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Rússia

OTAN prepara um tsunami como provocação à Rússia, por J. Carlos de Assis

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Foto: Kremlin

OTAN prepara um tsunami como provocação à Rússia

por J. Carlos de Assis

Os problemas brasileiros tornaram-se tão graves nos últimos anos que corremos o risco de não ver nenhum deles resolvido antes que um tsunami internacional, uma guerra da Rússia contra a OTAN, inicialmente em solo ucraniano, nos envolva em terríveis desafios externos. Na eventualidade dessa guerra podemos ser atingidos de diferentes formas, a mais elementar delas sendo os Estados Unidos  impondo um embargo total contra os russos, o que nos afetaria diretamente.  No caso das proteínas, isso seria grandemente facilitado pela JBS, o maior produtor e exportador mundial, agora plantada em território norte-americano.

A grande imprensa brasileira praticamente não acompanha ou dá notícias sobre essa crise. Os principais correspondentes de televisão estão baseados em Nova Iorque. Refletem o que noticia a imprensa norte-americana padrão, enquanto a imprensa norte-americana padrão dá a exata versão de propaganda do Departamento de Estado. Foi assim quando o que chamam de Massacre da Praça da Paz Celestial, em Pequim, foi apresentado como massacre de milhares de jovens, quando a contabilidade final (Foreign Affairs) não apontou um único morto. Entretanto a  imprensa padrão, lá e cá, ainda fala em massacre.

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Mais de 70 pessoas morrem em ataque no norte da Síria

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Foto: AFP

Jornal GGN - Chegou a 72 o número de mortos por um suposto ataque químico ocorrido ontem (4) na cidade de Khan Sheikhun, no norte da Síria, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Deste total, 20 são crianças e 17 são mulheres. 
 
"O número pode aumentar porque algumas pessoas estão desaparecidas", disse a ONG. O ataque ocorreu em um zona que está sob controle rebelde. A oposição síria pediu ao Conselho de Segurança da ONU a abertura de uma investigação sobre o ataque no noroeste do país.

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Rússia pede respeito ao princípio de não interferência em assuntos internos da Venezuela

Agência EFE - Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela decidiu assumir funções do Legislativo do país

do Opera Mundi

Rússia pede que países respeitem princípio de não interferência em assuntos internos da Venezuela

"Forças externas devem evitar fazer declarações que podem adicionar gasolina ao fogo na situação da Venezuela", afirmou porta-voz do ministério russo de Relações Exteriores

O governo russo pediu nesta sexta-feira (31/03) que forças externas não interfiram nos assuntos externos da Venezuela. Caracas diz que está sofrendo com a ‘arremetida internacional da direita intolerante’ após o Tribunal Supremo de Justiça do país decidir assumir as funções do Legislativo.

“Nós enfatizamos a importância de se substituir a lógica do confronto com a lógica do diálogo. As forças externas devem evitar fazer declarações que podem adicionar gasolina ao fogo na situação da Venezuela. Reafirmamos nosso compromisso com o princípio de não interferência nos assuntos internos dos países. Como um grande político latino-americano disse, ‘respeito aos direitos dos outros significa paz’”, afirmou a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.

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O dia em que assassinaram o Planeta Terra, por Paul Craig Roberts

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Enviado por Ruben Bauer Naveira

O dia em que assassinaram o Planeta Terra

Paul Craig Roberts, tradução de btpsilveira

“A mudança na qual você pode acreditar” desapareceu nos primeiros dias do regime Obama assim que foram preenchidos os quadros governamentais em Washington. David Brooks(1) cantou louvores àqueles que tornaram impossível a mudança: “o melhor dos infiltrados em Washington, Tron(s) conquistadores(2) que conseguiram duplo 800 nos seus SATs”(3)

Oito anos passados, e Donald Trump foi taxativo sobre quais mudanças pretendia fazer, sendo as duas mais importantes a normalização de relações com a Rússia e o retorno para casa dos empregos de classe média, taxando as empresas com base nos Estados Unidos que expatriassem os empregos para o estrangeiro em busca de mais lucros. Mas rapidamente o governo Trump foi chamado às falas e voltou para a causa das corporações poluidoras, dos executivos de Wall Street, grandes empreiteiros de segurança e defesa e generais russófobos.

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Na Rússia, centenas são presos em protestos contra corrupção

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Jornal GGN - Na Rússia, centenas de pessoas foram presas durante manifestações contra a corrupção que pediam a renúncia de Dmitry Medvedev, primeiro-ministro russo, neste domingo (26).
 
