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Após Plano Diretor, Haddad quer limite para edificações que atrapalham o pedestre

Jornal GGN - A Lei de Zoneamento estudada pelo governo Fernando Haddad (PT), em São Paulo, pretende coibir a construção de edificações com mais de 10 mil metros quadros. A ideia é evitar que empreendimentos desse porte, como shoppings e condomínios fechados, sejam erguidos em locais que atrapalham o fluxo de pessoas. 

Para Daniel Montadon, que comanda a revisão da lei (um complemento ao Plano Diretor já aprovado), esses grandes lotes funcionam apenas como ilhas que trazem insegurança e monotonia aos arredores.

"Grandes lotes fechados são como ilhas na cidade. Não têm interação, geram insegurança e monotonia. Em 10 mil m² se consegue fazer um enorme empreendimento", diz. Ele ainda projeta, em entrevista à Folha, publicada nesta sexta (10), que o Paço deve enviar o projeto que revisa a Lei de Zoneamento à Câmara em janeiro do ano que vem.

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Os centros comerciais mortos da América

Jornal GGN - No sábado, o Estadão Economia publicou um artido de James Greiff sobre os "dead malls", centros comerciais mortos. Unidades que a América coleciona aos milhares, com destaque para os Estados Unidos. O autor lembra que 2007 foi o primeiro ano em quatro décadas em que o país de Barack Obama não ergueu nenhum centro comercial de grande porte. Desde lá, só em 2012 um shopping center foi construído na região. O GGN reproduz abaixo a tese de Greiff.

Do Estadão

O desinteresse americano por shopping

Na semana passada o Slate publicou fotos de enormes shopping centers decadentes, vazios, que fazem parte de um novo livro, Autópsia da América.

As imagens são impressionantes e o momento não podia ser melhor. Os grandes centros comerciais erigidos nas áreas suburbanas e hoje abandonados estão na moda. Um grupo do Facebook, The Dead Malls Enthusiasts (Os entusiastas dos centros comerciais defuntos) conta com 14.000 membros. Uma pesquisa no Google sobre os “dead malls” (centros comerciais mortos) produz 5,7 milhões de resultados. E os interiores desolados dessas mecas do varejo continuam a aparecer nos thrillers e filmes de terror.

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Governo se reúne com associação de shoppings para diminuir preconceito contra rolezinhos

Sugerido por Gão

Da Rede Brasil Atual

Governo pede a shoppings iniciativa para diminuir preconceito contra rolezinhos

Reorientação do trabalho de segurança está entre as condutas solicitadas. Reunião, coordenada pelo ministro Gilberto Carvalho, chamou a atenção para o caráter democrático dos encontros de jovens

 
Reunião entre representantes do governo federal e dos administradores de shopping centers do país marcou a tentativa de abrir a interlocução com empresários do setor sobre a liberdade dos jovens de promover encontros em grupo dentro dos centros de consumo. O encontro foi coordenado pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que enfatizou à Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop) a necessidade de rever os parâmetros de segurança de tais locais, como forma de evitar atitudes de discriminação, preconceito e violência.
 
As ministras Luiza Bairros (Igualdade Racial) e Marta Suplicy (Cultura), além da secretária nacional de Juventude, Severine Macedo também reforçaram a posição do governo de que esses eventos são reflexo da mobilidade social e do crescimento econômico observado no país nos últimos anos. E apresentaram, como um dos principais pontos a serem discutidos, o que chamaram de “reorientação dos padrões de atuação e da cultura das forças de segurança, nos diversos níveis da Federação”.
 
Outra questão colocada no encontro foi a importância de serem aprofundadas as políticas públicas voltadas para demandas da juventude, sobretudo em áreas como cultura, lazer e esporte, em todos os estados, tanto no âmbito federal como estadual e municipal.
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Espaços ociosos podem ser alternativa para rolezinhos, defende empresário

A destinação de espaços públicos ociosos para o encontro de jovens pode ser uma alternativa para dar fim aos chamados rolezinhos. A sugestão foi dada pelo presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Shahyoun, e por um grupo de empresários ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, durante reunião hoje (29) no Palácio do Planalto.
 
“A gente sugeriu para o governo federal que pudesse nos apoiar no sentido de fortalecer com todas as prefeituras e os governos dos estados a busca por áreas que estão desativadas. Existem muitas áreas ociosas, existem hoje muitos espaços públicos que podem ser aproveitados por essa juventude, por esses adolescentes”, disse o presidente da Alshop.
 
