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Roberto Freire

Roberto Freire é ministro que se confundiu a si mesmo, diz jornalista portuguesa

 
Jornal GGN - Em artigo publicado no portal português Público, a jornalista e escritora Alexandra Lucas Coelho comenta a entrega do Prêmio Camões, concedido em parceria entre Brasil e Portugal, para o escritor Raduan Nassar, na semana passada. 
 
Raduan fez um discurso crítico ao governo de Michel Temer, e o ministro da Cultura, Roberto Freire, respondeu irritado à fala do premiado. Para Alexandra, o caso mostra como Freire não consegue distinguir Estado e governo, “confundindo-se a si mesmo”.
 
Ela ressalta que quem escolhe o premiado é um júri independente. “Os premiados do Camões não são escolhas de nenhum governo”, afirma, derrubando um dos argumentos de Freire, que “sumirá da história”. 
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Os bastidores da agressão de Freire a Raduan Nassar, por Rafael Alves

 
Do Brasil 247
 
 
Por Rafael Alves
 
Texto literário é coisa para Raduan.
 
Textos jornalísticos felizmente já estão sendo veiculados.
 
Este é, quiçá, um desabafo. Uma reflexão a partir do evento em que Raduan Nassar recebeu o Prêmio Camões.
 
Raduan iniciou seu discurso dizendo ter tido dificuldade para entender o Prêmio.
 
Eu estou até agora com dificuldades para entender a cerimônia de premiação realizada ontem, 17 de fevereiro de 2017.
 
Por um lado, sinto a felicidade por ter estado presente num evento de tal importância, ter visto e ouvido uma pessoa como Raduan – o que especificamente em seu caso é algo ainda mais raro, considerando sua discrição e opção pela reclusão.

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O ministro arcaico tem que ser demitido, por Alex Solnik

Por Alex Solnik

Sugerido por Andre R St

Freire, o ministro arcaico, tem que ser demitido

Do 247

Ser ou não ser investigado na Lava Jato, ser réu ou não no STF, não pode ser o único critério para um ministro ser demitido.

A cena lamentável e vexatória protagonizada hoje, em São Paulo, pelo ministro da Cultura, Roberto Freire tinha que merecer demissão por justa causa.

Ministro da Cultura não pode agredir publicamente o maior escritor brasileiro vivo tratando-o por "adversário" e não pelo epíteto adequado a um agraciado com o maior galardão da Literatura luso-brasileira, justamente na cerimônia de entrega do Prêmio Camões, com a presença de escritores, poetas e filósofos e do embaixador de Portugal.

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Roberto Freire, o micróbio contra o gigante

Roberto Freire é duplamente intruso. Primeiro, como Ministro da Cultura de um governo ilegítimo. Segundo, como porta-voz oficial em um evento de cultura, um político tosco entrando em águas que nunca frequentou..

Certa vez, o Jornalismo Wando – perfil gozador do Twitter - mandou uma saudação a Roberto Freire:

 

O sensibilizado manteve o mesmo baixo nível cultural,  mas se tornou Ministro da Cultura. É o governo de Macunaíma: o mais truculento dos políticos, José Serra, torna-se o comandante de diplomacia; o mais deslustrado dos políticos brasileiros, Freire, o Roberto, torna-se Ministro da Cultura; Mendonça Neto, que não aprendeu a declinar o verbo haver, torna-se Ministro da Educação, com a assessoria luxuosa de Alexandre Frota; e o marido de dona Marcela, o presidente.

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No Prêmio Camões, Raduan Nassar discursa contra Temer e irrita Roberto Freire

 
Jornal GGN - Nesta sexta-feira (17), Raduan Nassar, considerado um dos maiores escritores brasileiros, recebeu o Prêmio Camões de 2016, aproveitando para discursar contra o governo de Michel Temer.
 
“Infelizmente, nada é tão azul no nosso Brasil”, disse o escritor, acrescentando que “vivemos tempos sombrios, muito sombrios”. Ele também criticou Alexandre de Moraes, “figura exótica indicada agora para o Supremo Tribunal Federal” e a nomeação do ministro Moreira Franco, citado na Operação Lava Jato.
 
