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Moro recebeu salário de R$ 102 mil e só devolveu R$ 9,00

Foto: Lula Marques/PT

Jornal GGN - O repórter Ricardo Mendonça, do Valor Econômico, resgatou em sua página pessoal no Twitter uma informação a respeito dos vencimentos do juiz Sergio Moro, após outros profissionais de imprensa apontarem que os procuradores de Curitiba têm recebido salário acima do teto constitucional, que é de R$ 33,7 mil.

Mendonça publicou uma imagem que mostra que só em dezembro de 2016, Moro recebeu R$ 102 mil e devolveu aos cofres públicos apenas R$ 9,00, por entender que esse é o valor que extrapolou o teto.

"Moro recebeu R$ 102.151,58 em dez/16. E devolveu R$ 9,14 por entender que era a parte que excedia o teto constitucional. NOVE REAIS", exclamou o repórter. "O teto é R$ 33,7 mil, máximo que um servidor deveria receber. Mas na conta, muitos desconsideram indenizações, auxílio-moradia, creche, refeição...", explicou.

Para Mendonça, a "matemática", de qualquer forma, não faz "sentido", se considerado o artigo 37 da Constituição.

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Procuradores de Curitiba já custaram R$ 2,2 milhões só em diárias

Foto: Antonio More
 
 
Jornal GGN - A jornalista Mônica Bergamo revelou, em coluna na Folha desta segunda (21), que os procuradores de Curitiba já custaram R$ 2,2 milhões aos cofres públicos apenas em diárias concedidas nos últimos dois anos.
 
Esses valores são pagos aos membros do Ministério Público Federal que foram deslocados de suas respectivas cidades de origem para trabalhar na capital da Lava Jato. A verba da diária é extra-salário e, quando somada aos rendimentos, faz com que muitos procuradores ganhem mais do que o teto constitucional permite.
 
É o caso, segundo mostrou Reinaldo Azevedo na semana passada, de um dos "tenentes" da Lava Jato de Curitiba: o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. Segundo o jornalista, juntando salário, auxílio-moradira, penduricalhos e as diárias [R$ 137 mil], Lima deve ter recebido em 2016 cerca de R$ 618 mil, que daria uma média salarial de R$ 51 mil - ou seja, R$ 17,8 mil acima do teto, que é de R$ 33,7 mil.
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Procurador de Curitiba ganha mais do que o teto permite, diz jornalista

Foto: Rodrigo Leal/Futura Press
 
 
Jornal GGN - O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos homens-fortes da Lava Jato em Curitiba, recebeu, só em 2016, R$ 137 mil referentes a 170 diárias. O pagamento foi feito porque Lima é membro do Ministério Público Federal lotado em São Paulo, mas foi deslocado para a capital do Paraná por causa da operação na Petrobras.
 
Artigo de Reinaldo Azevedo na RedeTV lembrou que além das diárias, Lima tem direito ao auxílio-moradira de R$ 4,3 mil mensais, mais salário que está na casa dos R$ 30 mil, sem contar o chamados "penduricalhos".
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Temer vai congelar salários e cortar benefícios de servidores para poupar R$ 9 bi

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Após gastar bilhões em emendas parlamentares para se salvar de uma denúncia da Procuradoria Geral da República e admitir a revisão da meta fiscal para 2017 e 2018, Michel Temer pretende congelar o salário de servidores e cortar gastos com benefícios como auxilio-moradia, para economizar ao menos R$ 9,8 bilhões no próximo ano. É o que informa a Folha de S. Paulo deste sábado (12).

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Janot contraria Raquel Dodge sobre aumento do salário dos procuradores

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - Prestes a sair do cargo, o procurador geral da República Rodrigo Janot contrariou sua sucessora, a procuradora Raquel Dodge, em relação ao reajuste salarial de 16,7% para a categoria, que vai custar cerca de R$ 116 milhões só em 2018.
 