Nabil Shahyoun deu como exemplo o sambódromo de São Paulo que, segundo ele, praticamente só é utilizado duas vezes por ano: no carnaval e durante a Fórmula Indy. O empresário disse ainda que a grande preocupação dos shoppings é que “esses jovens não entrem em grupos muito grandes”. Até que os governos definam os espaços que serão usados e montem uma programação para entreter esse público, em caso de organização de grandes concentrações em redes sociais, os shoppings devem continuar fechando as portas, em nome da segurança de clientes, defendeu Shahyoun.

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Dona Zelite rasga o verbo e sugere uma limpeza 'ética' dos shoppings

Enviado por Webster Franklin

da Carta Maior

Exclusiva: Dona Zelite abre o verbo contra os rolezinhos

Entrevistamos Dona Zelite, a socialaite mais afamada de Higienópolis. O assunto não poderia ser outro: os rolezinhos que estão tirando a Zelite do sério.

Estanislau Castelo
Maringoni

 



Entrevistei, com exclusividade, Dona Zelite, a socialaite mais afamada de Higienópolis. O assunto não poderia ser outro: os rolezinhos que estão tirando a Zelite do sério.

Estanislau: Dona Zelite, tudo bem?

Zelite: Essa já é a primeira pergunta, ou você está só me cumprimentando?

Estanislau: Já é a primeira pergunta.

Zelite: Então quero logo dizer que só estou dando essa entrevista, quer dizer, dando não porque rico não dá nada, vende, oferece ou aluga; mas, enfim, só estou oferecendo essa entrevista por uma causa pedagógica. Temos que superar este momento antes que seja tarde. Antes que as pessoas de bem, aquelas que são as cabeças pensantes e reinantes do PIB, prefiram mudar de país. Voltando à sua pergunta, não, meu caro, não está nada bem. As pessoas de bem estão com medo. Eu estou com medo.
 
O país vai de mal a pior, pois se uma pessoa não tem garantido o seu direito constitucional de ir ao Shopping tranquilamente com uma Louis Vuitton sem sentir medo, sem ser incomodada, sem correr o risco de esbarrar em um rolezento vestindo um boné escrito “Funk You”... não, definitivamente, nada vai bem. Me dá aí seu caderninho pra ver se você escreveu Louis Vuitton direitinho, se não pega mal pra mim... tá ok.

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Por que os ‘rolezinhos’ assustam

O Facebook estará completando dez anos em fevereiro, conforme registra o Globo na edição de segunda-feira (13/1). Trata-se de um fenômeno importante demais para ser mantido no limitado contexto das tecnologias: a rede de comunicações interpessoais, que inclui uma infinidade de aplicativos, se transformou em um campo social paralelo ao da sociedade tradicional, e sua influência se tornou tão ampla e definidora que já não cabe no conceito de “rede virtual”.

Ao lado de outros recursos que ampliam a conectividade entre os indivíduos, essa plataforma constitui um novo território para a vida comunitária, um novo lugar no mundo que é, ao mesmo tempo, “todo lugar” e “nenhum lugar”.

Os debates teóricos sobre sua influência, eventuais ganhos e perdas que virá a oferecer às futuras gerações, ainda têm um alcance limitado, porque são fundamentados numa experiência de vida que passa por transformações tão velozes quanto profundas.

A questão da privacidade, por exemplo, é discutida com base num conceito de individualidade que pode não fazer sentido para a geração plenamente digital. Por outro lado, o potencial de ubiquidade que oferece a seus integrantes reduz progressivamente o papel da mediação, tradicionalmente cumprido pelo sistema que chamamos de imprensa.

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Consumidores migraram dos shoppings para a internet e lojas de rua

Por Rai
 
Conforme a última divulgação do E-Bit, houve um crescimento real de 41% nas compras no comércio eletrônico e, segundo dados da Fecomercio, na cidade de São Paulo, o comércio nas lojas de rua e nos outlets aumentou em 15%, o que confirma, apenas, que os consumidores migraram dos shoppings para a internet e para as lojas de rua.
 
Em tempo: no Black Friday de 29/11, a empresa em que atuo tinha um objetivo "audacioso": vender R$ 270 milhões de Reais, nas nossas 900 lojas. Vendemos R$ 478 Milhões, nas lojas físicas e mais de R$ 200 milhões, nas lojas virtuais da cia.
 
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