Revista GGN

Assine

Síria

ONU afirma que mais de 400 mil deslocados internos retornaram para casa na Síria

syria_unicef_souleiman.jpg
 
Foto: Unicef/Souleiman
 
Jornal GGN - Mais de 440 mil deslocados internos sírios já retornaram para sua casa nos primeiros seis meses deste ano, afirma o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). O órgão também registrou a volta de mais de 31 mil refugiados sírios que estavam em países vizinhos. 
 
O Acnur diz que, mesmo com o aumento das operações de resposta para ajudar os sírios que estão retornando, não é possível facilitar ou promover a volta dessas pessoas devido à situação de insegurança e de crise humanitária que persiste na Síria. 
 
Os deslocados e refugiados retornam para o país em busca de parentes e para analisar como estão as casas onde moravam, afirmou Andrej Mahecic, porta-voz do Acnur. Em Genebra, ele dissse que, em alguns casos, a volta ao país ocorre por causa da melhora das condições de segurança em alguns regiões. 

Leia mais »

Sem votos

2016 teve o maior número de deslocamentos forçados no mundo, diz ACNUR

refugiados_macedonia_dragan_tatic_0.jpg

Foto: Dragan Tatic

Jornal GGN - Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (19) pela ACNUR, agência da ONU para refugiados, o ano de 2016 teve o maior número registrado de deslocamentos forçados provocado por guerras, violência e perseguições.

65,6 milhões de pessoas deixaram seus locais de origens em razão de conflitos, um aumento de 300 mil na comparação a 2015. Deste total, 22,5 milhões dizem respeito aos refugiados, a maioria vinda de países em conflito, principalmente Síria e o Sudão do Sul.
 
Outros 40,3 milhões são pessoas que se deslocaram dentro de seus próprios países. A Síria aparece novamente com um deslocamento expressivo, assim como o Iraque e também a Colômbia. 
Leia mais »
Sem votos

Especialistas debatem drama dos refugiados no século XXI

refugiados_macedonia_dragan_tatic.jpg

Refugiados na Macedônia. Foto: Dragan Tatic

Do Vermelho

 
Já se passaram mais de sete décadas desde o fim da última grande guerra mundial, mas é agora, em 2017, que atingimos a maior cifra de pessoas deslocadas da história: 70 milhões. Os deslocamentos forçados contemporâneos são resultado de guerras locais, violência generalizada e fenômenos naturais. O tema, considerado o grande drama do começo deste século, foi debatido na manhã desta quinta-feira (8) no Salão do Livro Político, em São Paulo, por especialistas e refugiados. 
 
Por Mariana Serafini

O painel Guerras Globais, Refugiados Locais contou com a participação do professor de Relações Internacionais da PUC Reginaldo Nasser, do doutor em literatura alemã Tercio Redondo, do jornalista refugiado congolês Christo Kamanda, da autora da obra Nakba, um estudo sobre a catástrofe palestina, Soraya Misleh, e do refugiado palestino Isam Ahmad Issa, que participou do filme Era o Hotel Cambridge, lançado recentemente no Brasil. 

Leia mais »
Sem votos

As crianças que não contam na Síria, por Robert Fisk

siria_ataque_comboio_humanitario_omar_haj_kadour_afp.jpg

Foto: Omar haj kadour/AFP

Do Outras Palavras

Robert Fisk: as crianças que não contam

Duas semanas depois de curioso ataque com gás sarin, terroristas financiados pelo Ocidente explodiram camboio de refugiados, matando 126 sírios, entre os quais 80 crianças. Desta vez, ninguém chorou

Por Robert Fisk, The Independent | Tradução Roberto Pires Silveira

Essa foi a mãe de todas as hipocrisias. Algumas crianças sírias mortas importam, penso. Outras não. Um assassinato em massa duas semanas atrás matou crianças e bebês e levou nossos governantes à mais justa indignação. Mas o massacre deste final de semana na Síria matou ainda mais crianças e bebês – e mesmo assim não gerou mais que silêncio daqueles que antes bradaram pela salvaguarda de nossos valores morais. Por que desta vez não?
Leia mais »
Média: 4.6 (10 votos)

Assad afirma que ataque químico foi "100% fabricado"

 
bashar_kremlin.jpg
 
Foto: Kremlin
 
Jornal GGN - Em entrevista divulgada hoje (13) pela agência France Presse, o presidente sírio Bashar al-Assad afirmou que o ataque químico atribuído ao seu governo foi “100% fabricado”.
 
Assad também disse que a o ataque em Khan Cheikhoun teria sido fabricado para servir como pretexto ao bombardeio americano contra uma base aérea na Síria. 
 
