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Eu sou o PMDB da seriedade, não da 'Ponte para o Futuro', diz Requião


Foto: Fotos públicas
 
Jornal GGN - Roberto Requião (PMDB-PR) também foi alvo de pedido de expulsão pelo Diretório Nacional da legenda, assim como a senadora Kátia Abreu (TO), mas terá seu caso analisado pela Comissão de Ética e e Disciplina do PMDB. No partido desde a década de 1980, Requião afirmou ser "o peemedebista mais fiel neste Congresso Nacional", mas "do PMDB da seriedade".
 
"É evidente que eu não sou do PMDB da 'Ponte para o Futuro'", disse o senador, destacando que o que mudou não foi sua fidelidade, mas os projetos e ideias do partido, hoje comandados por parlamentares "submetidos aos interesses" do governo de Michel Temer.
 
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Kátia Abreu e Roberto Requião são alvos de pedidos de expulsão do PMDB


Foto: Alessandro Dantas/ PT no Senado
 
Jornal GGN - O PMDB decidiu expulsar temporariamente a senadora Kátia Abreu (TO) das atividades parlamentares, após ser alvo de um pedido do partido de Michel Temer, que ainda será analisado pela Executiva da sigla. Além de Kátia, o senador Roberto Requião (PR) também foi alvo do mesmo pedido e a Comissão de Ética já designou um relator para o caso.
 
Ambos parlamentares são críticos do governo Michel Temer dentro do PMDB e têm atuado de forma contrária às orientações do Planalto dentro do Senado Federal. Kátia Abreu já havia sinalizado a sua saída e Requião quer brigar para permanecer na legenda, da qual pertence desde os anos 80.
 
A expulsão temporária de Kátia foi tomada pela Comissão de Ética do PMDB com base em um artigo que prevê que "a demora do processo" torna a penalidade ineficaz e portanto permite a situação. O motivo sustentado pela Comissão da legenda foi que ela teria ferido a ética e a disciplina partidária, por suas posições críticas e por ter votado matérias defendidas por Temer.
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As ameaças e recompensas do PMDB a votantes da denúncia contra Temer

Foto: Valter Campanato - Fotos públicas
 
Jornal GGN - Enquanto corre o recesso parlamentar, o Planalto atua para dar sinais claros de recompensas e reações à sua grande base na Câmara diante da votação da denúncia contra o presidente Michel Temer, marcada para o dia 2 de agosto.
 
Ainda que com baixa adesão a dissidências, o governo calcula pelo menos 8 deputados do PMDB que podem se posicionar contra o mandatário. Ainda que representando um número reduzido diante dos 171 deputados que Temer necessita para se ver livre da denúncia, são mais do que 10% dos 63 parlamentares da bancada.
 
Aos que permanecerem ao seu lado, o governo já mostrou contribuições em verde. Um total de 39 dos 40 deputados que votaram pela rejeição da denúncia contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara ganharam R$ 266 milhões em emendas parlamentares, segundo reportagem do Estadão.
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Contra dissidências no Senado, Temer força Reforma Trabalhista antes de Previdência


Foto: Marcos Corrêa/PR - Fotos públicas
 
Jornal GGN - Se o presidente Michel Temer pretende levar a Reforma da Previdência ao Plenário da Câmara em apenas três semanas, os próprios interlocutores do governo e a base aliada na Câmara acreditam que a votação só deve ocorrer no segundo semestre deste ano. 
 
Um dos empecilhos é a estratégia de condicionar a votação das mudanças na Previdência Social à votação da Reforma trabalhista pelo Senado, que deve retardar ainda mais a liberação das medidas projetadas pelo governo peemedebista.
 
“Só devemos aprovar a Previdência na Câmara depois da reforma trabalhista no Senado. Já conversei com o presidente sobre isso e ele achou a ideia boa. Estamos trabalhando nisso”, disse o deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos parlamentares aliados responsáveis por mapear os votos para a reforma.
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É no debate democrático que o PT fica maior e mais forte, por Jefferson Miola


Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas

Por Jefferson Miola

A pressão para que o senador Lindbergh desista da candidatura à presidência do PT contrasta com a tradição da democracia interna do Partido. E tem como efeito, além disso, a interdição do debate sobre as mudanças que o Partido deve promover.

Soam extravagantes argumentos como do Emir Sader, que diz que “Lindbergh comete grave erro político, que pode comprometer todo o seu futuro político, ao se opor à candidata do Lula à presidência do PT” [via twitter].

Em todos os PEDs [processos de eleições diretas] do PT, os candidatos do Lula – Zé Dirceu, Berzoini, José Eduardo Dutra, Rui Falcão – enfrentaram as disputas com nunca menos de quatro outros competidores de tendências internas minoritárias.

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PT não é contra plebiscito, mas nega que proposta derrube impeachment

 
Jornal GGN - Ao contrário do que divulgou a Folha de S. Paulo, a cúpula do PT não rejeitou a realização de plebiscito sobre novas eleições, proposto em carta aberta pela presidente afastada Dilma Rousseff.
 
O que a Executiva Nacional do partido negou foi publicar um outro documento endossando o pedido de plebiscito, uma proposta do secretário de Formação do PT, Carlos Henrique Árabe. Para o político, a sigla deveria declarar "apoio irrestrito à convocação de um plebiscito".
 
Mas, apesar de negar um documento que reafirmasse a posição de Dilma, o presidente do PT, Rui Falcão, explicou que a medida não significava uma rejeição ao plebiscito. "A carta [de Dilma Rousseff] foi amplamente reproduzida em nosso site. Por que repô-la aqui?", questionou Falcão.
 
Para Carlos Henrique Árabe, o partido deveria frisar a ideia do plebiscito, como forma de angariar apoio de senadores contra o impeachment de Dilma. Leia mais »
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Deputados em mandato têm 30 dias para mudar de partido

A Rede, de Marina, conseguiu cinco deputados na Câmara
 
Jornal GGN - Foi promulgada, nesta quinta-feita (18), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 182, que abre janela para a troca de partidos para candidatos que exercem mandatos de deputados ou vereadores.
 
A partir da promulgação da PEC, os deputados federais tem 30 dias para mudar de legenda, sem que haja punição por parte da Justiça Eleitoral, e sem "sem prejuízo do mandato, não sendo essa desfiliação considerada para fins de distribuição dos recursos do Fundo Partidário e de acesso gratuito ao tempo de rádio e televisão".
 
Aprovada em 2015, a PEC altera a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de 2008, que definia que os parlamentares que fizessem a mudança de partido sem justificativa perderiam o mandato, mas o cargo permaneceria com a legenda. Em um ponto da decisão, contudo, o STF eximia aqueles que fariam a filiação para partido recém-criado. Tal definição fez com que pelo menos 38 deputados mudassem para siglas novas, de acordo com a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.
 
A Rede Sustentabilidade, de Marina Silva, que conseguiu o registro em setembro do último ano, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), obteve por meio dessa decisão do STF uma bancada representativa de cinco deputados. Apenas o PT perdeu 10 deputados eleitos, fazendo com que o partido deixasse de ser a maior bancada da Câmara dos Deputados, deixando a liderança para o PMDB, com 67.
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