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Suíça

Planilhas escondidas da Odebrecht foram recuperadas pela Suíça


Foto: Marcos Bezerra/Futura Press
 
Jornal GGN - Um dos principais mistérios das delações da Odebrecht que comprometiam boa parte das acusações contra políticos era a falta de acesso ao MyWebDay, um sistema utilizado pela empreiteira para registrar os repasses de caixa dois e propinas a contas de beneficiários pelo setor de operações estruturadas.
 
Até recentemente, nem o próprio coordenador da força-tarefa de Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol, teria conseguido o acesso aos dados da contabilidade de remessas ilegais da Odebrecht. O arquivo havia sido descoberto no ano passado, quando uma funcionária do departamento foi presa, e indicou que os registros traziam as ordens de pagamentos não somente a políticos, como também integrantes do Judiciário, diplomacia e tribunais de contas.
 
Entretanto, as informações eram supostamente armazenadas pela Suíça, uma vez que os materiais são de extratos bancários de pagamentos a offshores no exterior, além de planilhas destas transferências bancárias e, segundo Dallagnol, o país ainda não tinha compartilhado os dados com os investigadores brasileiros.
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Dallagnol nunca acessou sistema da Odebrecht para saber se Lula recebeu propina

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O procurador Deltan Dallagnol admitiu que nunca acessou o sistema de controle de pagamentos de propina da Odebrecht para atestar que o ex-presidente Lula estava entre os beneficiários. Segundo informações da jornalista Mônica Bergamo, a defesa do petista solicitou acesso ao software que está detido na Suíça, acreditando que a força-tarefa esconde dados que podem favorecer Lula. Dallagnol, porém, respondeu que nunca teve contato com o sistema.
 
"O mistério do arquivo virou mais um motivo de discórdia entre Dallagnol e os defensores de Lula. Eles insistem que o MP tem o material. E querem acessá-lo porque acreditam poder reforçar a tese de que Lula não recebeu dinheiro da empreiteira", apontou a colunista.
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Como a Lava Jato entregará a repatriação de empresas brasileiras ao mundo

Entenda o jogo de interesses que mobiliza um aparente bem-intencionado acordo de cooperação internacional: todos os países e investigadores ganham, menos as empresas brasileiras
 

Lava Jato durante a apresentação da "Car Wash", com procuradores suíços e dos EUA - Foto: Geraldo Bubniak / AGB
 
Jornal GGN - A Lava Jato de Rodrigo Janot está de olho no ex-procurador suíço Stefan Lenz, que se auto caracteriza como o "cérebro" das investigações no país sobre o esquema de corrupção envolvendo a Petrobras e Odebrecht. Por não se sentir reconhecido, financeiramente e por seus superiores, ele pediu demissão. Jornais alemães e suíços acessados pelo GGN dão conta, ainda, que Lenz poderia avançar nas investigações que fazem "estremecer políticos brasileiros e, inclusive, levar à prisão o ex-presidente Lula da Silva".
 
A frase foi reproduzida de uma reportagem no periódico alemão "Aargauer Zeitung", em outubro do último ano, quando Lenz abandonava a sua equipe de investigadores por aparentes conflitos internos. Lá, o investigador teria criado inimizade com o procurador-geral, Michael Lauber. E enquanto uma troca no grupo de delegados da força-tarefa no Brasil foi vista como um desmanche das investigações, o país europeu mostrou-se determinado a fortalecer as investigações que tem como mira as empresas brasileiras.
 
 
Daqui, a força-tarefa de Curitiba e o procurador-geral, Rodrigo Janot, não demonstram preocupação com possíveis interferências de investigadores estrangeiros nas irregularidades ou ilícitos dentro das companhias nacionais, ao contrário, agradecem publicamente a mobilização de mais de uma dezena de pessoal, como advogados, procuradores especialistas em corrupção e técnicos forenses no país, exclusivamente para mirar a Petrobras.
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Brasileiro disputa o título de melhor pianista na Suíça

Foto: Reprodução Youtube 

Jornal GGN -  O maior festival de música da Suíça acaba se selecionar o paraibano Salomão Soares para concorrer ao título de melhor pianista. No Montreux Jazz Festival 2017, o único representante da América Latina apresentará sua composição “Boizinho Universal”, que concorrerá com títulos de músicos franceses, ucranianos, americanos, russos e alemães. O evento acontece entre os dias 30 de junho e 15 de julho.