A fala do autor de Lavoura Arcaica irritou Roberto Freire, ministro da Cultura, que afirmou que Raduan é “um adversário político do Governo recebendo um prêmio do Governo ele considera ilegítimo”. 

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O avanço dos reacionários no setor da cultura, por Jotabê Medeiros

Jornal GGN - Em artigo na Carta Capital, o jornalista cultural Jotabê Medeiros aponta para uma inflexão da área ao um viés reacionário, com o abandono de projetos considerados pequenos, aparelhamento e privilégios ao lobbies do setor.

Roberto Freire (PPS), que assumiu a pasta no governo federal, nomeou diversos candidatos de seu partido  derrotados nas últimas eleições.

O jornalista também aponta para ações de desmonte, como no Rio Grande do Sul, onde o governador José Ivo Sartori fechou 11 fundações, incluindo a Piratini - mantenedora da TVE e da FM Cultura - e no governo paulista de Geraldo Alckmin, que fechou dez unidades de oficinais culturais no estado.

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Jornalismo Wando homenageia Roberto Freire

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Com inédito bom senso, Freire condena distritão

Do O Globo

 
A necessidade de mudar o sistema político-eleitoral não pode resultar na aprovação de medidas que façam o país andar para trás
 
Ao contrário do que se esperava, o relatório sobre a reforma política não foi votado na última terça-feira (19) na comissão especial que trata do assunto, na Câmara, em meio a calorosos debates em torno de alterações no sistema político-eleitoral brasileiro. Diante da relevância do assunto e da premente necessidade de que o Congresso avance no tema, é fundamental que tenhamos responsabilidade para evitar que eventuais mudanças não signifiquem retrocesso ou agravem um cenário que já é muito ruim.

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Roberto Freire agride Orlando Silva e Jandira Feghali

no perfil Po Serra, do Facebook

Agora, na Câmara dos Deputados:

O presidente vitalício do PPS, Roberto Freire, deu um tapa nas costas do deputado Orlando Silva (PC do B). A Jandira Feghali (PC do B) interviu e Freire a pegou pelo braço e a empurrou. Jandira denunciou a agressão machista e a oposição fez graça da tribuna dizendo que é vitimização.

As mulheres na câmara gritaram: "A violência contra a mulher não é o Brasil que a gente quer!"

Deputado do DEM afirmou: "Se bate como homem, mulher tem que apanhar como homem"

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Sobre as agressões em Plenário, por Jandira Feghali

Sobre as agressões em Plenário, por Jandira Feghali

em seu perfil no Facebook

Parece que as noites na Câmara não tem como piorar nesta Legislatura. Sim, fui agredida fisicamente pelo deputado Roberto Freire durante discussão da medida provisória 665 agora pouco. Pegou meu braço com força e o jogou para trás. O deputado Alberto Fraga, NÃO SATISFEITO com a violência flagrada, disse que "quem bate como homem deve apanhar como homem" na minha direção. Fazia menção a mim.

É assustador o que está acontecendo nesta Casa. Em trinta anos de vida pública jamais passei por tal situação. Em seis mandatos como deputada federal, onde liderei a bancada do PCdoB por duas vezes e enfrentei diversos embates, jamais fui sujeitada à violência física ou incitação à violência contra mulher. Muitas foram as frentes de debate político aqui dentro. Parece irônico a mulher que escreveu o texto em vigor da Lei Maria da Penha seja vítima de um crime como este.

Vou acionar judicialmente o senhor Fraga pela apologia inaceitável. Esta medida já está sendo encaminhada. Minha trajetória é reta, ética e coerente dentro da política desde quando me tornei uma pessoa pública, na década de 80. Não baixarei a cabeça para nenhum machista violento que acha correto destilar seu ódio. A Justiça cuidará disto. E ela, sim, pesará sua mão.