Raquel esperava transferir para Janot a responsabilidade de indicar quais seriam os cortes necessários no orçamento do Ministério Público Federal para cobrir o aumento do salário dos procuradores. A solicitação foi feita por ela em um ofício, já que ela não compareceu à reunião no Conselho Superior do MPF que discutiu a questão, nesta terça (1).
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Entenda o acórdão para a Reforma Trabalhista e as mudanças na CLT

A "modernização trabalhista" recebeu a promessa de ser atenuada por Michel Temer e Romero Jucá. Em ensaio para "cumprir a palavra", governo tinha a garantia da Câmara pelo "insucesso", que manterá as polêmicas contra os trabalhadores
 

Foto: Beto Barata/Presidência da República
 
Jornal GGN - A reforma trabalhista que modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi aprovada em um acórdão do governo Michel Temer e sua base aliada, após o presidente da República sugerir a senadores indecisos uma emenda com algumas mudanças em pontos polêmicos que seria enviada à Câmara. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por sua vez, já disse que irá arquivá-la.
 
Mas o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMBD-RR), leitor da carta de Temer que tentava negociar o apoio com parte dos indecisos da base aliada, já afirmou que está pronta a minuta da medida provisória que traz algumas modificações à reforma aprovada. O senador insiste, ainda que a contragosto de Maia, e já trouxe prazos.
 
Jucá afirmou nesta sexta-feira (14) que a MP vai "sair dentro de alguns dias", em referência à remessa das mudanças por Temer à Câmara. "Essa medida provisória vai sair dentro de alguns dias, mas é importante dizer também que essa lei que nós sancionamos só vale daqui a 120 dias. Portanto, dentro desse prazo, a medida provisória vai alterar a lei para que ela comece a valer", disse o parlamentar.
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“Emprego e salário” e “trabalho renda”: duas consignas complementares da esquerda, por Renato Dagnino

“Emprego e salário” e “trabalho renda”: duas consignas complementares da esquerda

por Renato Dagnino

1. Introdução  

Este texto visa a subsidiar a discussão sobre as políticas públicas de um futuro governo de esquerda. Sua motivação é a necessidade de compatibilizar e gerar sinergias de natureza social, econômica e cognitiva entre as ações atinentes às políticas relacionadas ao curto e longo prazos. Seu foco é a constatação de que nosso potencial de geração de renda e riqueza não poderá ser aproveitado adequadamente pelas empresas, pelo chamado setor formal. É sabido que a função social de políticas orientadas a gerar emprego e salário que têm sido entendidas como imprescindíveis para promover crescimento econômico no curto prazo encontra crescentemente um obstáculo tecnológico ou relacionado à baixa qualificação formal da força de trabalho ou ainda, mais precisamente, cognitivo. Por isso, elas terão que ser coadjuvadas pelas de geração de trabalho renda imprescindíveis para implementar no longo prazo o projeto de desenvolvimento que queremos.

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A campanha salarial das universidades públicas paulistas: do déjà vu à solucionática, por Renato Dagnino

A campanha salarial das universidades públicas paulistas: do déjà vu à solucionática

por Renato Dagnino

Talvez os colegas mais jovens não saibam da culposa sensação de déjà vu que assalta os mais velhos quando vemos se aproximar a campanha salarial nas universidades públicas paulistas.

Há quase 40 anos estamos falhando ao tentar melhorar nossas condições de trabalho e defender nosso salário.

O que segue é uma mea-culpa que fraternalmente analisa a “problemática” para convidar à concepção de uma “solucionática” que aponte para cursos de ação mais eficientes para nós, eficazes para nossas universidades e efetivos para a sociedade.

Intencionalmente ou não, nosso foco tem sido convencer os que poderiam usar seu poder político e econômico para tanto da importância do que fazemos.

Inadvertidamente, nos temos orientado na direção de um conhecimento enviesado para aumentar a competitividade de suas empresas e a chance de seus filhos conquistarem bons empregos.