"Para nós, trata-se de um evento 100% fabricado" disse Assad. "Nossa impressão é que o Ocidente, principalmente os Estados Unidos, é aliado dos terroristas. Eles fabricaram essa história para servir de pretexto para o ataque."

Leia mais »

Média: 4.7 (15 votos)

Ataque à Síria é um recado para a Coreia do Norte, diz EUA

tomahawk_siria_us_nay.jpg
 
Foto: US Navy
 
Jornal GGN - Neste domingo (9), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex Tillerson, afirmou que o bombardeio do país contra uma base aérea na Síria, ocorrido na semana passada, é um recado para a Coreia do Norte e também outros países que sejam considerados uma ameaça internacional.
 
No final de semana, o governo do presidente Donald Trump enviou cinco navios militares para as águas territoriais da Península Coreana, incluindo um porta-aviões nuclear. “Esse é um Estado deliquente que agora tem um regime com capacidade nuclear”, justificou o chefe do Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca, H.R. McMaster. 

Leia mais »

Média: 2.5 (8 votos)

Ataque de um império em decadência, por John Wight

donald_trump_by_gage_skidmore_12.jpg

Foto: Gage Skidmore

Do Outras Palavras

Ataque de um império em decadência

Bombardeio da Síria nada tem a ver com justiça e não será capaz de restaurar poder dos EUA no Oriente Médio. Mas pode incendiar de novo um dos barris de pólvora do planeta

Por John Wight | Tradução: Maurício Ayer e Inês Castilho

Descrever o ataque dos Estados Unidos à Síria como uma medida séria é ser incapaz de avaliação.

Sem nenhum respaldo do direito internacional ou na ONU, o governo Trump cometeu um ato de agressão contra mais um Estado soberano do Oriente Médio, o que confirma que os neoconservadores retomaram seu domínio sobre a política externa de Washington. Este ato de agressão acaba com qualquer perspectiva de desanuviamento entre EUA e Rússia no futuro próximo. Ao contrário: aumenta consideravelmente as tensões entre os dois países, não apenas no Oriente Médio como também no Leste Europeu, onde há algum tempo tropas da OTAN vem realizando exercícios militares a uma distância de ataque do território russo.

Leia mais »
Média: 4.5 (18 votos)

EUA ataca Síria traiçoeiramente com mísseis Tomahawk

Instante em que se inicia o ataque americano contra a Síria, a partir de um vaso de guerra no Mediterrâneo

do Vermelho

EUA ataca Síria traiçoeiramente com mísseis Tomahawk

Na noite desta quinta-feira (6), o presidente estadunidense Donald Trump declarou, em Washington, que havia ordenado um ataque militar contra o exército sírio, violando acordos, convenções e conversações realizados nos últimos meses em relação à Síria.

Como em diversas outras ocasiões na História, a administração americana usou de um pretexto torpe para dar início a um ataque militar, desta vez contra a Síria, país que está sendo devastado por terroristas há sete anos. O pretexto foi o suposto ataque sírio com armas químicas na região de Idlib na terça-feira. Algo negado de forma categórica pelo governo local.

O ataque foi realizado contra a base aérea síria de Homs, com cinco dezenas de mísseis Tomahawk. O governo da Rússia já havia advertido que o ataque com armas químicas provavelmente era obra de terroristas do grupo Estado Islâmico, que desde março de 2011 fustiga o país. O grupo, como já foi provado por organizações internacionais, é financiado e armado por potências locais, como a ditadura da Arábia Saudita e a do Catar. Países ocidentais, como os Estados Unidos, também apoiam com armas e munição os grupos terroristas. Leia mais »

Média: 4.1 (9 votos)

Ataque 'imprudente e irresponsável' reflete 'cegueira política e militar' dos EUA, diz Presidência da Síria

Imagem - BBC

do Ópera Mundi

Ataque 'imprudente e irresponsável' reflete 'cegueira política e militar' dos EUA, diz Presidência da Síria

Em comunicado, gabinete de Bashar al Assad diz que 'ato ultrajante' demonstra que prevalecem 'políticas arraigadas' de Washington, 'representadas por ataques contra Estados, a opressão de povos e a tentativa de dominar o mundo'

A Presidência da Síria divulgou nesta sexta-feira (07/04) um comunicado em que qualifica o ataque dos EUA contra uma base aérea de Damasco como um ato “imprudente e irresponsável” que reflete “uma cegueira política e militar”.

“Em um agressão injusta e arrogante, os Estados Unidos atacou nesta sexta-feira o aeroporto de al Shairat nos arredores de Homs”, diz o comunicado do gabinete de Bashar al Assad, presidente da Síria, divulgado pela agência estatal de notícias Sana.