Alexei Navalny, líder opositor que convocou os protestos, foi detido em Moscou. Navalny, que foi preso antes mesmo do início das manifestações, foi condenado hoje (27) a 15 dias de prisão por desacato à polícia. 
 
"Não reconheço minha culpa. O povo está descontente com a corrupção e, por isso, decidiu participar da manifestação pacífica", disse Navalny durante audiência na Justiça. 

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Em 2015, Rússia decidiu proibir terceirização após 20 anos

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Jornal GGN - Ao contrário do que ocorre no Brasil governado por Michel Temer, a Rússia decidiu, em 2015, proibir a terceirização do trabalho, após negociações entre os sindicatos e o governo de Vladimir Putin. 
 
Há dois anos, Abdegani Shamenov, integrante do conselho nacional do Sindicato dos Trabalhadores da Construção da Rússia, participou de uma palestra no Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. 
 
Na ocasião, o sindicalista contou que terceirização na Rússia começou a ser praticada logo após o fim da União Soviética, no começo dos anos 1990, mas sem previsão em lei. “O fim da terceirização é um grande orgulho para os sindicatos russos”, afirmou. 

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O círculo russo de Donald Trump, por André Araújo

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por André Araújo
 
O CÍRCULO RUSSO DE DONALD TRUMP - Dmitry Rybolovlev, o rei do fertilizante da Rússia, bilionário que mora em Mônaco, é dono de um banco em Chipre, paraíso bancário usado pelos oligarcas russos para mega lavagem de dinheiro. Esse magnata russo esteve com Trump 17 vezes em 2016 e em cidades onde não tinha qualquer razão para estar, suas viagens sempre coincidiam com as viagens de campanha de Trump.
 
O maior credor de Trump e seu grande financiador nos últimos dez anos é o DEUTSCHE BANK, cujas ligações com o mundo bancário de Chipre são profundas, os bancos de Chipre usam o DEUTSCHE como banco de compensação para operações na Europa Ocidental e EUA, alguns ex-executivos do DEUTSCHE são hoje presidentes de bancos cipriotas. Trump deve atualmente ao DEUTSCHE uma cifra em torno de 1 bilhão de dólares.

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Usina de guerra híbrida: como se fabricam notícias antirrussas

© AFP 2016/ Kirill KUDRYAVTSEV

do Sputinik

Usina de guerra híbrida: como se fabricam notícias antirrussas

Não é um segredo que a mídia americana não se cansa de apresentar a Rússia como um “supervilão omnipresente”, tentando incutir o medo de Moscou nos seus cidadãos e os distrair dos problemas internos, diz o fundador do portal The Intercept Glenn Greenvald.

"Putin, bem como os terroristas da Al-Qaeda e os comunistas soviéticos anteriormente, está [hoje em dia] por toda a parte. A Rússia está por trás de todas as desgraças, principalmente, claro, por trás da derrota de Hillary Clinton nas eleições [presidenciais de 2016]. E se alguém se atreve a questionar isso, ele passa automaticamente a ser considerado como um dos traidores que, provavelmente, trabalham pessoalmente para Putin", observa o jornalista da Intercept.

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2035, por Daniel Afonso da Silva

2035

por Daniel Afonso da Silva

Global Trends: paradox of progress foi o legado formal do presidente Obama ao seu sucessor em orientação de política externa e percepção prospectiva do meio internacional.[1] Confeccionado pelo conjunto de serviços de segurança e inteligência norte-americanos e publicado pelo National Intelligence Council, esse ensaio de futurologia apresenta linhas-mestras das tendências mundiais dos próximos cinco e dos próximos vinte anos e afirma uma conclusão, no mínimo, desoladora: malgrado todos os avanços presentes e futuros, em todas as frentes da atuação humana, os mundos de 2020 e de 2035 serão menos seguros e mais desiguais, mais violentos e menos amicais.

A hecatombe política de 1989-1991 e a pasmaceira financeira de 2007-2009 modificaram – e continuarão modificando – a essência das relações humanas, nacionais e internacionais, contemporâneas. As fissuras geopolíticas e geoestratégicas oriundas do “9/11” de 2001 e das primaveras árabes de 2011 deixaram o mundo – de hoje e de 2035 – desbussolado. Tudo segue e seguirá confuso e sombrio. As contradições da globalização colocaram em questão a natureza do próprio fenômeno. O destino da interconexão planetária segue uma incógnita.

