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soberania nacional

No Senado, Requião debate ameaças à soberania com general Villas Bôas

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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
 
Jornal GGN - Nesta quinta-feira (22), o general Eduardo Villas Boas, comandante do Exército, participou de audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, atendendo à solicitação do senador Roberto Requião (PMDB-PR).
 
O parlamentar paranaense manifestou sua preocupação sobre as ameaças à soberania brasileira, que vão da venda do território nacional para estrangeiros até o sucateamento do sistema de defesa nacional. 
 
Na audiência, o Villas Bôas afirmou que Exército tem se preparado para lidar com desafios contemporâneos, como cortes no orçamento, guerras cibernéticas e inovações tecnológicas. O general disse, também, que foram desenvolvidos seis programas estratégicos e doze estruturantes, com cerca de 50 projetos. 

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A ação de parlamentares contra o desmonte nacional

Jornal GGN – Neoliberalismo já não está tão em voga nas Nações. Até Donald Trump está defendendo os interesses de seus países, na contramão do que faz os atuais governantes do Brasil. A crítica está em nota do deputado federal Patrus Ananias (PT/MG) que crítica, de forma contundente, a atuação daqueles que tomaram o poder de assalto no Brasil.

Patrus reafirma que os golpistas estão acabando com as conquistas obtidas nos últimos anos, com Lula e Dilma, principalmente no campo social. Além da destruição desmedida da soberania nacional. Além da PEC dos Gastos, que congela o país por 20 anos, observa-se o desmonte da indústria nacional, com a venda da Petrobras em pedaços, na bacia das almas, e a venda das terras e águas brasileiras.

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Nesta quarta, deputados e senadores lançam Frente em defesa da soberania nacional

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Foto: Divulgação

Jornal GGN - Na próxima quarta-feira (21), mais de 200 deputados e 18 senadores irão lançar a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional. O objetivo da frente é unir os parlamentares contra medidas adotadas pelo governo de Michel Temer e que são consideradas um atentado à soberania do Brasil.

Entre as medidas criticadas, estão o desmonte da Petrobras, o esvaziamento da indústria nacional, a permissão da venda de terras para estrangeiros, a internacionalização de serviços públicos como saúde e educação e a abertura do Brasil ao oligopólio internacional de insumos agrícolas, além da adoção de uma política externa classificada como submissa.

Em sua comissão executiva, a Frente Parlamentar conta com os senadores Roberto Requião (PMDB-PR) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e os deputados Patrus Ananias (PT-MG),  Glauber Braga (Psol-RJ), Celso Pansera (PMDB-RJ), Afonso Motta (PDT-RS) e Odorico Monteiro (PSB-CE).

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Medidas do governo Temer comprometem a soberania nacional, por Pedro Celestino

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Foto: Beto Barata/PR

Do Clube de Engenharia

 
por Pedro Celestino

O Clube de Engenharia manifesta sua apreensão em decorrência de sistemáticas propostas e ações do Governo Federal, a seguir listadas, posto que são comprometedoras da soberania nacional:

  • as modificações realizadas na Lei e nos procedimentos que regulam a exploração das reservas de petróleo do Pré-Sal, e em especial, no protagonismo da Petrobrás, agora não mais participante obrigatória de todas as atividades, como operadora única, o que traz imensos prejuízos à cadeia produtiva de óleo e gás e à engenharia nacional;
  • a descaracterização da Petrobras como petroleira integrada, através da venda de ativos importantes e do abandono de investimentos em exploração, em refino de petróleo e em petroquímica, de modo a torná-la mera e cadente produtora de petróleo bruto, o que já tem reflexo devastador na nossa engenharia;
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Petrobras: um olhar para além da crise (parte 2), por Carolina Bueno e Suzana Sattamini

Caso a estatal seja privatizada, o país enfrentará problemas de ordem geopolítica, de soberania energética e de contas nacionais, com consequências sobre o funcionamento da economia brasileira (Foto - Agência Brasil)

do Brasil Debate

Petrobras: um olhar para além da crise (parte 2)

por Carolina Bueno e Suzana Sattamini

Conteúdo especial do projeto do Brasil Debate e SindipetroNF Diálogo Petroleiro

Com a meta fiscal, para 2017, de um déficit de 139 bilhões de reais, e um contingenciamento de R$ 42,1 bilhões no orçamento deste ano, não é difícil imaginar o corte nos investimentos, que sempre foi a variável de ajuste fiscal. Isso certamente afetará todos os Estados brasileiros, abrindo caminho para justificar as privatizações.