Leia mais »
Média: 4.6 (9 votos)

Mais de 70 pessoas morrem em ataque no norte da Síria

siria_ataque_afp.jpg

Foto: AFP

Jornal GGN - Chegou a 72 o número de mortos por um suposto ataque químico ocorrido ontem (4) na cidade de Khan Sheikhun, no norte da Síria, de acordo com o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Deste total, 20 são crianças e 17 são mulheres. 
 
"O número pode aumentar porque algumas pessoas estão desaparecidas", disse a ONG. O ataque ocorreu em um zona que está sob controle rebelde. A oposição síria pediu ao Conselho de Segurança da ONU a abertura de uma investigação sobre o ataque no noroeste do país.

Leia mais »

Média: 1 (3 votos)

Número de refugiados sírios ultrapassa os 5 milhões em seis anos de guerra

 
Refugiados sírios no Rio de Janeiro (foto: Fernando Frazão/Abr)
 
Jornal GGN - De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), o número de sírios que fugiram da guerra em seu país superou a marca de cinco milhões. 
 
5,018 milhões de refugiados foram registrados principalmente na Turquia, Líbano, Jordânia, Iraque e Egito. Outras 400 mil pessoas morreram durante o conflito na Síria, que já dura seis anos. 

Leia mais »

Média: 1.8 (5 votos)

Síria tornou-se uma "câmara de torturas”, diz Alto comissário da ONU

Cerca de 13,5 milhões de pessoas na Síria precisam receber ajuda humanitária, segundo o Alto Comissariado da ONU para Refugiados

Da Agência Brasil

A “Síria é a pior catástrofe causada pelo ser humano desde a Segunda Guerra Mundial” e virou “um lugar de horror selvagem e de injustiça absoluta”, afirmou nesta terça-feira (14) o alto comissário de Direitos Humanos das Nações Unidas, Zeid Al Hussein. As informações são da ONU News.

O pronunciamento de Al Hussein foi feito durante reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra (Suíça). Segundo ele, o conflito sírio, que completou seis anos este mês, se transformou numa verdadeira “câmara de torturas”.

Zeid disse ainda que os “apelos desesperados feitos pela população de Alepo no ano passado tiveram pouco ou nenhum impacto sobre os líderes mundiais, cuja influência poderia ajudar a pôr um fim ao conflito”.

Leia mais »

Média: 2.3 (3 votos)

Nos EUA, tribunal rejeita veto de Trump a refugiados e imigrantes de sete países

 
Jornal GGN - Nesta quinta-feira (9), a Corte Federal de Apelação dos Estados Unidos rejeito, de maneira unânime, o pedido da gestão de Donald Trump para retomar o veto à entrada de refugiados e pessoas de sete países de maioria muçulmana nos EUA.
 
Uma ordem executiva assinada por Trump no final de janeiro suspendeu, por 120 dias,a admissão de refugiados e o programa de refugiados da Síria indefinidamente, além de proibir a entrada, por 90 dias, de pessoas do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Decreto de Trump barra entrada de refugiados sírios nos EUA

 
Jornal GGN - Nesta sexta-feira (27), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu  o programa de admissão de refugiados, criado por uma lei de 1980.
 
O decreto “Proteger a Nação da entrada de terroristas estrangeiros nos Estados Unidos” prevê a suspensão total, por 120 dias, da admissão de refugiados, além do congelamento, por três meses, da entrada de pessoas de sete países muçulmanos: Iraque, Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. 

Leia mais »

Média: 3.8 (4 votos)

Caminhão-bomba explode durante cessar-fogo na Síria

Nenhum grupo assumiu até o momento autoria do atentado que deixou dezenas de mortos em mercado de Azaz 
 
Jornal GGN – Um caminhão-bomba explodiu em mercado de Azaz, cidade do norte da Síria, deixando dezenas de mortos. Segundo informações da Agência Ansa, o número de vítimas fatais ainda não foi confirmado, mas o Observatório para os Direitos Humanos estima 43 mortos, enquanto a emissora Al Manar, do grupo Hezbollah, fala em 60 pessoas mortas e 150 feridas. 
 
Até o momento nenhum grupo assumiu a autoria do atentado, porém as autoridades desconfiam que tenha sido planejado pelo Estado Islâmico, que tenta tomar o controle da cidade desde 2013. Azaz fica a 50 quilômetros de Aleppo, e a 10 quilômetros da Turquia e vem recebendo um grande fluxo de pessoas desde a assinatura do cessar-fogo entre o governo de Bashar al-assad e grupos rebeldes, que entrou em vigor no dia 30 de dezembro, após acordo intermediado por Rússia, Turquia e Irã. A proposta prevê, ainda, um acordo definitivo de paz no dia 23 de janeiro.
Sem votos