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Eu sou o PMDB da seriedade, não da 'Ponte para o Futuro', diz Requião


Foto: Fotos públicas
 
Jornal GGN - Roberto Requião (PMDB-PR) também foi alvo de pedido de expulsão pelo Diretório Nacional da legenda, assim como a senadora Kátia Abreu (TO), mas terá seu caso analisado pela Comissão de Ética e e Disciplina do PMDB. No partido desde a década de 1980, Requião afirmou ser "o peemedebista mais fiel neste Congresso Nacional", mas "do PMDB da seriedade".
 
"É evidente que eu não sou do PMDB da 'Ponte para o Futuro'", disse o senador, destacando que o que mudou não foi sua fidelidade, mas os projetos e ideias do partido, hoje comandados por parlamentares "submetidos aos interesses" do governo de Michel Temer.
 
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Aécio é blindado no Senado, mas ameaçado no Judiciário


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - O Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), por uma grande maioria de 16 senadores. Assim, a Casa Legislativa sequer investigará se o tucano recebeu por meio de seu primo R$ 2 milhões do dono da JBS, Joesley Batista. Se o parlamentar conseguiu a blindagem no Congresso, no Judiciário o contexto é um pouco diferente: ele é alvo de 8 inquéritos e uma denúncia.
 
Foram 16 votos contra 4 que salvaram temporariamente o senador Aécio e um afastamento de suas atividades legislativas por quebra de decoro parlamentar. Segundo o senador Lasier Martins (PSD-RS), se Aécio queria provar que era inocente, agora não tem mais a opção e perdurará "a dúvida".
 
"Não estivemos agora julgando a cassação, e sim a admissibilidade ou não da representação. Sempre defendi que o processo seria saudável para Aécio provar que é inocente. Da maneira que ficou, perdura a dúvida", disse o parlamentar.
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Relatoria especial para inquérito de Aécio deve aprofundar caso Furnas


Foto: Senado
 
Jornal GGN - O ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), concordou que a acusação contra Aécio Neves (PSDB-MG) que traz como protagonista o articulador do esquema de Furnas não guarda relação com a Petrobras e, por isso, pediu sorteio do novo relator. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, aceitou o pedido e o novo ministro a comandar o processo será Ricardo Lewandowski.
 
O caso era um dos cinco inquéritos contra o senador tucano afastado no STF, como desdobramento da Lava Jato, que foram abertas investigações a partir das delações premiadas da empreiteira Odebrecht.
 
A investigação que será relatada por Lewandowski apura o pagamento de vantagens indevidas e propinas, a pedido de Aécio Neves (PSDB-MG), para a sua campanha, para a do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), do ex-deputado Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e do então deputado Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG).
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"Não haverá um segundo tempo, Diretas é agora", diz Requião

 
Jornal GGN - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) lançou um manifesto conclamando a população e o seu partido, que é o mesmo de Michel Temer, a ir às ruas pelas eleições diretas para presidente da República. O documento aberto a adesões foi enviado desde a Itália, onde o parlamentar participou da sessão da Eurolat, nesta sexta-feira (19).
 
No pedido para os seus correligionários adotarem a postura de oposição ao governo Temer, Requião diz que "a pátria está em risco; os brasileiro, atordoados por uma sequência de acontecimentos catastróficos, esperam, aguardam, anseiam pela remição desse caos".
 
"O nosso silêncio, a nossa omissão ou a nossa conivência com o que acontece, na insana esperança de se dar tempo ao tempo para que os dias passem, a indignação se arrefeça e novos acontecimentos soterrem os antigos, constituem a tática menos aconselhável para o momento. Porque não haverá um segundo tempo, uma nova chance. É agora!", exclama.
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Como a JBS pagou os R$ 2 milhões a Aécio


Foto: Roque de Sá/Agência Senado
 
Jornal GGN - A pessoa escolhida por Joesley Batista, dono da JBS, para entregar R$ 2 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) narrou em detalhes como realizou o primeiro dos quatro pagamentos ao primo do senador, Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred. 
 
Ricardo Saud, diretor de relações institucionais e governo da J&F, grupo do qual pertence o frigorífico, é um dos delatores que descreveu aos procuradores da República as acusações contra o tucano, com base em provas e documentos. 
 
"O que estamos apresentando é um recall de todo o que aconteceu na campanha de 2014, de fatos ilícitos", assim introduziu Saud. "A gravação que tenho mais participação ativa foi do senador Aécio Neves com Joesley no Hotel Unique, em São Paulo, porque dela nós fizemos um ato contínuo e tivemos desdobramentos dela", seguiu.
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Aécio ofereceu contrapartida aos R$ 2 milhões, mostra delator

Foto: Marcello Casal JR/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - Quando se encontrou com Joesley Batista, o dono do frigorífico JBS que revelou em grampos e delação premiada as acusações que geraram a maior crise do governo, o senador tucano Aécio Neves chegou a oferecer ao empresário a nomeação de um diretor da Vale.
 
