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Roberto Teixeira

Lava Jato será denunciada por tentativa de intimidar defesa de Lula

Advogados prometem alardear nos órgãos nacionais e internacionais a perseguição a Roberto Teixeira pelo MPF em Curitiba

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - A defesa de Lula promete denunciar aos órgãos nacionais e internacionais a tentativa de intimidação encampada pela Lava Jato em ação penal em que o ex-presidente é acusado de supostamente receber propina da Odebrecht. Isso porque, mesmo contra depoimentos colhidos na frente do juiz Sergio Moro, o Ministério Público Federal insiste em dizer que o advogado Roberto Teixeira ajudou a lavar dinheiro de esquema de corrupção na Petrobras ao prestar consultoria na negociação de imóveis.

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Advogado de Lula é denunciado por serviços de advocacia e amizade com ex-presidente

 
Jornal GGN - A força-tarefa da Operação Lava Jato denunciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras 12 pessoas no caso do sitio de Atibaia, no interior de São Paulo, dois dias após a entrevista concedida à TV norte-americana CBS News, com os procuradores da República defendendo as polêmicas da Lava Jato. O advogado de Lula, Roberto Teixeira, também foi alvo das acusações, ainda um dia após um encontro de advogados contra "a perseguição e a violação" dos investigadores.
 
 
Na denúncia, Roberto Teixeira aparece como acusado pela prática de lavagem de dinheiro. Para o advogado, a acusação é por "integrar a equipe de defesa do ex-presidente", por "com ele manter relação de amizade" e por "ter, como seu advogado, praticado exclusivamente atos inerentes à profissão, como representá-lo, bem como aos seus familiares, em ações judiciais".
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Dono da UTC afirma que Lula não teve participação em propina na Petrobras

Foto: Lucio Bernardo Junior/Câmara dos Deputados

Jornal GGN - Ao juiz Sergio Moro, o empresário Ricardo Pessoa, delator da UTC na Lava Jato, isentou o ex-presidente Lula de participação no esquema de corrupção na Petrobras que ajudava a abastecer o caixa do PT. Segundo Pessoa, Lula nunca tratou de propina por obras da estatal, nem o ex-ministro Antonio Palocci. Quem cuidava da arrecadação junto ao empresário era o ex-tesoureiro João Vaccari Neto.

A declaração foi feita no processo em que Lula é acusado de receber propina da Odebrecht por comandar o esquema de corrupção na Petrobras. O ex-presidente teria sido beneficiado com a compra de um terreno para o Instituto Lula - que nunca foi utilizado para tal finalidade - e a locação de um apartamento vizinho ao seu, em São Bernardo do Campo (SP).

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Que apurem a "sociedade privada" entre Globo e Odebrecht nos anos FHC, diz advogado

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O advogado Roberto Teixeira respondeu, em nota à imprensa, a reportagem de O Globo sobre elaboração de contratos fictícios com a empresa Odebrecht em torno do sítio de Atibaia. Segundo o defensor, o jornal mentiu para seus leitores, porque nem as delações sem provas de executivos da Odebrecht afirmam que existiu esse tipo de fraude.

Além disso, Teixeira disse que a Globo deveria explicar, por outro lado, que "sociedade privada" foi criada no governo FHC, em parceria com a Odebrecht para "quebrar o monopólio" do setor de telecomunicações em favor da emissora.

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Delação de Alexandrino Alencar reafirma que sítio não é de Lula, diz advogado

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O advogado Roberto Teixeira negou que tenha intermediado a emissão de notas frias na obra do sítio de Atibaia. Na Lava Jato, o delator Alexandrino Alencar afirmou que a reforma, ao custo de R$ 700 mil, foi executada com notas frias negociadas pelo advogado de Lula. Para o defensor, a delação apenas reforma que o sítio não é do ex-presidente.

"A delação premiada de Alenxandrino Alencar tem sido utilizada por alguns veículos de imprensa para atribuir a mim participação em afirmada emissão de documentos falsos relativos a obras realizadas em um sítio em Atibaia, de propriedade do meu cliente Fernando Bittar", disse Teixeira.

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Lava Jato vaza depoimento para atingir advogado de Lula

Jornal GGN - Em novo vazamento seletivo à imprensa, investigadores da Lava Jato afirmam que o advogado Roberto Teixeira, que defende Lula no caso triplex e outros processos, era o responsável pelo pagamento do aluguel de um apartamento vizinho ao que o ex-presidente habita, em São Bernardo do Campo.

Reportagem da Folha de S. Paulo desta terça (27), priorizando a versão dos investigadores, insinua que Teixeira, "na prática", não pagava o aluguel porque o dinheiro voltava para ele como "compensação por uma assessoria sobre imóveis que ele prestava".