Entretanto, muitas crises já ocorreram na economia brasileira, a história tem suas ironias e costuma pregar peças nos desavisados. No caso da Petrobras, quando muitos analistas de plantão passavam a tratar a privatização como o remédio para o enfrentamento desses ciclos, eis que a estatal passa por todas essas crises e alcança o posto de uma das mais importantes empresas de petróleo do mundo.

Na atual conjuntura econômica não seria diferente que o fantasma da privatização novamente pairasse sobre a empresa. A Petrobras é o “filé mignon” da economia brasileira. Certamente, nenhuma empresa no Brasil gerou ao longo de toda sua existência tantas encomendas para o mercado interno quanto a Petrobras. Segundo a ABEIN (Associação Brasileira de Engenharia Industrial), para cada US$ 1000 que a Petrobras investe, geram-se cerca de US$ 650 de investimentos em outros setores. No acumulado de 1954 a 1992, a Petrobras investiu nada menos que US$ 80 bilhões, isso significa um efeito multiplicador de US$ 51 bilhões. Já o investimento acumulado em 2015, de R$ 76 bilhões, tem um feito multiplicador em outros setores da economia de R$ 48 bilhões.

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A privatização do Satélite da Telebrás: mais uma ameaça à nossa soberania

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Imagem: MCTI

Do Clube de Engenharia

 

Na esteira de reformas feitas na surdina, sem participação da sociedade, a privatização do satélite da Telebrás é mais uma iniciativa de delegar ao mercado soluções que deveriam provir da política pública de inclusão digital. E o mercado, entenda-se, as prestadoras de serviços de telecomunicações, já deixou claro que não tem interesse em inclusão digital pois, desde que aquelas empresas, há 20 anos, assumiram os serviços prestados pela Embratel, apenas 16% dos domicílios das classes D e E e 22% de domicílios rurais têm acesso à internet. Apesar disso, o governo esboça mais um movimento de entrega das comunicações nacionais ao mercado, deixando de lado os indispensáveis requisitos de soberania, segurança e atendimento social.
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Manifesto lista 10 pontos para assegurar a democracia no Brasil

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Imagem: Reprodução

Do Clube da Engenharia

 
Documento assinado por representantes de entidades sindicais, empresariais e industriais, políticos, economistas e professores universitários destaca 10 pontos fundamentais para assegurar a democracia neste momento de grave crise no Brasil.
 
Representantes da sociedade civil, de entidades sindicais, universidades e empresas, com diferentes visões políticas, produziram um manifesto em defesa da democracia. O documento expõe 10 pontos necessários para superar a crise diante do “grave momento” da história do Brasil. O grupo denuncia que há uma “imposição de um programa de ruptura do pacto social brasileiro” implementado por um “governo transitório”, ao qual lhe falta “norte, tempo e popularidade”.

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A autonomia militar e a soberania nacional, por Roberto Amaral

Para o governo, o papel das Forças Armadas é o de Guarda Nacional

A autonomia militar e a soberania nacional

por Roberto Amaral

O país que não incentiva a modernização das Forças Armadas renuncia ao futuro. Lamentavelmente, não se pode esperar essa visão do atual governo

Em artigo a Carta Capital ("O Brasil precisa de um setor siderúrgico eficiente e competitivo", publicado na edição 940 de CartaCapital com o título "As três autonomias"), a propósito de oportuna defesa da siderurgia brasileira, ponto de partida, como ensinou Getúlio Vargas, de qualquer projeto de construção nacional, o ex-ministro Antonio Delfim Neto, destaque do pensamento conservador, delineia as três autonomias sem as quais, diz ele, "nenhuma nação será independente".

Eu quase diria que é um bom ponto de partida para um Programa Nacional, um Projeto de País, de que tanto carecemos. E assim vou comenta-las.  Essas condicionantes, inafastáveis, são: 1) a autonomia alimentar, 2) a autonomia energética e 3) a autonomia militar.