‪#‎DeputadoAgressor

‪#‎ViolênciaNÃO

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Jandira acionará Justiça por apologia à violência de gênero

Enviado por Mara L. Baraúna

do Portal Vermelho

Jandira acionará Justiça por apologia à violência de gênero

“A violência contra a mulher não é o Brasil que a gente quer.” Com este refrão, parlamentares, encabeçados pela Bancada Feminina da Câmara, se solidarizaram com a líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), após agressão do deputado Roberto Freire (PPS-PE) e ameaça do deputado Alberto Fraga (DEM-DF) – que defendeu a violência contra a mulher.




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PSB e PPS confirmam fusão e prometem um partido de esquerda que "aponte os rumos"

Jornal GGN - Os presidentes dos diretórios nacional do PSB, Carlos Siqueira, e PPS, Roberto Freire, confirmaram nesta quarta-feira (29) que as duas legendas iniciam os trâmites burocráticos para viabilizar o processo de fusão. A aproximação entre os partidos teve como intermediário o ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo durante a última disputa presidencial.

Segundo informações do G1, o nome do novo partido ainda não foi definido, mas Siqueira sugeriu que a marca do PSB, "que está dando certo", seja mantida. Ele destacou, entretanto, que o fato de o PPS ser relativamente menor não implica em subordinação. Freire, por sua vez, reduziu essa questão e disse que o foco está no "surgimento de um novo partido da esquerda democrática".

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Oposição à Dilma flerta com regime parlamentarista a partir de 2018

Jornal GGN - Quando o assunto é o impeachment de Dilma Rousseff (PT), Eduardo Cunha (PMDB) é categórico ao posicionar-se publicamente contrário à iniciativa. Mas quando o que está em pauta é a derrubada do regime presidencialista e o nascimento do parlamentarismo brasileiro a partir de 2018, o presidente da Câmara dá sinal verde. Pelo menos é o que diz o presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire.

Nesta terça-feira (7), Freire promete pedir à comissão da reforma política que a PEC do parlamentarismo, a mesma que adormece há 14 anos, seja levada à votação ao Plenário da Câmara. Para o deputado, a crise protagonizada pelo governo Dilma Rousseff (PT) pede essa atitude.

Segundo informações do blog do jornalista Josias de Souza, Freire disse que Cunha "não é avesso à ideia" e afirmou ter conversado também com um dos caciques da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB). "As oposições não podem continuar espectadoras dessa crise [política]”, disse Freire. “Temos que apresentar uma alternativa democrática", acrescentou, descartando o impeachment.

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Com vistas a 2018, Alckmin ressuscita o inacreditável Roberto Freire

As análises dos grupos de mídia sobre o ministério de Dilma obedecem ao seguinte manual:

1.     Se for um Ministério eminentemente técnico, critique pelo fato de Dilma enfraquecer a base de apoio. E não elogie pelo fato de ser um Ministério técnico.

2.     Se for um Ministério eminentemente político, critique o fato de Dilma não montar um Ministério técnico. E não reconheça que o Ministério fortaleceu a base de apoio.

3.     Se o Ministério contentar o grupo majoritário de um partido da base, dê a palavra ao grupo minoritário, preferencialmente em off, e coloque as reclamações debaixo de um genérico: “Ministério descontentou partido da base”. Não explique que descontentou apenas o lado minoritário, caso contrário enfraquece a crítica.

Não aplique os mesmos critérios na análise do Secretariado de Alckmin. Na Folha de hoje, diz-se que Alckmin está escolhendo um secretariado com vistas às eleições de 2018. Leia mais »

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Roberto Freire e a busca permanente do ridículo como estilo político

Sugerido por P Pereira

Roberto Freire [email protected]_roberto

18:03 - 1 de mai de 2014

Sem televisão e internet em Higienópolis, centro SP. Reflexos diretos da falta de investimentos infra-estrutura pelo inepto governo federal.

Roberto Freire [email protected]_roberto

18:42 - 1 de mai de 2014

Consertaram o cabo. Ainda bem que já voltou a TV e a internet e antes do que estava sendo previsto. Essa mensagem já é do computador de casa

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