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Defesa de Lula alerta para tempo recorde de "apuração" da nova denúncia

 
Jornal GGN - "O que se observa é a ansia desmesurada e crescente de prover acusações a Lula em tempo recorde", afirmaram os advogados do ex-presidente e de Dona Marisa. Além da falta de argumentos que sustentem a aceitação da denúncia, a defesa mostra que o casal teve os seus direitos cerceados e a tramitação ocorreu de forma inconsistentemente ágil. 
 
"A denúncia hoje recebida é proveniente de um inquérito policial no qual o ex-Presidente e seu advogado tiveram apenas dois dias para se manifestar e em menos de um dia útil já estavam indiciados. A denúncia foi oferecida três dias úteis depois e o recebimento da peça acusatória se deu 4 dias úteis depois", explicou Cristiano Zanin Martins.
 
Conforme o GGN mostrou, a denúncia não traz comprovações de que o ex-presidente teve relações diretas com as acusações. Já para os advogados, o objetivo era "impedir o sucesso de suas atividades políticas.
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Foto com Aécio, premiações, eventos com tucanos: as violações de Moro ao Código de Ética

Jornal GGN - Numa representação encaminhada ao Conselho Nacional de Justiça, no último dia 9, a defesa do ex-presidente Lula listou uma série de artigos do Código de Ética da Magistratura que foram violados pelo juiz federal Sergio Moro em sua busca por "autopromoção". 

Ao CNJ, os advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin enviaram fotos de Moro em eventos organizados por filiados do PSDB, partido que rivaliza com o PT de Lula, incluindo um patrocinado pelo grupo LIDE, do empresário e prefeito eleito de São Paulo João Dória Junior.

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Lava Jato fez nova denúncia sem nenhuma prova contra Lula, diz defesa

Jornal GGN - A defesa de Lula avaliou que a denúncia sugerida pelo delegado Marcio Anselmo na segunda (12), e acolhida e apresentada à Justiça pelo Ministério Público Federal apenas três dias depois, não passa de uma "retaliação" ao ex-presidente e seus advogados, pela revelação dos abusos recorrentes cometidos pela força-tarefa da Lava Jato.

"O que incomoda a Lava Jato é o fato de Lula e nós, seus advogados, desnudarmos as constantes arbitrariedades e ilegalidades que são escondidas com a ajuda de setores da imprensa que têm interesse de prejudicar a atuação política do ex-Presidente", escreveu Cristiano Zanin, em nota à imprensa.

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Delegado que apoiou Aécio montou acusação contra Lula em menos de um dia útil

Para advogado Roberto Teixeira, nova denúncia da Polícia Federal é "clara demonstração de que o ato já estava preparado e não havia efetivo interesse na apuração dos fatos"

Jornal GGN - O delegado da Lava Jato Marcio Anselmo, que assina dois inquéritos contra Lula e mais seis pessoas, entre elas Marísa Letícia e o advogado Roberto Teixeira, é acusado de ter montado a denúncia apresentada nesta segunda (12) em menos de um dia útil, em "clara demonstração de que o ato já estava preparado e não havia efetivo interesse na apuração dos fatos" envolvendo o ex-presidente.

Segundo Roberto Teixeira, Anselmo deflagrou mais um ato de retaliação por ter sua imparcialidade em relação a Lula colocada em xeque. O delegado apoiou Aécio Neves na eleição de 2014 e fez uso das redes sociais para sugerir que Lula não tem honra, além de chamá-lo de "anta".

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Defesa de Lula protocola na OAB requerimento contra Estadão

Matéria diz que encontro entre advogado de ex-presidente e "amigo de Moro" causa "desconforto" à Lava Jato
 
 
Jornal GGN - O advogado de defesa de Lula, Roberto Teixeira, protocolou um requerimento na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP) contra o jornal Estado de S.Paulo pela reportagem intitulada "Amigos de Moro encontra defensores de Lula", publicada nessa terça (1/11) onde o redator do artigo afirma que uma reunião entre o advogado e assessor parlamentar, Luiz Fernando Delazari, amigo de Moro, e Teixeira, teria causado “desconforto” e “desconfiança” a integrantes da força-tarefa da Lava Jato.
 
A defesa de Lula questiona que a "reportagem não esclarece de que forma os agentes públicos da Lava Jato teriam tomado conhecimento de reunião privada entre advogados para apresentar ao jornalista tais percepções de ‘desconforto’ e ‘desconfiança’” e, ainda, afirma que os defensores do ex-presidente jamais articularam reuniões com algum outro advogado "por ser ou se apresentar como amigo do juiz federal Sérgio Moro".
 