Nesta conversa, Aécio pediu R$ 2 milhões para supostamente pagar honorários advocatícios de Alberto Toron para sua defesa na Operação Lava Jato, mas o dinheiro acabou entrando na conta de empresa da família do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), aliado do tucano.
 
O encontro ocorreu no dia 24 de março, segundo a gravação de Joesley, no Hotel Unique, em São Paulo. Em um dos quatro pacotes de cédulas que juntas somavam os R$ 2 milhões, os investigadores colocaram chips, que emitem sinais e permitem o monitoramento do caminho efetivo do dinheiro. Na conversa com Joesley, Aécio indicou seu primo, Frederico Pacheco de Medeiros, chamado no diálogo de Fred, que já foi diretor da Cemig e um dos coordenadores da campanha presidencial de Aécio em 2014.
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STF não prende Aécio, que diz que pedido de R$ 2 mi foi empréstimo pessoal


Foto: Roque de Sá/Agência Senado
 
Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República, comandada por Rodrigo Janot, solicitou a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas o ministro relator do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou a prisão ao tucano. Em meio à crise, o PSDB escolheu o deputado Carlos Sampaio (SP) para a Presidência Nacional da sigla. E Aécio disse que R$ 2 milhões foram "pessoais".
 
Aécio foi impedido apenas de exercer as funções de senador, não sendo afastado do mandato oficial. Na decisão, Fachin impôs duas medidas cautelares ao tucano: a proibição de deixar o país, entregando seu passaporte, e de contatar qualquer outro réu ou investigado no processo relacionado à acusação da JBS.
 
Mas o ministro negou o pedido de prisão do senador e decidiu não levar para o Plenário do Supremo a discussão sobre o assunto. De acordo com informações do gabinete de Fachin, a negativa pode ser revertida apenas se a Procuradoria-Geral da República entrar com um novo recurso contra a decisão do ministro, e então o caso seria levado ao voto de todos os ministros.
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PGR estuda romper acordo de delação de Delcídio


Foto: Geraldo Magela /Agência Senado
 
Jornal GGN - O acordo de delação premiada do senador cassado Delcídio do Amaral corre riscos de ser invalidado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa romper a colaboração homologada em 2016, após depoimentos de ex-executivos da Odebrecht revelarem a participação de Delcídio em outros esquemas de repasses a campanhas eleitorais.
 
A sequência de depoimentos dos funcionários e ex-funcionários da empreiteira trouxe à tona a possibilidade de alguns depoimentos de delatores serem questionados. É o caso do ex-gerente de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, das companhias Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, e do ex-senador Delcídio.
 
A primeira conclusão da Procuradoria sobre o ex-parlamentar é que nos 29 anexos de depoimentos prestados entre 11 e 14 de fevereiro do último ano, Delcídio não repassou informações dadas pela Odebrecht. 
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Últimas testemunhas, parlamentares são ouvidos em ação da Lava Jato contra Palocci

 
Jornal GGN - Em depoimento prestado ao juiz Sérgio Moro por videoconferência, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e os deputados federais Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Paulo Pimenta (PT-RS) negaram as suspeitas da Lava Jato contra o ex-ministro Antonio Palocci, de ter obtido propina para atuar em favor da Odebrecht, entre 2006 e 2013.
 
Questionados pelo advogado de Palocci, Alessandro Silvério, os parlamentares afirmaram não ter conhecimento de que atuou para beneficiar qualquer empresa ou o Grupo Odebrecht o ex-ministro da Casa Civil, durante o governo de Dilma Rousseff, e da Fazenda, durante o governo de Lula.
 
Palocci foi alvo da 35ª fase da Operação Lava Jato e está preso desde o dia 26 de setembro, acusado de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Conforme já divulgou o GGN, a estratégia dos investigadores é condenar o ex-ministro como ponte para a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
 
"Eu não me lembro de nenhuma iniciativa por parte dele como ministro para tratar de assunto legislativo porque, normalmente, cabe a coordenação política de governo e à Casa Civil. Quando há algum tema, digamos, de destaque onde o líder do governo, eventualmente, tem que encaminhar a posição do próprio governo, só nessas situações, você eventualmente fala com ministro da Fazenda ou de outra pasta, que são assuntos específicos”, disse Chinaglia.
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Jorge Viana e Tião Viana posicionam-se sobre a segunda lista de Janot

 
Jornal GGN - Incluídos na segunda lista de Janot de pedidos de inquéritos, com base nas delações premiadas da Odebrecht, o senador Jorge Viana (PT-AC) e o governador do Acre, Tião Viana (PT), se posicionaram sobre a citação a possível investigação contra os políticos.
 
