete jornalistas assassinados.

Como pode isso?

Para os leitores dos grandes jornais, telespectadores dos canais abertos de TV e ouvintes das grandes rádios, um ranking desses irá soar como peça de ficção. Claro, nada disso acontece com os jornalistas que trabalham para aquela meia dúzia de famílias detentoras de quase oitenta por cento da mídia. Estes estão alinhados e repetem em uníssono o que seus chefes querem que seja dito e escondem o que seus patrões desejam que seja escondido.

A perseguição é sobre os independentes, é inegável. Veja quantas dificuldades o DCM enfrentou ao publicar o documentário Helicoca. “É um ambiente de medo para os jornalistas, sobretudo os jornalistas independentes, blogueiros”, disse Emanuel Colombié, chefe do departamento de pesquisas da Repórteres Sem Fronteiras.

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Para Repórteres sem Fronteiras, imprensa russa se autocensura

Sugerido por Gunter Zibell - SP

"Imprensa russa se autocensura", diz chefe da Repórteres sem Fronteiras

Christian Mihr, diretor da ONG, afirma que novas leis restringirão liberdade de jornalistas também durante Jogos de Sochi. Ele alerta para parcialidade dos meios locais durante transmissões.

Protesto dos Repórteres Sem Fronteiras diante da embaixada russa em Paris

A poucos dias do início das Olimpíadas de Inverno de Sochi, marcado para 7 de fevereiro, a realização do evento na Rússia é vista por críticos como uma propaganda de governo. A polêmica em torno do desrespeito aos direitos humanos na preparação dos Jogos – a exemplo de relatos sobre desalojamentos forçados, leis de internet mais rígidas e atitudes de rejeição a homossexuais – levou líderes internacionais como o presidente alemão, Joachim Gauck, a cancelarem a ida a Sochi.

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