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Salário de diretores da EBC salta para R$ 33 mil e alcança teto constitucional

Jornal GGN - É destaque na coluna da jornalista Mônica Bergamo, nesta quinta (9), que os diretores da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) tiveram reajuste salarial decretado pelo Conselho de Administração. O valor dos honorários passou para R$ 33 mil, o teto constitucional. Antes, quatro diretores recebiam R$ 25 mil e Laerte Rímoli, diretor-presidente, R$ 29 mil.
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Piso de professor é interpretado como teto, diz presidente da Apeoesp

Maria Izabel Azevedo Noronha (Bebel)

Jornal GGN - "O piso, o próprio nome já diz: é piso. É ponto de partida. Lamentavelmente, estados e municípios fazem disso um teto", afirmou a presidente da Apeoesp (sindicato dos professores da rede pública estadual paulista), Maria Izabel Azevedo Noronha, à Rede Brasil Atual. 

Para ela, o anúncio do governo federal, nesta quinta-feira (12), de R$ 2.298,80 como piso nacional para os professores não trouxe novidades em relação ao que já determina o Plano Nacional de Educação (PNE).

A manifestação da presidente da Apeoesp tem base nos dados divulgados pelo próprio Ministério da Educação, de que menos da metade das cidades e estados conseguiram pagar o piso estabelecido por lei no ano passado.

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Hildegard Angel: "Brasil desce a ladeira em alta velocidade e sem freios"

Jornal GGN - A jornalista Hildegard Angel teceu comentários a respeito da crise econômica que atingiu em cheio os servidores públicos do Rio de Janeiro, que estão com os salários atrasados desde novembro, assim como ocorre em outros estados. 

Sem citar os impactos da Lava Jato, ela afirmou que sabe que a engenharia nacional "foi destruída" e o que Brasil "desde a ladeira em alta velocidade e sem freios". "A fúria popular é indiscriminada. Nunca vi algo parecido", disse.

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Décimo terceiro vai colocar R$ 197 bilhões na economia, aponta Dieese

 
Jornal GGN - R$ 197 bilhões serão injetados na economia brasileira com o pagamento do 13º salário neste ano, afirma o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
 
O montante representa em torno de 3% do produto Interno Bruto (PIB), e 84 milhões de trabalhadores deverão receber um valor médio de R$ 2.192. 

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"Temer acaba de dar mais passo no sucateamento da Defensoria", diz associação

 
Jornal GGN - Defensores públicos anunciaram "repúdio" à negativa de Michel Temer sobre o reajuste salarial dos membros da Defensoria Pública da União. Em nota oficial, afirmaram que Temer sancionou recentemente projetos de lei que reajustam 16 categorias do serviço público, mas agora nega aos defensores.
 
"Nesse curso, a negativa do Governo Federal teve como alvo unicamente a Defensoria Pública da União.  A Carreira foi, portanto, a única excluída de um tratamento remuneratório justo e compatível com a vocação da instituição comprometida com o acesso à cidadania e passa à condição de carreira jurídica federal com a pior remuneração e estrutura", afirmaram.
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Agripino recebe mais do que o dobro do teto do funcionalismo público

Jornal GGN – O senador Agripino Maia, do DEM, deve mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos do Rio Grande do Norte. O Ministério Público Federal ingressou na última segunda-feira (4) com ação de cobrança.

Além dos R$ 33 mil que Agripino recebe pelo cargo de senador, ele também ganha outros R$ 30 mil a título de “pensão vitalícia de ex-governador”. Somando as duas rendas, ele recebe praticamente o dobro do teto permitido para servidores públicos.

Em liminar, o MPF deu 48 horas para o senador escolher de qual renda serão descontados os valores recebidos irregularmente. Caso ele não se manifeste, o Senado vai descontar o valor que ultrapassa o teto. Nesse caso, Agripino continua a receber a “pensão especial” pelo serviço prestado no Governo do Estado e passa a receber do Senado apenas a diferença entre a pensão e o teto.

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Senado aprova reajuste salarial do Judiciário e do MP, com impacto de R$ 25 bilhões

Jornal GGN - Os servidores do Poder Judiciário receberão reajuste salarial de 41% dividido em oito parcelas até 2019, segundo texto aprovado pelo Senado nesta quarta (29). Pelo projeto, os servidores do MPF tabém receberão aumento, que vai de 12% a 25%, dependendo do cargo exercido pelo funcionário. O impacto do reajuste do Judiciário será de R$ 22 bilhões em quatro anos. Do Ministério Público, outros R$ 3,4 bilhões.

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