Hoje, aos 25 anos, Salomão Soares carrega as influências da música brasileira. Nascido em Cruz do Espírito Santo, município de João Pessoa,  o instrumentista cresceu tocando saxofone na banda marcial da cidade, batendo triângulo, zabumba e pandeiro.

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Suíça já bloqueou R$ 3 bilhões em contas secretas por causa da Lava Jato

Foto: Lula Marques

 
Jornal GGN - A Suíça congelou cerca de R$ 3,08 bilhões (1 bilhão de francos suíços) em contas de pessoas investigadas na Operação Lava Jato, segundo informações de Jamil Chade, no Estadão desta quinta (5).
 
Segundo a reportagem, em 2016, o Ministério Público de Berna abriu 20 novos inquéritos criminais envolvendo brasileiros, após análise de mais de mil relações bancárias. No total, há pelo menos 60 casos em apuração.
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A entrevista de Dilma à TV suíça

Enviado por Jackson da Viola

Jornal GGN - Em passagem pela Suíça, a presidente Dilma Rousseff concedeu uma entrevista falando sobre sua trajetória política desde a Ditadura, até à queda provocada por um impeachment por crime de responsabilidade fabricado pela oposição.

Dilma respondeu a perguntas sobre economia e rebateu as denúncias de corrupção que ganharam o mundo por conta da Petrobras. Ela disse que não teve participação pessoal em qualquer esquema. Ela também disse que, ao contrário do que a mídia brasileira tenta exportar, o maior crime de corrupção da história não é a Lava Jato, mas sim a quebra de instituições financeiras na crise de 2008.

Assista à entrevista completa aqui.

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Mensagem da Suíça a Donald Trump

Enviado por Manu Guitars

Vídeo humorístico

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Troca no Ministério da Justiça pode destravar acordo da Lava Jato com Suíça

Jornal GGN - Algumas trocas em cargos de direção do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça pode destravar a tentativa da Lava Jato de criar uma força-tarefa com o Ministério Público da Suíça. Segundo o Estadão, essa pauta está parada desde que autoridades brasileiras questionaram quem estaria na mira de uma eventual investigação, o que fez os procuradores do País europeu recuarem com suas informações.

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Com Janot, Brasil volta a ser destaque em Davos, agora por causa da Lava Jato

Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot foi convidado pela organização do Fórum Econômico Mundial de Davos para palestras durante dois dias do evento que ocorre na Suíça, a partir de 15 de janeiro. Segundo o Estadão, o Brasil vinha perdendo protagonismo em Davos desde que Lula saiu da presidência da República.

Agora, Janot terá a oportunidade de falar sobre corrupção aos olhos do mundo, por conta da Lava Jato. Ainda de acordo com o jornal, "empresários e políticos estrangeiros" estão interessados "sobre qual será o desdobramento do combate à corrupção no Brasil". Países como Estados Unidos, Suíça e Peru já firmaram acordos para receber multas da Odebrecht, entre outras ações decorrentes da operação na Petrobras.

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Cunha manobrou conta na Suíça com codinome Carlos Trivoli

Nome foi encontrado pela PF como operador de conta no Julius Bear

 
Jornal GGN - Investigações da Polícia Federal apontam que o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha usava o codinome "Carlos Trivoli" para operar uma conta no banco suíço Julius Bear.
 
Segundo o MPF as datas de depósitos na conta coincidem com as datas de pagamento de propinas feitas pelo lobista João Henrique, com dinheiro que seria fruto de compensação por Cunha ter ajudado a intermediar a compra do campo de petróleo em Benin (África). 
 