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A Base de Alcântara e a soberania nacional

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Do Clube de Engenharia

 
"Nós não sabemos, não sabe a sociedade nem o Congresso, os termos da retomada das negociações, pois elas estão sendo levadas a cabo em segredo”, adverte o cientista político Roberto Amaral, que estava à frente do Ministério de Ciência e Tecnologia entre 2003 e 2004. Na ocasião, uma primeira versão de acordo para uso da base pelos americanos foi retirada do Congresso Nacional, após os termos acertados ainda na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso terem sido considerados “lesivos à soberania nacional” pela Câmara dos deputados ao aprovar parecer elaborado pelo deputado Waldir Pires. Coube ao chanceler Celso Amorim comunicar ao governo americano que o assunto estava encerrado.
 
Por isso, a volta dessa discussão preocupa Roberto Amaral. “Tememos todos, pois o precedente é grave. Os termos do acordo firmado no governo FHC eram antinacionais e lesivos à soberania nacional”.

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Frente Parlamentar em defesa da soberania nacional, por J. Carlos de Assis

Movimento Brasil Agora

Frente Parlamentar em defesa da soberania nacional

por J. Carlos de Assis

Organiza-se no Congresso Nacional, sob inspiração do deputado Patrus Ananias e com apoio de um grupo de senadores, entre os quais Roberto Requião e Lindberg Farias, uma frente parlamentar suprapartidária em defesa da soberania nacional. Talvez jamais na história republicana uma iniciativa desse tipo foi mais oportuna. A soberania do Estado brasileiro está em risco tendo em vista o programa em curso de desnacionalização sem paralelo, atacando inclusive alguns ícones históricos da economia nacional, como a Petrobrás.

Na avalanche de iniciativas recentes do Governo Temer, está patente que se põe em marcha um programa de desmonte do setor público e do que resto de setor privado nacional. A sociedade não tem nem tempo nem informação a respeito desse processo alienante, já que a grande mídia, que forma opinião, está literalmente vendida ao sistema financeiro que é o grande beneficiário do esquema de privatização. O objetivo último é vender na bacia das almas o patrimônio público para abrir espaço para o setor privado, sobretudo internacional.

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"Não estão fora do nosso alcance", diz FBI sobre empresas brasileiras

"Quando os funcionários estrangeiros recebem subornos, eles ameaçam nossa segurança nacional. (...) Só porque eles estão fora de nossa vista, não significa que eles estão além do nosso alcance. O FBI utilizará todos os recursos disponíveis para pôr fim a este tipo de comportamento corrupto"
 
 
Jornal GGN - Durante o anúncio de que a Odebrecht aceitou o acordo de pagamento de multa milionária para os Estados Unidos, Suíça e o Brasil nos processos contra a empresa brasileira, as autoridades norte-americanas elogiaram a colaboração dos "colegas no Brasil", ao se referir aos investigadores e procuradores da República, e se prometeram continuar a investigar contra empresas brasileiras suspeitas de corrupção.
 
"A Odebrecht e a Braskem utilizaram uma unidade de negócios secretos da empresa - um 'Departamento da Propina', por assim dizer - que sistematicamente pagou centenas de milhões de dólares para a corrupção de funcionários do governo em países de três continentes", iniciou o vice-procurador-geral Sung-Hee Suh, da Divisão Criminal do Departamento de Justiça dos EUA.
 
"Tais atos descarados exigem uma forte resposta para a aplicação da lei, e por meio de um forte esforço com nossos colegas no Brasil e na Suíça, vimos exatamente isso", completou a autoridade norte-americana.
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Golpe, Ajuste Fiscal, Soberania e Paz Mundial, por Roberto Requião

Golpe, Ajuste Fiscal, Soberania e Paz Mundial

Roberto Requião

O cenário internacional no qual se movem nossas economias e nossas políticas, abrangendo igualmente a América Latina e a Europa Ocidental, está dominado por nuvens  excepcionalmente densas de ameaças com raros precedentes na História.

Esse cenário tende a afastar ainda mais as possibilidades de retomada do desenvolvimento econômico em grande parte do mundo, pondo em risco, por outro lado, a própria a paz mundial. 

Devemos, como políticos, assumir a responsabilidade pelas raízes dessa crise e pelo imperativo inadiável de buscar saídas. Do contrário todos, e sobretudo os pobres, serão submetidos a sofrimentos ainda maiores do que os que lhes tem sido impostos.