Segundo eles, o "Brasil vive a mais grave crise de sua representação política, com nocivas consequências para a vida social e econômica do país. Tal crise atinge a todos os partidos e coligações com tamanha profundidade que, sem exceção, todos os políticos precisam dar explicações à opinião pública".
 
"Sem ocupar cargo público, fui candidato em 2010 e fiz uma campanha que custou R$ 968,1 mil, dos quais R$ 280 mil foram repassados a outros candidatos. Os recursos foram declarados e minhas contas, aprovadas pela Justiça Eleitoral, de acordo com a legislação vigente", afirmou o parlamentar.
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Serra volta ao Senado em meio a negociações de petrolíferas

Serra e o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry
 
Jornal GGN - O então ministro de Relações Exteriores José Serra (PSDB-SP) pediu demissão, nesta quarta-feira (22), em carta ao presidente Michel Temer. Alegando problemas de saúde, Serra disse estar impedido "de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de Chanceler".
 
Justificou ao Planalto que "segundo os médicos, o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses". No fim de dezembro, Serra foi submetido a uma cirurgia de descompressão e artrodese da coluna cervical.
 
Apesar da recuperação, boletim médico do Sírio Libanês, hospital em São Paulo onde foi realizada a cirurgia, não destacava gravidade no procedimento. Ao contrário, a nota divulgada no dia 19 de dezembro informava que a cirurgia era, na verdade, uma "técnica minimamente invasiva".
 
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Assessor de Delcídio inocenta Lula e acusa ex-senador

 
Jornal GGN - A tentativa de obstrução à Justiça pelo ex-senador Delcídio do Amaral ocorreu por intermédio de seu assessor, Diogo Ferreira. Em depoimento prestado à Justiça Federal de Brasília, nesta sexta-feira (17), afirmou que jamais ouviu qualquer menção de Delcídio sobre atuação de Luiz Inácio Lula da Silva no episódio.
 
O depoimento foi concedido no âmbito do processo que apura a suposta compra de silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, por Delcídio, pelo ex-presidente Lula e outros seis investigados.
 
Mas a tese de arrolar Lula no esquema preparado por Delcídio fracassou. Assim como ocorreu em seu próprio depoimento aos investigadores e juízo na 10ª Vara Federal de Brasília, nesta quarta-feira (15), foi a vez de seu assessor desmentir a teoria.
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Após 4 meses de parecer da PF, Janot pede para arquivar inquérito contra Lindbergh

 
Jornal GGN - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento do inquérito contra o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) na Operação Lava Jato, por "ausência de fatos" e de "elementos suficientes para a deflagração de ação penal" contra o parlamentar.
 
Ainda em novembro do ano passado, a Polícia Federal já recomendava o arquivamento do inquérito por falta de provas, afirmando que não era possível constatar que Lindbergh tenha recebido doações eleitorais de origem ilegal.
 
Aberto em março de 2015, o inquérito apurava a delação do ex-diretor Paulo Roberto Costa, que disse que em 2010, o então candidato ao Senado solicitou R$ 2 milhões da cota do PP do esquema de corrupção da Petrobras. Desde então, passou a ser alvo de investigação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
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Saída de Renan impactará agenda Temer no Congresso

 
Jornal GGN - A saída de Renan Calheiros (PMDB-AL) da Presidência do Senado trará mudanças na esperada agenda de votações do governo Michel Temer. O substituto, senador Jorge Viana (PT-AC), já adiantou aos peemedebistas que não tem pressa em colocar para o Plenário a PEC do Teto dos Gastos, antes prevista para ser votada na próxima semana. Outras matérias, como o Projeto de Lei de Abuso de Autoridade também devem ser impactados.
 
Logo após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, decidir pela saída de Renan do posto da Presidência do Senado, por ser réu da Operação Lava Jato, a surpresa fez com que o posto fosse transverido ao vice, Jorge Viana.
 
Embora muito próximo do peemedebista, Viana sofre pressão da bancada petista e de oposição ao governo Temer, o que deverá impactar nas principais pautas agendadas pelo Senado para votação, de interesse do presidente.
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Denúncia contra Lula é exibicionismo e mobilização política, diz Renan

 
Jornal GGN - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), manifestou-se sobre a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apresentada na última semana, afirmando nesta terça-feira (20) que a Operação Lava Jato precisa acabar com o "exibicionismo".
 
Renan disse que as investigações da força-tarefa da Lava Jato representam "um avanço civilizatório", mas que se deve separar "o joio do trigo", em menção à apresentação comandada pelo coordenador da equipe, o procurador da República Deltan Dallagnol, para denunciar Lula no caso triplex, além de outros episódios.
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