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Às voltas com Alain Dejammet, por Daniel Afonso da Silva

Às voltas com Alain Dejammet

por Daniel Afonso da Silva

O fim do conflito Leste-Oeste modificou a densidade e a qualidade de todas as ações no meio internacional. Os Estados Unidos acreditaram ter ganhado a guerra fria e decretaram o fim da história. Doravante o mundo inteiro serviria pretensamente aos seus preceitos liberais marinados no american way of life. 

Mas as fraturas no modelo não tardaram aparecer. Os europeus estavam em vias de consolidar uma nova Europa. Ioguslávia e Iraque demandavam atenção especial dos defensores da nova ordem mundial. Ruanda e Sérvia mostravam a impotência das potências. Os sul-americanos iam se acomodando no Mercosul e em suas novas repúblicas ávidas por democracia. Os russos iam aprendendo a viver depois da URSS. Os chineses e indianos planificavam o seu novo lugar ao sol. Os africanos iam amargando o choque da descolonização. 

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Rússia estende asilo de Edward Snowden por mais dois anos

 
 
 
As autoridades russas estenderam por mais dois anos o pedido de asilo do ex-analista de sistemas da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) que vazou milhares de documentos sigilosos dos Estados Unidos à imprensa, Edward Snowden, no país.
 
O anúncio foi feito pela porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Maria Zakharova, que confirmou que "a residência de Snowden na Rússia foi estendida por mais alguns anos."

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Trump diz que pode retirar sanções contra Rússia

Da Agência Brasil

A menos de uma semana de sua posse na Presidência dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump afirmou que está disposto a retirar as sanções contra a Rússia. Em entrevista ao jornal The Wall Street Journal publicada ontem (13), Trump disse que aceita se reunir com o líder russo, Vladimir Putin, logo após assumir a Casa Branca, em 20 de janeiro, e discutir a relação.

De acordo com o republicano, caso Moscou demonstre colaboração em assuntos estratégicos, como a luta contra o terrorismo, ele poderá retirar as sanções aplicadas à Rússia. As últimas foram impostas em dezembro pela administração de Barack Obama pelos supostos ataques de hackers russos a informações sigilosas de Washington e à intervenção nas eleições presidenciais de novembro.

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"Já fomos enganados antes", diz jornalista dos EUA sobre ação da Rússia na eleição

Jornal GGN - Um jornalista da Rolling Stone produziu reportagem republicada pelo blog Outras Palavras questionando o uso da impresa estadunidense pelo governo Obama no episódio em que a Rússia foi acusada de hackear os computadores da campanha de Hillary Clinton. Matt Taibbi questiona a passividade dos veículos de comunicação diante do que pode ser um escândalo sem precedente envolvendo o sistema político ou uma fraude.

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Putin e Trump: quais interesses motivam a aproximação?

 
Jornal GGN - Após o relatório da Inteligência Nacional norte-americana confirmar que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou uma campanha para tentar influenciar o resultado da eleição de vitória a Donald Trump, nos Estados Unidos, a dúvida que se levanta é: o que Trump pode oferecer a Putin e Putin a Trump?
 
No contexto do material divulgado pelos serviços de inteligência dos Estados Unidos, o documento mostra que o objetivo de ajudar o republicano a derrotar a democrata Hillary Clinton não ultrapassou, por outro lado, a legalidade das urnas.
 
A atuação russa ocorreu por meio de hackers que, com a suposta autorização de Putin, invadiram os computadores do Partido Democrata e divulgaram as informações ao WikiLeaks de que a sigla favoreceu Hillary nas primárias, com o intuito de ferir a imagem dos democratas. 
 
O caso levou o então presidente Barack Obama a expulsar 35 diplomatas russos acusados de participar da espionagem. Após a divulgação do relatório "não confidencial", nesta sexta-feira (06), Obama em tom irônico advertiu o seu sucessor que Vladimir Putin "não faz parte da equipe" de governo.
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Putin anuncia acordo de cessar-fogo na Síria

 
Jornal GGN - O presidente russo Vladimir Putin confirmou o cessar-fogo entre o governo de Bashar al-Assad e a oposição na Síria, anunciado ontem pela Turquia. Putin também anunciou a redução do envolvimento da Rússia no conflito. 
 
O exército da Síria disse que os ataques serão paralisados a partir da meia-noite. De acordo com a Rússia,  as facções rebeldes que fazem parte do acordo incluem 62 mil combatentes. 
 
Moscou também afirmou que o regime sírio e a oposição se comprometeram a participar de novas negociações. 

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