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Como a Globo manipulou estudo que (não) diz que Globo é confiável, por Michel Arbache

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Imagem: Reprodução

Por Michel Arbache, no Portal LN

O Jornal Nacional (1) de quinta-feira (29/06/2016) deu destaque para um estudo feito pelo Instituto Reuters – Universidade de Oxford – sobre a “confiança (sic)” do público em relação a mídia e que “o foco (sic) é a confiança do público numa época de notícias falsas, as fake news”. 

Mais uma vez, a Globo contou uma meia-verdade que deixa no ar uma meia-mentira. Para começar, o estudo (anual) é sobre o mercado de notícias. Na introdução do estudo - 136 páginas em formato PDF (2) - publicado este ano, o diretor David Levy diz que o escopo são as preocupações sobre o financiamento do jornalismo no tempo em que as organizações de jornalismo se deparam com as novas plataformas de notícias – e que este estudo trata 'também' das “fake news” (notícias falsas). Assim, é rebaixar demais o sentido e a abrangência do estudo deixando o telespectador entender que ele só faz medir a confiança do público em relação ao veículo X ou Y no contexto da praga das fake news.

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El Pais mostra aos jornais brasileiros como fazer jornalismo

Não é apenas o extremado conservadorismo que se abateu sobre a imprensa brasileira. É a total perda de referencial sobre o papel da imprensa e mesmo sobre o negócio imprensa.

Nos países civilizados, da mídia mais à direita àquela mais à esquerda, uma característica recorrente é a denúncia das arbitrariedades do Estado. É um fator que legitima a imprensa até para que possa dar seguimento a campanhas anti-direitos-sociais.

Ser contra direitos sociais é questão ideológica, só perceptível aos leitores mais sofisticados. Leia mais »

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Nota da Reuters abafando menção ao governo FHC na Lava Jato vira piada na rede

Jornal GGN - A hashtag #podemostirarseacharmelhor lidera o Trending Topics (os assuntos mais comentados) no Twitter nesta terça-feira (24), em função de um erro de edição numa reportagem publicada pelo portal Reuters.

A matéria que apresenta declarações de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) creditando à presidente Dilma Rousseff (PT) e ao ex-presidente Lula (PT) a responsabilidade pelo escândalo de corrupção na Petrobras mencionou, em determinado momento, que o governo FHC também aparece nas delações premiadas que compõem a Operação Lava Jato, mas com a seguinte nota à redação: "Podemos tirar se achar melhor".

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A imagem que vale mil palavras

Credit Suisse pode ter contribuído para problemas no BES

Jornal GGN - O Credit Suisse ajudou a reunir bilhões de dólares em ativos que foram emitidos por veículos de investimento offshore do Banco Espírito Santo (BES) e vendidos aos clientes de varejo do banco português.

Segundo a edição on line do jornal Wall Street Journal publicou neste domingo (17), documentos corporativos e pessoas familiares com a situação afirmam que os clientes não sabiam que os veículos de investimento continham emissões de dívida de várias companhias do grupo Espírito Santo e serviam como mecanismo para financiar o conglomerado português.

O Banco Espírito Santo é o segundo maior banco de Portugal. O governo português disse que emprestará 3,9 bilhões de euros (US$ 5,2 bilhões) para o fundo de resolução bancária encarregado de resgatar o Banco Espírito Santo. De acordo com a reportagem, ainda não está claro se o Credit Suisse participou diretamente na venda de ativos a clientes.

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