Os investigadores encontraram o endereço eletrônico [email protected], em nome de Carlos Trivoli, após a quebra de sigilo das contas de e-mail de Cláudia Cruz e Danielle Dytz, esposa e filha do ex-deputado. A Polícia Federal afirma, ainda, que em 2015 Trivoli teria recebido, através do e-mail, um resumo dos pagamentos efetuados pela offshore Orion SP, de propriedade de Cunha.
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Diante de Moro, Lula nega responsabilidade sobre nomeações na Petrobras

Apesar de ter a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre o papel de Lula como "maestro da propinocracia", Sergio Moro decidiu não fazer perguntas

Jornal GGN - Em depoimento ao juiz Sergio Moro nesta quarta-feira (30), no processo em que Eduardo Cunha (PMDB) é acusado de se beneficiar de desvios na Petrobras, o ex-presidente Lula negou que tenha sido responsável por nomear indicados por partidos e aliados políticos para diretorias da estatal. Segundo ele, o Conselho Administrativo da companhia de petróleo tinha o verdadeiro poder nesses casos.

As perguntas a Lula, feitas pela defesa de Cunha e pelo Ministério Público Federal, foram centradas na participação do ex-presidente da República nas nomeações para a Petrobras. Esse viés obrigou o petista a esclarecer pontos de outras acusações da Lava Jato, como a do caso triplex, no qual ele é acusado de receber propina da OAS.

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Lula será ouvido hoje por Moro, mas como testemunha de ação contra Cunha

Jornal GGN - O ex-presidente Lula deve depor, pela primeira vez, diante do juiz Sergio Moro, mas no processo que diz respeito ao deputado cassado Eduardo Cunha. Ele será ouvido por teleconferência, a partir de sua cidade, São Bernardo do Campo. A previsão é de que isso aconteça no final da tarde desta quarta (30).

Antes de Lula, Moro deve ouvir o pecuarista José Carlos Bumlai, por volta das 17h, segundo informações do G1. Este será, contudo, o segundo depoimento de Bumlai no mesmo dia. Antes, ele deve participar de uma audiência do caso triplex, em que Lula é acusado de receber propina da OAS na forma de um apartamento no Guarujá, entre outras vantagens indevidas.

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Odebrecht detalhou depósito eleitoral para Serra na Suíça, em delação da Lava Jato

Jornal GGN - A doação eleitoral que a Odebrecht fez à campanha presidencial de José Serra em 2010 via caixa dois foi detalhada em pelo menos dois delatores da Lava Jato, segundo relatos da Folha de S. Paulo desta sexta-feira (28). O montante teria abastecido não só o caixa eleitoral de Serra, mas também de outros candidatos tucanos.

"Um deles é Pedro Novis, presidente do conglomerado de 2002 a 2009 e atual membro do conselho administrativo da holding Odebrecht S.A. O outro é o diretor Carlos Armando Paschoal, conhecido como CAP, que atuava no contato junto a políticos de São Paulo e na negociação de doações para campanhas eleitorais."

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Contas vazias de Cunha ajudaram a fundamentar pedido de prisão

Jornal GGN - No pedido de prisão de Eduardo Cunha (PMDB), o Ministério Público Federal lembrou que o bloqueio de R$ 220 milhões feito em junho, quase três meses antes o então deputado federal ser cassado, detectou que quatro contas em seu nome estavam zeradas.

Essa informação ajudou a fundamentar a medida cautelar solicitada ao juiz Sergio Moro. Cunha foi preso pelo magistrado de Curitiba nesta quarta (19), numa ação que "surpreendeu" por não ter sido avisada à imprensa com antecedência. O peemedebista foi levado de Brasília ao Paraná sem algemas.

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Protógenes poderá cumprir pena alternativa na Suíça

 
Jornal GGN - Após ser considerado foragido da Justiça, vivendo na Suíça, o ex-delegado e ex-deputado federal Protógenes Queiroz teve o seu pedido de prisão revogado pela Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, nesta segunda-feira (08).
 
O tribunal julgou um Habeas Corpus impetrado pelo advogado Adib Abdouni, que atua na defesa do delegado que chefiou a Operação Satiagraha, em 2008. O ex-deputado vive hoje na Suíça, país do qual pediu asilo político em 2015.
 
Protógenes deverá participar de uma audiência determinando em qual instituição filantrópica daquele país ele deverá prestar serviços, por meio de carta rogatória.
 
A sentença que condenou Protógenes, em 2010, a três anos e quatro meses transitou em julgado no ano passado. Chegando ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-deputado foi considerado responsável por vazar informações sigilosas para concorrentes do banqueiro Daniel Dantas, à época investigado na Satiagraha, e para a imprensa. A pena foi substituída por restrições de direitos. 
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