"Como esclareci ao próprio jornal, o único amigo íntimo do citado magistrado com o qual advogados do meu escritório tiveram contato para despacho foi com o Desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª. Região. E quanto a ele, subscrevi, com outros colegas advogados, na defesa do ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva, exceção de suspeição porque entendemos que tal relação de amizade íntima o coloca em situação objetiva de suspeição para julgar Sérgio Moro, nos termos do art. 254, I, do Código de Processo Penal", destacou Roberto Teixeira em nota.
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Advogado rebate reportagem da Época sobre sede do Instituto Lula

Jornal GGN - Roberto Teixeira, advogado do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, rebate reportagem da revista Época, afirmando que a publicação ignorou informações tornadas públicas sobre a compra do imóvel que é sede do Instituto Lula. Ele afirma que o grupo Globo deixa claro que é parte ativa no "movimento que busca criminalizar" o ex-presidente, dizendo também que o grupo de mídia pretende criminalizar a advocacia e que tomará as medidas cabíveis.

"Afastando o circo midiático, o que sobra é apenas má-fé e uma indisfarçável tentativa de fragilizar a defesa de Lula, para interferir no processo eleitoral do País, especialmente nas eleições de 2018", diz Teixeira. Leia a nota completa abaixo:

Nota

Depois de dar apoio decisivo ao golpe militar, confessar a prática de cartel e praticar outros atentados ao Estado Democrático de Direito, a Globo - junto com a Operação Lava Jato - pretende agora criminalizar a advocacia
 
De forma ilegal e antidemocrática, em sua edição deste fim de semana (30/9/2016), a revista Época ataca minha reputação e honra na reportagem “Compadre de Lula comandou compra, diz empresário que vendeu nova sede do Instituto Lula" de Daniel Haidar. Publicação das Organizações Globo, a revista ignorou informações sobre a questão tornadas públicas reiteradas vezes por mim, deixando claro ser parte ativa – junto com agentes públicos - do movimento que busca criminalizar o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem também presto assessoria jurídica.  

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Relações perigosas entre Lava Jato e mídia

Jornal GGN - Sobre a tentativa da Lava Jato de criminalizar Lula, seu advogado e o Instituto Lula, Roberto Teixeira, o advogado em questão, soltou nota sobre a medida. Segundo Teixeira, o que a Lava Jato faz é tentar criminalizar o exercício da advocacia, fragilizando o já escanteado direito de defesa. O advogado faz um histórico de sua atuação, da defesa já apresentada e de seu direito constitucional de defender ou intermediar questões pedidas por clientes legalmente constituídos. "O exercício da advocacia não é crime, ao contrário do que tentam fazer crer os membros da Operação Lava Jato", aponta Teixeira, e ter um advogado é direito de quem assim o precisar. O advogado critica a dobradinha que a Operação Lava Jato faz com setores da imprensa, vazando seletivamente suas ações bem como delações ainda não homologadas. Leia a nota na íntegra.

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Nova fase da Lava Jato quer incriminar Palocci, Instituto e advogado de Lula

 
Jornal GGN - Tentando chegar cada vez mais próximo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para reiterar a teoria do domínio do fato que sustenta a denúncia da Lava Jato, a 35ª fase da Operação Lava Jato que já prendeu o ex-ministro Antonio Palocci também quer encurralar o Instituto Lula. A tese, agora, é que os supostos subornos pagos pela Odebrecht também teriam envolvido a tentativa de aquisição de um terreno para a nova sede do Instituto Lula.
 
Palocci, neste caso, seria a peça-chave para conectar a teoria dos procuradores da República. Em coletiva de imprensa, informaram que o ex-ministro teria "participado efetivamente" do processo de compra deste terreno. Isso com base em uma planilha - não aquela primeira superplanilha que traz o nome de 229 políticos de 24 partidos e não inclui, para a surpresa dos investigadores, o nome de Lula ou de Dilma Rousseff.
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Um procurador messiânico e um apresentador de boa fé, por J. Carlos de Assis

Aliança pelo Brasil

Um procurador messiânico e um apresentador de boa fé

por J. Carlos de Assis

Carta a Jô Soares:

Vi a gravação de sua entrevista com o procurador-chefe da força tarefa da Lava Jato, Dalton Dallagnol. Decidi procurá-la na rede depois que, em entrevista posterior, você apresentou uma carta do advogado de Lula protestando contra o uso de provas ilegítimas em processo penal. Voce desqualificou o advogado subscrevendo integralmente os conceitos do procurador, dados na véspera, segundo os quais provas obtidas ilicitamente poderiam ser aceitas no processo desde que produzidas de “boa fé”.

Argumento idêntico já havia sido adotado pelo juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, numa de suas palestras sensacionais. Neste caso, tratava-se de legítima defesa da audácia dado que o magistrado pretendia obviamente legitimar o uso judicial da gravação de Lula com a Presidenta Dilma, que ele liberou para a imprensa ilegalmente, agora incluída no processo de suposta obstrução da justiça. Temos agora três instâncias da legitimação da prova ilícita: o juiz, o procurador e a imprensa, esta representada por você, Jô Soares, em seu candente editorial. Poder-se-ia dizer que isso retrata uma conspiração para a obstrução não da justiça, mas da lei.

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