O Brasil, como sabem, passou por uma experiência política dramática, com o afastamento de uma Presidenta sem que ficasse provado qualquer crime de responsabilidade por parte dela, pré-requisito de impeachment segundo nossa Constituição. Entretanto, não me alongarei aqui a respeito dessa questão política interna, ainda em pleno desdobramento.

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A Petrobras e o Febeapá, por Luiz Alfredo Salomão

A Petrobras e o Febeapá

por Luiz Alfredo Salomão

Tenho saudades de Sérgio Porto e do personagem por ele criado, Stanislaw Ponte Preta.

É necessário esclarecer aos mais jovens quem foi o Stanislaw Ponte Preta, para que eles investiguem um pouco a contribuição que ele deu, como cronista, ao humor e à crítica social e política com uma verve carioca incomparável.

Inteligente, espirituoso, gozador, otimista, solidário com os amigos, deixou, Stanislaw, uma rica obra que inclui, entre outros,TIA ZULMIRA E EU, GAROTO LINHA DURA, A CASA DEMOLIDA e aquele mais conhecido: o FESTIVAL DE BESTEIRA QUE ASSOLA O PAÍS – FEBEAPÁ 1 e 2, tal a riqueza de fatos, afirmações e comportamentos, que observava no cotidiano, tudo registrando com muita mordacidade.

O Brasil deveria lamentar o fato de que não mais esteja entre nós, impedido de comentar, por exemplo, as ansiedades do governo Temer de retomar a política de desvalorização das empresas estatais, para privatizá-las, e os argumentos mal intencionados hoje assacados contra a PETROBRÁS. Ela é a maior empresa do País, símbolo da capacidade realizadora de nossa gente, e responsável pelos maiores investimentos em curso, tão necessários para alavancar o nosso desenvolvimento econômico.

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Testando hipóteses: golpe, soberania nacional e o complexo de vira-latas, por Mogisenio

Por Mogisenio

Comentário ao post "Xadrez da Lava Jato contra Darth Vader"

Olá debatedores,

vamos jogar um "veneno" nesse debate com a seguinte hipótese:

-Na verdade, na verdada, na verdade,  a presidenta Dilma "aceitou" ser provisoriamente ou até "definitivamente,  afastada do cargo possibilitando a realização de um "serviço sujo" aqui no QUINTAL, com suas "vantagens comparativas".

Isso porque, o Brasil, oh meu Brasil! -  com o seu complexo de vira lata - ainda é um QUINTAL que se diz "soberano".

A propósito, a "soberania" à moda do Estado moderno tipo europeu, já não é mais a mesma... Encontra-se em processo de putrefação.

-Lembremos que "soberania estatal", a rigor e em tese, é uma "forma" de cooptar a soberania individual para formar um ESTADO.

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Soberania nacional ameaçada, por Ceci Juruá

Por Ceci Juruá

A erosão da Soberania Nacional frente a uma sociedade anestesiada pela Operação Lava Jato

Ao longo da história do capitalismo, as sociedades liberais vem sendo constituídas sobre algumas assertivas doutrinárias, teses construídas e maquiadas sobre duas plataformas.  Por um lado, para o grande público, vende-se a idéia de individualismo e de liberdade.   Por outro lado, para os atores econômicos, a plataforma doutrinária impõe a prioridade do Mercado na configuração das transações comerciais.  Para os liberais, a ordem econômica preferida, no campo internacional e internamente, é aquela que implica na mercantilização absoluta das trocas, que tudo se torne  mercadoria, cabendo ao mecenato cobrir eventuais brechas humanitárias que ameaçam uma necessária, porém mínima, paz social.

Ao Estado, dizem os doutrinadores, cabem funções de assessoria aos mercados, tais como regulação/fiscalização das trocas mercantis.  Sistema de poder e sistema político, o Estado deve – prioritariamente -  garantir os marcos jurídicos essenciais à dominação do Mercado sobre a sociedade.  Os liberais repetem à exaustão tais mantras, há mais de dois séculos, e tentam, muitas vezes com êxito, impor seus dogmas em escala mundial, sobretudo naquelas partes do mundo que julgam dominar e controlar.  Foi assim sob a hegemonia do império britânico, está sendo assim sob o império norte-americano.

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